domingo, 9 de agosto de 2026
4ª Noite – Dia 09/08 (Domingo) Festa da Padroeira 2026
Maria,
Mãe das Famílias
Dedicado
as Famílias Procissão das Crianças, Idosos e Atípicos
Concentração:
17hs
Horário:
17hs30min
Terço:
18hs
Novena:
18hs30min
Missa:
19hs
Município
Homenageado: Feijó Diocese de Cruzeiro do Sul - Acre
sábado, 8 de agosto de 2026
Ministério da Saúde reforça vacinação de crianças e adolescentes contra sarampo, pneumonias e outras doenças
Ministério
da Saúde
inicia a Campanha de Multivacinação 2026 para atualizar a
caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos e elevar as
coberturas vacinais em todo o país. A mobilização segue até 1º de setembro,
com Dia D nacional em 22 de agosto, e oferece 20 imunizantes
do Calendário Nacional de Vacinação. A ação reforça a
proteção contra doenças graves, como sarampo, pneumonias e meningites, e amplia
a proteção coletiva por meio da vacinação.
“Estamos
recuperando a cobertura vacinal, mas sempre temos que manter isso atualizado.
Também estamos chamando a atenção para o reforço da vacina do sarampo. Outros
países do mundo pararam de vacinar, tiveram explosão de casos de sarampo. Os
Estados Unidos estão vivendo o maior surto de sarampo nos últimos 35 anos da
história deles. E esses casos vêm para o Brasil, de forma importada”, destacou
o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que acompanhou, nesta sexta-feira
(7), a distribuição de doses de vacinas no Almoxarifado Central de Guarulhos.
Para
viabilizar a ação, 1,5 milhão de doses de vacinas foram distribuídas aos
estados. Ao longo de 2026, o Ministério da Saúde já destinou mais de 177
milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal, garantindo o abastecimento
da rede e o apoio às estratégias de vacinação.
A vacinação é
a principal forma de prevenção contra doenças imunopreveníveis. Manter altas
coberturas é fundamental para proteger crianças e adolescentes, reduzir a
circulação de vírus e bactérias e evitar o retorno ou a disseminação de doenças
que podem causar complicações graves, sequelas e até mortes.
Entre
as doenças que podem ser evitadas pela vacinação estão formas graves de
tuberculose, hepatites A e B, difteria, tétano, coqueluche, poliomielite,
infecções por rotavírus, pneumonias e meningites causadas por pneumococos e
meningococos, influenza (gripe), covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba,
rubéola, varicela (catapora), infecções pelo papilomavírus humano (HPV) e
dengue.
Esta
é a primeira edição da multivacinação com a vacina pneumocócica 20-valente
(Pneumo 20), incorporada neste ano ao Calendário Nacional de Vacinação. O
imunizante amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo
pneumonias e meningites, e é indicado para crianças menores de 5 anos, conforme
o esquema vacinal.
A
mobilização também contempla atualizações recentes do calendário, como a oferta
da vacina contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos e a
vacinação contra a covid-19 para crianças, conforme as indicações específicas
de cada imunizante.
A
vacinação será seletiva. Os profissionais de saúde vão conferir a caderneta e
aplicar somente as doses necessárias para iniciar ou completar o esquema
previsto. Pais e responsáveis devem levar o documento aos serviços de
vacinação.
Vacinas
disponíveis
Durante
a estratégia, poderão ser ofertadas, conforme idade, histórico vacinal e
indicação:
- BCG;
- Hepatite
B;
- Penta
(DTP/Hib/HB);
- Poliomielite
(VIP);
- Rotavírus
humano;
- Pneumocócica
conjugada 10-valente e 20-valente;
- Meningocócica
C;
- Influenza;
- Covid-19;
- Febre
amarela;
- Meningocócica
ACWY;
- Tríplice
viral (sarampo, caxumba e rubéola);
- Varicela;
- DTP;
- Hepatite
A;
- dT;
- HPV4;
- Dengue
tetravalente.
Vacinação
contra o sarampo
Como
parte da mobilização, o Ministério da Saúde intensificará a vacinação contra o
sarampo nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Nesses
três municípios, a orientação é ampliar a oferta da vacina para todas as
pessoas de 6 meses a 59 anos, de forma indiscriminada, durante a
estratégia.
