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domingo, 21 de junho de 2026

COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Bélgica x Irã | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Espanha x Arábia Saudita | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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sábado, 20 de junho de 2026

CNN - informações na madrugada

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Ministério da Saúde inicia aplicação da vacina Pneumo 20 em todo o país

 


Crianças menores de 5 anos que não completaram o esquema vacinal já podem ser vacinadas pelo SUS com a vacina Pneumo 20, que protege contra 20 sorotipos da bactéria pneumococo, causadora de doenças graves como pneumonia e meningite. A estratégia nacional será lançada neste sábado (20), em São Paulo, pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Novidade na rede pública, a vacina passou a integrar o Calendário Nacional de Vacinação — esse é o quarto imunobiológico incorporado para crianças durante a atual gestão. Na rede privada, pode custar mais de R$ 500.

O diferencial da vacina é a ampliação da proteção contra sorotipos que mais causam doença pneumocócica invasiva, especialmente os tipos 3, 6A e 19A, oferecendo cobertura mais abrangente que as formulações anteriores. Também protege contra otite média, que pode causar perda auditiva e evoluir para infecções mais graves. Desde maio, o Ministério da Saúde distribuiu mais de 570 mil doses para todos os estados, garantindo o início da vacinação. Até o fim do ano, a previsão é de distribuição de mais de 6,1 milhões de doses.

Ao acompanhar o início da estratégia nacional de vacinação, o ministro da saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância da ampliação da proteção oferecida pelo imunizante: “Estou muito feliz de a gente poder transformar essa vacinação em realidade. Eu pude ver as primeiras bebezinhas, com dois meses de idade, já sendo protegidas com essa vacina, que é uma vacina que protege contra 20 tipos dessa bactéria, que é o pneumococcus. E como essa vacina é muito mais ampla do que a que a gente utilizava, ela vai proteger ainda, contra pneumonia grave e contra meningite.”

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença pneumocócica é a principal causa de mortalidade infantil por doença prevenível. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil óbitos, com taxa de letalidade superior a 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram 616 casos e 188 mortes no mesmo período.

Além de reduzir casos e mortes, a vacinação em larga escala vai ajudar a reduzir os custos do SUS com internações, UTIs, reabilitação e tratamento de sequelas. Padilha também ressaltou os avanços recentes da vacinação no país e o papel dos profissionais do SUS na recuperação das coberturas vacinais: “O Brasil voltou a ser campeão mundial da vacinação no país e isso se deve, também, ao esforço dos agentes comunitários de saúde, dos profissionais de saúde, dos enfermeiros e enfermeiras, auxiliares de enfermagem, vacinadores e vacinadoras. Em 2019 perdemos o título de País livre do Sarampo e recuperamos esse título agora em 2024. E todos os profissionais de saúde do SUS nos ajudaram a chegar em 2025 com a maior cobertura vacinal dos últimos 9 anos no Brasil”.

Quem pode receber a nova vacina?

A vacina Pneumo 20 é destinada às crianças menores de 5 anos que ainda não completaram o esquema vacinal recomendado. Até agora, as vacinas ofertadas são a Pneumo 10, Pneumo 13 e a polissacarídica 23.

Com a incorporação da Pneumo 20, o Ministério da Saúde inicia uma transição gradual para substituição dos imunizantes, ampliando a proteção contra mais sorotipos da bactéria pneumococo com potencial de prevenção de casos graves.

Além das crianças, a vacina também será destinada a povos indígenas com mais de 5 anos sem histórico de vacinação pneumocócica conjugada, idosos com 60 anos ou mais que estejam acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas na Rede de Imunobiológicos para Pessoas em Situações Especiais (RIE).

Durante a transição, o esquema vacinal infantil será de uma dose da Pneumo 20 aos 2 meses, uma dose da vacina Pneumo 10 aos 4 meses de idade e um reforço da Pneumo 20 aos 12 meses, com intervalo mínimo de 60 dias entre a segunda dose e o reforço. As vacinas 13 e 23 seguem em uso em estratégias específicas até o fim dos estoques.

 Após o esgotamento dos estoques da vacina Pneumo 10, o esquema passará a ser exclusivamente com a Pneumo 20. O histórico de vacinação pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, no aplicativo Meu SUS Digital.

