sexta-feira, 9 de outubro de 2026
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
InfoGripe alerta para a importância da vacinação contra Covid-19 e VSR
Divulgado
nesta quinta-feira (8/10), o
novo Boletim InfoGripe da Fiocruz mostra que, no cenário nacional, os
casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apresentam
sinal de oscilação ou estabilização nas últimas seis semanas e de crescimento
na tendência de curto prazo nas últimas três semanas. Em relação aos casos de
SRAG por vírus respiratório, observa-se que o rinovírus,
metapneumovírus e Sars-CoV-2 apresentam tendência
de aumento em nível nacional. No entanto, os novos casos semanais de SRAG por
Covid-19 ainda estão baixos no país.
Segundo
os pesquisadores do InfoGripe, “apesar da baixa de casos de SRAG na
maior parte do país, é importante que a população prioritária verifique se está
em dia com a vacinação contra a Covid-19. No caso das gestantes, é fundamental
também se vacinar contra o VSR”, ressaltam. Em nível nacional, observa-se um
leve sinal de retomada do crescimento dos casos de SRAG nas crianças e
adolescentes de 2 a 14 anos e estabilização dos casos nas demais faixas
etárias.
“Os casos de SRAG por rinovírus, metapneumovírus e Sars-CoV-2 apresentam tendência de aumento em nível nacional. Contudo, os novos casos semanais de SRAG por Covid-19 ainda estão baixos. As ocorrências de SRAG por VSR e influenza B estão em queda e as hospitalizações por influenza A estão estáveis em níveis baixos de incidência”, informam os pesquisadores.
Estados
e capitais
Em
nível regional, observa-se que 3 das 27 unidades federativas - Alagoas, Roraima
e Sergipe - apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto
risco nas últimas duas semanas com indícios de crescimento nas últimas seis
semanas até a Semana Epidemiológica 39.
Segundo
a atualização, o aumento de SRAG nesses estados ocorre principalmente em
crianças e adolescentes. Em Alagoas e Sergipe esse incremento está associado ao
metapneumovírus. Em Roraima, ainda não há dados suficientes para determinar o
vírus responsável.
O
estudo aponta ainda que cinco unidades também apresentam incidência de SRAG em
níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem sinal de crescimento na
tendência de longo prazo: Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande
do Sul e Santa Catarina.
Cinco
das 27 capitais - Aracaju, Porto Alegre, Rio Branco, São Luís e Vitória -
apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco nas
últimas duas semanas, com sinal de crescimento de SRAG nas últimas seis
semanas, até a Semana 39.
Dados
epidemiológicos
Nas
quatro últimas semanas epidemiológicas, a proporção entre os casos positivos
foi de 2,7% de influenza A, 6,5% de influenza B, 15,8% de vírus sincicial
respiratório, 52,5% de rinovírus e 4,5% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os
óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos e no mesmo recorte
temporal foi de 10,9% de influenza A, 14,7% de influenza B, 15,5% de vírus
sincicial respiratório, 37,2% de rinovírus e 9,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Os
casos notificados de SRAG sinalizam estabilização ou oscilação nas últimas 6
semanas e crescimento na tendência de curto prazo nas últimas três semanas.
No
ano epidemiológico 2026 já foram notificados 161.053 casos de SRAG, sendo
86.534 (53,7%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus
respiratório, 58.143 (36,1%) negativos e cerca de 7.270 (4,5%) aguardando
resultado laboratorial. Entre os casos positivos do ano corrente, observou-se
16,2% de influenza A, 5,5% de influenza B, 40% de vírus sincicial respiratório,
32,5% de rinovírus e 3,8% de Sars-CoV-2 (Covid-19).
Os
casos de SRAG por metapneumovírus têm aumentado em diversos estados das regiões
Sul (Paraná e Santa Catarina), Sudeste (Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito
Santo), Nordeste (Alagoas, Bahia, Paraíba. Pernambuco e Sergipe) e no Mato
Grosso do Sul. Os casos de SRAG por rinovírus têm aumentado no Acre,
Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul
e Santa Catarina. Em relação à Covid-19, há um leve sinal de aumento dos casos
graves no Acre, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e em São
Paulo, porém ainda em níveis baixos de incidência.
Incidência
e mortalidade
A
incidência e mortalidade semanal média - nas últimas oito semanas
epidemiológicas - mantém o cenário típico de maior impacto nos extremos das
faixas etárias analisadas. Enquanto a incidência de SRAG apresenta impacto mais
elevado nas crianças até 2 anos, em termos de mortalidade temos o inverso, com
a população a partir de 65 anos sendo a mais impactada.
A
incidência de SRAG é mais elevada nas crianças pequenas e está associada
principalmente ao rinovírus, VSR e metapneumovírus. Já a mortalidade é maior
entre os idosos, tendo como principal causa o VSR, rinovírus e influenza A. O
VSR e o rinovírus também se destacam como principais causas de mortalidade nas
crianças pequenas. A incidência de SRAG por Covid-19 continua baixa em todas as
faixas etárias.