“Nós
estamos chamando pessoas até 59 anos para se vacinar contra o sarampo, para a
gente ter garantia do bloqueio, não deixar acontecer no Brasil o que está
acontecendo nos Estados Unidos hoje, e nem o que aconteceu em São Paulo em
2019, que chegou a 20 mil casos de sarampo. A campanha vai até o dia 1º de
setembro. O Ministério da Saúde distribuiu quase 180 milhões de doses de
vacinas para crianças e adolescentes em todo o país”, informou o
ministro.
A
medida foi adotada após o registro de casos de sarampo relacionados à
importação do vírus e busca elevar a cobertura vacinal, ampliar a proteção da
população e reduzir o risco de transmissão.
A
vacina utilizada é a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Para crianças de 6 a 11 meses, a chamada dose
zero é uma dose adicional e não substitui as doses de rotina, que devem ser
aplicadas aos 12 e aos 15 meses. A necessidade de vacinação das demais faixas
etárias será verificada pelos profissionais de saúde de acordo com a idade e o
histórico vacinal.
A
atualização da caderneta durante a campanha também permite identificar e
corrigir eventuais atrasos na vacinação contra outras doenças previstas no
Calendário Nacional.
Abastecimento
Para
a Campanha de Multivacinação, o Ministério da Saúde distribuiu 1,5 milhões de
doses aos estados. Em 2026, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 177
milhões de doses de vacinas aos estados e ao Distrito Federal para garantir o
abastecimento da rede e apoiar as estratégias de vacinação.
Na
estratégia de intensificação contra o sarampo, mais de 7,2 milhões de doses da
vacina tríplice viral já foram distribuídas em 2026 aos estados e municípios.
Desse total, cerca de 2,9 milhões já foram aplicadas no país.
Em
São Paulo, 3,2 milhões de doses da vacina tríplice viral foram destinadas ao
reforço do abastecimento, garantindo a continuidade da vacinação contra o
sarampo.
Até
o momento, foram aplicadas mais de 94,8 milhões de doses das vacinas previstas
no Calendário Nacional de Vacinação. Em 2025, foram administradas 170,8 milhões
de doses em todo o país.
Durante
a Campanha de Multivacinação de 2025, foram aplicadas mais de 7,5 milhões de
doses em todo o país, sendo cerca de 1 milhão durante o Dia D.
Novo
reforço contra a poliomielite
Desde
3 de agosto de 2026, o esquema de vacinação contra a poliomielite passou a incluir o segundo reforço da
vacina poliomielite (VIP) aos 4 anos de idade.
A
mudança complementa o esquema exclusivamente com VIP adotado pelo Brasil desde
2024 e reforça a proteção contra a poliomielite, doença que ainda não foi
erradicada mundialmente.
O
Brasil não registra casos de poliomielite há décadas e mantém a vacinação como
principal medida para evitar a reintrodução do poliovírus. Por isso, é
fundamental que as crianças recebam todas as doses previstas no Calendário
Nacional de Vacinação.
Melhora
na vacinação infantil
Dados
divulgados em 14 de julho pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo
das Nações Unidas para a Infância (Unicef) apontam melhora na vacinação
infantil no Brasil. O número de crianças que não receberam a primeira dose
da vacina Penta (DTP/Hib/HepB) caiu de 360 mil, em
2023, para 50 mil, em 2025, redução de cerca de 90%.
De
acordo com as Estimativas OMS-Unicef de Cobertura Vacinal Nacional (WUENIC), o
número de crianças zero-dose no Brasil caiu de 360 mil, em 2023, para 255 mil
em 2024 e 50 mil em 2025. O resultado representa redução de aproximadamente 86%
em relação ao ano anterior e de quase 90% na comparação com 2023.
Segundo
as estimativas, o Brasil vem melhorando a cobertura vacinal e reduzindo o
número de crianças zero-dose. O resultado reforça a importância da manutenção
de altas coberturas e da busca ativa para garantir que crianças e adolescentes
estejam protegidos com todas as vacinas previstas no Calendário Nacional.
