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terça-feira, 23 de junho de 2026

COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Portugal x Uzbequistão | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


Assista à Portugal x Uzbequistão AO VIVO E COM IMAGENS, pela 2ª rodada da Fase de Grupos da Copa do Mundo FIFA 2026™ na CazéTV!

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#CopaDoMundoNaCazéTV

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Rádio CBN - informações na madrugada

 


O CBN Madrugada está no ar.

Passe a madrugada com muita informação e análise das principais notícias do dia.

A apresentação é de Klauson Dutra.

Participe, use a hashtag: #NoArNaCBN.

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Canetas emagrecedoras podem influenciar a evolução do câncer?

 


Além dos já estabelecidos benefícios contra obesidade e diabetes tipo 2, os medicamentos agonistas de GLP-1, como semaglutida e tirzepatida (popularmente conhecidos como "canetas emagrecedoras"), podem estar associados à redução do risco de progressão de alguns tipos de câncer. Novos estudos apontam possíveis efeitos principalmente em tumores de mamaintestino, pulmão e fígado.

obesidade é reconhecida como um fator de risco para diversos tipos de câncer. A perda de peso obtida por meio da cirurgia bariátrica, por exemplo, já havia demonstrado impacto positivo na prevenção da doença.

Com a popularização dos agonistas do GLP-1, hormônio intestinal envolvido no controle da glicose e da saciedade, pesquisadores passaram a investigar se benefícios semelhantes poderiam ser observados também com as canetas. Elas são indicadas para o tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade, já que ajudam a controlar a glicemia, reduzir o apetite e favorecer a perda de peso.

"O câncer é uma doença metabólica. Quando melhoramos esse ambiente metabólico e reduzimos a inflamação associada à obesidade [por meio dos medicamentos], existe um racional biológico consistente para investigar impactos também na oncologia", analisa o nutrólogo Diogo Toledo, do Einstein Hospital Israelita.

A possibilidade de que medicamentos como semaglutida e tirzepatida possam influenciar o risco de câncer não é totalmente nova. Em 2024, um estudo publicado no JAMA Network Open, realizado com mais de 1,6 milhão de pessoas com diabetes tipo 2, encontrou uma associação entre o uso de agonistas de GLP-1 e menor probabilidade de desenvolver alguns dos 13 tipos de câncer relacionados à obesidade.

Neste ano, um dos trabalhos de maior repercussão do encontro anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco), que ocorreu entre os dias 29 de maio e 2 de junho nos Estados Unidos, avançou nessa discussão ao investigar se essas medicações poderiam influenciar também a evolução da doença em pacientes que já tinham recebido diagnóstico.

O estudo analisou dados de 12.112 pacientes com sete tipos de tumores associados à obesidade (mama, próstata, pulmão, colorretal, fígado, rim e pâncreas) em estágios iniciais ou localmente avançados, ou seja, ainda restritos ao órgão, mas com risco de se espalhar.

Nesses participantes, os pesquisadores compararam quem utilizava agonistas de GLP-1 com pessoas que recebiam outras medicações para diabetes, buscando entender se o uso dessas drogas poderia reduzir o risco de progressão para doença metastática. Os resultados mostram que, em quatro dos sete tipos de câncer avaliados, os pacientes que utilizavam agonistas de GLP-1 apresentaram menor risco de desenvolver metástases.

No câncer de pulmão, 10% dos que utilizavam essas medicações evoluíram para doença metastática, ante 22% entre aqueles tratados com outras drogas para diabetes. No câncer de mama, os percentuais foram de 10% e 20%, respectivamente. No colorretal, 13% contra 22%. Já nos tumores de fígado, a progressão ocorreu em 19% dos usuários de agonistas de GLP-1, comparados a 28% dos pacientes do grupo controle. Na prática, isso representou uma redução entre 38% e 50% no risco de progressão para doença metastática nesses quatro tipos de câncer.

Contudo, não é possível afirmar se os benefícios decorrem de uma ação direta dessas medicações sobre os tumores ou se são consequência indireta da perda de peso, da redução da inflamação e da melhora do metabolismo. "Apesar da falta de evidências mais sólidas dos benefícios, é significativo observar o menor risco de evolução para formas mais avançadas da doença em alguns tipos de câncer", afirma Toledo.

