domingo, 9 de agosto de 2026

Expoacre 2026

 





4ª Noite – Dia 09/08 (Domingo) Festa da Padroeira 2026

 


Maria, Mãe das Famílias

Dedicado as Famílias Procissão das Crianças, Idosos e Atípicos

Concentração: 17hs

Horário: 17hs30min

Terço: 18hs

Novena: 18hs30min

Missa: 19hs

Município Homenageado: Feijó Diocese de Cruzeiro do Sul - Acre

 Verdes Florestas 95.7 FM

sábado, 8 de agosto de 2026

Ministério da Saúde reforça vacinação de crianças e adolescentes contra sarampo, pneumonias e outras doenças

 


Ministério da Saúde inicia a Campanha de Multivacinação 2026 para atualizar a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos e elevar as coberturas vacinais em todo o país. A mobilização segue até 1º de setembro, com Dia D nacional em 22 de agosto, e oferece 20 imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação. A ação reforça a proteção contra doenças graves, como sarampo, pneumonias e meningites, e amplia a proteção coletiva por meio da vacinação.  

“Estamos recuperando a cobertura vacinal, mas sempre temos que manter isso atualizado. Também estamos chamando a atenção para o reforço da vacina do sarampo. Outros países do mundo pararam de vacinar, tiveram explosão de casos de sarampo. Os Estados Unidos estão vivendo o maior surto de sarampo nos últimos 35 anos da história deles. E esses casos vêm para o Brasil, de forma importada”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que acompanhou, nesta sexta-feira (7), a distribuição de doses de vacinas no Almoxarifado Central de Guarulhos.

Para viabilizar a ação, 1,5 milhão de doses de vacinas foram distribuídas aos estados. Ao longo de 2026, o Ministério da Saúde já destinou mais de 177 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal, garantindo o abastecimento da rede e o apoio às estratégias de vacinação. 

vacinação é a principal forma de prevenção contra doenças imunopreveníveis. Manter altas coberturas é fundamental para proteger crianças e adolescentes, reduzir a circulação de vírus e bactérias e evitar o retorno ou a disseminação de doenças que podem causar complicações graves, sequelas e até mortes. 

Entre as doenças que podem ser evitadas pela vacinação estão formas graves de tuberculose, hepatites A e B, difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, infecções por rotavírus, pneumonias e meningites causadas por pneumococos e meningococos, influenza (gripe), covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela (catapora), infecções pelo papilomavírus humano (HPV) e dengue. 

Esta é a primeira edição da multivacinação com a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20), incorporada neste ano ao Calendário Nacional de Vacinação. O imunizante amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e é indicado para crianças menores de 5 anos, conforme o esquema vacinal. 

A mobilização também contempla atualizações recentes do calendário, como a oferta da vacina contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos e a vacinação contra a covid-19 para crianças, conforme as indicações específicas de cada imunizante. 

A vacinação será seletiva. Os profissionais de saúde vão conferir a caderneta e aplicar somente as doses necessárias para iniciar ou completar o esquema previsto. Pais e responsáveis devem levar o documento aos serviços de vacinação. 

Vacinas disponíveis 

Durante a estratégia, poderão ser ofertadas, conforme idade, histórico vacinal e indicação: 

  • BCG; 
  • Hepatite B; 
  • Penta (DTP/Hib/HB); 
  • Poliomielite (VIP); 
  • Rotavírus humano; 
  • Pneumocócica conjugada 10-valente e 20-valente; 
  • Meningocócica C; 
  • Influenza; 
  • Covid-19; 
  • Febre amarela; 
  • Meningocócica ACWY; 
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola); 
  • Varicela; 
  • DTP; 
  • Hepatite A; 
  • dT; 
  • HPV4; 
  • Dengue tetravalente.  