Período
eleitoral
Durante
o período eleitoral (de 4 de julho até 25 de outubro), os conteúdos digitais
publicados e disponibilizados pela Agência Fiocruz de Notícias (AFN) acompanham
as orientações da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Secretaria de Comunicação
Social da Presidência da República (Secom). O documento esclarece que é
permitida a divulgação de "conteúdo meramente informativo ou de serviço ao
cidadão".
Fonte _ FioCruz
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
Ministério da Saúde apresenta campanha com orientações sobre acesso a consultas, exames e cirurgias pelo SUS
Ministério
da Saúde divulgou a Campanha Nacional de Atendimento Especializado, que
reúne orientações sobre como buscar consultas, exames e cirurgias pelo SUS. O
conteúdo apresenta o caminho para o atendimento especializado, desde a busca
por atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) até o
encaminhamento para os serviços disponíveis, por meio do Agora Tem Especialistas,
criado pela Lei nº 15.233/2025.
A
ação é voltada a pessoas que precisam de avaliação, acompanhamento, exames ou
procedimentos especializados. As informações ajudam a identificar quando buscar
atendimento e explicam as etapas do cuidado na rede pública, incluindo
consultas, exames, acompanhamento e procedimentos.
Entre os sinais que merecem atenção estão mal-estar, dor de cabeça persistente e vista embaçada. Quem apresenta sintomas ou precisa realizar exames preventivos deve procurar uma UBS ou acessar os serviços disponíveis pelo Meu SUS Digital.
Na
UBS, o paciente é avaliado e, quando há indicação clínica, a central de
regulação da secretaria de saúde do município faz o encaminhamento para o
serviço adequado. Conforme a necessidade, o cuidado pode incluir consulta com
especialista, exames para investigar ou confirmar um diagnóstico,
acompanhamento ou cirurgia. Quem tiver indicação de procedimento cirúrgico pode
acompanhar pelo Meu SUS Digital a posição na fila e a confirmação da
cirurgia.
Na
oncologia, a rede especializada oferece serviços de investigação, diagnóstico e
tratamento, incluindo unidades habilitadas para assistência de alta
complexidade e radioterapia.
Como
funciona o acesso
Na
UBS, o paciente passa por avaliação e, quando há indicação clínica, a central
de regulação da secretaria de saúde do município encaminha o cidadão para o
serviço especializado adequado.
O
atendimento pode envolver diferentes etapas, conforme a necessidade de cada
pessoa, como consulta com especialista, exames para investigar ou confirmar o
diagnóstico, acompanhamento ou procedimento cirúrgico.
Quem
tiver indicação de cirurgia também pode acompanhar pelo Meu SUS Digital
informações sobre sua posição na fila e a confirmação do procedimento.
Pacientes
que residem a mais de 50 km de um centro de tratamento têm à disposição
transporte de ida e volta, com acompanhante, em vans, micro-ônibus e
ambulâncias para casos mais delicados. São 3,3 mil veículos destinados a todos
os estados do país.
Telessaúde
e Carretas da Saúde
Entre
os serviços disponíveis está a Telessaúde, que permite a realização
de teleconsultas e telediagnósticos. A modalidade possibilita que parte do
cuidado seja feita a distância, conectando pacientes e profissionais para
investigação e acompanhamento de diferentes condições de saúde.
Os
Núcleos de Telessaúde do SUS estão presentes em 4,4 mil municípios de 27
unidades da federação, com atendimentos em 62 especialidades, incluindo
diagnóstico remoto em tele-eletrocardiograma, dermatologia e oftalmologia. Ao
todo, mais de 10,3 milhões de procedimentos foram realizados desde o início de
2025. A estrutura terá o reforço de 7 mil kits de equipamentos para
teleatendimento em UBS de 4,5 mil municípios.
A
população também pode ser encaminhada para atendimento nas Carretas da Saúde do
Agora Tem Especialistas, unidades móveis que oferecem serviços especializados
em diferentes regiões do país. As carretas de exames de imagem realizam, por
exemplo, tomografias e ultrassonografias. As unidades de oftalmologia oferecem
avaliações, exames para doenças dos olhos e cirurgias de catarata. Já as
voltadas à saúde da mulher realizam mamografias, ultrassonografias pélvicas e
transvaginais, biópsias e consultas com especialistas.
As
unidades móveis atendem regiões onde há menor oferta de serviços
especializados. Até o final do ano, serão 150 carretas circulando por todas as
regiões do país, com novas especialidades disponíveis, como cardiologia e saúde bucal. As carretas realizaram
mais de 1,2 milhão de procedimentos, com 458 mil pessoas atendidas em 4.249
municípios brasileiros, 76,2% do total de cidades do país.