Sabe-se que o tecido adiposo não funciona apenas como uma reserva de energia — ele também produz substâncias capazes de influenciar diversos processos biológicos, incluindo mecanismos relacionados ao desenvolvimento tumoral. Por isso, reduzir o excesso de gordura pode gerar efeitos que vão além da balança.

O que explica as diferenças entre os cânceres

De acordo com as pesquisas que analisam os efeitos dos medicamentos agonistas de GLP-1 contra o câncer, os resultados não são os mesmos em todos os tipos de câncer. Entre os tumores urológicos, especialmente próstata e rim, não houve benefícios.

"Apesar de não ter sido observada uma redução significativa, isso não significa que exista algum malefício em usar a medicação nessa população. Assim como não é possível descartar um eventual benefício", afirma André Paternò, oncologista clínico do Einstein e especialista no diagnóstico e tratamento de tumores do trato geniturinário.

Uma das explicações pode estar nas próprias características biológicas da doença. O câncer de próstata costuma apresentar evolução mais lenta, forte influência hormonal e grande heterogeneidade entre os pacientes. "Existem vários fatores que influenciam sua evolução, como idade, hormônios e os tratamentos que os pacientes estavam recebendo durante a realização do estudo", destaca Paternò.

Outra possibilidade está relacionada ao tamanho das análises. Embora o estudo tenha incluído milhares de participantes, o número diminui consideravelmente quando os pesquisadores analisam um tipo específico de tumor.

As diferenças entre os tumores sugerem que fatores biológicos específicos de cada doença podem influenciar a resposta a essas medicações e ajudam a explicar por que os resultados não foram uniformes em toda a análise. "A relação entre metabolismo e câncer existe, mas é complexa. Ela provavelmente não acontece da mesma forma em todos os tumores. Cada câncer tem características próprias e mecanismos biológicos diferentes", pondera Diogo Toledo.

Limites das evidências atuais

Até agora, os resultados não permitem afirmar que as canetas emagrecedoras sejam responsáveis pela redução do risco de progressão do câncer. Uma das principais limitações está na forma como os estudos foram conduzidos.

Em vez de selecionar pacientes e acompanhá-los ao longo do tempo em pesquisas desenhadas especificamente para responder a essa pergunta, conhecidas como estudos prospectivos, muitos trabalhos revisaram informações já registradas em bancos de dados de saúde, os chamados estudos retrospectivos. Esse tipo de análise é importante para levantar hipóteses, mas oferece menos segurança para estabelecer uma relação de causa e efeito.

Nesses casos, é mais difícil separar o efeito do medicamento de outras características dos pacientes que podem influenciar os resultados, como diferenças no acompanhamento médico, no controle de outras doenças, nos hábitos de vida e até no acesso aos serviços de saúde.

"Os pacientes que utilizam essas medicações costumam ter acompanhamento médico mais frequente e, muitas vezes, adotam outras mudanças relacionadas à saúde. Tudo isso pode influenciar e precisa ser considerado na interpretação dos resultados", explica o oncologista.

Além disso, as pesquisas ainda não foram desenhadas para solucionar questões importantes da prática clínica, como o impacto dessas medicações em pacientes que recebem quimioterapiaimunoterapia ou terapias hormonais.

"A questão desses medicamentos e do câncer é uma nova fronteira de pesquisa, mas ainda não representa uma nova prática clínica. Esses dados geram hipóteses importantes, mas não são definitivos", pontua André Paternò.

Serão necessárias análises mais robustas, com pacientes acompanhados prospectivamente e distribuídos de forma aleatória entre os grupos de tratamento, para confirmar se os benefícios observados realmente decorrem do uso dessas medicações e identificar quais pacientes poderiam se beneficiar delas.

"Ninguém deve iniciar [o uso de] semaglutida, tirzepatida ou qualquer outra ‘canetinha’ com o objetivo de prevenir ou tratar câncer. A indicação formal hoje continua sendo para obesidade e diabetes tipo 2 e sempre com acompanhamento médico especializado", frisa Paternò.

O papel da massa muscular

Se existe um ponto de consenso entre os especialistas, ele está relacionado à composição corporal. Mais importante do que simplesmente perder peso é entender o que está sendo perdido. Em pacientes com câncer, essa distinção pode influenciar a resposta ao tratamento e a qualidade de vida.

"A redução da gordura corporal associada à preservação da massa muscular está entre os fatores relacionados a melhores resultados em pacientes com obesidade e câncer. Por isso, a composição corporal merece tanta atenção quanto o peso", orienta o nutrólogo.