Fonte _ Saúde.gov

COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Tunísia x Japão | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Equador x Curação | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Alemanha x Costa do Marfim | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Holanda x Suécia | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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Governo Lula anuncia que instituições financeiras terão de bloquear dinheiro de bets ilegais

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta sexta-feira (19) um decreto que prevê o bloqueio de recursos financeiros das casas de apostas ilegais, que operam sem autorização do Ministério da Fazenda.

O governo considera clandestinos os sites de apostas que não passaram pelo processo de licenciamento da Fazenda. Essas empresas não aderem a regras de boa conduta na publicidade, por exemplo, e atuam sem pagar uma taxa de R$ 30 milhões ao governo ou coletar impostos. Tampouco respeitam o sistema de autoexclusão, que impede o acesso das pessoas inscritas às bets regulares.

Segundo Wellington Lima e Silvaministro da Justiça, entre 41% e 51% das bets em funcionamento no país são ilegais, o que corresponde a 25,2 milhões de brasileiros apostando nessas plataformas. "O crime organizado tem estímulos para migrar para este setor e é fundamental que o governo e os órgãos de Estado atuem duramente nessa perspectiva. E é esse esforço que fazemos aqui", afirmou.

Conforme pesquisa Datafolha feita em maio, a parcela dos brasileiros com 18 anos ou mais que dizem apostar em bet ou em cassinos online atualmente está em 7%, o que equivale a 11,5 milhões de pessoas.

O decreto contempla as instituições financeiras que receberam ou registraram movimentação de recursos advindos das bets irregulares.

"A partir de agora, com decreto do presidente, um novo documento que será apurado pela Secretaria de Prêmios e Apostas vai ser enviado às instituições financeiras, com ciência do Banco Central. Uma vez que receber isso, a obrigação legal passa a valer, e a instituição financeira terá que bloquear todas essas contas", disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Com isso, o ministério passa a identificar os responsáveis pelas plataformas e a bloquear os recursos ligados às bets ilegais. De acordo com Durigan, há cerca de 300 operadores por trás dos quase 50 mil sites derrubados, que utilizaram 37 instituições financeiras para fazer os pagamentos. O bloqueio precisará ser confirmado em até 48 horas após a notificação enviada pelo Ministério da Fazenda. O governo ainda não tem uma estimativa do potencial arrecadatório da medida.

Durigan afirmou que as 37 instituições financeiras são reincidentes e têm proximidade com outras investigações que ocorrem na Polícia Federal.

No caso dos perfis de redes sociais que divulgam as bets, a pasta tem feito comunicações com influenciadores e personalidades que anunciam as plataformas ilegais. Cerca de 800 perfis já foram derrubados.

De acordo com o governo, os mecanismos se assemelham aos já utilizados na asfixia financeira ao crime organizado e se tornaram possíveis com a aprovação da Lei Antifacção, que endureceu punições para integrantes desses grupos.

Caso haja alguma contestação, as instituições envolvidas poderão apontar razões para que o bloqueio seja revisto. Se não houver nenhuma manifestação nesse sentido, a AGU (Advocacia-Geral da União) irá ajuizar uma ação para haver expropriação dos recursos, que passarão ao Fundo Nacional de Segurança Pública.

Além do congelamento dos recursos, uma portaria publicada nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União também regulamentou a responsabilidade solidária de instituições de pagamento que permitirem transações com bets ilegais, sem autorização do governo para atuar. Pessoas físicas e jurídicas que divulgarem essas casas de apostas também serão responsabilizadas.

Segundo a portaria, a Secretaria de Prêmios e Apostas e a Receita Federal fixarão um prazo de 24 horas para que as instituições adotem medidas restritivas que impeçam novas transações.

As medidas foram em geral bem recebidas entre as associações de bets e do mercado financeiro. A ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias) afirmou que as mudanças representam um avanço na proteção do mercado regulado. Segundo a entidade, as ações são resultado da cooperação entre a Secretaria de Prêmios e Apostas, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e representantes do setor e ajudam a combater um mercado que expõe consumidores a riscos, sonega impostos e gera concorrência desleal.

O IBJR (Instituto Brasileiro de Jogo Responsável) disse que as ações fortalecem a arrecadação pública, aumentam a segurança dos apostadores e protegem as empresas que atuam dentro da legislação.

A Zetta, associação que representa fintechs como Nubank e Mercado Pago, diz que as medidas ajudam a consolidar um ambiente mais seguro, transparente e alinhado às melhores práticas regulatórias, além de ampliar a proteção dos consumidores.

