quarta-feira, 15 de julho de 2026

COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | Inglaterra x Argentina | SemiFinal

 


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Vamos acompanhar de camarote a briga pela artilharia da Copa do Mundo 2026

Lionel Messi (Argentina): 8 gols

Kylian Mbappé (França): 8 gols

Erling Haaland (Noruega): 7 gols

Harry Kane (Inglaterra): 6 gols

Jude Bellingham (Inglaterra): 6 gols

Ousmane Dembélé (França): 5 gols

Vini Jr. (Brasil): 4 gols

 

Relembre os maiores artilheiros da Copa do Mundo da FIFA

Lionel MessiArgentina, Gols: 21 Copas do Mundo: 6

Kylian MbappéFrança, Gols: 20 Copas do Mundo: 3

Miroslav Klose – Alemanha, Gols: 16 Copas do Mundo: 4

RonaldoBrasil, Gols: 15 Copas do Mundo: 3

Gerd Müller – Alemanha, Gols: 14 Copas do Mundo: 2

Harry KaneInglaterra, Gols: 14 Copas do Mundo: 3

Just Fontaine – França, Gols: 13 Copa do Mundo: 1

PeléBrasil, Gols: 12 Copas do Mundo: 4

Sandor Kocsis – Hungria, Gols: 11 Copas do Mundo: 1

Cristiano Ronaldo – Portugal, Gols: 11 Copas do Mundo: 6

Jürgen Klinsmann – Alemanha, Gols: 11 Copas do Mundo: 3

Helmut Rahn – Alemanha, Gols: 10 Copas do Mundo: 2

Gabriel Batistuta – Argentina, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Gary Lineker – Inglaterra, Gols: 10 Copas do Mundo: 2

Teófilo Cubillas – Peru, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Thomas Muller – Alemanha, Gols: 10 Copas do Mundo: 4

Grzegorz Lato, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

AdemirBrasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 1

Roberto Baggio – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Eusébio – Portugal, Gols: 9 Copas do Mundo: 1

JairzinhoBrasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Paolo Rossi – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

Karl-Heinz Rümmenigge – Alemanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Uwe Seeler – Alemanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 4

VaváBrasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

Christian Vieri – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

David Villa – Espanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Vinícius JuniorBrasil, Gols: 5 Copas do Mundo: 2

Fonte _ FIFA

terça-feira, 14 de julho de 2026

Jornais - Informações na Madrugada

 








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Conheça os bichos invisíveis que habitam nosso corpo, como os micróbios

 


Você sabia que a sua pele está cheia de bichinhos tão minúsculos que você não consegue enxergar?

Nosso intestino e vários outros órgãos do corpo humano também são casa de vários micróbios, que são seres vivos que a gente só consegue enxergar com um microscópio. Para ter uma ideia do tamanho deles, pegue a sua régua da escola e veja o tamanho da medida de um milímetro. Esse é o tamanho de um grão de areia, por exemplo. Se a gente dividir essa medida em milhares de partes, temos o tamanho de alguns micróbios.

Entre aqueles que vivem dentro da gente estão alguns tipos de bactérias e alguns fungos.

"Para cada célula do nosso corpo existem umas dez bactérias, e elas são importantíssimas para nos manter vivos", afirma a microbiologista Cristiane Guzzo, que trabalha no Cepid B3, um centro de estudos só sobre bactérias. Os micro-organismos que vivem no nosso corpo nos ajudam a fazer digestão, produzir vitaminas e regular nosso sistema imunológico.

Além das bactérias, existem outros seres minúsculos que a gente não vê e habitam outros animais, o solo, as árvores, os mares, oceanos, rios, vulcões e até o ar. Queijos, vinhos, cervejas e iogurtes só existem devido às bactérias, por exemplo. "Nós devemos muito às bactérias, porque elas tiveram um papel essencial no desenvolvimento do planeta Terra, elas quem fizeram o nosso planeta ter oxigênio", afirma a microbiologista.

A maior parte dos micróbios faz bem, mas alguns podem causar doenças. Por isso, esses são chamados popularmente de germes. É devido às doenças que os micróbios causam que eles acabaram ficando com má fama. Algumas bactérias que vivem na nossa pele quando chegam em outros órgãos podem acabar nos deixando doentes, assim como os fungos.

Muitos dos vírus também são causadores de doenças, assim como os protozoários. Para combater algumas doenças que os germes causam existem vacinas, como a da gripe, a do tétano, a da Covid, além de remédios —que talvez você já tenha tomado alguma vez–, como os antibióticos, os antivirais, os antifúngicos e os antiprotozoários.

Os micróbios só foram descobertos quando os microscópios foram inventados no século 15. De lá para cá, a ciência e a tecnologia avançaram muito e hoje nós podemos enxergar muito melhor esses bichinhos e sabemos muito mais sobre eles.