Fonte _ Saúde.gov
Medicamento inovador ofertado no SUS reduz em até 85% as internações de pessoas com fibrose cística
uso
do medicamento Trikafta no tratamento da fibrose cística
reduziu em até 84,8% as internações de pacientes no Sistema Único de Saúde
(SUS). Os primeiros resultados do cuidado com a terapia de alto custo,
ofertada gratuitamente na rede pública há quase dois anos, foram apresentados
nesta quinta-feira (6), durante evento realizado na Sociedade Brasileira
de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), em Brasília, com a participação do
ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Atualmente, mais de 2,4 mil pacientes são
beneficiados com a terapia no sistema público. Na rede privada, uma caixa do
Trikafta custa, em média, R$ 194,5 mil. Já o tratamento pode chegar R$
2,5 milhões por paciente por ano.
“Estamos
falando de salvar vidas e aliviar o bolso das famílias. Esses debates e estudos
representam mais um passo para atrair a indústria a firmar novas parcerias com
o SUS e ampliar a produção nacional de medicamentos. Com isso, garantimos um
acesso mais sustentável aos tratamentos, reduzindo a necessidade de
transplantes, internações e até do uso de antibióticos”, disse Padilha.
O
Relatório Nacional de Monitoramento, realizado pelo Grupo Brasileiro de Estudos
de Fibrose Cística, evidencia que o medicamento também diminuiu em até 91,6% a
necessidade de oxigenioterapia domiciliar das pessoas com a doença. Também foi
observado uma redução de até 90% dos transplantes pulmonares após a oferta do
medicamento, redução dos ciclos de inflamação e infecção, diminuição de 66,7%
no uso de antibióticos sistêmicos, aumento médio de 10 a 14 pontos na função
pulmonar e benefícios consistentes no estado nutricional.
O
estudo de vida real ocorreu ao longo de um ano e avaliou 647 pessoas, entre
crianças, adolescentes e adultos, em tratamento com a terapia tripla moduladora
elexacaftor, tezacaftor e ivacaftor (Trikafta).
O acompanhamento foi realizado em 39 Centros de Referência no Brasil. Um dos
biomarcadores mais sensíveis da fibrose cística é o cloreto no suor, que
apresentou redução após a utilização do Trikafta, proporcionando maior
qualidade de vida, domínio físico e respiratório aos pacientes.
A
fibrose cística é uma doença genética hereditária rara que faz o corpo produzir
um muco muito grosso e pegajoso, que entope os pulmões e o aparelho digestivo,
causando tosses constantes, infecções respiratórias e dificuldade para digerir
os alimentos e ganhar peso. No SUS, o cuidado é realizado na atenção
especializada, com 128 centros de referência habilitados em todo o país,
iniciando com o diagnóstico por meio da triagem neonatal, realizada por meio do
teste do pezinho, seguido de tratamento de qualidade e multiprofissional à
população nos serviços de referência.
Oferta
do Trikafta no SUS
O
medicamento pode ser retirado pelo paciente nas farmácias de alto custo de todo
o país, com a apresentação da receita médica devidamente emitida e carimbada
pelo especialista. O medicamento é administrado em casa, por via oral, seguindo
as diretrizes de tratamento de acordo com o quadro clínico de cada pessoa.
Até
o momento, o Ministério da Saúde já entregou mais de 6 milhões de unidades do
medicamento aos estados, que são responsáveis pela distribuição aos municípios.
Ao todo, foram investidos R$ 2,8 bilhões em recursos federais.
Em
2023, o tratamento foi incorporado ao SUS para pacientes a partir de seis anos
que apresentem, pelo menos, uma mutação F508del no gene CFTR, localizado no
cromossomo 7, que produz uma proteína que controla a passagem de sal e água
pelas células. Mutações ou erros neste gene impedem o fluxo correto de
líquidos, tornando as secreções do organismo mais espessas, dificultando a sua
eliminação e desencadeando sintomas como pneumonias, tosse crônica, dificuldade
para ganhar peso e estatura e diarreia.
Fonte _ Saúde.gov
Anvisa e Dinavisa, do Paraguai, devem assinar acordo para troca de informações sanitárias
A Anvisa (Agência
Nacional de Vigilância Sanitária) e a Dinavisa, autoridade sanitária do Paraguai,
devem assinar nos próximos dias um memorando de entendimento para ampliar a
troca de informações sanitárias entre os dois países, segundo afirmou o
diretor-presidente da Anvisa, Leandro
Safatle, em entrevista à Folha na quarta-feira (5).
