domingo, 19 de julho de 2026

Tomorrowland 2026 LIVE

 


Acompanhe a transmissão ao vivo do Tomorrowland Belgium 2026 e todas essas apresentações incríveis em https://Tomorrowland.com e no aplicativo móvel do Tomorrowland. Em parceria com Anker, KuCoin e Coca-Cola.

Programação do Palco Principal:

Domingo, 19 de julho

14h30 Hannah Laing

15h30 Karakals

16h30 Malugi

17h35 Kevin de Vries

18h55 B Jones

19h40 SURPRISE

20h40 John Summit

21h45 Alesso

22h50 Calvin Harris

Programação do Palco Freedom:

16h00 Arielle Free

17h30 Jack Shore

18h30 Pegassi

20h00 Chase & Status (DJ set)

21h00 Alok: Rave The World

22b00 I Hate Models

Durante os dois fins de semana do festival, a One World Radio transmitirá ao vivo do coração do Tomorrowland, aproximando o "People of Tomorrow" da ação, onde quer que estejam no mundo.

Os apresentadores AdamK, Ben Malone, Camille Pollie, Carly Wilford e Justin Wilkes conduzirão os ouvintes por todos os dias do festival com atualizações ao vivo, momentos especiais e entrevistas exclusivas com artistas, diretamente do local do evento.

Sintonize todos os dias do festival, das 12h às 01h (horário CEST), para 13 horas de programação ao vivo, com sets de alguns dos palcos mais queridos do Tomorrowland:

- MainStage

- Freedom

- CORE

- Atmosphere

- Crystal Garden

- Planaxis

- The Great Library

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Viva hoje, ame amanhã, una-se para sempre.

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 Tomorrowland

sábado, 18 de julho de 2026

Acesso às vacinas é o maior desafio para melhorar as coberturas no país, diz Unicef

 


O Brasil reduziu de forma significativa o número de crianças zero-dose, que não tomaram a primeira dose da vacina com componente DTP. No Brasil, ela é representada pela pentavalente, que protege contra difteria, tétano, coqueluchehepatite B e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b (Hib), bactéria causadora de meningite e pneumonia.

Segundo o relatório das estimativas OMS (Organização Mundial da Saúde) – Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) de Cobertura Vacinal Nacional (WUENIC), divulgado na terça-feira (14), a queda foi de 360 mil crianças em 2023 para 255 mil em 2024 e 50 mil em 2025. O resultado representa diminuição de 86,1% na comparação 2023/2025.

A melhora dos dados se deve ao aumento da cobertura vacinal e aos aprimoramentos no sistema público de registro e divulgação sobre vacinação do Brasil.

A DTP é o principal parâmetro do levantamento porque mede a capacidade do sistema de saúde de fornecer o esquema completo de imunização.

Além disso, o abandono do esquema vacinal merece atenção, avalia Luciana Phebo, chefe de Saúde do Unicef no Brasil. Sem a continuidade da vacinação a partir da primeira dose, as crianças não estão protegidas. Para a especialista, o acesso às vacinas é o maior desafio para melhorar as coberturas no país.

O estudo consolidou dados anuais de imunização (2000 a 2025). Para isso, cruzou os registros oficiais reportados pelos 195 países Estados-Membros da OMS e do Unicef, informações de literatura científica e estimativas populacionais da ONU. Foram avaliadas as coberturas das principais vacinas infantis (abaixo).

Conforme o levantamento, em 2025, 90% dos bebês no mundo receberam pelo menos uma dose da vacina DTP. Em relação aos três anos anteriores, a cobertura subiu apenas um ponto percentual. No mesmo período, os dados mostram que 85% completaram o esquema com três doses —média mantida desde 2022.




No Brasil, a cobertura de 1ª dose da DTP em 2025 foi de 98% —a maior desde 2015. Já a proteção total com três doses chegou a 86%. As estimativas apontam uma queda de quatro pontos percentuais em relação a 2024, quando chegou a 90%.