Vírus

Existe muito debate entre os cientistas se os vírus são ou não seres vivos. Eles são parasitas e precisam de hospedeiros para sobreviver. Existem muitos tipos de vírus, e alguns são responsáveis por doenças, como a gripe (chamada de influenza), a dengue, a catapora, o sarampo e várias outras. Eles se espalham muito rápido e, por isso, podem causar pandemias, como a mais recente da Covid-19 e a da gripe espanhola nos anos 1920. Esse tipo de gripe a gente pode pegar pelo ar.

Bactérias/arqueas

A maioria das bactérias é boa para nós e para outros seres vivos, mas algumas também podem causar doenças. Tuberculose, salmonella, meningite e pneumonia são algumas causadas por elas. Podemos pegar essas doenças quando não lavamos muito bem os alimentos ou quando temos contato com alguém doente. As bactérias têm uma prima chamada arquea. Elas são muito parecidas, mas as arqueas são capazes de sobreviver em lugares com condições extremas.

Superbactérias

Não são bactérias grandonas nem têm superpoderes; elas são chamadas de superbactérias porque se tornaram resistentes a antibióticos.

Fungos

Também existem vários tipos de fungos bons —e alguns a gente consegue enxergar e até pode comer, como os cogumelos. A penicilina, primeiro antibiótico inventado, foi criada a partir de fungos. Eles também são muito importantes para o nosso organismo e ajudam muito a natureza, atuando como decompositores no solo, por exemplo. São usados na fabricação de cerveja, vinho, pães e queijos —e nesses casos são chamados de leveduras. Mas há alguns que podem causar doenças também, como a candidíase, a micose e a frieira. Quando você vê mofo em algumas comidas ou em uma parede, aquele amontoado esverdeado são vários fungos juntos.

Protozoários

A maioria vive em ambientes aquáticos e, por isso, são muito úteis para avaliar a qualidade da água de um lugar. Eles normalmente são responsáveis pela decomposição de matéria orgânica e ajudam a manter os ambientes limpos, então se a água estiver muito poluída, não terá muitos protozoários por ali. Mas, em alguns casos, podem causar doenças graves, como a doença de Chagasa malária, a leishmaniose, a giardíase e a toxoplasmose.

Microalgas

Elas vivem em ambientes aquáticos e úmidos. Existem microalgas até em geleiras. Elas são responsáveis por produzir oxigênio para o planeta e são a base da cadeia alimentar aquática.

Fontes _ Folha/SP

Colesterol alto é sempre culpa da alimentação? Entenda outros fatores

 


Quando falamos desse assunto, é comum ouvirmos que existe um bom e ruim.

Mas, antes de entender essa diferença, vamos ao básico: o que é o colesterol? É um tipo de gordura, ou lipídio, presente na circulação sanguínea desde o nascimento.

Para que ele serve? É fundamental para a formação das membranas celulares, da bile (que auxilia na digestão), e de diversos hormônios esteroides. Atua no transporte de vitaminas lipossolúveis, como as vitaminas A, D, E e K.

Agora, os lados dessa história:

O LDL (Lipoproteína de Baixa Densidade) é chamado de colesterol "ruim" porque, quando ele está elevado, favorece o depósito de gordura nas paredes das artérias.

Em excesso, essas partículas podem atravessar a parede dos vasos, sofrer modificações e desencadear um processo inflamatório local.

Com o passar do tempo, isso favorece a aterosclerose, ocasionando o estreitamento dos vasos e podendo levar a infarto e AVC, explica o patologista clínico Helio Magarinos, membro da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica.

Por que esse acúmulo acontece com mais facilidade em algumas pessoas?

A saúde dos vasos sanguíneos tem um papel importante nesse processo. Fatores como tabagismo, obesidade, excesso de gordura visceral, diabetes e hipertensão podem criar um ambiente inflamatório que prejudica a parede dos vasos e facilita a ação do colesterol, explica a médica Elaine Coutinho, da diretoria do departamento de aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

O HDL (Lipoproteína de Alta Densidade) é conhecido como colesterol "bom".

Ele atua como uma espécie de "vassoura", retirando o excesso de gordura dos tecidos e das paredes das artérias e levando-o de volta para o fígado para ser metabolizado e eliminado, diz Magarinos.

O vilão silenciosoNíveis elevados de colesterol ruim não provocam sintomas imediatos, sendo identificados apenas por meio de exame de sangue.

Por isso... é necessário realizar um lipidograma, que mede os níveis de gordura.

Como interpretar os resultados?

HDL: O ideal é que esteja acima de 40 mg/dL

LDL: As metas variam conforme a saúde do paciente, mas como base:

  • Baixo risco: Abaixo de 115 mg/dL
  • Alto risco: Abaixo de 70 mg/dL
  • Risco muito alto: Abaixo de 50 mg/dL

No exame aparece também o colesterol total, que serve apenas como um indicador geral.