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) afirmou que objetivo é impedir que instituições financeiras abram ou mantenham relacionamento com empresas de apostas irregulares. De acordo com a instituição, a nova regulamentação traz segurança jurídica para práticas que o setor bancário já vinha adotando.

Na quinta (18), ocorreu a Operação Canto da Sorte, contra sites de apostas clandestinos que atuavam sob licença irregular emitida pela Prefeitura de Bodó, cidade de 2.363 habitantes no Rio Grande do Norte.

Ao longo de dez meses, a LotSeridó, loteria criada pelo município de Bodó, licenciou 37 sites e arrecadou R$ 8,3 milhões em taxas, segundo o MP. O volume indica uma receita declarada de R$ 415 milhões para as casas de apostas investigadas.

"Fomos ao STF exigindo cumprimento da lei para que município não tivesse essa competência e, ao mesmo tempo, os estados tivessem uma competência limitada. A operação vem com a inteligência do Ministério Público e de autoridades estaduais e é a primeira de outras que virão nessa esteira", disse Durigan.

Ainda de acordo com o ministro, 700 mil pessoas utilizaram o botão de autoexclusão das casas de aposta disponível no site do gov.br.

VEJA PROPOSTAS ANUNCIADAS PARA ASFIXIAR BETS ILEGAIS

  • Instituições financeiras precisarão bloquear recursos identificados pela Fazenda como oriundos de casas de apostas irregulares
  • Bancos podem sofrer penalidade por responsabilidade solidária, ao autorizar transações de bets ilegais
  • Influenciadores que divulgarem esses jogos terão como punição pagamento de imposto

COMO SERÁ O PROCESSO DE BLOQUEIO

  • Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, identifica operadores não autorizados e formaliza a irregularidade em um "auto de constatação"
  • SPA notifica bancos e instituições de pagamento
  • Bloqueio de valores e transações deve ocorrer em até 24 horas
  • Instituições têm até 48 horas para reportar o cumprimento
  • Banco Central acompanha a execução simultaneamente

Fonte _ Folha/SP

sexta-feira, 19 de junho de 2026

NOTA OFICIAL Defesa Civil Federal

 


A plataforma de envio do Defesa Civil Alerta foi tirada do ar às 1h30 da madrugada deste sábado (20/6), após ter sofrido uma invasão e disparado um alerta para diversas regiões do país, ordenado remotamente por alguém alheio ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.

A mensagem disparada foi do tipo Alerta Extremo e continha a palavra “misantropia” — que significa ódio à humanidade. Provavelmente se trata de um ataque hacker.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional acionará a Polícia Federal e tomará as providências para religar o sistema o mais rapidamente possível, quando todas as condições de segurança forem restabelecidas.

Fonte_ instagram Defesa Civil


Celulares recebem alerta com palavra ‘misantropia’ no AC: “violação do sistema”, diz Defesa Civil

 


Moradores de Rio Branco, capital do Acre, foram surpreendidos na noite desta sexta-feira, 19, com um alerta extremo sonoro emitido nos celulares, tendo como remetente, supostamente, o órgão Defesa Civil.

Na mensagem, aparecia apenas a palavra “misantropia”. Pouco depois, o tenente-coronel Cláudio Falcão, da Defesa Civil Municipal, informou que o alerta emitido não partiu da capital acreana e que, aparentemente, pode se tratar de uma “violação do sistema”.

Mais cedo, moradores de outras cidades brasileiras, como Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, também passaram pela mesma situação. O alerta gerou surpresa e confusão, uma vez que o termo não tem relação com fenômenos climáticos ou situações de emergência.

A Defesa Civil em Rio Branco reforçou que assim que tomou conhecimento do ocorrido, a equipe técnica iniciou os procedimentos de verificação junto aos órgãos responsáveis pelo sistema de envio de alertas. As informações preliminares apontam para uma possível falha operacional ou acesso indevido à plataforma, circunstância que está sendo devidamente apurada pelas autoridades competentes.

Segundo o dicionário Michaelis, o termo misantropia significa aversão ou rejeição à humanidade, podendo também se referir a isolamento social, melancolia ou profunda tristeza.

NOTA OFICIAL

A Defesa Civil Municipal de Rio Branco esclarece que o alerta enviado à população nesta data não corresponde a qualquer situação de emergência, desastre natural ou risco iminente registrada no município.