O foco não deve estar apenas na redução da gordura corporal, mas também na preservação da massa muscular, que influencia a capacidade funcional, a resposta ao tratamento e a recuperação. A preocupação é especialmente relevante porque muitos pacientes oncológicos já enfrentam perda de peso, fadiga, alterações de apetite e inflamação relacionadas à própria doença ou ao tratamento.

Quando a perda de peso ocorre de forma acelerada e acompanhada de redução da massa muscular, os efeitos podem ser prejudiciais, mesmo em quem tem obesidade. "Perda excessiva de peso e, principalmente, de massa muscular, pode levar à caquexia, condição associada a piores desfechos oncológicos", alerta o oncologista.

Daí a importância de que qualquer uso dessas medicações em pacientes com câncer seja acompanhado de forma individualizada e dentro de um contexto mais amplo de cuidado, com alimentação adequada, atividade física e monitoramento da composição corporal.

Fonte _ Folha/SP

Álcool é caminho para outras drogas, e pouco se fala sobre isso

 


Tenho 45 anos e cresci ouvindo que a maconha era a porta de entrada para outras drogas. No colégio, professores alertavam sobre o perigo que seria começar a fumar a erva. Nunca, em momento algum, fui orientada sobre os perigos do álcool. Muito pelo contrário, na minha formatura do terceiro colegial, antes mesmo de eu completar 18 anos, a festa foi regada a muita bebida. Tanto que tomei um porre gigantesco e não lembro de nada. Não aproveitei o que seria uma celebração.

Li uma resenha do último livro do escritor Michel Laub, "Verão na Névoa", sobre a dependência do escritor com a cocaína. Me interessei e fui atrás. É um livro sofisticado, em que ele, para falar de sua questão, usa dois exemplos distintos: o cantor Renato Russo e o escritor J.M. Coetzee. Não encontrei muitas passagens sobre maconha, mas sim sobre o álcool. O escritor fala mais de uma vez da dificuldade de sair de casa e não consumir qualquer bebida. E de como, para ele, o álcool fatalmente o levava à cocaína. E o uso dessa droga o fazia viver situações pesadíssimas.

Tenho um grande amigo que é alcoólatra e não bebe há mais de 15 anos. Ele também diz que o álcool o incitava a consumir cocaína. E daí os estragos. Aqui vale ressaltar que você não para de ser alcoólatra porque parou de beber. Alcoolismo é uma doença que não tem cura. O que acontece é um tratamento. Então você está na ativa, bebendo, ou está em recuperação, para sempre.

Quero salientar que não estou fazendo apologia de nenhuma droga, mas propondo a reflexão de que o álcool é um começo para o uso de outras substâncias. Sigo firme com a convicção de que ele é o chefe da quadrilha. Não se fala com a ênfase necessária do perigo de beber e ter problemas, e o quão difícil é a adicção a essa droga. Muito pelo contrário: as propagandas de bebidas são sempre alegres, com pessoas bonitas e saudáveis.

Laub também fala da adolescência e de sua timidez. E de como o álcool foi libertador e um bom companheiro em festas. Muitas vezes, segurar um copo nos ajuda a nos inserir no ambiente. Isso eu sinto na pele até hoje. E muitas vezes fico segurando um copo com algum líquido para pertencer ao ambiente de festas ou reuniões.

Enquanto terminava de ler o livro, no ponto de ônibus, observei um garoto que chutei ter uns vinte e poucos anos. Ele mexia compulsivamente os pés e colocava as mãos dentro de uma lixeira. Fiquei com uma aflição tremenda, principalmente porque eram dez horas da manhã. Onde será que esse garoto havia passado a noite?

Enfim, é uma batalha gigantesca repetir que os malefícios do álcool não são devidamente levantados. Beber com moderação não é nada para quem não tem problema com a bebida, e não serve para quem tem. É ridícula a frase que acompanha as propagandas. Até quando a cegueira sobre o álcool vai permanecer?

Beber é bom, claro. Mas eu seria eternamente grata a alguém que tivesse me ajudado a perceber que meu problema com o álcool já iniciou nos primeiros porres. Ter um pai alcoólatra não seria suficiente para me ajudar a não consumir ou a ficar em estado de alerta sobre a questão? Nunca saberei. Mas que o álcool tem sido uma porta de entrada muito bem enfeitada pela sociedade, não há dúvida alguma.