No mundo, as coberturas das duas doses da vacina com o componente contra o sarampo estão bem abaixo da meta de imunização de 95%, o que abre precedente para novos surtos. Desde 2000, os indicadores não ultrapassaram 86%.

No cenário brasileiro, de 2024 para 2025, observa-se a queda de seis pontos (96% para 90%) na primeira dose e de cinco pontos (81% para 76%) na segunda. A OMS e o Unicef adotam o termo genérico vacina com o componente contra o sarampo para ser mantida a padronização global.



Abandonar o esquema de vacinação antes de completar as doses preconizadas é uma tendência global, argumenta Luciana Phebo. Ao menos no Brasil, vários fatores dificultam o acesso à vacinação. Um deles é a dinâmica familiar: à medida que as crianças crescem e o tempo passa, a atenção muitas vezes se fragmenta entre os outros filhos.

O acesso à informação também é um obstáculo. O esquema vacinal brasileiro é um dos mais completos do mundo, composto por inúmeros imunobiológicos aplicados em diferentes idades. Essa complexidade exige atenção redobrada de pais e profissionais de saúde. A Caderneta da Criança torna-se um instrumento indispensável de orientação.

Além disso, a rotina pesa contra a adesão. Com o fim da licença-maternidade e o retorno da mãe ao trabalho, o tempo para ir ao posto fica escasso. Diante disso, a oferta de unidades com horários estendidos —no período noturno ou aos finais de semana— torna-se um diferencial decisivo.

Diante disso, o Ministério da Saúde e o Unicef incentivam a vacinação nas escolas.

"Se o acesso é um problema, vamos levar a vacina até as crianças nas escolas. A educação infantil é um local também onde se promove a saúde. Se tivessem mais unidades de educação infantil, certamente o PSE, o Programa de Saúde nas Escolas, chegaria a mais crianças", comenta Luciana.

Além disso, as mudanças climáticas e a violência urbana criam barreiras logísticas e sociais para a vacinação. Na Amazônia, por exemplo, secas extremas dificultam o transporte de vacinas, medicamentos e insumos para comunidades isoladas.

Nas grandes cidades, o conflito armado também paralisa serviços. Um estudo do Unicef no Complexo da Maré, no Rio, apontou que nos dias de operação policial a vacinação das crianças é afetada.

"A Estratégia de Saúde da Família e os agentes comunitários são ativos fundamentais do SUS, atuando na busca ativa de não vacinados. No entanto, em um país de dimensões continentais, o acesso à imunização vai muito além da saúde pública. Ele esbarra em múltiplos fatores de vulnerabilidade, como segurança pública, mudanças climáticas, condições trabalhistas e transporte", diz Luciana.

Recomendações feitas pelo estudo

Fortalecer a imunização em contextos frágeis afetados por conflitos;

Combater informações falsas sobre saúde e vacinação;

Aumentar e sustentar o financiamento doméstico e internacional para programas da imunização;

Investir em sistemas mais robustos de dados de vigilância epidemiológica.

Principais vacinas monitoradas

  • DTP1 e DTP3: primeira e terceira doses da vacina contra difteria, tétano e coqueluche (usada como principal indicador de acesso e abandono vacinal)
  • MCV1 e MCV2: primeira e segunda doses da vacina contra o sarampo
  • Pólio: vacina inativada poliomielite primeira dose e dose completa da série primária
  • BCG: vacina contra a tuberculose (focada em países com recomendação universal ao nascer)
  • HepB3 e HepBB: terceira dose da vacina contra hepatite B e a dose aplicada logo ao nascer
  • Hib3: terceira dose contra a bactéria Haemophilus influenzae tipo b (causadora de meningite e pneumonia)
  • Pneumocócica conjugada (segunda ou terceira dose, conforme o cronograma)
  • RotaC: vacina contra o rotavírus
  • Vacina contra a rubéola
  • Febre amarela

Fonte _ Folha/SP

90% dos médicos recém-formados dizem não estar preparados para dar más notícias

 


Um estudo brasileiro publicado nesta sexta-feira (17) na Revista Bioética mostra que 90% dos médicos recém-formados não se sentem capacitados para dar más notícias às famílias dos pacientes e avaliam que o treinamento recebido na graduação foi insuficiente.