Assim que tomou conhecimento do ocorrido, a equipe técnica iniciou os procedimentos de verificação junto aos órgãos responsáveis pelo sistema de envio de alertas. As informações preliminares apontam para uma possível falha operacional ou acesso indevido à plataforma, circunstância que está sendo devidamente apurada pelas autoridades competentes.

Reiteramos que não há, neste momento, qualquer ocorrência que justifique medidas extraordinárias por parte da população. Todos os serviços de monitoramento e acompanhamento permanecem funcionando normalmente.

A Defesa Civil orienta os cidadãos a desconsiderarem o alerta recebido e a acompanharem informações exclusivamente por meio dos canais oficiais da Prefeitura de Rio Branco e da Defesa Civil Municipal.

Novas informações serão divulgadas oportunamente, conforme o avanço das apurações.

Rio Branco, 19 de junho 2026

DEFESA CIVIL MUNICIPAL DE RIO BRANCO

Fonte _ AC24hs

Rádio CBN - informações na madrugada

 


O CBN Madrugada está no ar.

Passe a madrugada com muita informação e análise das principais notícias do dia.

A apresentação é de Klauson Dutra.

Participe, use a hashtag: #NoArNaCBN.

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COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Turquia x Paraguai | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Brasil x Haiti | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Escócia x Marrocos | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Estados Unidos x Austrália | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Ministério da Saúde reforça a importância do diagnóstico precoce, do cuidado contínuo e da ampliação do acesso à assistência integral

 


Neste 19 de junho, Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme, o Ministério da Saúde reforça a importância do cuidado integral e da atuação coordenada da Rede de Atenção à Saúde. Ao investir no diagnóstico precoce, no acompanhamento contínuo e na ampliação do acesso à assistência especializada, o Sistema Único de Saúde (SUS) fortalece o direito à saúde e contribui para que mais pessoas vivam com qualidade, autonomia e cidadania.

“Falar sobre Doença Falciforme é falar sobre equidade, acesso e cuidado integral. Quanto mais cedo ocorre o diagnóstico e a inserção da pessoa na linha de cuidado do SUS, maiores são as possibilidades de minimizar complicações e assegurar uma vida com mais saúde e autonomia. A conscientização da sociedade e dos profissionais de saúde é essencial para fortalecer essa rede de atenção e qualificar o cuidado das pessoas”, destaca o diretor do Departamento de Atenção Especializada e Temática (DAET), Arthur Mello.

A Doença Falciforme é uma condição genética hereditária que altera o formato das hemácias, as células responsáveis por transportar oxigênio pelo corpo. Em vez de arredondadas, essas células assumem formato semelhante ao de uma foice, o que dificulta a circulação sanguínea e pode provocar crises dolorosas, infecções, anemia, lesões em órgãos e outras complicações que exigem acompanhamento especializado ao longo de toda a vida.

Embora seja mais frequente entre pessoas negras e afrodescendentes, a Doença Falciforme está presente em todas as regiões do Brasil e pode afetar pessoas de diferentes origens étnicas. Por isso, ampliar a conscientização e combater a desinformação são estratégias fundamentais para garantir diagnóstico oportuno, acesso ao tratamento e redução das desigualdades em saúde.

No Brasil, estima-se o registro de cerca de 1.000 novos casos anuais em recém-nascidos com Doença Falciforme. A condição integra o grupo das hemoglobinopatias e representa um importante desafio para a saúde pública, exigindo ações permanentes de vigilância, assistência e educação em saúde.

Diagnóstico precoce transforma trajetórias

Um passo fundamental na identificação da doença é a realização do Teste do Pezinho, feito nos primeiros dias de vida (preferencialmente a partir de 48 horas após o nascimento até o 5º dia de vida do recém-nascido) por meio do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN). O exame permite detectar de forma precoce a Doença Falciforme e encaminhar a criança para acompanhamento especializado ainda nos primeiros meses de vida, reduzindo riscos e melhorando os desfechos clínicos.


Quando o diagnóstico acontece em tempo oportuno, é possível iniciar medidas preventivas importantes, como vacinação ampliada, acompanhamento regular na Rede de Atenção à Saúde, monitoramento clínico e acesso a medicamentos que ajudam a evitar complicações.

Entre essas medidas estão a profilaxia com Fenoximetilpenicilina para crianças de 0 a 5 anos, a atualização do calendário vacinal, o acompanhamento multiprofissional e a realização de exames periódicos para identificação precoce de alterações clínicas e prevenção de eventos graves, como o acidente vascular cerebral (AVC).