Atendimento
em hospitais privados e filantrópicos
Outra
opção de atendimento especializado pelo SUS é o encaminhamento de pacientes
para hospitais privados e filantrópicos que participam do Agora Tem
Especialistas. A indicação e o encaminhamento são feitos pela regulação
estadual ou municipal, e o atendimento é gratuito para o paciente.
Os
hospitais que aderiram ao programa podem receber créditos financeiros, que são
trocados por abatimento de impostos federais. Atualmente, 312 instituições em
21 estados atendem pacientes em especialidades como cardiologia, oftalmologia,
ortopedia, oncologia, ginecologia e Terapia Renal Substitutiva. Ao todo, estão
previstos cerca de 793 mil procedimentos.
Fonte _ Saúde.gov
terça-feira, 6 de outubro de 2026
Brasil intensifica ações contra o sarampo diante de surto nos EUA e avanço da doença nas Américas
Com
o avanço do sarampo nos Estados Unidos e em outros países das Américas, o
Ministério da Saúde reforça o alerta para o risco de o vírus chegar ao Brasil.
Os EUA registram o maior número anual de casos em mais de 35 anos, segundo o
Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Mais de 90% são pessoas não
vacinadas ou com situação vacinal desconhecida, e a maioria tem até 19 anos. Na
região, EUA, Guatemala, México, Peru e Canadá concentram mais de 95% dos casos
confirmados em 2026, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).
No
Brasil, o cenário é outro: as ações de vacinação e vigilância permitem
identificar e responder rapidamente aos casos. Em 2026, até 5 de outubro, foram
registrados 52 casos importados: 41 em São Paulo, dez no Amazonas e um no Rio
de Janeiro. Para conter a transmissão, as equipes de saúde fazem busca ativa,
investigação epidemiológica, monitoramento de contatos e bloqueio vacinal.
Nessas regiões, a vacinação foi intensificada em espaços públicos e de grande
circulação.
Mesmo
com os casos importados, atualmente, o país continua livre da circulação
endêmica do sarampo. Em 2019, em um cenário de baixas coberturas
vacinais, o país registrou mais de 20 mil casos e, após mais de 12 meses de
transmissão, perdeu a certificação de eliminação do vírus. Em novembro de 2024,
a OPAS recertificou o Brasil como livre da circulação endêmica do sarampo, após
a interrupção da transmissão sustentada. Entre 2023 e 2025, foram confirmados
43 casos, sem óbitos.
Desde
2023, a cobertura das 16 vacinas do calendário infantil aumentou e o número de
crianças não vacinadas caiu 86%, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e
o Unicef. Em 2025, a cobertura da primeira dose da tríplice viral,
que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 93,10% no Brasil, 94,39% em São Paulo
e 89,54% no Amazonas.
A
vacina é a principal forma de prevenção e está disponível gratuitamente no SUS.
Quem tem doses em atraso deve procurar uma unidade de saúde para atualizar a
caderneta, conforme as recomendações do Programa Nacional de Imunizações.
Manter as coberturas altas e a vigilância ativa é o que protege a população e
impede que casos importados voltem a causar circulação sustentada do vírus no
país.
Ações
de vacinação e vigilância contra o sarampo
Neste
ano, foram realizadas quatro grandes mobilizações de vacinação. Mais de 3,8
milhões de doses foram aplicadas em São Paulo e cerca de 192 mil no Amazonas. A
vacinação, oferecida gratuitamente pelo SUS, é a principal forma de prevenir a
reintrodução do sarampo no país.
Em
São Paulo, a vacinação contra o sarampo foi reforçada na capital, em Guarulhos,
São Bernardo do Campo e Santo André, com busca ativa, investigação de casos,
acompanhamento de contatos e bloqueio vacinal. A estratégia também inclui a
chamada dose zero para crianças de 6 a 11 meses e 29 dias. Essa dose é
adicional às doses de rotina, previstas aos 12 e 15 meses.
Na
região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, o Ministério da
Saúde intensificou a resposta após a confirmação de casos importados. As ações
incluem vacinação, busca ativa, investigação de casos suspeitos, coleta de
amostras, identificação e acompanhamento de contatos e bloqueio vacinal, com
apoio de equipes federais na região.
Crianças
sem nenhuma dose de vacina
Segundo
as Estimativas OMS-Unicef de Cobertura Vacinal Nacional (WUENIC), o número de
crianças brasileiras consideradas zero-dose, que não receberam nenhuma dose da
vacina DTP, passou de 360 mil em 2023 para 255 mil em 2024 e 50 mil em 2025,
queda de cerca de 86% em relação a 2023. Em 2024, o Brasil deixou a lista dos
20 países com maior número de crianças não imunizadas do mundo, segundo a OMS e
o Unicef. Ainda há cerca de 50 mil crianças sem nenhuma dose, o que mantém a
necessidade de buscar quem ainda não foi vacinado.