Vacinação contra o sarampo 

Como parte da mobilização, o Ministério da Saúde intensificará a vacinação contra o sarampo nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Nesses três municípios, a orientação é ampliar a oferta da vacina para todas as pessoas de 6 meses a 59 anos, de forma indiscriminada, durante a estratégia. 

“Nós estamos chamando pessoas até 59 anos para se vacinar contra o sarampo, para a gente ter garantia do bloqueio, não deixar acontecer no Brasil o que está acontecendo nos Estados Unidos hoje, e nem o que aconteceu em São Paulo em 2019, que chegou a 20 mil casos de sarampo. A campanha vai até o dia 1º de setembro. O Ministério da Saúde distribuiu quase 180 milhões de doses de vacinas para crianças e adolescentes em todo o país”, informou o ministro. 

A medida foi adotada após o registro de casos de sarampo relacionados à importação do vírus e busca elevar a cobertura vacinal, ampliar a proteção da população e reduzir o risco de transmissão. 

A vacina utilizada é a tríplice viral, que protege contra sarampocaxumba rubéola. Para crianças de 6 a 11 meses, a chamada dose zero é uma dose adicional e não substitui as doses de rotina, que devem ser aplicadas aos 12 e aos 15 meses. A necessidade de vacinação das demais faixas etárias será verificada pelos profissionais de saúde de acordo com a idade e o histórico vacinal. 

A atualização da caderneta durante a campanha também permite identificar e corrigir eventuais atrasos na vacinação contra outras doenças previstas no Calendário Nacional. 

Abastecimento 

Para a Campanha de Multivacinação, o Ministério da Saúde distribuiu 1,5 milhões de doses aos estados. Em 2026, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 177 milhões de doses de vacinas aos estados e ao Distrito Federal para garantir o abastecimento da rede e apoiar as estratégias de vacinação. 

Na estratégia de intensificação contra o sarampo, mais de 7,2 milhões de doses da vacina tríplice viral já foram distribuídas em 2026 aos estados e municípios. Desse total, cerca de 2,9 milhões já foram aplicadas no país. 

Em São Paulo, 3,2 milhões de doses da vacina tríplice viral foram destinadas ao reforço do abastecimento, garantindo a continuidade da vacinação contra o sarampo.  

Até o momento, foram aplicadas mais de 94,8 milhões de doses das vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação. Em 2025, foram administradas 170,8 milhões de doses em todo o país. 

Durante a Campanha de Multivacinação de 2025, foram aplicadas mais de 7,5 milhões de doses em todo o país, sendo cerca de 1 milhão durante o Dia D. 

Novo reforço contra a poliomielite 

Desde 3 de agosto de 2026, o esquema de vacinação contra a poliomielite passou a incluir o segundo reforço da vacina poliomielite (VIP) aos 4 anos de idade. 

A mudança complementa o esquema exclusivamente com VIP adotado pelo Brasil desde 2024 e reforça a proteção contra a poliomielite, doença que ainda não foi erradicada mundialmente. 

O Brasil não registra casos de poliomielite há décadas e mantém a vacinação como principal medida para evitar a reintrodução do poliovírus. Por isso, é fundamental que as crianças recebam todas as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação. 

Melhora na vacinação infantil 

Dados divulgados em 14 de julho pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) apontam melhora na vacinação infantil no Brasil. O número de crianças que não receberam a primeira dose da vacina Penta (DTP/Hib/HepB) caiu de 360 mil, em 2023, para 50 mil, em 2025, redução de cerca de 90%. 

De acordo com as Estimativas OMS-Unicef de Cobertura Vacinal Nacional (WUENIC), o número de crianças zero-dose no Brasil caiu de 360 mil, em 2023, para 255 mil em 2024 e 50 mil em 2025. O resultado representa redução de aproximadamente 86% em relação ao ano anterior e de quase 90% na comparação com 2023. 