Apesar
da aproximação entre as autoridades, a Anvisa afirma que o novo documento não
cria uma autorização especial para produtos fabricados no Paraguai entrarem no
mercado brasileiro, como as canetas
emagrecedoras paraguaias.
"Temos
um trabalho de muita proximidade com a autoridade paraguaia. O que estamos
fazendo agora é um avanço nessa aproximação. O novo memorando de entendimento
deve ser assinado nos próximos dias. Não estamos falando em meses, mas em dias.
Queremos melhorar o perfil de segurança dos produtos distribuídos no mercado
brasileiro", disse Safatle.
O
novo instrumento ocorre em meio ao aumento da circulação de medicamentos produzidos
ou comercializados no Paraguai que chegam ao Brasil sem autorização da Anvisa,
entre eles canetas paraguaias vendidas como versões de tirzepatida —princípio
ativo do Mounjaro, fabricado pela farmacêutica Eli Lilly, detentora da patente
e, portanto, a única autorizada a produzir e comercializar o remédio no Brasil.
A
agência afirma, porém, que a cooperação não será direcionada a um produto
específico, mas abrangerá todos os medicamentos regulados pelas duas
instituições.
"Não
temos discriminação de nenhum local, Paraguai ou qualquer outro país. Onde
tiver um pedido apresentado aqui, nós avaliamos. E, se o produto for seguro,
tiver qualidade e for eficaz, esse produto vai ser registrado no Brasil",
afirmou Safatle.
Qualquer
empresa do Paraguai que deseje colocar medicamentos no mercado brasileiro
precisa apresentar pedido de registro para a Anvisa e cumprir as exigências
técnicas. Mas, segundo Safatle, não houve, até o momento, nenhum pedido
apresentado por laboratórios paraguaios interessados no registro de seus
medicamentos no Brasil.
Leia
mais sobre Emagrecedores Paraguaios
Em
fase de testes e sem aprovação em nenhum país, caneta de retatrutida é
contrabandeada do Paraguai
Caneta
emagrecedora ocupa lugar que já foi de videocassete e uísque no contrabando via
Paraguai
Ação
coletiva desafia Anvisa e pede importação de canetas emagrecedoras paraguaias
Justiça
autoriza importação de canetas paraguaias para que pacientes não suspendam
tratamento
Quadrilhas
pagam R$ 500 para mulas trazerem canetas emagrecedoras do Paraguai
Estudantes
de medicina brasileiros são cooptados pelo crime para contrabandear canetas
paraguaias
Contrabando
cresce, e canetas emagrecedoras do Paraguai se espalham no Brasil
Um memorando formaliza um compromisso
entre as instituições. Mostra que as partes concordam em cooperar e define
áreas de atuação, objetivos e formas de trabalho conjunto. Mas ele não dá à
Anvisa poder para fiscalizar diretamente empresas no Paraguai, impedir
fabricação de produtos naquele país ou determinar ações fora da jurisdição
brasileira.
A
relação entre Anvisa e Dinavisa vem de um histórico de cooperação. O primeiro
memorando de entendimento entre as duas instituições foi assinado em março de
2024, com o objetivo de estabelecer uma parceria técnica permanente entre os
órgãos.
Naquele
momento, o foco era mais amplo: fortalecer a capacidade regulatória das duas
autoridades, promover troca de experiências e aproximar procedimentos
relacionados à vigilância sanitária.
Em
2025, representantes das duas agências realizaram novas reuniões para discutir
temas como boas práticas de fabricação de medicamentos, treinamento de
inspetores, monitoramento de alimentos e participação em fóruns internacionais
de regulação.
Em
março deste ano, ambas as agências sanitárias assinaram uma nova declaração de
intenção, com o objetivo de promover uma fiscalização coordenada de
medicamentos irregulares e falsificados em regiões de fronteira.
Fonte _ Folha/SP
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
Pix já funciona em 8 países
Turistas
brasileiros já podem utilizar o Pix para pagar compras presenciais em
estabelecimentos de oito países: Chile, Argentina, Uruguai,
Paraguai, Estados Unidos, Portugal, Espanha
e França.