Fonte _ Saúde.gov
domingo, 4 de outubro de 2026
Número de mulheres que desconhecem prevenção do câncer de mama cresce, diz pesquisa
A
parcela de mulheres brasileiras que afirma não conhecer formas de prevenção ao câncer de
mama aumentou de 25% para 29% desde 2024, segundo pesquisa do
A.C.Camargo Cancer Center com a agência de dados Nexus.
O
levantamento ouviu 1.038 mulheres, dentro de uma amostra total de 2.015 pessoas
em todo o país. O grupo que afirma conhecer os métodos permaneceu praticamente
estável, passando de 59% em 2024 para 58% neste ano. Já a parcela que dizia
conhecer "mais ou menos" caiu de 16% para 11%.
A
pesquisa mostra também uma diferença no comportamento de acordo com o nível de
informação. Entre as mulheres que afirmam conhecer as formas de prevenção, 80%
já fizeram autoexame das mamas por toque e 65% já fizeram mamografia. Entre as
que dizem não conhecer os métodos, os índices são de 30% e 35%,
respectivamente.
A
distância aparece também entre as mulheres que nunca fizeram nenhum dos dois
procedimentos. Elas representam 12% entre as que conhecem as formas de
prevenção e 55% entre as que dizem não conhecê-las.
Os
dados também apontam diferenças associadas à renda. O percentual de mulheres
que já fizeram autoexame varia de 51%, entre aquelas com renda familiar de até
um salário mínimo, a 88%, entre as que vivem em famílias com renda superior a
cinco salários. O conhecimento sobre prevenção passa de 49% para 79% nos mesmos
grupos.
A
diferença também aparece conforme o tipo de atendimento de saúde. Entre as
mulheres que usam o SUS, 56% dizem conhecer as formas de prevenção, enquanto o
índice chega a 69% entre as atendidas pela rede privada.
"A
prevenção passa por hábitos de vida, como manter o peso adequado, praticar
atividade física e evitar álcool e tabaco. Já o diagnóstico precoce depende do
autoconhecimento do corpo e da mamografia de rotina a partir dos 40 anos",
afirma Fabiana Makdissi, líder do Centro de Referência em Tumores da Mama do
A.C.Camargo.
Segundo
levantamento do próprio hospital feito em 2025 com base no Registro Hospitalar
de Câncer,
a sobrevida global em cinco anos chega a 96% entre pacientes diagnosticadas no
estádio I da doença.
Fonte _ Folha/SP
sábado, 3 de outubro de 2026
PrEP injetável contra HIV deve ser incorporado ao SUS ainda neste ano, mas com acesso limitado
A PrEP
(profilaxia pré-exposição) injetável contra o HIV deve ser incorporada
ao SUS
(Sistema Único de Saúde) ainda
neste ano, mas a oferta inicial do medicamento deverá ser limitada em
quantidade, abrangência geográfica e público atendido.
A
previsão é de que o Apretude, nome comercial do cabotegravir, desenvolvido pela
GSK/Viiv, não esteja disponível imediatamente em todo o país nem para todas as
pessoas que poderiam se beneficiar da prevenção.
A
quantidade inicial deve ser pequena, disponibilizada apenas em algumas cidades
e para pessoas que apresentam dificuldades de adesão ao comprimido diário,
segundo um servidor ligado ao Ministério
da Saúde. A farmacêutica já se prepara para atender à demanda da rede
pública, porque a incorporação deve acontecer, disse uma pessoa ligada à GSK.
Tanto
a pasta quanto a farmacêutica não confirmaram a informação e não deram um prazo
específico sobre quando o remédio deve chegar ao sistema público de saúde.
O
cabotegravir recebeu recomendação preliminar favorável da Conitec (Comissão
Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS) no início de agosto e acaba de
passar por uma consulta pública. Se incorporado, o remédio será o primeiro de
longa duração para prevenção ao HIV disponível no SUS.
A
GSK afirma que a avaliação do medicamento pela Conitec é um "passo
importante para a prevenção do HIV no país". "Os termos do acordo
para a disponibilização de cabotegravir estão sendo finalizados e tão logo seja
concretizado, a GSK disponibilizará os detalhes", diz a farmacêutica em
nota.
O
Ministério da Saúde diz, em nota, que estuda oferecer o cabotegravir de longa
duração no SUS como alternativa para pessoas que enfrentam dificuldades para
manter o uso diário da PrEP. "No momento, a incorporação do medicamento é
analisada pela Conitec."
PrEP
injetável no SUS: quem deve receber as primeiras doses
Ministério
da Saúde anuncia compra de PrEP injetável de longa duração contra HIV
PrEP
injetável de longa duração contra HIV começa a ser vendido no Brasil
Dois
novos casos de pessoas consideradas curadas do HIV são anunciados
América
Latina fica de fora, pela terceira vez, de acordo de genéricos contra o HIV
Cortes
de Trump deixam 77 mil crianças fora do maior programa de combate ao HIV, dizem
estudos
A
indicação aprovada pela Anvisa é ampla, mas o pedido apresentado pela GSK à
Conitec previa inicialmente homens que fazem sexo com homens e mulheres
transgênero de 15 a 30 anos, com pelo menos 35 kg.