Fonte _ Folha/SP

Anvisa aprova primeiro medicamento não hormonal para ondas de calor da menopausa

 


Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta segunda-feira (22) o fezolinetanto, medicamento indicado para o tratamento de ondas de calor e suor noturno de intensidade moderada a intensa na menopausa.

É a primeira terapia não hormonal com essa indicação aprovada no Brasil. O medicamento será comercializado pela Astellas Farma com o nome Veoza.

O fezolinetanto age no cérebro para interromper o mecanismo que provoca as ondas de calor. Na menopausa, a queda do estrogênio faz uma substância chamada neurocinina B passar a agir de forma exagerada no hipotálamo —região que regula a temperatura corporal—, desencadeando os episódios de calor e suor. O medicamento bloqueia essa substância.

A aprovação foi baseada em estudos clínicos que reuniram mais de 3.000 mulheres na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá. Os resultados demonstraram redução da frequência e da intensidade dos fogachos, além de um perfil de segurança considerado favorável, sem evidências de lesão hepática grave relacionada ao medicamento.

A reposição hormonal é o tratamento padrão para ondas de calor e suor noturno na menopausa, afirma Luciano de Melo Pompei, vice-presidente da Comissão Nacional Especializada em Climatério da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

Entre os grupos com contraindicação à reposição hormonal estão mulheres com histórico de câncer de mama, lesões precursoras ou de alto risco para a doença e outros tumores hormônio-dependentes, além daquelas com antecedente de infarto, AVC (acidente vascular cerebral) ou trombose.

Para a endocrinologista Lorena Lima Amato, doutora pela USP (Universidade de São Paulo), a principal vantagem do fezolinetanto é ampliar as opções de tratamento para mulheres que não podem ou não desejam fazer terapia hormonal.

As ondas de calor são o sintoma mais conhecido da menopausa e do climatério. Até agora as alternativas não hormonais para o tratamento se restringiam principalmente a alguns antidepressivos, que costumam apresentar eficácia limitada e não têm indicação formal em bula para esse uso.

A especialista ressalta, porém, que o medicamento não trata outros efeitos da queda do estrogênio na menopausa, como a perda de massa óssea e a secura vaginal.

Apesar da aprovação pela Anvisa, o medicamento ainda não está disponível nas farmácias.

A Astellas Farma afirma que ainda não há data definida para o lançamento comercial, nem preço estabelecido para o mercado brasileiro. No país, o valor dos medicamentos é definido pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), processo que se inicia após a aprovação pela Anvisa.

A agência lembra que já existem terapias hormonais aprovadas para tratamento de ondas de calor e suor noturna, mas ressalta que a avaliação sobre a opção mais adequada deve ser feita pelo médico.

Fonte _ Folha/SP

Ministério da Saúde retoma dose de reforço contra a poliomielite aos 4 anos

 


Ministério da Saúde vai voltar a incluir a vacina de reforço contra a poliomielite para crianças de quatro anos no calendário nacional de vacinação. A mudança vale a partir de 3 de agosto.

O novo esquema de vacinação terá três doses da vacina inativada de poliomielite (VIP) mais dois reforços. A aplicação será feita em etapas: aos dois, quatro e seis meses de idade, e reforços aos 15 meses e aos quatro anos.

Até 2024, o calendário previa três doses da VIP e dois reforços com a vacina oral poliomielite, a "gotinha". Agora o imunizante é aplicado exclusivamente por injeção.

As crianças que não foram vacinadas antes podem receber o imunizante até os quatro anos, 11 meses e 29 dias. Para aquelas que já tomaram as três doses e um reforço, a orientação é tomar o segundo reforço aos quatro anos, mantendo um intervalo mínimo de seis meses entre o primeiro e o segundo.

Quem começou o esquema vacinal na rede privada e for completá-lo na rede pública devem seguir o mesmo calendário.

Segundo nota do Ministério da Saúde, a decisão foi discutida com a Câmara Técnica Assessora em Imunizações (CTAI), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

A doença é viral e pode causar paralisia infantil, especialmente nos membros inferiores. Em casos graves, pode levar à morte. Ela é transmitida por meio do contato direto com pessoas infectadas ou com água e alimentos contaminados.

O último caso de infecção pelo poliovírus no Brasil ocorreu em 1989, segundo o Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI). Em 1994, o país recebeu a certificação de área livre de circulação do poliovírus selvagem do seu território.