Apesar
da praticidade, o Banco Central destaca que não existe um
"Pix internacional" oficial. Na prática, as transações são
intermediadas por instituições autorizadas a operar câmbio, responsáveis por
converter o valor da compra em tempo real antes que o pagamento seja concluído.
Como
funciona o Pix no exterior?
O
processo é bastante semelhante ao utilizado em estabelecimentos brasileiros. No
momento da compra, o comerciante gera um QR Code na maquininha de
pagamento. Em seguida, o consumidor utiliza o aplicativo do banco ou da
instituição financeira brasileira para fazer a leitura do código.
Antes
da confirmação, o sistema informa ao cliente quanto a compra custará em reais,
já considerando a conversão da moeda e as taxas aplicáveis à operação. Após a
autenticação por senha ou biometria, a empresa responsável pela conversão
realiza a liquidação do pagamento e transfere o valor ao estabelecimento na
moeda local.
Todo
o procedimento acontece em poucos segundos, dispensando a necessidade de
cartões físicos ou dinheiro em espécie.
Além
da conveniência, o pagamento via Pix pode reduzir os custos das compras
internacionais. Segundo informações do site BP Money, as operações
realizadas com cartão de crédito no exterior, incide atualmente uma alíquota de
5,38% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF),
além da conversão baseada na cotação do dólar turismo ou da moeda utilizada
pela instituição financeira.
Já
as operações realizadas por meio das plataformas que utilizam o Pix costumam
trabalhar com o câmbio comercial e uma estrutura de liquidação diferente, o que
pode resultar em um custo final menor para o consumidor, dependendo da empresa
responsável pela operação.
Outro
benefício é evitar a necessidade de comprar moeda estrangeira antes da viagem
ou procurar casas de câmbio durante o passeio.
A
disponibilidade do serviço nos países, porém, depende de acordos firmados entre
bancos, fintechs e empresas especializadas em meios de pagamento. No Chile,
por exemplo, a PagBrasil oferece a solução em parceria com a VirtualPOS.
Já na Argentina, o Banco do Brasil atua em conjunto
com o Banco Patagonia para ampliar a aceitação da modalidade.
No Uruguai,
a Getnet disponibiliza a tecnologia, enquanto nos Estados
Unidos a integração é realizada pela Verifone. Além
dessas empresas, instituições financeiras e plataformas de câmbio também
participam da conversão e liquidação das transações.
Pix
no exterior cresce entre os brasileiros
Embora
o Banco Central ainda não divulgue dados específicos sobre o
volume de pagamentos presenciais realizados via Pix fora do país, empresas do
setor afirmam que a procura vem aumentando de forma consistente.
Segundo
a PagBrasil, o número de transações internacionais realizadas com
a tecnologia cresce, em média, 22,5% ao mês. O avanço acompanha a popularização
do Pix entre os brasileiros e o interesse de empresas estrangeiras em adaptar
seus sistemas para atender esse público.
Fonte _ Terra
Festa da Padroeira - Novenário em honra de Nossa Senhora da Glória
Festa
da Transfiguração do Senhor
Novenário em honra de Nossa Senhora da Glória
Artistas (músicos,
cantores, pintores, artesãos), aos Jornalistas, Meios de Comunicação
e Bancários.
Terço:
18hs
Novena:
18hs30min
Missa:
19hs
Município
Homenageado: Rodrigues Alves/Acre
Revolução Acreana, história escrita com coragem
O
Acre celebra nesta quinta-feira (6) os 124 anos do início da Revolução Acreana,
conflito que mudou os rumos da história da região e abriu caminho para a
incorporação do território ao Brasil.
A
data faz referência ao ataque
comandado por Plácido de Castro contra a Intendência Boliviana, em
Xapuri, considerado o marco da fase decisiva da guerra que terminou com a assinatura
do Tratado de Petrópolis.
Embora
o confronto tenha começado oficialmente em 6 de agosto de 1902, a
disputa pelo território vinha se desenhando havia décadas. Até o fim do
século XIX, a área pertencia à Bolívia, mas passou
a ser ocupada por milhares de migrantes nordestinos que fugiam da
seca e encontraram na extração do látex uma oportunidade de trabalho durante o
auge do ciclo da borracha.