Durante
a avaliação, a Conitec ampliou a população considerada para pessoas sexualmente
ativas, a partir de 15 anos, em contextos de maior vulnerabilidade ao HIV, como
pessoas em situação de vulnerabilidade que, por razões sociais ou dificuldades
de acesso aos serviços, não estejam utilizando a profilaxia em comprimidos.
Os
critérios definitivos de elegibilidade e prioridade ainda não foram definidos e
dependerão da conclusão do processo de incorporação e das regras de
implementação. A apresentação avaliada para o SUS contém 600 mg do medicamento
em 3 mL.
O
medicamento é um antirretroviral inibidor da integrase, enzima produzida pelo
retrovírus do HIV. Ele impede que o vírus se instale nas células do corpo e se
multiplique. A aplicação é a cada dois meses, diferentemente dos comprimidos
diários oferecidos pelo SUS hoje em dia.
O
remédio foi aprovado pela Anvisa (Agência
Nacional de Vigilância Sanitária) em 2023 e está disponível para venda em
farmácias e aplicação em clínicas médicas por R$ 4.000 a dose, mas não na rede
pública.
Em
julho, o governo anunciou um acordo de compra do cabotegravir. Na ocasião, o
ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a expectativa do governo era
de que o medicamento estivesse disponível "no braço" de pacientes
brasileiros ainda neste ano.
Segundo
Padilha, o país registrou em 2024 a maior redução na taxa de mortalidade por Aids de sua
história, com o número de mortes ficando pela primeira vez abaixo de 10 mil.
Ele
atribuiu o resultado à ampliação de 150% na oferta de medicamentos de PrEP pelo
SUS e ao aumento de 100% nos exames de testagem rápida nos últimos três anos —o
que, segundo ele, permitiu identificar novas infecções e iniciar o tratamento
mais rapidamente.
Hoje,
22% das pessoas diagnosticadas com HIV no Brasil começam o tratamento no mesmo
dia da confirmação, e mais da metade inicia em até 30 dias.
Existem
diversas estratégias de prevenção disponíveis no SUS, como camisinha, PrEP oral
de uso diário e a PEP (profilaxia pós-exposição) —a PrEP, como o próprio nome
já diz, é indicada para prevenir e proteger contra uma infecção de HIV,
enquanto a PEP deve ser tomada em até 72 horas após uma relação desprotegida
para impedir que a infecção ocorra.
Antes
de iniciar a PrEP oral e injetável, porém, é necessário confirmar que a pessoa
não tem HIV.
A
principal diferença da PrEP injetável de longa duração em relação à PrEP oral
está na forma de administração. Enquanto a de uso diário disponível no SUS é
feita principalmente com comprimidos, o cabotegravir é aplicado no músculo.
São
duas doses iniciais, com intervalo de um mês, seguidas por uma aplicação a cada
dois meses, explica o infectologista Vinicius Borges, idealizador do perfil @doutormaravilha.
Ele acompanha o assunto há 12 anos e cria conteúdos sobre o tema para cerca de
250 mil seguidores.
Para
Borges, a mudança pode ampliar as possibilidades de prevenção justamente para
pessoas que têm dificuldade de manter uma medicação diária. Há pacientes que
esquecem os comprimidos, enfrentam dificuldades para manter uma rotina de
tratamento ou não querem guardar um frasco de PrEP em casa por causa do estigma
relacionado ao HIV.
"Aí
essa injeção a cada dois meses é bem mais simples. Quanto mais opções a gente
oferece, maior a chance de se encaixar na vida das pessoas", afirma
Borges.
Dados
do Ministério da Saúde apontam que mais da metade dos usuários (55%)
descontinuaram o uso da PrEP oral, com taxas ainda maiores entre os mais jovens
—68% para menores de 18 anos.
O
infectologista também diz que o cabotegravir pode ser uma alternativa para
pessoas que não se adaptaram à PrEP oral por questões relacionadas à função
renal. Segundo ele, o medicamento injetável não apresenta a mesma preocupação
renal associada à PrEP oral.
Para
Borges, o efeito adverso mais comum é uma reação no local da aplicação, como
dor, sensibilidade, inchaço ou formação de um nódulo. Esses eventos tendem a
ser leves ou moderados e desaparecem com o tempo. Também podem ocorrer dor de
cabeça e mal-estar.
Na
avaliação do infectologista, a incorporação também exigirá estrutura para
aplicação das doses, testagem adequada, profissionais capacitados e
acompanhamento dos pacientes.