Linha de cuidado estruturada no SUS

No SUS, as pessoas com Doença Falciforme contam com uma rede de cuidado estruturada que acompanha diferentes momentos da vida, desde a Atenção Primária até os serviços especializados e hospitalares de alta complexidade.

Entre as ações disponíveis estão o acompanhamento clínico contínuo, a oferta de medicamentos essenciais, a prevenção de infecções, o aconselhamento genético e, em situações específicas, o transplante de medula óssea, atualmente a única alternativa terapêutica com potencial curativo.

O SUS disponibiliza ainda medicamentos como a hidroxiureia, a partir de 9 meses de idade, considerada um dos principais avanços terapêuticos para a Doença Falciforme, capaz de reduzir crises dolorosas, internações e outras complicações associadas à doença.

Outra importante estratégia é a realização do exame Doppler Transcraniano em crianças de 2 a 16 anos de idade, que permite identificar precocemente o risco de acidente vascular cerebral e adotar medidas preventivas oportunas, contribuindo para a redução da morbimortalidade.

O cuidado também inclui orientação às famílias, estímulo ao autocuidado e apoio para que crianças, adolescentes e adultos possam desenvolver suas atividades cotidianas com mais segurança, autonomia e qualidade de vida.

Saiba mais sobre o Programa Nacional de Triagem Neonatal

Fonte _ Saúde.gov

Ministério da Saúde institui Política Nacional de Qualidade e Segurança do Paciente para fortalecer o cuidado em todo o SUS

Ministério da Saúde publicou a Portaria GM/MS nº 11.527, de 9 de junho de 2026, que institui a Política Nacional de Qualidade e Segurança do Paciente (PNQSP). A iniciativa estabelece diretrizes para promover um cuidado seguro, de qualidade, equitativo e centrado nas pessoas em todos os serviços que integram o Sistema Único de Saúde (SUS).

A nova política representa um marco para a saúde pública brasileira ao consolidar uma visão ampliada da qualidade do cuidado e da segurança do paciente, com foco em qualificar toda a jornada do usuário na Rede de Atenção à Saúde, desde o primeiro atendimento até o acompanhamento contínuo do tratamento.

Para o diretor do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência (DAHUD), Fernando Figueira, a política consolida uma mudança importante na forma de pensar e organizar o cuidado em saúde.

“A qualidade e a segurança do paciente não são responsabilidades de um único profissional ou serviço. Elas precisam estar presentes em toda a trajetória assistencial. Esta política fortalece uma cultura de cuidado baseada no respeito às pessoas, na prevenção de riscos e na busca permanente por melhores resultados em saúde. É um avanço importante para que cada cidadão se sinta acolhido, protegido e seguro ao utilizar o SUS”, destaca Fernando Figueira.

A implementação da PNQSP ocorrerá de forma progressiva e pactuada entre União, estados e municípios, respeitando as diferentes realidades dos territórios brasileiros. O objetivo é consolidar uma cultura permanente de melhoria da qualidade, capaz de gerar resultados mais seguros, eficientes e humanizados para toda a população. 

Cuidado seguro em toda a rede

A PNQSP reconhece que a segurança do paciente deve estar presente em todos os serviços de saúde, desde a Atenção Primária à Saúde até os hospitais de alta complexidade, passando pelos ambulatórios especializados, serviços de urgência e emergência, atenção domiciliar, atenção materno-infantil e demais pontos da Rede de Atenção à Saúde.

Isso significa promover práticas que contribuam para um cuidado mais seguro, como a identificação correta dos pacientes, a prevenção de infecções relacionadas à assistência, a segurança no uso de medicamentos, a redução de riscos em procedimentos e cirurgias e a melhoria da comunicação entre profissionais de saúde.

Também garante que as informações acompanhem o paciente ao longo do tratamento e que as transições entre os diferentes serviços ocorram de forma coordenada, contribuindo para o acesso oportuno e melhores resultados em saúde.

Além disso, prevê o fortalecimento dos Núcleos de Segurança do Paciente, estruturas responsáveis por promover ações de prevenção, monitoramento e melhoria contínua da qualidade nos serviços de saúde. Além disso, estabelece estratégias para qualificação permanente dos profissionais, incentivo à inovação, uso de tecnologias digitais e monitoramento de indicadores capazes de orientar decisões e aprimorar o cuidado.