Segundo as estimativas, o Brasil vem melhorando a cobertura vacinal e reduzindo o número de crianças zero-dose. O resultado reforça a importância da manutenção de altas coberturas e da busca ativa para garantir que crianças e adolescentes estejam protegidos com todas as vacinas previstas no Calendário Nacional.

Fonte _ Saúde.gov

Medicamento inovador ofertado no SUS reduz em até 85% as internações de pessoas com fibrose cística

 


uso do medicamento Trikafta no tratamento da fibrose cística reduziu em até 84,8% as internações de pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS). Os primeiros resultados do cuidado com a terapia de alto custo, ofertada gratuitamente na rede pública há quase dois anos, foram apresentados nesta quinta-feira (6), durante evento realizado na Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), em Brasília, com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Atualmente, mais de 2,4 mil pacientes são beneficiados com a terapia no sistema público. Na rede privada, uma caixa do Trikafta custa, em média, R$ 194,5 mil.  Já o tratamento pode chegar R$ 2,5 milhões por paciente por ano.

“Estamos falando de salvar vidas e aliviar o bolso das famílias. Esses debates e estudos representam mais um passo para atrair a indústria a firmar novas parcerias com o SUS e ampliar a produção nacional de medicamentos. Com isso, garantimos um acesso mais sustentável aos tratamentos, reduzindo a necessidade de transplantes, internações e até do uso de antibióticos”, disse Padilha.

O Relatório Nacional de Monitoramento, realizado pelo Grupo Brasileiro de Estudos de Fibrose Cística, evidencia que o medicamento também diminuiu em até 91,6% a necessidade de oxigenioterapia domiciliar das pessoas com a doença. Também foi observado uma redução de até 90% dos transplantes pulmonares após a oferta do medicamento, redução dos ciclos de inflamação e infecção, diminuição de 66,7% no uso de antibióticos sistêmicos, aumento médio de 10 a 14 pontos na função pulmonar e benefícios consistentes no estado nutricional.

O estudo de vida real ocorreu ao longo de um ano e avaliou 647 pessoas, entre crianças, adolescentes e adultos, em tratamento com a terapia tripla moduladora elexacaftor, tezacaftor e ivacaftor (Trikafta). O acompanhamento foi realizado em 39 Centros de Referência no Brasil. Um dos biomarcadores mais sensíveis da fibrose cística é o cloreto no suor, que apresentou redução após a utilização do Trikafta, proporcionando maior qualidade de vida, domínio físico e respiratório aos pacientes.

A fibrose cística é uma doença genética hereditária rara que faz o corpo produzir um muco muito grosso e pegajoso, que entope os pulmões e o aparelho digestivo, causando tosses constantes, infecções respiratórias e dificuldade para digerir os alimentos e ganhar peso. No SUS, o cuidado é realizado na atenção especializada, com 128 centros de referência habilitados em todo o país, iniciando com o diagnóstico por meio da triagem neonatal, realizada por meio do teste do pezinho, seguido de tratamento de qualidade e multiprofissional à população nos serviços de referência.

Oferta do Trikafta no SUS

O medicamento pode ser retirado pelo paciente nas farmácias de alto custo de todo o país, com a apresentação da receita médica devidamente emitida e carimbada pelo especialista. O medicamento é administrado em casa, por via oral, seguindo as diretrizes de tratamento de acordo com o quadro clínico de cada pessoa.

Até o momento, o Ministério da Saúde já entregou mais de 6 milhões de unidades do medicamento aos estados, que são responsáveis pela distribuição aos municípios. Ao todo, foram investidos R$ 2,8 bilhões em recursos federais.

Em 2023, o tratamento foi incorporado ao SUS para pacientes a partir de seis anos que apresentem, pelo menos, uma mutação F508del no gene CFTR, localizado no cromossomo 7, que produz uma proteína que controla a passagem de sal e água pelas células. Mutações ou erros neste gene impedem o fluxo correto de líquidos, tornando as secreções do organismo mais espessas, dificultando a sua eliminação e desencadeando sintomas como pneumonias, tosse crônica, dificuldade para ganhar peso e estatura e diarreia.