Fonte _ Folha/SP

COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Jordânia x Argélia | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Noruega x Senegal | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | França x Iraque | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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Hoje Lionel Messi se tornou o maior artilheiro de todas as Copas do Mundo, 18 Gols, mais Kylian Mbappé, 16 Gols, nesse jogo fez os gols necessário para estar próximo na artilharia com Lionel Messi e a Copa ainda está na fase de grupos..

Vamos acompanhar de camarote a briga pela artilharia da Copa do Mundo 2026

Lionel Messi – Argentina, 18 gols

Kylian Mbappé – França, 16 gols

Harry Kane – Inglaterra, 10 gols

Cristiano Ronaldo - Portugal, 8 gols

Neymar Jr – Brasil, 8 gols

Erling Haaland – Noruega, 4 gols

Relembre os maiores artilheiros da Copa do Mundo da FIFA

Miroslav Klose – Alemanha, Gols: 16 Copas do Mundo: 4

Ronaldo – Brasil, Gols: 15 Copas do Mundo: 3

Gerd Müller – Alemanha, Gols: 14 Copas do Mundo: 2

Kylian MbappéFrança, Gols: 14 Copas do Mundo: 2

Just Fontaine – França, Gols: 13 Copa do Mundo: 1

Pelé – Brasil, Gols: 12 Copas do Mundo: 4

Jürgen Klinsmann – Alemanha, Gols: 11 Copas do Mundo: 3

Sandor Kocsis – Hungria, Gols: 11 Copas do Mundo: 1

Gabriel Batistuta – Argentina, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Teófilo Cubillas – Peru, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Grzegorz Lato, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Gary Lineker – Inglaterra, Gols: 10 Copas do Mundo: 2

Harry KaneInglaterra, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Thomas Muller – Alemanha, Gols: 10 Copas do Mundo: 4

Helmut Rahn – Alemanha, Gols: 10 Copas do Mundo: 2

Ademir – Brasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 1

Roberto Baggio – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Eusébio – Portugal, Gols: 9 Copas do Mundo: 1

Jairzinho – Brasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Paolo Rossi – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

Karl-Heinz Rümmenigge – Alemanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Uwe Seeler – Alemanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 4

Vavá – Brasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

Christian Vieri – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

David Villa – Espanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Fonte _ FIFA

COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Argentina x Áustria | 2ª Rodada | Fase de Grupos

 


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Hoje Lionel Messi se tornou o maior artilheiro de todas as Copas do Mundo, 18 Gols, 6 Copas do Mundo e a Copa ainda esta na fase de grupos..

Vamos acompanhar de camarote a briga pela artilharia da Copa do Mundo 2026

Lionel Messi – Argentina, 18 gols

Kylian Mbappé – França, 14 gols

Harry Kane – Inglaterra, 10 gols

Cristiano Ronaldo - Portugal, 8 gols

Neymar Jr – Brasil, 8 gols

Erling Haaland – Noruega, 4 gols


Melhores momentos do jogo



Relembre os maiores artilheiros da Copa do Mundo da FIFA

Miroslav Klose – Alemanha, Gols: 16 Copas do Mundo: 4

Ronaldo – Brasil, Gols: 15 Copas do Mundo: 3

Gerd Müller – Alemanha, Gols: 14 Copas do Mundo: 2

Kylian MbappéFrança, Gols: 14 Copas do Mundo: 2

Just Fontaine – França, Gols: 13 Copa do Mundo: 1

Pelé – Brasil, Gols: 12 Copas do Mundo: 4

Jürgen Klinsmann – Alemanha, Gols: 11 Copas do Mundo: 3

Sandor Kocsis – Hungria, Gols: 11 Copas do Mundo: 1

Gabriel Batistuta – Argentina, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Teófilo Cubillas – Peru, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Grzegorz Lato, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Gary Lineker – Inglaterra, Gols: 10 Copas do Mundo: 2

Harry KaneInglaterra, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Thomas Muller – Alemanha, Gols: 10 Copas do Mundo: 4

Helmut Rahn – Alemanha, Gols: 10 Copas do Mundo: 2

Ademir – Brasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 1

Roberto Baggio – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Eusébio – Portugal, Gols: 9 Copas do Mundo: 1

Jairzinho – Brasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Paolo Rossi – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

Karl-Heinz Rümmenigge – Alemanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Uwe Seeler – Alemanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 4

Vavá – Brasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

Christian Vieri – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

David Villa – Espanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Fonte _ FIFA

domingo, 21 de junho de 2026

CNN - informações na madrugada

 


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Camisa da Solidariedade: campanha transforma doações em cuidado no IFF/Fiocruz

 


O programa Amigos do Figueira lança a campanha “Vista a Camisa da Solidariedade”, que transforma doações em cuidado para as crianças e famílias atendidas no Instituto Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Figueira).