A
intensa presença de brasileiros em uma área oficialmente boliviana aumentou as
tensões entre os dois países. Em
1899, ocorreu a primeira grande insurreição, liderada pelo jornalista e
diplomata espanhol Luís Gálvez Rodríguez de Arias, que proclamou a República
Independente do Acre.
O
governo, porém, durou pouco mais de três meses, já que o Exército
Brasileiro interveio para cumprir o Tratado
de Ayacucho, firmado em 1867, que reconhecia a soberania
boliviana sobre a região.
Nos
anos seguintes, outras tentativas de resistência foram organizadas até
que, em 1902, os seringalistas decidiram convocar o ex-militar gaúcho
Plácido de Castro para liderar uma nova ofensiva.
O
objetivo era impedir o fortalecimento da administração boliviana e barrar
a instalação do Bolivian Syndicate, empresa anglo-americana que havia recebido
do governo da Bolívia o direito de explorar economicamente a região.
'Não
é guerra, é revolução!'
Na
madrugada de 6 de agosto de 1902, Plácido de Castro e um pequeno grupo de
revolucionários invadiram a Intendência Boliviana em Xapuri, prenderam
militares e deram início à quarta e última fase da Guerra do Acre.
A
escolha da data não foi por acaso. Segundo historiadores, o ataque
estava inicialmente previsto para julho, mas precisou ser adiado devido
ao atraso na chegada das armas. A nova data coincidiu com as
comemorações da Independência da Bolívia, estratégia que ajudou a surpreender
as tropas bolivianas durante a ofensiva.
Os
combates se estenderam por cerca de seis meses e
terminaram, militarmente, em janeiro de 1903, após a vitória das forças
acreanas. A incorporação definitiva do território ao Brasil, no entanto,
só foi oficializada meses depois, em 17 de novembro de 1903, com a assinatura
do Tratado de Petrópolis.
O acordo foi negociado pelo Barão do Rio Branco e garantiu ao Brasil a posse do Acre mediante compensações financeiras e territoriais à Bolívia. Até hoje, não há consenso sobre o número de mortos no conflito, mas estimativas apontam que ao menos 500 pessoas perderam a vida durante a guerra.
Legado
e debates
Passados
124 anos, a Revolução Acreana continua sendo um dos principais marcos
da identidade do estado. A data é celebrada anualmente com programação
no bairro Seis de Agosto, em Rio Branco, um dos mais antigos da capital
e que recebeu esse nome justamente em homenagem ao início do conflito.
Em
2025, a festa passou a ser reconhecida como patrimônio cultural imaterial do
município, garantindo proteção às manifestações culturais, desfiles
cívicos, jogos tradicionais e demais expressões que preservam a memória da
revolução e da formação da comunidade local.
Além
das comemorações, a história da Revolução Acreana segue despertando
debates entre pesquisadores.
Novos
estudos propõem
revisões da narrativa tradicional e questionam, por exemplo, o uso
da própria expressão "Revolução Acreana", defendendo que o processo
de nacionalização do território foi mais complexo do que a versão heroica
difundida ao longo do século XX.
Ainda
assim, o movimento liderado por Plácido de Castro permanece como um dos
episódios mais emblemáticos da história do Acre e um símbolo da formação do
estado brasileiro.
Fonte _ G1
InfoGripe: número de casos de SRAG mantém tendência de queda em grande parte do país
Divulgada
nesta quinta-feira (6/8), a
nova edição do Boletim InfoGripe da Fiocruz aponta que no cenário
nacional o número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)
continua apresentando sinal de queda. No entanto, apesar de a maioria das
unidades da Federação sinalizarem tendência de queda ou estabilização dos casos
de SRAG, a análise destaca que 14 delas ainda estão com incidência em nível
de alerta, risco ou alto risco nas duas últimas semanas: Acre,
Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas
Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e
Sergipe. A atualização é referente à Semana Epidemiológica 30, período de 26 de
julho a 1º de agosto.