Fonte _ Saúde.gov

Anvisa e Dinavisa, do Paraguai, devem assinar acordo para troca de informações sanitárias

 


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a Dinavisa, autoridade sanitária do Paraguai, devem assinar nos próximos dias um memorando de entendimento para ampliar a troca de informações sanitárias entre os dois países, segundo afirmou o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, em entrevista à Folha na quarta-feira (5).

Apesar da aproximação entre as autoridades, a Anvisa afirma que o novo documento não cria uma autorização especial para produtos fabricados no Paraguai entrarem no mercado brasileiro, como as canetas emagrecedoras paraguaias.

"Temos um trabalho de muita proximidade com a autoridade paraguaia. O que estamos fazendo agora é um avanço nessa aproximação. O novo memorando de entendimento deve ser assinado nos próximos dias. Não estamos falando em meses, mas em dias. Queremos melhorar o perfil de segurança dos produtos distribuídos no mercado brasileiro", disse Safatle.

O novo instrumento ocorre em meio ao aumento da circulação de medicamentos produzidos ou comercializados no Paraguai que chegam ao Brasil sem autorização da Anvisa, entre eles canetas paraguaias vendidas como versões de tirzepatida —princípio ativo do Mounjaro, fabricado pela farmacêutica Eli Lilly, detentora da patente e, portanto, a única autorizada a produzir e comercializar o remédio no Brasil.

A agência afirma, porém, que a cooperação não será direcionada a um produto específico, mas abrangerá todos os medicamentos regulados pelas duas instituições.

"Não temos discriminação de nenhum local, Paraguai ou qualquer outro país. Onde tiver um pedido apresentado aqui, nós avaliamos. E, se o produto for seguro, tiver qualidade e for eficaz, esse produto vai ser registrado no Brasil", afirmou Safatle.

Qualquer empresa do Paraguai que deseje colocar medicamentos no mercado brasileiro precisa apresentar pedido de registro para a Anvisa e cumprir as exigências técnicas. Mas, segundo Safatle, não houve, até o momento, nenhum pedido apresentado por laboratórios paraguaios interessados no registro de seus medicamentos no Brasil.

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 Um memorando formaliza um compromisso entre as instituições. Mostra que as partes concordam em cooperar e define áreas de atuação, objetivos e formas de trabalho conjunto. Mas ele não dá à Anvisa poder para fiscalizar diretamente empresas no Paraguai, impedir fabricação de produtos naquele país ou determinar ações fora da jurisdição brasileira.

A relação entre Anvisa e Dinavisa vem de um histórico de cooperação. O primeiro memorando de entendimento entre as duas instituições foi assinado em março de 2024, com o objetivo de estabelecer uma parceria técnica permanente entre os órgãos.

Naquele momento, o foco era mais amplo: fortalecer a capacidade regulatória das duas autoridades, promover troca de experiências e aproximar procedimentos relacionados à vigilância sanitária.

Em 2025, representantes das duas agências realizaram novas reuniões para discutir temas como boas práticas de fabricação de medicamentos, treinamento de inspetores, monitoramento de alimentos e participação em fóruns internacionais de regulação.

Em março deste ano, ambas as agências sanitárias assinaram uma nova declaração de intenção, com o objetivo de promover uma fiscalização coordenada de medicamentos irregulares e falsificados em regiões de fronteira.

Fonte _ Folha/SP

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Jornais - Informações na Madrugada

 









Pix já funciona em 8 países

 


Turistas brasileiros já podem utilizar o Pix para pagar compras presenciais em estabelecimentos de oito países: Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Estados Unidos, Portugal, Espanha e França.

Apesar da praticidade, o Banco Central destaca que não existe um "Pix internacional" oficial. Na prática, as transações são intermediadas por instituições autorizadas a operar câmbio, responsáveis por converter o valor da compra em tempo real antes que o pagamento seja concluído.