Para a coordenadora-geral de Atenção Hospitalar, Luisa Frazão, a política reforça um compromisso permanente com o fortalecimento do Cuidado Centrado na Pessoa.

“A Política Nacional de Qualidade e Segurança do Paciente amplia a compreensão de que qualidade e segurança não são atributos de um serviço isolado, mas de toda a Rede de Atenção à Saúde. Nosso desafio é garantir que cada pessoa receba um cuidado seguro, coordenado e resolutivo, independentemente do local onde acessa o SUS. Para isso, fortalecemos a participação dos pacientes, a gestão de riscos, o uso de evidências e a integração entre os serviços de saúde”, destaca Luisa Frazão.  

Qualidade e acesso lado a lado

A instituição da Política Nacional de Qualidade e Segurança do Paciente dialoga diretamente com os esforços do Ministério da Saúde para ampliar o acesso da população aos serviços especializados por meio do Programa Agora Tem Especialistas.

O programa tem promovido a ampliação da oferta de consultas, exames, cirurgias e tratamentos especializados em todo o país, reduzindo o tempo de espera e fortalecendo a capacidade de atendimento do SUS. Nesse cenário, a nova política surge como uma ferramenta estratégica para assegurar que a expansão do acesso aconteça acompanhada de qualidade, segurança e coordenação do cuidado.

Fonte _ Saúde.gov

Anvisa manda recolher lote de antibiótico com fragmento de vidro

 


Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou o recolhimento do lote 2519879 do antibiótico injetável Polycid, da União Química Farmacêutica Nacional, após a empresa notificar a agência sobre a presença de um pedaço de vidro dentro do frasco-ampola. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (18).

A União Química afirma que iniciou o recolhimento voluntário após identificar um problema de qualidade em um frasco do lote do Polycid, antibiótico injetável de uso hospitalar à base de polimixina B.

A empresa diz que nenhum caso de uso indevido ou efeito adverso relacionado ao medicamento foi registrado até o momento.

A reportagem também questionou a União Química sobre o alcance da distribuição do lote, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.

Outro antibiótico também foi alvo de medida preventiva pela agência. O fosfato de clindamicina, da Hypofarma —indicado para infecções graves na pele, no trato respiratório, nos ossos e nas articulações—, deve ter o lote 24101854 recolhido.

A agência identificou problemas de qualidade no produto: a solução apresentava coloração amarelada e partículas estranhas dentro do frasco lacrado.

A Hypofarma disse que está cumprindo os protocolos regulatórios exigidos e que segue em alinhamento com a Anvisa. A empresa afirmou ainda manter colaboração total com os órgãos competentes.

A Anvisa também determinou o recolhimento do lote 2513588 do soro fisiológico injetável fabricado pela Equipex Indústria Farmacêutica Ltda. A resolução não cita o motivo da decisão.

Folha tentou contato telefônico com a Equipex e não foi atendida na manhã desta quinta.

Fonte _ Folha/SP

Vacina contra HPV reduz mortes de jovens por câncer do colo do útero na Inglaterra

 


A vacina que protege contra o HPV, responsável pelo câncer de colo do útero, reduziu a quase zero o risco de morrer da doença antes dos 30 anos na Inglaterra, segundo estudo publicado nesta quinta-feira (18) na revista The Lancet.

Os resultados vêm de uma análise de dados nacionais de saúde da Inglaterra. Entre 2020 e 2024, nenhuma mulher na Inglaterra entre 20 e 24 anos morreu de câncer de colo do útero. É a primeira vez que não se registra nenhuma morte nessa faixa etária.

Entre 2015 e 2019, também houve uma redução de 80% nas mortes por esse câncer entre mulheres jovens de 20 a 24 anos.

vacina foi introduzida para meninas em 2008 e para meninos em 2019 na Inglaterra. Conforme o estudo, as jovens vacinadas aos 12 ou 13 anos apresentam um risco praticamente nulo de morrer de câncer de colo do útero antes dos 30 anos.

Feita pelo Cancer Research UK e pela Queen Mary University of London, a pesquisa mostra que foram evitadas ao todo 200 mortes desde a introdução da vacinação contra o HPV, cujas cepas de alto risco causam praticamente todos os casos de câncer de colo do útero.

"Sabemos que a vacina contra o HPV é extremamente eficaz para conter o câncer de colo do útero antes que se desenvolva e, pela primeira vez, esses resultados mostram que ela salva vidas", disse Michelle Mitchell, diretora-geral do Cancer Research UK.