Os pesquisadores do Boletim InfoGripe orientam que, apesar da queda do número de casos, é importante que as pessoas que moram nas unidades da Federação com alta de SRAG continuem tomando alguns cuidados para evitar contrair o vírus. Segundo os especialistas, é fundamental usar máscaras em postos de saúde, lavar sempre as mãos e evitar ter contato com pessoas com sintomas de gripe ou resfriado. Quem apresenta sintomas deve ficar em isolamento dentro de casa, para evitar transmitir o vírus para outras pessoas. Se não for possível fazer o isolamento, o recomendado é sair de casa usando uma boa máscara. E o mais importante, é fundamental manter as vacinas em dia.
Estados
e capitais
Os
casos graves por influenza B continuam aumentando em alguns estados do
Centro-Sul, mas mostram sinais de desaceleração do crescimento no Rio de
Janeiro e Santa Catarina e manutenção da queda no Ceará, Distrito Federal,
Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. Quanto à Covid-19, há
um leve sinal de aumento dos casos graves no Maranhão e Amazonas.
Mas os casos semanais ainda estão em patamar baixo.
Há
um sinal de desaceleração do crescimento dos casos de SRAG por VSR no Mato
Grosso do Sul e um início ou manutenção da queda no restante do país. Contudo,
mesmo com tendência de queda, os casos de SRAG por VSR continuam altos em Minas
Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo, Santa Catarina, Sergipe e
Rio Grande do Sul.
O
período da sazonalidade da influenza A já se encerrou em boa parte do país,
contudo, mesmo com sinal de queda, os casos graves pelo vírus continuam altos
em Minas Gerais, e Roraima Os casos graves por influenza B continuam aumentando
em alguns estados do Centro-Sul (ES, MG, RS), mas mostram sinais de
desaceleração do crescimento no Rio de Janeiro e Santa Catarina, e queda no
Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e São
Paulo.
Duas
das 27 capitais brasileiras, Belém (PA) e Porto Velho (RO), estão
com nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco (últimas duas
semanas) com sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo (últimas
seis semanas) até a Semana 30. Além disso, 15 capitais também apresentam
incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem sinal de
crescimento na tendência de longo prazo: Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Boa
Vista (RR), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR),
Florianópolis (SC), Macapá (AP), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Rio Branco
(AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Luís (MA).
Dados
epidemiológicos
Nas
quatro últimas semanas epidemiológicas, a proporção entre os casos positivos
foi de 7,3% de influenza A, 9,3% de influenza B, 54,1% de vírus sincicial
respiratório, 26,1% de rinovírus e 1,8% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os
óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos e no mesmo recorte
temporal foi de 23,8% de influenza A, 16,9% de influenza B, 30,3% de vírus
sincicial respiratório, 25,2% de rinovírus e 4,5% de Sars-CoV-2 (Covid-19).
Em
nível nacional, o cenário atual sugere sinal de queda nas tendências de longo
prazo (últimas 6 semanas) e de curto prazo (últimas 3 semanas). Referente ao
ano epidemiológico 2026, já foram notificados 130.054 casos de SRAG, sendo
69.895 (53,7%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus
respiratório, 44.877 (34,5%) negativos, e ao menos 7.626 (5,9%) aguardando
resultado laboratorial. Dentre os casos positivos do ano corrente, observou-se
18,9% de influenza A, 5,1% de influenza B, 42,1% de vírus sincicial
respiratório, 30% de rinovírus e 4,1% de Sars-CoV-2 (Covid-19).
Incidência
Os
dados laboratoriais por faixa etária indicam que a redução dos casos de SRAG
entre crianças de até 4 anos é impulsionada principalmente pela diminuição das
hospitalizações por VSR no país. Na população de 15 a 49 anos, a redução dos
casos de SRAG é explicada principalmente pela diminuição das hospitalizações
por influenza A e B, enquanto entre os idosos ela decorre sobretudo da redução
das hospitalizações por influenza A. Já entre crianças de 5 a 14 anos, a queda
dos casos de SRAG é impulsionada principalmente pela diminuição dos casos
graves por rinovírus.
Em
relação aos casos de SRAG por influenza A, a incidência tem apresentado maior
impacto nas crianças menores de 2 anos, enquanto a mortalidade tem maior
impacto na população a partir de 65 anos de idade. Já a influenza B também
apresenta maior incidência entre crianças menores de 2 anos, enquanto a
mortalidade é mais elevada tanto nessa faixa etária quanto entre os idosos. A
incidência de SRAG por Covid-19 continua baixa em todas as faixas etárias.