O estudo mostrou que cerca de 40% dos médicos nunca receberam treinamento formal sobre o tema. Embora 61,2% tenham tido aulas na graduação, a maioria considera a formação insuficiente.

O autor do estudo, Daniel Alveno, fisioterapeuta do Hospital São Paulo da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), explica que a pesquisa, desenvolvida em sua tese de doutorado, buscou avaliar como médicos recém-formados, antes da especialização, se sentiam logo após a graduação.

"Se é exigida essa habilidade quando ele vai trabalhar e atender esses pacientes com perfil de doença grave, ameaçadora da vida, mas ele nunca recebeu treinamento para isso, a chance de errar nessa comunicação é muito grande", afirma.

A pesquisa ouviu 2.418 médicos que responderam a um questionário enquanto aguardavam a prova de residência médica da Unifesp, em 2016, e foi concluída em 2022.

Para Sandro Schreiber, presidente da Abem (Associação Brasileira de Educação Médica), o resultado da pesquisa não surpreende. "Há muitos anos a gente vem lutando na educação médica brasileira para investir na formação humanística do médico, que inclui essa questão da comunicação de más notícias e da comunicação de um modo em geral", afirma.

Alveno, que atua há mais de 15 anos com cuidados paliativos, diz que o paciente deve ser informado com clareza sobre sua condição, para poder planejar a vida e não viver apenas para o tratamento.

"Eu tenho um câncer, mas que doença é essa? Ela pode me matar em dois meses ou em dez anos? Tenho chances de cura? Se não tem cura, por que estou fazendo quimioterapia, cirurgia e radioterapia? Todas essas explicações precisam ser feitas com cuidado, mas nós percebemos que, na prática, não acontecem em muitos casos", diz.

Se a equipe médica sabe como a doença vai progredir, quais são as complicações e os possíveis desfechos, essas informações são essenciais para que pacientes e familiares decidam, com os médicos, a melhor conduta, defende Alveno.

Segundo ele, a falta de informações interfere até na adesão ao tratamento, porque, sem compreender a importância de cada etapa, o paciente não sabe como ela pode impactar sua recuperação, as chances de cura e a qualidade de vida.

"A comunicação é importante se o paciente vai perder funcionalidade, ficar acamado ou perder a cognição, por exemplo, para que possam planejar a vida também, porque não é só tratar uma doença, é a vida de alguém que está acontecendo enquanto ela está se tratando."

O estudo também aponta para uma falta de conhecimento dos médicos sobre os protocolos de comunicação. Do total de participantes, cerca de 65% afirmaram conhecer o protocolo Spikes, enquanto de 29% a 35% desconheciam a existência de protocolos estruturados para essa tarefa.

O protocolo Spikes, um acrônimo em inglês, é amplamente utilizado para estruturar a comunicação de más notícias. Ele reúne seis etapas:

  • Preparação: escolher um ambiente privado e planejar a conversa.
  • Percepção: entender o que paciente e família já sabem.
  • Convite: identificar quanto desejam saber sobre diagnóstico e prognóstico.
  • Conhecimento: comunicar a notícia com clareza e cuidado.
  • Emoções: acolher as reações com empatia.
  • Estratégia e resumo: revisar o que foi dito e apresentar as opções de tratamento.

Alveno afirma que o protocolo oferece um roteiro para que os profissionais não se percam durante a conversa. "Tudo isso exige preparo, treino, um pensamento antecipado de como essa conversa vai acontecer para que possam realmente ter êxito, que no caso é a família entender tudo o que foi dito, ficar relativamente tranquila e confiar na equipe, apesar da notícia ruim."

Conforme a pesquisa, a etapa de emoções foi apontada como a mais complexa pelos médicos (29,2%), seguida pela etapa de conhecimento (22,86%).