Ao fazer uma contribuição a partir de R$ 150,00, o doador ganha uma camisa exclusiva do Amigos do Figueira, customizada para a Copa do Mundo, para torcer pelo Brasil rumo ao hexacampeonato.

Para doar é simples: basta acessar a ficha de doação, preencher os dados pessoais e de pagamento, que pode ser pelo cartão de crédito, boleto ou pix, e escolher o tamanho da camisa.

O Amigos do Figueira é uma iniciativa conjunta do Escritório de Captação de Recursos da Fiocruz com o Instituto, por meio do Núcleo de Apoio a Projetos Educacionais e Culturais (Napec) e do projeto Novos Caminhos, que desde 2018 tem se consolidado como uma exitosa rede de mobilização.

A partir das doações de pessoas físicas, o Amigos do Figueira contribui de forma mais significativa e ampliada na melhoria da qualidade de vida dos pacientes com quadros de saúde complexos, de forma que tenham sua cidadania plena. O programa também realiza ações que promovem, de forma integrada, acesso à cultura e à educação.

Fonte _ FioCruz

Síndrome dos ovários policísticos ganha novo nome, após campanha liderada por mulheres

 


"Sinto que poderia ter feito muito mais na vida se não estivesse constantemente exausta, porque isso drena minha energia de uma forma ou de outra... basicamente, influencia a maioria das minhas decisões." Foi o que Chelle Robotham, de 30 anos, da Flórida, disse ao programa What in the World da BBC.

"Honestamente, isso me deixa infeliz", acrescentou, falando sobre sua experiência vivendo com a síndrome dos ovários policísticos (SOP).

Para Jenef Ngombo, a síndrome afetou principalmente sua autoestima.

"Comecei a notar os sintomas bem jovem, por volta dos 12 ou 13 anos, quando comecei a ter pelos faciais. Por muito tempo, isso me fez questionar a mim mesma e até mesmo minha feminilidade", explica.

"Minha maior dificuldade, porém, sempre foi com o meu peso. Agora que estou pensando mais no futuro, também estou preocupada com como a SOP pode afetar minha fertilidade e minhas chances de ter filhos."

Exaustão, crescimento excessivo de pelos, obesidade, dificuldade para engravidar ou infertilidade... em apenas dois depoimentos, você já tem uma ideia da diversidade de sintomas e do profundo impacto que eles causam no dia a dia.

E esses são apenas alguns dos possíveis sintomas de uma síndrome que também aumenta o risco de desenvolver outros problemas de saúde, como diabetes tipo 2, hipertensão e câncer de endométrio.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que ela afeta cerca de 10% a 13% das mulheres em idade reprodutiva —aproximadamente 170 milhões de pessoas no mundo todo— e que até 70% dos casos não são diagnosticados.

Em outras palavras, embora uma em cada dez mulheres conviva com SOP, sete em cada dez das afetadas não sabem que a têm.

Para aquelas que sabem, muitas vezes foi preciso tempo, esforço e, frequentemente, muito dinheiro para descobrir a síndrome, e o mesmo acontece com o tratamento.

Os motivos pelos quais essa realidade persiste são inúmeros, mas uma conquista que levou 14 anos para ser alcançada foi obtida recentemente, e seus defensores esperam que ela ajude a mudar esse cenário. A síndrome dos ovários policísticos, um nome que durante décadas gerou confusão e sofrimento desnecessários, agora é conhecida como Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP).

Mas o que há nesse nome que inspira tanta esperança?

A resposta é tão multifacetada quanto a própria síndrome.

'É triste, mas é assim'

Esta é, na verdade, a terceira vez que a síndrome muda de nome.

Ela foi descrita pela primeira vez em 1935 pelos ginecologistas Irving Stein e Michael Leventhal, que estudavam mulheres que não menstruavam e observaram uma aparência particular em seus ovários.

Originalmente, a condição era chamada de síndrome de Stein-Leventhal.