A
incidência de SRAG é mais elevada nas crianças pequenas e está associada
principalmente ao VSR. A mortalidade é maior entre os idosos, tendo como
principal causa o vírus da influenza A. O rinovírus também se destaca como a
segunda principal causa de óbitos entre crianças menores de 2 anos e idosos.
Período
eleitoral
Durante
o período eleitoral (de 4 de julho até 25 de outubro), os conteúdos digitais
publicados e disponibilizados pela Agência Fiocruz de Notícias
(AFN) acompanham as orientações da Advocacia-Geral da União (AGU) e da
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O
documento esclarece que é permitida a divulgação de "conteúdo meramente
informativo ou de serviço ao cidadão".
Fonte _ FioCruz
Campanha Municipal de Multivacinação 2026
A Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Saúde,
deu início, na última segunda-feira (03), à Campanha Nacional de Multivacinação, que segue até o dia 1º de setembro.
A mobilização tem como objetivo atualizar a caderneta de vacinação e ampliar a proteção da população contra doenças imunopreveníveis.
Fonte _ CZS
Campanha Nacional de Multivacinação 2026
A
Campanha Nacional de Multivacinação começa nesta segunda-feira (3) com o
objetivo de atualizar a caderneta de vacinação de crianças e
adolescentes menores de 15 anos em todo o país.
A
mobilização segue até 1º de setembro e terá um Dia D nacional em 22 de agosto
para ampliar a cobertura vacinal e alcançar quem está com doses em atraso.
A
estratégia prevê que profissionais de saúde avaliem a situação vacinal de cada
criança e adolescente e apliquem, na mesma visita, todas as vacinas indicadas
conforme a idade.
A
campanha não tem uma única vacina como foco, mas busca recuperar esquemas
incompletos do Calendário Nacional de Vacinação.
➡️Entre os imunizantes que poderão ser
oferecidos estão as vacinas contra:
- Poliomielite
- Sarampo,
caxumba e rubéola (tríplice viral)
- Difteria,
tétano e coqueluche
- Hepatites A e
B
- Rotavírus
- Meningites
- Febre amarela
- HPV
- Dengue – nos
municípios onde ela integra o calendário
- Influenza
- Covid-19
A
oferta vai depender da idade da criança ou adolescente e das doses já
registradas na caderneta.
Segundo
o Ministério
da Saúde, a campanha faz parte do esforço para recuperar as coberturas
vacinais após a queda observada nos últimos anos.
O
documento que orienta a estratégia destaca que, apesar da melhora dos índices
desde 2023, ainda há diferenças importantes entre estados e
municípios, o que mantém diversas pessoas suscetíveis a doenças
preveníveis por vacinação.
Para
ampliar o alcance da campanha, estados e municípios poderão adotar ações como
vacinação em escolas, unidades móveis, horários estendidos nas salas de vacina
e busca ativa de crianças e adolescentes com esquemas incompletos.
Vacinação
contra o sarampo ampliada em SP
Além
da estratégia nacional, o Ministério da Saúde recomendou que Guarulhos, São
Bernardo do Campo e o município de São Paulo ampliem
a vacinação contra o sarampo para todas as pessoas entre 6 meses e 59 anos
durante a campanha de multivacinação.
A
medida foi adotada após a identificação de uma cadeia de transmissão
relacionada à importação do vírus nessas localidades.
Em
2026, o Brasil confirmou 17 casos de sarampo, dos quais 14
seguem em acompanhamento no estado de São Paulo: um em Guarulhos, dois
em São Bernardo do Campo e 11 na capital.
Segundo
o ministério, mais de 7,2 milhões de doses da vacina tríplice viral já
foram distribuídas aos estados e municípios neste ano, e cerca de 2,9 milhões
de doses foram aplicadas.
A
pasta também reforça a recomendação da chamada "dose zero" para
crianças de 6 a 11 meses em locais com circulação do vírus.
O
Ministério da Saúde ressalta que manter a caderneta de vacinação atualizada é a
principal forma de prevenir o sarampo e evitar a reintrodução da doença no
país.
Fonte _ G1










.jpg)