"A
população está vivendo cada vez mais e mantendo uma vida sexual ativa por mais
tempo. A PrEP injetável pode ser uma solução para essas pessoas. Mas a injeção
sozinha não resolve tudo. A prevenção envolve um conjunto de medidas de saúde
sexual que acompanham o usuário", diz.
O projeto
Saúde Pública tem apoio da Umane, associação civil que tem como
objetivo auxiliar iniciativas voltadas à promoção da saúde.
Fonte _ Folha/SP
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
InfoGripe: SRAG aumenta em crianças no Rio de Janeiro e Sergipe
Divulgado
nesta quinta-feira (1º/10), o
novo Boletim InfoGripe da Fiocruz alerta para o crescimento de casos de
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças nos estados do Rio de
Janeiro e Sergipe. A análise apontou que, em relação às ocorrências de SRAG,
apenas o metapneumovírus e o Sars-CoV-2 (Covid-19) apresentam tendência de
aumento no país. O estudo indicou ainda que há indícios de incremento dos casos
graves de Covid-19 no Acre e em São Paulo, porém em níveis ainda baixos de
incidência. A atualização é referente à Semana Epidemiológica (SE) 38,
período de 20 a 26 de setembro.
Nas
regiões Sul (Paraná e Santa Catarina), Sudeste (Rio de Janeiro, São Paulo e
Espírito Santo) e Nordeste (Bahia, Paraíba, Pernambuco e Sergipe), a
atualização verificou incremento das ocorrências de SRAG por metapneumovírus.
Outros cinco estados (Maranhão, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Roraima e Santa
Catarina) também apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco e
alto risco, mas sem sinal de crescimento a longo prazo.
“Os registros semanais de SRAG por Covid-19 ainda se encontram em um nível baixo. Já os casos de SRAG por influenza B estão aumentando nos estados da Bahia e Mato Grosso, e mostram sinais de interrupção de crescimento no Rio Grande do Sul”, informa a pesquisadora do Boletim InfoGripe, realizado pelo Programa de Computação Cientifica (Procc/Fiocruz), Tatiana Portella.
Estados
e capitais
Segundo
o Boletim, duas das 27 unidades federativas brasileiras (Rio de Janeiro e
Sergipe) apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco
com sinal de crescimento até a SE 38. O aumento de SRAG nesses estados ocorre
especialmente nas crianças de até 4 anos e está associado ao metapneumovírus e
ao rinovírus.
Três
das 27 capitais indicam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto
risco, com sinal de crescimento de SRAG nas últimas 6 semanas até a SE 38:
Porto Alegre (Rio Grande do Sul), Rio Branco (Acre) e Rio de Janeiro (Rio de
Janeiro).
Situação
nacional
Em
2026, já foram notificados 157.908 casos de SRAG, sendo 85.087 (53,9%) com
resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 56.799 (36%)
negativos, e cerca de 7.090 (4,5%) aguardando resultado laboratorial. Entre os
casos positivos no ano, 40,4% foram por vírus sincicial respiratório (SR);
32,1% por rinovírus; 16,4% por influenza A; 5,5% por influenza B; e 3,8% por
Sars-CoV-2 (Covid-19).
O
cenário atual aponta que os casos de SRAG apresentam queda nas últimas seis
semanas e de crescimento nas últimas três semanas. Nas quatro últimas semanas
epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 52,4% para
rinovírus; 18,1% para VSR; 6,7% para influenza B; 4% para Sars-CoV-2
(Covid-19); e 3,2% de influenza A.
Entre
os óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos e no mesmo recorte
temporal foi 34,7% para rinovírus; 22,3% para VSR; 13,2% para influenza A;
13,2% para Influenza B; e 9,1% para Sars-CoV-2 (Covid-19).
Período
eleitoral
Durante
o período eleitoral (de 4 de julho até 25 de outubro), os conteúdos digitais
publicados e disponibilizados pela Agência Fiocruz de Notícias (AFN) acompanham
as orientações da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Secretaria de Comunicação
Social da Presidência da República (Secom). O documento esclarece que é
permitida a divulgação de "conteúdo meramente informativo ou de serviço ao
cidadão".
Fonte _ FioCruz
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Jack Reacher: conheça os livros do personagem da série
Uma
das séries mais populares do Prime
Video é Reacher, que conta a história de um ex-militar do
exército dos Estados Unidos, Jack Reacher (Alan Ritchson), em suas missões
perigosas. A trama é adaptada dos livros de Lee Child, pseudônimo usado por
James Dover Grant.
Antes
mesmo da série, o personagem já foi interpretado por Tom Cruise em dois filmes:
Jack Reacher - O Último Tiro, de 2012, e Jack Reacher: Never Go Back,
de 2016. Os livros que inspiraram as produções para o cinema e televisão fazem
parte de uma série extensa escrita por Lee Child, cada um com uma aventura mais
perigosa que a outra.