O óbito foi considerado o assunto mais difícil de comunicar (57,8%), e os pais foram apontados como os familiares mais difíceis de receber uma notícia de morte súbita (87,38%).

Embora 95,8% digam acreditar que o paciente tem o direito de saber sobre sua condição, 32,89% dos médicos concordam em compactuar com a família para omitir informações do paciente, prática conhecida como "conspiração do silêncio", para evitar conflitos.

Alveno afirma que a conspiração do silêncio é uma prática antiética. O Código de Ética Médica estabelece que "é vedado ao médico deixar de informar ao paciente o diagnóstico, o prognóstico, os riscos e os objetivos do tratamento, salvo quando a comunicação direta possa lhe provocar danos, devendo, nesse caso, fazer a comunicação a seu representante legal".

O estudo aponta para a necessidade de reformular os currículos médicos para incluir treinamentos estruturados que abordem os aspectos técnicos e emocionais da comunicação de notícias difíceis.

Schreiber, que também é professor da Universidade Federal do Rio Grande e da Universidade Católica de Pelotas, diz que as novas Diretrizes Curriculares Nacionais de Medicina, publicadas em 2025, reforçaram a obrigatoriedade do ensino de habilidades de comunicação.

"A gente conseguiu incluir e reforçar a obrigatoriedade de trabalhar habilidades de comunicação, incluindo de más notícias, nos currículos médicos. Isso é uma luta antiga", afirma.

O professor ressalta, porém, que apenas incluir o tema no currículo não é suficiente. Para ele, é preciso ampliar o uso de situações simuladas e criar entre professores e estudantes a cultura de que comunicar uma má notícia exige técnica e treinamento.

Alveno afirma ainda que a tendência é que as próximas turmas de médicos cheguem mais preparadas, já que os cursos passaram a ser obrigados a incluir cuidados paliativos nos currículos.

Fonte _ Folha/SP

Estados e capitais avançam em restrições à publicidade de bets

 


Prefeitos, vereadores, governadores e deputados estaduais têm reagido à repercussão negativa envolvendo publicidade de apostas online, que ganhou força durante a Copa do Mundoargumentando que as regras criadas pelo governo Lula (PT) são insuficientes.

Ao menos cinco capitais e dois estados apresentaram medidas para restringir a publicidade de bets. Um dos casos de maior repercussão veio da prefeitura do Rio de Janeiro, que na última semana editou um decreto proibindo propagandas do tipo. Na ocasião, o prefeito Eduardo Cavaliere (PSD-RJ) chamou as bets de "praga".

As restrições são contra publicidade em locais públicos e eventos esportivos ou realizados pela administração pública. Em alguns casos, estabelecem até horários de veiculação de anúncios.

O governo federal contesta a competência de estados e municípios para tratar do tema. Um dos argumentos cita o artigo 22 da Constituição, que diz que a atribuição de legislar sobre propaganda é exclusiva da União.

Advogados ouvidos pela Folha dizem que há diferenças nas competências de estados e de municípios. Muitas cidades já têm leis que regulam tipos de publicidade. O prefeito pode publicar um decreto para detalhar um aspecto prático da legislação, impedindo, por exemplo, que determinados anúncios fiquem perto de escolas para proteger menores de idade.

VEJA ABAIXO AS PROPOSTAS DOS ESTADOS E MUNICÍPIOS

REGRAS NO RIO GRANDE DO SUL

REGRAS NA CAPITAL FLUMINENSE

REGRAS EM BELO HORIZONTE

PROPOSTA NA CAPITAL PAULISTA

PROPOSTA EM RECIFE

PROPOSTA NO PARANÁ

PROPOSTA EM FLORIANÓPOLIS

Do lado das bets, a publicidade em espaços públicos responde por uma parcela pequena da operação de marketing, normalmente ancorada em grandes contratos com influenciadores, atletas e clubes de futebol. O temor de representantes do setor é que determinadas leis e decretos abram caminho para uma série de restrições.