Na ausência de vacinação, teriam sido registradas 23 mortes entre 2020 e 2024 nessa população de 20 a 24 anos, imunizada em aproximadamente 90% aos 12 e 13 anos, o que alimenta a esperança de conseguir a eliminação progressiva desse tipo de câncer na Inglaterra.

O HPV é um vírus que pode ser transmitido durante relações sexuais e que geralmente não provoca sintomas.

A detecção precoce continua indispensável para todas as mulheres, já que a vacina previne cerca de 90% das infecções que causam câncer, entre outras doenças.

O câncer de colo do útero provoca cerca de 685 mortes por ano na Inglaterra, segundo o NHS, o serviço público de saúde.

Fonte _ Folha/SP

InfoGripe: número de casos de SRAG volta a aumentar entre jovens, adultos e idosos

 

Divulgado nesta quinta-feira (18/6), o novo Boletim InfoGripe da Fiocruz destaca que o número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que já apresentava crescimento em todo o país nas últimas semanas, voltou a aumentar na população de jovens, adultos e idosos. Este cenário é impulsionado pelo aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório (VSR) nas crianças pequenas e das hospitalizações pelos vírus da influenza A e B na população de jovens, adultos e idosos.

Em nível nacional, observa-se desaceleração do crescimento do número de casos de SRAG nas crianças até 4 anos e queda dos casos graves nas crianças e adolescentes de 5 a 14 anos. Referente à Semana Epidemiológica 23, a atualização abrange o período de 7 a 13 de junho.

A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, reforça que o importante é que a vacina contra a influenza protege contra os vírus da influenza A e B. Por isso, afirma Portella, é fundamental que as pessoas dos grupos de maior risco, como crianças, idosos e pessoas com comorbidades, estejam vacinadas. A cientista enfatiza ainda que também é essencial que gestantes, a partir da 28ª semana de gestação, se vacinem contra o vírus sincicial respiratório para proteger seus bebês contra o vírus.

Além disso, diante do leve aumento da Covid-19 em alguns estados, Portella orienta que é importante que a população de risco, como idosos e imunocomprometidos, esteja em dia com as doses de reforço da vacina contra a Covid-19. “No mais, recomendamos alguns cuidados adicionais, como usar máscaras em locais fechados e com maior aglomeração de pessoas e dentro de unidades de saúde; fazer isolamento em caso de sintomas de gripe ou resfriado; ou, quando o isolamento não for possível, sair de casa usando uma boa máscara para evitar transmitir o vírus para outras pessoas”.


Estados e capitais

A análise mostra que 14 das 27 unidades federativas apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco (últimas duas semanas), com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana 23: Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.

Além disso, 9 unidades também apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Os casos de SRAG por vírus sincicial respiratório (VSR) continuam aumentando na maioria dos estados das regiões Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte) e Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e em alguns estados do Norte (Amapá e Roraima) e Sudeste (Rio de Janeiro e São Paulo). Em toda a Região Centro-Oeste, além dos estados do Acre, Pará, Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo e Minas Gerais, os casos de SRAG por VSR continuam altos, mas já mostram sinais de interrupção do crescimento ou queda.

Na atualização observa-se que 11 das 27 capitais apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco (últimas duas semanas) com sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo (últimas 6 semanas) até a semana 23: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), São Luís (MA) e Vitória (ES).

Além disso, 12 capitais também apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Aracaju (SE), Brasília (DF), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Palmas (NA), Rio De Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

A tendência de queda dos casos de SRAG na capital de São Paulo é puxada pela diminuição dos casos de SRAG nas crianças pequenas, associados ao VSR. Contudo, os casos de SRAG nos jovens, adultos e idosos continuam aumentando na capital paulista, provavelmente relacionado ao aumento das hospitalizações por influenza.

Dados epidemiológicos

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a proporção entre os casos positivos foi de 19,1% de influenza A, 7,1% de influenza B, 51,4% de vírus sincicial respiratório, 23,9% de rinovírus e 2,2% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos e no mesmo recorte temporal foi de 43,7% de influenza A, 10,5% de influenza B, 16,9% de vírus sincicial respiratório, 20,4% de rinovírus e 7,2% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

Referente ao ano epidemiológico 2026, já foram notificados 89.725 casos de SRAG, sendo 44.485 (49,6%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 31.637 (35,3%) negativos e ao menos 7.740 (8,6%) aguardando resultado laboratorial. Dados de positividade para semanas recentes estão sujeitos a grandes alterações em atualizações seguintes, por conta do fluxo de notificação de casos e inserção do resultado laboratorial associado.