Se
você gosta das séries e filmes de Jack Reacher, ou ficou curioso para conhecer melhor
sua história, o Minha Série listou todos os livros já publicados sobre o
personagem. Nem todos foram lançados no Brasil, portanto não tiveram seus
títulos traduzidos.
Confira
a lista completa!
O primeiro livro de Jack Reacher, Dinheiro Sujo, foi lançado em 1997, dando início à história do personagem. Tudo começa quando ele descobre que seu irmão, Joe, foi assassinado por investigar um esquema criminoso.
Dinheiro
Sujo
foi a inspiração para a primeira temporada da série do Prime Video.
Destino:
Inferno (1998)
Em Destino:
Inferno, Jack Reacher está passeando por Chicago quando
conhece Holly Johnson, uma mulher que aparenta estar precisando de ajuda.
Quando ele se aproxima, então, percebe que ela está apontando uma arma em sua
barriga e, juntos, passam a enfrentar um verdadeiro "inferno".
Alerta
Final (1999)
No
livro Alerta Final, Jack Reacher está vivendo uma vida solitária no sul
da Flórida. Seu trabalho é cavar piscinas e cuidar da segurança de uma casa de
strip-tease. Mas a calmaria acaba quando um investigador que busca pelo
protagonista é assassinado por dois desconhecidos.
Caçada
às Cegas (2000)
A
história de Caçada às Cegas, o quarto livro de Jack Reacher, tem como
cenário o assassinato da sargento Amy Callan e da Tenente Caroline Cook. É
claro que o protagonista se torna o principal suspeito do crime, pois as
conhecia.
Miragem em Chamas (2001)
Vivendo
no Texas, no livro Miragem em Chamas o ex-militar Jack Reacher pega
carona com Carmen, uma mulher que tem uma filha e está com o marido abusivo
preso. Os dois se envolvem e logo o protagonista está amarrado a novos perigos.
Vagando
entre as cidades dos Estados Unidos, Jack Reacher recebe uma proposta de
trabalho perigosa: assassinar o vice-presidente do país. O protagonista é o
escolhido para a tarefa de testar a segurança nacional por ser um ex-policial
experiente.
Acerto
de Contas (2003)
Em Acerto
de Contas, livro lançado em 2003, Jack Reacher reencontra um homem de seu
passado que foi dado como morto há 10 anos. Agora, Jack percebe que a justiça
não foi feita e se disfarça para se infiltrar, e precisa usar a inteligência
para sair vivo dessa.
A
história deste livro será adaptada para a terceira temporada da série do Prime Video.
O
Inimigo (2004)
No
livro O Inimigo, acompanhamos uma história que começa na Carolina do
Norte, em um hotel, quando um general é encontrado morto. A fatalidade
aconteceu devido a um suposto ataque cardíaco que aconteceu enquanto ele estava
com uma garota de programa.
Então,
Jack Reacher é contratado para abafar o caso e não deixar o nome do general ser
manchado no exército dos Estados Unidos. Mas tudo muda quando Reacher descobre
que uma maleta do homem está perdida.
O
Último Tiro (2005)
Em O
Último Tiro, cinco pessoas são assassinadas a tiros por um perito em uma
cidade pacata. Sem nenhum motivo aparente para o crime, o acusado logo é preso,
mas se diz inocente. Agora, cabe a Jack Reacher tentar solucionar o caso.
Por
Bem ou por Mal (2006)
Por Bem ou Por Mal acontece em Nova York, quando Jack Reacher persegue o carro de um homem que transporta um milhão de dólares na bagagem, e também um criminoso. Durante a investigação, o ex-militar se encontra no meio de algo mais perigoso do que parece.
Bad Luck and
Trouble (2007)
Em Bad Luck or
Trouble, Reacher recebe o depósito de um valor em sua conta bancária, vindo
de origem anônima. Não demora para que o protagonista perceba que o número é um
código que apenas oito ex-membros de sua equipe saberiam usar. Qual será o
mistério que eles escondem?
O livro foi
adaptado para a segunda temporada de Reacher.
Nothing to Lose
(2008)
O livro Nothing
to Lose acontece em Hope, no estado do Colorado, quando Jack Reacher se
depara com um visitante nada bem-vindo. Então, ele começa a investigar o
paradeiro dessa pessoa misteriosa e o motivo dos habitantes da cidade não serem
receptivos com visitantes.
Gone
Tomorrow (2009)
Em Gone
Tomorrow, Reacher fica incomodado com os passageiros de uma viagem que faz
de metrô. Logo, ele relembra de sua lista de homens-bomba e percebe que o local
pode estar em perigo. O caso, no entanto, é cheio de camadas e Jack tem um
grande mistério para resolver.
61
Hours (2010)
O
livro 61 Horas acontece na Dakota do Sul, quando um ônibus de turismo
sofre uma batida durante uma tempestade de neve severa. Jack Reacher estava
dentro do veículo e, mais uma vez, se vê em novos perigos.