Para manter o assunto no governo federal, a ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), uma das entidades que representa o setor, já havia ingressado com uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) no STF (Supremo Tribunal Federal). A entidade argumenta que leis locais criam "repugnante situação de desigualdade" para a atuação das empresas com permissão federal na comparação com outros estados.


Na ação, o governo Lula reafirma os argumentos da ANJL. Para a AGU (Advocacia-Geral da União), a restrição à publicidade dos operadores autorizados contribui para o fortalecimento do mercado clandestino de apostas —sites que não pagam a licença de R$ 30 milhões—, ao reduzir a visibilidade dos operadores licenciados.

Em nota, a AGU diz que seu papel é representar e defender a União "de forma a zelar pelo pacto federativo e devido respeito às normas legais."

No Rio Grande do Sul, uma lei estadual sancionada em abril estabelece normas para propaganda de plataformas de apostas, inclusive com limitações de horário para transmissões em TV e streaming. Para o governo gaúcho, a medida não viola a competência privativa da União.

O governador Eduardo Leite (PSD) diz que pretende aplicar a regulamentação local com rigor dentro das competências do estado para enfrentar as "consequências graves à saúde pública" geradas pela "proliferação desordenada das apostas online".

Segundo o presidente da ANJL, Plinio Lemos Jorge, o caso das prefeituras é diferente da lei gaúcha por tratar de zeladoria. Segundo ele, a entidade analisa se os decretos terão efeito sobre eventos de rua como o Carnaval e o São João —realizados com grandes patrocínios de bets— e estuda quais recursos judiciais são cabíveis. "Se forem nos restringir, precisam limitar também bebidas e tabaco, para manter a isonomia das regras."

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 O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), também pretende criar uma legislação local. Ele prometeu que sancionará um projeto de lei do vereador João Jorge (MDB) que proíbe a publicidade de casas de aposta em eventos esportivos na capital assim que a proposta for aprovada pela Câmara Municipal.

Fora da capital, os municípios de Valinhos e Santos também discutem projetos similares.

Cavaliere, atual prefeito do Rio, disse que seu decreto pode influenciar o Congresso a aumentar as barreiras para as propagandas de sites de apostas. "Percebemos no Rio de Janeiro que, se não limitarmos a publicidade das bets, elas vão ocupar o espaço público como um todo. Isso naturaliza uma atividade que pode ser nociva para as famílias."

O governo federal publicou uma portaria que endurece as regras de publicidade das bets e entrou em vigor nesta sexta-feira (17). A norma obriga as empresas autorizadas a exibir mensagens de advertência do Ministério da Fazenda alertando sobre a perda de dinheiro, o risco de dependência e o fato de que apostar não é investimento, além de proibir estratégias de marketing como promessas de enriquecimento.

Veja abaixo detalhes de regulamentações locais para a publicidade de apostas.

REGRAS NO RIO GRANDE DO SUL

Lei sancionada pelo governador em abril estabelece normas para propaganda de plataformas de apostas, em quaisquer modalidades. Foi estabelecido um período de transição que se encerra em 24 de outubro.

O texto proíbe a veiculação de publicidade em estádios, ginásios, praças esportivas e espetáculos públicos. Fica vedado o anúncio de probabilidades e bônus promocionais, como as que se tornaram alvo de investigação do Ministério da Justiça durante a transmissão da Copa do Mundo.

A lei também limita a veiculação de anúncios em TV, plataformas de streaming e rádio ao intervalo entre 21h e 6h. O impulsionamento de publicações nas redes sociais também só pode ocorrer nesse horário e com segmentação etária visando à exclusão de menores de idade.

Para a ANJL, a lei estadual cria obstáculos práticos para emissoras, veículos de comunicação, agências e operadores de todo o país, produzindo insegurança jurídica sobre quais mensagens podem ser transmitidas, em quais meios e sob quais condições.