Como funciona o Pix no exterior?

O processo é bastante semelhante ao utilizado em estabelecimentos brasileiros. No momento da compra, o comerciante gera um QR Code na maquininha de pagamento. Em seguida, o consumidor utiliza o aplicativo do banco ou da instituição financeira brasileira para fazer a leitura do código.

Antes da confirmação, o sistema informa ao cliente quanto a compra custará em reais, já considerando a conversão da moeda e as taxas aplicáveis à operação. Após a autenticação por senha ou biometria, a empresa responsável pela conversão realiza a liquidação do pagamento e transfere o valor ao estabelecimento na moeda local.

Todo o procedimento acontece em poucos segundos, dispensando a necessidade de cartões físicos ou dinheiro em espécie.

Além da conveniência, o pagamento via Pix pode reduzir os custos das compras internacionais. Segundo informações do site BP Money, as operações realizadas com cartão de crédito no exterior, incide atualmente uma alíquota de 5,38% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), além da conversão baseada na cotação do dólar turismo ou da moeda utilizada pela instituição financeira.

Já as operações realizadas por meio das plataformas que utilizam o Pix costumam trabalhar com o câmbio comercial e uma estrutura de liquidação diferente, o que pode resultar em um custo final menor para o consumidor, dependendo da empresa responsável pela operação.

Outro benefício é evitar a necessidade de comprar moeda estrangeira antes da viagem ou procurar casas de câmbio durante o passeio.

A disponibilidade do serviço nos países, porém, depende de acordos firmados entre bancos, fintechs e empresas especializadas em meios de pagamento. No Chile, por exemplo, a PagBrasil oferece a solução em parceria com a VirtualPOS. Já na Argentina, o Banco do Brasil atua em conjunto com o Banco Patagonia para ampliar a aceitação da modalidade.

No Uruguai, a Getnet disponibiliza a tecnologia, enquanto nos Estados Unidos a integração é realizada pela Verifone. Além dessas empresas, instituições financeiras e plataformas de câmbio também participam da conversão e liquidação das transações.

Pix no exterior cresce entre os brasileiros

Embora o Banco Central ainda não divulgue dados específicos sobre o volume de pagamentos presenciais realizados via Pix fora do país, empresas do setor afirmam que a procura vem aumentando de forma consistente.

Segundo a PagBrasil, o número de transações internacionais realizadas com a tecnologia cresce, em média, 22,5% ao mês. O avanço acompanha a popularização do Pix entre os brasileiros e o interesse de empresas estrangeiras em adaptar seus sistemas para atender esse público.

Fonte _ Terra

Expoacre 2026 - 6ª noite de exposição

 





Festa da Padroeira - Novenário em honra de Nossa Senhora da Glória

 



Festa da Transfiguração do Senhor

Novenário em honra de Nossa Senhora da Glória

Artistas (músicos, cantores, pintores, artesãos), aos Jornalistas, Meios de Comunicação e Bancários.

Terço: 18hs

Novena: 18hs30min

Missa: 19hs

Município Homenageado: Rodrigues Alves/Acre

 Verdes Florestas 95.7 FM

Revolução Acreana, história escrita com coragem



O Acre celebra nesta quinta-feira (6) os 124 anos do início da Revolução Acreana, conflito que mudou os rumos da história da região e abriu caminho para a incorporação do território ao Brasil.

A data faz referência ao ataque comandado por Plácido de Castro contra a Intendência Boliviana, em Xapuri, considerado o marco da fase decisiva da guerra que terminou com a assinatura do Tratado de Petrópolis.

Embora o confronto tenha começado oficialmente em 6 de agosto de 1902, a disputa pelo território vinha se desenhando havia décadas. Até o fim do século XIX, a área pertencia à Bolívia, mas passou a ser ocupada por milhares de migrantes nordestinos que fugiam da seca e encontraram na extração do látex uma oportunidade de trabalho durante o auge do ciclo da borracha.