Com o tempo, o termo original foi substituído por síndrome dos ovários policísticos (SOP), um nome que persistiu por décadas apesar de ser enganoso.

Embora os primeiros pesquisadores tenham observado múltiplos pequenos sacos cheios de líquido nos ovários, logo ficou claro que não se tratavam de cistos, mas sim de folículos: estruturas que contêm um óvulo em desenvolvimento.

Em mulheres com SOMP, alguns desses folículos param de se desenvolver e, frequentemente, nenhum amadurece o suficiente para liberar um óvulo.

Mas esse não era o único aspecto questionável do nome.

O problema mais significativo era que ele sugeria que tudo girava em torno do ovário, reforçando a ideia errônea de que se trata de uma condição exclusivamente ginecológica.

E isso, mesmo com pesquisas subsequentes demonstrarem que a síndrome afeta múltiplos sistemas do corpo e está associada a desequilíbrios hormonais e metabólicos que vão muito além dos ovários. No cerne desses distúrbios estão a resistência à insulina e o excesso de andrógenos, com repercussões na saúde cardiovascular, da pele, mental e reprodutiva.

Mas mesmo esse maior entendimento não pareceu se traduzir em mudanças significativas para os pacientes.

"As doenças não são apenas biológicas; elas são moldadas pelo contexto em que as pessoas estão inseridas, ou seja, pela sociedade", enfatizou Susana Lozano Esparza, médica e doutora em epidemiologia, em entrevista à BBC Mundo.

Apesar de sua alta prevalência, a síndrome é afetada, entre outros fatores, pela forte tendência da medicina em focar nos homens.

"Historicamente, as doenças que afetam apenas as mulheres não recebem o investimento ou a pesquisa que merecem e, portanto, as pessoas não têm conhecimento delas.

"É triste, mas é assim que as coisas são", afirmou Lozano. Isso se reflete em lacunas significativas no conhecimento: embora vários fatores associados tenham sido identificados, a causa da SOMP ainda não é totalmente compreendida. Também não há cura, embora existam tratamentos que podem ajudar a aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Mas a sociedade também desempenha um papel mais íntimo: decidir quais sintomas são considerados preocupantes e quais são normalizados.

'Ah, ela só está reclamando demais!'

Lozano destacou um aspecto extremamente relevante: "a desvalorização da doença".

Ela pesquisa a condição há anos e é co-investigadora de um estudo sobre as experiências de mulheres mexicanas com a SOMP que está prestes a ser publicado.

Conversando com elas, percebeu a minimização do impacto de seus sintomas, que também incluem menstruações intermitentes, imprevisíveis ou inexistentes, bem como fluxos intensos, prolongados e dolorosos.

"Muitas mulheres relataram que, quando eram meninas, suas famílias lhes diziam: 'Isso faz parte de ser mulher'. Esse sangramento intenso ou essa dor intensa que as levava ao hospital ou as fazia desmaiar toda vez que menstruavam era considerado parte de ser mulher."

Mesmo quando finalmente consultavam um médico, ela diz, elas ouviam: "Não é nada. A menos que você queira ter filhos, não é tão sério. Tome anticoncepcionais orais e pronto."

"Se elas ainda não tinham certeza se queriam ser mães, ou não toleravam bem os anticoncepcionais orais, sentiam que os médicos não as levavam a sério."

A SOMP, observou Lozano, também está intimamente ligada ao conceito do que significa ser mulher.

"Uma mulher tem que ter filhos, ser depilada, ser magra... é muito complicado, não só do ponto de vista médico, mas também por causa desse aspecto social de associar sintomas a coisas que não têm nada a ver com a doença", destaca ela.

"Se eu contasse o que diziam para elas! Até médicos e enfermeiras diziam, desde pequenas: 'Você nunca vai conseguir engravidar' ou 'Vamos ver quem vai querer casar com você'. Era esse tipo de resposta que recebiam!"

Os médicos, enfatiza Lozano, têm uma responsabilidade na forma como tratam e como falam sobre as doenças.

Mas, segundo a experiência dela, "quase não recebemos nenhuma informação sobre as condições de saúde dessas mulheres. Como não sabemos muito sobre elas, as descartamos, as minimizamos. Dizemos: 'Ah, ela só está reclamando demais!'"

E se isso lhe parece familiar, deixe-me dar uma ideia de como é viver com a TPM.