No caso de patrocínios de clubes esportivos e eventos culturais, a exposição da marca nos uniformes deve ser limitada à simples identificação, sendo vedada qualquer mensagem de incentivo ao jogo.

REGRAS NO RIO DE JANEIRO

O decreto da prefeitura do Rio proíbe anúncios em "todos os locais onde há publicidade exterior, mobiliário urbano e demais locais cuja exploração dependa de autorização, licença, permissão ou concessão do município".

A proibição também é válida para eventos patrocinados, contratados ou realizados pela administração municipal. Segundo a prefeitura, o Carnaval de rua também ocorrerá sem patrocínio de bets.

Cavaliere diz que a "publicidade exterior" —na rua— é regulamentada pela prefeitura e precisa ser licenciada.

O prefeito disse que já notificou o estádio Nilton Santos, o Engenhão, e o Sambódromo, para que não haja publicidade externa de casas de apostas. A propaganda dentro dos estádios continua permitida.

REGRAS EM BELO HORIZONTE

O decreto da capital mineira proíbe publicidades de bets em qualquer órgão ou entidade ligados à prefeitura de Belo Horizonte e em eventos promovidos pelo poder público municipal.

A proibição também atinge todo mobiliário público urbano, destinado à prestação de serviços ou atendimento à população, como abrigos de ônibus, bancos de praça, lixeiras, relógios públicos, totens informativos e outros equipamentos semelhantes.

Em espaços privados, estão proibidas publicidades em um raio de cem metros de escolas, museus e equipamentos ou serviços públicos destinados ao atendimento de crianças, adolescentes e jovens.

De acordo com a prefeitura, o Mercado Central de Belo Horizonte, que é um edifício privado, vai poder continuar usando o nome Mercado Central KTO, bet que comprou os "naming rights".

No caso do Carnaval, o veto depende da existência de patrocínio da prefeitura ao evento.

PROPOSTA NA CAPITAL PAULISTA

O projeto de lei do vereador João Jorge (MDB) proíbe publicidades de bets e apostas online em estádios e eventos esportivos na cidade de São Paulo. Violações seriam punidas com multa.

Sob influência do decreto no Rio de Janeiro, o vereador disse que selou acordo com Nunes para incluir restrições em qualquer espaço público fechado ou aberto —ruas, praças, ginásios, paradas de ônibus e qualquer mobiliário urbano. Segundo vereadores, a pauta deve ser votada em agosto, após o recesso parlamentar.

PROPOSTA EM RECIFE

A vereadora Jô Cavalcanti (Psol) protocolou um projeto de lei em junho para proibir anúncios e jogos de azar em um raio de até 200 metros de escolas públicas e privadas da capital pernambucana. A proposta alteraria uma lei municipal sobre paisagem urbana e teria efeito sobre estabelecimentos de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.

Na justificativa, a vereadora menciona que a exposição precoce à publicidade de jogos de azar pode favorecer o desenvolvimento da ludopatia (vício em jogos).

PROPOSTA NO PARANÁ

A Assembleia Legislativa do Paraná também discute a proibição da propaganda de bets em locais públicos e eventos do estado.

O veto incluiria prédios públicos, rodovias estaduais, veículos oficiais e demais bens de propriedade do estado, mesmo que exista concessão de exploração publicitária.

A deputada Ana Júlia Ribeiro (PT), autora do projeto, diz que sua proposta visa impedir que o poder público contribua para aumentar a exposição a uma atividade nociva para o orçamento das famílias.

PROPOSTA EM FLORIANÓPOLIS

Em outubro de 2024, o vereador Afrânio Boppré apresentou um projeto de lei para proibir que espaços de concessão, permissão ou autorização pública no município de Florianópolis recebam publicidade de sites de apostas. O texto também restringe anúncios de bebidas alcoólicas, cigarro, pornografia e conteúdo adulto.