A intensa presença de brasileiros em uma área oficialmente boliviana aumentou as tensões entre os dois países. Em 1899, ocorreu a primeira grande insurreição, liderada pelo jornalista e diplomata espanhol Luís Gálvez Rodríguez de Arias, que proclamou a República Independente do Acre.

O governo, porém, durou pouco mais de três meses, já que o Exército Brasileiro interveio para cumprir o Tratado de Ayacucho, firmado em 1867, que reconhecia a soberania boliviana sobre a região.

Nos anos seguintes, outras tentativas de resistência foram organizadas até que, em 1902, os seringalistas decidiram convocar o ex-militar gaúcho Plácido de Castro para liderar uma nova ofensiva.

O objetivo era impedir o fortalecimento da administração boliviana e barrar a instalação do Bolivian Syndicate, empresa anglo-americana que havia recebido do governo da Bolívia o direito de explorar economicamente a região.

'Não é guerra, é revolução!'

Na madrugada de 6 de agosto de 1902, Plácido de Castro e um pequeno grupo de revolucionários invadiram a Intendência Boliviana em Xapuri, prenderam militares e deram início à quarta e última fase da Guerra do Acre.

A escolha da data não foi por acaso. Segundo historiadores, o ataque estava inicialmente previsto para julho, mas precisou ser adiado devido ao atraso na chegada das armas. A nova data coincidiu com as comemorações da Independência da Bolívia, estratégia que ajudou a surpreender as tropas bolivianas durante a ofensiva.

Os combates se estenderam por cerca de seis meses e terminaram, militarmente, em janeiro de 1903, após a vitória das forças acreanas. A incorporação definitiva do território ao Brasil, no entanto, só foi oficializada meses depois, em 17 de novembro de 1903, com a assinatura do Tratado de Petrópolis.

O acordo foi negociado pelo Barão do Rio Branco e garantiu ao Brasil a posse do Acre mediante compensações financeiras e territoriais à Bolívia. Até hoje, não há consenso sobre o número de mortos no conflito, mas estimativas apontam que ao menos 500 pessoas perderam a vida durante a guerra.


Legado e debates

Passados 124 anos, a Revolução Acreana continua sendo um dos principais marcos da identidade do estado. A data é celebrada anualmente com programação no bairro Seis de Agosto, em Rio Branco, um dos mais antigos da capital e que recebeu esse nome justamente em homenagem ao início do conflito.

Em 2025, a festa passou a ser reconhecida como patrimônio cultural imaterial do município, garantindo proteção às manifestações culturais, desfiles cívicos, jogos tradicionais e demais expressões que preservam a memória da revolução e da formação da comunidade local.

Além das comemorações, a história da Revolução Acreana segue despertando debates entre pesquisadores.

Novos estudos propõem revisões da narrativa tradicional e questionam, por exemplo, o uso da própria expressão "Revolução Acreana", defendendo que o processo de nacionalização do território foi mais complexo do que a versão heroica difundida ao longo do século XX.

Ainda assim, o movimento liderado por Plácido de Castro permanece como um dos episódios mais emblemáticos da história do Acre e um símbolo da formação do estado brasileiro.

Fonte _ G1

InfoGripe: número de casos de SRAG mantém tendência de queda em grande parte do país

 


Divulgada nesta quinta-feira (6/8), a nova edição do Boletim InfoGripe da Fiocruz aponta que no cenário nacional o número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) continua apresentando sinal de queda. No entanto, apesar de a maioria das unidades da Federação sinalizarem tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG, a análise destaca que 14 delas ainda estão com incidência em nível de alerta, risco ou alto risco nas duas últimas semanas: Acre, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e Sergipe. A atualização é referente à Semana Epidemiológica 30, período de 26 de julho a 1º de agosto.