Primeiro, lembre-se de que ela se manifesta desde a adolescência, o que já é problemático, e que é uma condição crônica que frequentemente acompanha as mulheres até a menopausa; nessa fase, elas podem desenvolver algumas de suas complicações mais graves.

Para entender como suas consequências se entrelaçam, vamos nos concentrar em um dos vários ciclos viciosos que ela pode desencadear, começando por algo que muitas de nós entendemos porque frequentemente nos preocupa: o ganho de peso.

A TPM está associada a um maior risco de obesidade, o que, por sua vez, pode aumentar o risco de fadiga crônica e outros distúrbios, como a apneia do sono.

Além disso, alguns estudos sugerem que pessoas com essa condição queimam menos calorias do que outras, tornando mais fácil ganhar peso e mais difícil perdê-lo.

E há evidências de que mulheres com SOMP têm maior prevalência de transtornos alimentares, especialmente transtorno da compulsão alimentar e bulimia nervosa —uma meta-análise publicada no International Journal of Eating Disorders constatou que elas têm aproximadamente três vezes mais chances de desenvolvê-los.

A obesidade, que pode se desenvolver em idade jovem, também pode afetar outras áreas da saúde mental, e mulheres com essa condição têm maior risco de depressão e ansiedade.

Exaustão constante, dificuldade para dormir, dificuldade para sentir prazer com a comida, tristeza, angústia... e essa é apenas uma das muitas facetas dessa síndrome complexa.

Por que essa mudança é importante?

Por mais de uma década, uma colaboração internacional de especialistas clínicos, sociedades científicas e organizações de pacientes lutou para mudar o nome da síndrome.

Foi um esforço global sem precedentes, observou sua líder: a endocrinologista Helena Teede, diretora do Centro Monash de Pesquisa e Implementação em Saúde, em Melbourne, Austrália.

Mas foram os pacientes, ressaltou Teede, que pressionaram pela mudança de nome, já que este não refletia o impacto multissistêmico sofrido por pessoas com essa condição.

"O nome tinha que mudar porque era impreciso", disse a endocrinologista à BBC.

"Mas isso também implica uma reclassificação dessa condição, para que possamos nos libertar da paralisia em que vivemos por décadas, onde quase nenhum dinheiro é investido em pesquisas sobre uma condição que afeta tantas mulheres: nunca houve pesquisas adequadas sobre as características mais amplas dessa condição."

"Portanto, não se trata apenas do nome", diz. "Trata-se de avançar para um cenário em que possamos garantir mais financiamento para pesquisas, desenvolver mais tratamentos, obter mais evidências, ter melhor educação e um atendimento mais abrangente".

Por sua vez, Kate Morris, da organização britânica de apoio a pacientes Verity SOMP, expressou sua esperança de que essa mudança leve a um maior encaminhamento de mulheres a especialistas que reconheçam a natureza da síndrome.

"Isso dará às pacientes a oportunidade de dizer: 'Como o nome sugere, o que eu tenho é metabólico e endócrino'", afirmou.

Lozano também espera que a mudança de nome traga uma mudança de foco, levando a mais pesquisas voltadas para a melhoria da qualidade de vida das mulheres que vivem com a síndrome.

"Se eu pudesse dizer as três coisas que gostaria de ver acontecer, seriam estas", observou:

  • "Maior conscientização pública, tanto entre a população em geral quanto entre os médicos, sobre a importância da doença e seu diagnóstico.
  • Maior conscientização entre os formuladores de políticas, para que criem políticas públicas que melhorem o diagnóstico e o tratamento.
  • Que haja um tratamento abrangente."

Em relação ao seu terceiro desejo, Lozano relatou que uma das perguntas que fez às mulheres mexicanas diagnosticadas com SOMP em suas entrevistas foi: "Se você pudesse voltar no tempo para quando era adolescente e apresentava esses sintomas, o que gostaria de ter tido?"

"Quase todas disseram: 'Eu gostaria de ter tido um tratamento abrangente que também incluísse apoio emocional da equipe médica', porque elas se perguntavam: 'Por que sou diferente? Por que minha irmã não é, mas eu sou? Por que ninguém presta atenção em mim?'"

"Em última análise, é uma doença crônica com a qual elas conviverão por toda a vida, e está associada a muitos estigmas, então também precisamos dar a elas ferramentas para lidar com a situação", concluiu Lozano.

Fonte _ Folha/SP