"Florianópolis e o Brasil inteiro deveriam seguir o exemplo do Rio de Janeiro", disse o vereador em vídeo nas redes sociais. "A propaganda de bet que está sendo veiculada atrás de ônibus, nos LEDs da cidade precisa ser extinta. Afinal, tem muita família tirando comida da mesa e despejando dinheiro na jogatina, e nós não podemos aceitar esta situação."

Fonte _ Folha/SP

COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | França x Inglaterra | Disputa do 3º Lugar

 


Assista à França x Inglaterra AO VIVO E COM IMAGENS, pela Disputa do 3º Lugar da Copa do Mundo FIFA 2026™ na CazéTV!

Aqui na CazéTV você fica com a cobertura completa da partida no pré-jogo, durante e no pós-jogo também.

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Vamos acompanhar de camarote a briga pela artilharia da Copa do Mundo 2026

Kylian Mbappé (França): 10 gols

Lionel Messi (Argentina): 8 gols

Erling Haaland (Noruega): 7 gols

Harry Kane (Inglaterra): 6 gols

Jude Bellingham (Inglaterra): 6 gols

Ousmane Dembélé (França): 5 gols

Vini Jr. (Brasil): 4 gols

 

Relembre os maiores artilheiros da Copa do Mundo da FIFA

Kylian MbappéFrança, Gols: 22 Copas do Mundo: 3

Lionel MessiArgentina, Gols: 21 Copas do Mundo: 6

Miroslav Klose – Alemanha, Gols: 16 Copas do Mundo: 4

RonaldoBrasil, Gols: 15 Copas do Mundo: 3

Gerd Müller – Alemanha, Gols: 14 Copas do Mundo: 2

Harry KaneInglaterra, Gols: 14 Copas do Mundo: 3

Just Fontaine – França, Gols: 13 Copa do Mundo: 1

PeléBrasil, Gols: 12 Copas do Mundo: 4

Sandor Kocsis – Hungria, Gols: 11 Copas do Mundo: 1

Cristiano Ronaldo – Portugal, Gols: 11 Copas do Mundo: 6

Jürgen Klinsmann – Alemanha, Gols: 11 Copas do Mundo: 3

Helmut Rahn – Alemanha, Gols: 10 Copas do Mundo: 2

Gabriel Batistuta – Argentina, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Gary Lineker – Inglaterra, Gols: 10 Copas do Mundo: 2

Teófilo Cubillas – Peru, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Thomas Muller – Alemanha, Gols: 10 Copas do Mundo: 4

Grzegorz Lato, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

AdemirBrasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 1

Roberto Baggio – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Eusébio – Portugal, Gols: 9 Copas do Mundo: 1

JairzinhoBrasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Paolo Rossi – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

Karl-Heinz Rümmenigge – Alemanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Uwe Seeler – Alemanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 4

VaváBrasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

Christian Vieri – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

David Villa – Espanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Vinícius JuniorBrasil, Gols: 5 Copas do Mundo: 2

Fonte _ FIFA

One World Radio - Tomorrowland 2026 LIVE

 


PROGRAMAÇÃO DO PALCO PRINCIPAL:

Sexta-feira, 17 de julho

14h00 Vintage Culture

15h30 Disco Lines

16h30 Bassjackers

17h30 Henri PFR

18h30 Nervo

19h35 Marlon Hoffstadt

20h35 Novah

21h40 The Chainsmokers

22h45 Sebastian Ingrosso

23h45 Martin Garrix 

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Durante os dois fins de semana do festival, a One World Radio transmitirá ao vivo do coração do Tomorrowland, aproximando o "People of Tomorrow" da ação, onde quer que estejam no mundo.

Os apresentadores AdamK, Ben Malone, Camille Pollie, Carly Wilford e Justin Wilkes acompanharão os ouvintes durante todos os dias do festival com atualizações ao vivo, momentos especiais e entrevistas exclusivas com artistas, diretamente do local do evento.

Acompanhe a transmissão em todos os dias do festival, das 12h às 01h (CEST), com 13 horas de programação ao vivo e apresentações de alguns dos palcos mais queridos do Tomorrowland:

- MainStage

- Freedom

- CORE

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