Os pesquisadores do Boletim InfoGripe orientam que, apesar da queda do número de casos, é importante que as pessoas que moram nas unidades da Federação com alta de SRAG continuem tomando alguns cuidados para evitar contrair o vírus. Segundo os especialistas, é fundamental usar máscaras em postos de saúde, lavar sempre as mãos e evitar ter contato com pessoas com sintomas de gripe ou resfriado. Quem apresenta sintomas deve ficar em isolamento dentro de casa, para evitar transmitir o vírus para outras pessoas. Se não for possível fazer o isolamento, o recomendado é sair de casa usando uma boa máscara. E o mais importante, é fundamental manter as vacinas em dia.


Estados e capitais

Os casos graves por influenza B continuam aumentando em alguns estados do Centro-Sul, mas mostram sinais de desaceleração do crescimento no Rio de Janeiro e Santa Catarina e manutenção da queda no Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. Quanto à Covid-19, há um leve sinal de aumento dos casos graves no Maranhão e Amazonas. Mas os casos semanais ainda estão em patamar baixo.

Há um sinal de desaceleração do crescimento dos casos de SRAG por VSR no Mato Grosso do Sul e um início ou manutenção da queda no restante do país. Contudo, mesmo com tendência de queda, os casos de SRAG por VSR continuam altos em Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo, Santa Catarina, Sergipe e Rio Grande do Sul.

O período da sazonalidade da influenza A já se encerrou em boa parte do país, contudo, mesmo com sinal de queda, os casos graves pelo vírus continuam altos em Minas Gerais, e Roraima Os casos graves por influenza B continuam aumentando em alguns estados do Centro-Sul (ES, MG, RS), mas mostram sinais de desaceleração do crescimento no Rio de Janeiro e Santa Catarina, e queda no Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo.

Duas das 27 capitais brasileiras, Belém (PA) e Porto Velho (RO), estão com nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco (últimas duas semanas) com sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana 30. Além disso, 15 capitais também apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Luís (MA).

Dados epidemiológicos

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a proporção entre os casos positivos foi de 7,3% de influenza A, 9,3% de influenza B, 54,1% de vírus sincicial respiratório, 26,1% de rinovírus e 1,8% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos e no mesmo recorte temporal foi de 23,8% de influenza A, 16,9% de influenza B, 30,3% de vírus sincicial respiratório, 25,2% de rinovírus e 4,5% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

Em nível nacional, o cenário atual sugere sinal de queda nas tendências de longo prazo (últimas 6 semanas) e de curto prazo (últimas 3 semanas). Referente ao ano epidemiológico 2026, já foram notificados 130.054 casos de SRAG, sendo 69.895 (53,7%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 44.877 (34,5%) negativos, e ao menos 7.626 (5,9%) aguardando resultado laboratorial. Dentre os casos positivos do ano corrente, observou-se 18,9% de influenza A, 5,1% de influenza B, 42,1% de vírus sincicial respiratório, 30% de rinovírus e 4,1% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

Incidência

Os dados laboratoriais por faixa etária indicam que a redução dos casos de SRAG entre crianças de até 4 anos é impulsionada principalmente pela diminuição das hospitalizações por VSR no país. Na população de 15 a 49 anos, a redução dos casos de SRAG é explicada principalmente pela diminuição das hospitalizações por influenza A e B, enquanto entre os idosos ela decorre sobretudo da redução das hospitalizações por influenza A. Já entre crianças de 5 a 14 anos, a queda dos casos de SRAG é impulsionada principalmente pela diminuição dos casos graves por rinovírus.

Em relação aos casos de SRAG por influenza A, a incidência tem apresentado maior impacto nas crianças menores de 2 anos, enquanto a mortalidade tem maior impacto na população a partir de 65 anos de idade. Já a influenza B também apresenta maior incidência entre crianças menores de 2 anos, enquanto a mortalidade é mais elevada tanto nessa faixa etária quanto entre os idosos. A incidência de SRAG por Covid-19 continua baixa em todas as faixas etárias.