Entre os casos positivos do ano corrente, observou-se 23,6% de influenza A, 3,5% de influenza B, 35% de vírus sincicial respiratório, 31,8% de rinovírus e 5,4% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 19,1% de influenza A, 7,1% de influenza B, 51,4% de vírus sincicial respiratório, 23,9% de rinovírus e 2,2% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

Incidência e mortalidade

A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm o padrão característico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. A incidência de SRAG é mais elevada nas crianças pequenas e está associada principalmente ao VSR. Já a mortalidade é maior entre os idosos, tendo como principal causa o vírus da influenza A. 
Em relação aos casos de SRAG por influenza A, a incidência tem apresentado maior impacto nas crianças menores de 2 anos, enquanto a mortalidade tem maior impacto na população a partir de 65 anos de idade. A incidência de SRAG por Covid-19 continua baixa em todas as faixas etárias.

Referente aos óbitos de SRAG em 2026, foram registrados 3.842 óbitos de SRAG, sendo 1.772 (46,1%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 1.679 (43,7%) negativos e ao menos 82 (2,1%) aguardando resultado laboratorial. Dentre os óbitos positivos do ano corrente, observou-se 41,7% de influenza A, 5,8% de influenza B, 9,6% de vírus sincicial respiratório, 20,4% de rinovírus e 20,1% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Nas 4 últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os óbitos positivos foi de 43,7% de influenza A, 10,5% de influenza B, 16,9% de vírus sincicial respiratório, 20,4% de rinovírus e 7,2% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

Boletim InfoGripe é uma estratégia do Sistema Único de Saúde (SUS) voltada ao monitoramento de casos de SRAG no país. A iniciativa oferece suporte às vigilâncias em saúde na identificação de locais prioritários para ações, preparações e resposta a eventos em saúde pública.

Fonte _ FioCruz

Governo aposta em comunicação direta com os cidadãos para ampliar acesso às políticas do SUS

 


Ministério da Saúde vem intensificando o uso de tecnologias digitais para aproximar o Sistema Único de Saúde (SUS) da população. A estratégia, apresentada no projeto “Serviço na Ponta”, aposta no envio de mensagens personalizadas por canais como WhatsApp, caixa postal do Gov.br e do aplicativo Meu SUS Digital, com o objetivo de ampliar o acesso às políticas públicas e facilitar a interação do cidadão com serviços públicos.

A iniciativa funciona como um serviço de comunicação ativa, que combina envio de alertas, lembretes e informações relevantes sobre direitos e programas e políticas do SUS. Entre as modalidades em operação atualmente estão mensagens proativas, como avisos de vacinação, campanhas, ações e serviços de saúde, e o uso de agentes de inteligência artificial para responder dúvidas em tempo real com informações oficiais do Ministério da Saúde.

Além de informar, ela busca fortalecer o relacionamento entre a população e o SUS, promovendo maior sensação de pertencimento e valorização dos serviços públicos de saúde. Esta estratégia de comunicação foi apresentada na Comissão Intergestores Tripartite (CIT) de fevereiro de 2026 no intuito de fortalecer a agenda junto aos territórios em parceria com os gestores estaduais e municipais.

Os resultados iniciais indicam alto alcance e engajamento. Atualmente, as ações já alcançaram cerca de 100 milhões de comunicações, incluindo campanhas de vacinação, prevenção à dengue e arboviroses, informações sobre o Programa Farmácia Popular, assistência farmacêutica, serviços voltados à saúde das caminhoneiras e caminhoneiros, saúde da mulher e o programa Agora Tem Especialistas.

Outro destaque é o uso de chatbots temáticos, que neste momento atendem demandas específicas de alguns programas e políticas do Ministério da Saúde. Essas ferramentas permitem ao cidadão esclarecer suas dúvidas e consultar rapidamente informações sobre elegibilidade, prazos e serviços disponíveis.

A estratégia também já foi aplicada em campanhas de grande alcance. Na mobilização contra a influenza no ano de 2026, foram disparadas cerca de 10 milhões de mensagens direcionadas ao público prioritário para a vacinação, reforçando o papel da comunicação digital como instrumento das políticas públicas de saúde.

Fonte _ Saúde.gov