Worth
Dying For (2010)
Worth
Dying For
acontece em uma cidade rural do Nebraska, mais precisamente em um bar de hotel,
quando um médico bêbado se recusa a atender uma vítima de violência doméstica.
Jack Reacher se envolve na história obrigando o médico a atender a mulher,
enquanto ele mesmo quebra o nariz do acusado.
Agora,
o protagonista se vê no meio de um caso perigoso de uma rede de contrabando em
que o marido da vítima é envolvido.
The
Affair (2011)
O
livro The Affair acontece no passado, no Mississippi, quando Jack
Reacher ainda estava no exército. Na história, ele se envolve no caso do
assassinato da namorada de um dos soldados, que teve uma morte violenta.
O protagonista, então, coneça uma investigação cheia de riscos.
A
Wanted Man (2012)
Na
história do livro A Wanted Man, Jack Reacher tenta chegar ao estado da
Virgínia e pega carona com um grupo de dois homens e uma mulher. Enquanto isso,
a polícia descobre que um homem foi esfaqueado em um posto de gasolina, e
Reacher suspeita que a mulher do veículo foi sequestrada.
Never
Go Back (2013)
Never
Go Back
se passa depois do livro 61 Horas, quando Reacher desembarca em seu
destino na Virgínia. Chegando em sua antiga unidade, descobre que a nova
comandante foi presa, e Jack também é levado em custódia para o julgamento de
dois crimes que ele supostamente cometeu quando ainda servia o exército.
O
livro foi adaptado no filme de ação de de 2016, Jack Reacher: Never Go
Back, com Tom Cruise como o protagonista.
Uma
Questão Pessoal (2014)
Em Uma
Questão Pessoal, livro publicado em 2014, Reacher precisa descobrir quem
atirou contra o presidente da França em uma tentativa de assassinato à
distância.
Make
Me (2015)
Make
Me,
livro de 2015, traz Jack Reacher ajudando uma mulher chamada Michelle Chang a
encontrar um colega que desapareceu. A história acontece em uma cidade agrária
fictícia chamada Mother's Rest.
Night
School (2016)
Night
School
acontece no passado, no início de 1996, quando Reacher ainda está no exército.
O protagonista é escalado em uma tarefa secreta e se aventura em uma missão
internacional que envolve uma quantia milionária de dinheiro.
The
Midnight Line (2017)
The
Midnight Line
se passa depois do livro Make Me, quando Michelle Chang se separa do
protagonista. Agora, a aventura de Jack Reacher tem como cenário a investigação
do tráfico ilegal de opiáceos.
Past
Tense (2018)
Em Past
Tense, Jack Reacher viaja para visitar o local em que seu
pai nasceu, mas acaba fazendo um desvio em Laconia, cidade de Nova Hampshire.
Durante a visita, ele acaba descobrindo o passado perigoso de seu patriarca.
Blue
Moon (2019)
Em Blue
Moon, lançado em 2019, Jack desce de um ônibus para ajudar uma vítima, mas
se vê no meio de uma briga entre duas gangues rivais.
The
Sentinel (2020)
No
livro The Sentinel, Jack Reacher mais uma vez pega uma carona, dessa vez
ara Pleasantville. Lá, ele acaba se envolvendo com um sequestro.
Better
Off Dead (2021)
Rumo
à cidade de São Francisco, na Califórnia, Jack Reacher vê um carro destruído
perto de uma cidade que faz fronteira com o Arizona. Ao prestar ajuda, descobre
que uma ocupante está procurando pelo irmão gêmeo, um criminoso violento.
No
Plan B (2022)
Lançado
em 2022, o livro No Plan B traz Jack Reacher presenciando uma mulher se
jogando na frente de um ônibus em um aparente suicídio. No entanto, o
protagonista conseguiu ver que ela foi empurrada por um ladrão, o que seria
apenas um detalhe de uma conspiração secreta.
The
Secret (2023)
The
Secret
volta ao passado, em 1992, quando ex-cientistas do governo dos EUA estão
morrendo de forma misteriosa. Então, líderes do departamento de defesa montam
uma agência de segurança para investigar o caso, que inclui Jack Reacher.
In
Too Deep (2024)
O
livro In Too Deep coloca Jack Reacher em apuros mais uma vez, acordando
amarrado no escuro em uma cama e sem nenhum de seus objetos pessoais. Além
disso, o personagem também está sem memória.
O
lançamento do próximo livro da saga acontece em 29 de outubro de 2024.
A série Reacher está disponível em quatro temporadas no Prime Video, e os filmes podem ser assistidos na Netflix, Star+ e Globoplay. E você, já leu algum livro de Jack Reacher? Qual o seu preferido?
Fonte _ Estadão






