A incidência de SRAG é mais elevada nas crianças pequenas e está associada principalmente ao VSR. A mortalidade é maior entre os idosos, tendo como principal causa o vírus da influenza A. O rinovírus também se destaca como a segunda principal causa de óbitos entre crianças menores de 2 anos e idosos.

Período eleitoral

Durante o período eleitoral (de 4 de julho até 25 de outubro), os conteúdos digitais publicados e disponibilizados pela Agência Fiocruz de Notícias (AFN) acompanham as orientações da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O documento esclarece que é permitida a divulgação de "conteúdo meramente informativo ou de serviço ao cidadão".

Fonte _ FioCruz

Campanha Municipal de Multivacinação 2026

 


A Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu início, na última segunda-feira (03), à Campanha Nacional de Multivacinação, que segue até o dia 1º de setembro.

A mobilização tem como objetivo atualizar a caderneta de vacinação e ampliar a proteção da população contra doenças imunopreveníveis.

Fonte _ CZS

Campanha Nacional de Multivacinação 2026

 


A Campanha Nacional de Multivacinação começa nesta segunda-feira (3) com o objetivo de atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos em todo o país.

A mobilização segue até 1º de setembro e terá um Dia D nacional em 22 de agosto para ampliar a cobertura vacinal e alcançar quem está com doses em atraso.

A estratégia prevê que profissionais de saúde avaliem a situação vacinal de cada criança e adolescente e apliquem, na mesma visita, todas as vacinas indicadas conforme a idade.

A campanha não tem uma única vacina como foco, mas busca recuperar esquemas incompletos do Calendário Nacional de Vacinação.

➡️Entre os imunizantes que poderão ser oferecidos estão as vacinas contra:

  • Poliomielite
  • Sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral)
  • Difteria, tétano e coqueluche
  • Hepatites A e B
  • Rotavírus
  • Meningites
  • Febre amarela
  • HPV
  • Dengue – nos municípios onde ela integra o calendário
  • Influenza
  • Covid-19

A oferta vai depender da idade da criança ou adolescente e das doses já registradas na caderneta.

Segundo o Ministério da Saúde, a campanha faz parte do esforço para recuperar as coberturas vacinais após a queda observada nos últimos anos.

O documento que orienta a estratégia destaca que, apesar da melhora dos índices desde 2023, ainda há diferenças importantes entre estados e municípios, o que mantém diversas pessoas suscetíveis a doenças preveníveis por vacinação.

Para ampliar o alcance da campanha, estados e municípios poderão adotar ações como vacinação em escolas, unidades móveis, horários estendidos nas salas de vacina e busca ativa de crianças e adolescentes com esquemas incompletos.

Vacinação contra o sarampo ampliada em SP

Além da estratégia nacional, o Ministério da Saúde recomendou que Guarulhos, São Bernardo do Campo e o município de São Paulo ampliem a vacinação contra o sarampo para todas as pessoas entre 6 meses e 59 anos durante a campanha de multivacinação.

A medida foi adotada após a identificação de uma cadeia de transmissão relacionada à importação do vírus nessas localidades.

Em 2026, o Brasil confirmou 17 casos de sarampo, dos quais 14 seguem em acompanhamento no estado de São Paulo: um em Guarulhos, dois em São Bernardo do Campo e 11 na capital.

Segundo o ministério, mais de 7,2 milhões de doses da vacina tríplice viral já foram distribuídas aos estados e municípios neste ano, e cerca de 2,9 milhões de doses foram aplicadas.

A pasta também reforça a recomendação da chamada "dose zero" para crianças de 6 a 11 meses em locais com circulação do vírus.

O Ministério da Saúde ressalta que manter a caderneta de vacinação atualizada é a principal forma de prevenir o sarampo e evitar a reintrodução da doença no país.

Fonte _ G1