Para uma interpretação correta, o resultado deve ser analisado de forma individualizada, levando em conta:

  • As quantidades específicas de LDL e HDL
  • Os níveis de triglicerídeos
  • O risco cardiovascular geral do paciente (presença de diabetes, hipertensão, fumo ou histórico familiar)

Hábitos alimentares influenciamSim, mas de forma parcial. Cerca de dois terços do colesterol são produzidos pelo próprio fígado, enquanto aproximadamente um terço vem da alimentação, diz Marcello Bertoluci, diretor do departamento de Dislipidemia e Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Mesmo não sendo o único fator determinante, a comida tem um papel importante porque alguns alimentos podem alterar os níveis de colesterol no sangue.

Aumenta o colesterol ruim:

O principal fator associado ao aumento do LDL é o consumo excessivo de gorduras saturadas, presentes principalmente em produtos de origem animal e ultraprocessados, como:

  • Carnes e embutidos: carne vermelha, carne suína e produtos processados, como salame e salsicha
  • Leite e derivados: queijos amarelos, creme de leite e manteiga
  • Frituras em geral

Melhora o colesterol bom:

Consumo baseado no padrão mediterrâneo pode contribuir. São recomendados alimentos ricos em fibras e fitosteróis, além de:

  • Azeite de oliva
  • Aveia
  • Grãos
  • Sementes
  • Nozes e outras oleaginosas

"Mesmo assim, a resposta à alimentação é individual e deve ser avaliada em conjunto com o risco cardiovascular e os resultados dos exames", afirma Bertoluci.

Só o estilo de vida importa? Não. Em muitos casos, tem forte influência genética. Por isso, algumas pessoas podem apresentar níveis elevados mesmo mantendo hábitos considerados saudáveis.

Há situações em que a genética tem um papel predominante, como no caso da hipercolesterolemia familiar, uma condição em que alterações genéticas dificultam a remoção do LDL da circulação e podem levar a níveis muito elevados de colesterol desde a infância, explica Bertoluci.

Nesses casos, é recomendado acompanhamento médico para um diagnóstico preciso e, quando necessário, o uso de tratamento medicamentoso.

Fonte _ Folha/SP

Novas pesquisas, IA e medicamentos inovadores avançam contra o câncer

 


Durante muito tempo, a história dos avanços contra o câncer foi marcada pelo anúncio de uma grande descoberta, como um novo remédio, uma nova tecnologia ou um estudo capaz de mudar o tratamento de determinado tumor.

Mas a principal mensagem da 61ª reunião anual da Asco (Sociedade Americana de Oncologia Clínica), realizada em maio deste ano, em Chicago, nos Estados Unidos, foi outra. Em vez de uma única descoberta, diferentes frentes começaram a produzir resultados relevantes ao mesmo tempo.

Essa mudança ficou evidente ao longo de toda a conferência. Um dos momentos mais marcantes ocorreu durante a apresentação dos resultados do estudo RASolute 302, conduzido pelo Dana-Farber Cancer Institute, nos Estados Unidos, quando uma plateia de milhares de médicos se levantou para aplaudir.

A terapia que emocionou a audiência foi o "daraxonrasibe", um novo tratamento contra o câncer de pâncreas, doença cuja sobrevida em cinco anos é de apenas cerca de 3% e que sempre foi considerada uma das mais frustrantes quanto à eficácia de novas drogas. Os dados do estudo mostraram que o medicamento quase dobrou a sobrevida desses pacientes em comparação com a quimioterapia.

O remédio que rompeu a habitual sisudez dos congressos ataca um gene chamado RAS, descrito pela primeira vez em tumores de ratos nos anos 1960 e identificado em câncer humano em 1982, hoje conhecido como possível alvo em quase um terço dos tumores existentes.

Durante mais de 40 anos, o câncer de pâncreas foi considerado impossível de combater. Para uma doença que resistiu a décadas de tentativas, a palavra que ecoou nos corredores sobre o novo tratamento foi "transformador".

Da vacina personalizada ao exercício

Como oncologista, vivo para equilibrar esperança, expectativas e ceticismo. E o que mais me chamou atenção na conferência deste ano não foi apenas essa droga, por mais notável que seja. Foi perceber que ela era apenas uma entre várias frentes de avanço. E que essas frentes não se parecem em nada umas com as outras.

De um lado, vacinas personalizadas de altíssima tecnologia e reposicionamento de medicamentos. Do outro, intervenções tão simples e baratas quanto uma caminhada ou um comprimido de aspirina.

A primeira dessas frentes nasceu de uma tecnologia que o mundo inteiro conheceu na pandemia. As vacinas de mRNA contra a Covid funcionavam como um bilhete de instruções: ensinavam nossas células a produzir um pedacinho do vírus, treinando o sistema imune a reconhecê-lo.

A mesma ideia está agora sendo expandida contra o câncer, com um verdadeiro tratamento personalizado para a neoplasia de cada paciente.

O princípio é elegante. Depois da cirurgia para remover o tumor, os cientistas analisam o material genético daquele câncer específico e identificam as mutações que o tornam diferente das células saudáveis. Com base nisso, produzem uma vacina sob medida, que ensina o sistema imune do paciente a "caçar" exatamente aquelas células.

Um remédio diferente para cada pessoa

Na conferência deste ano, foram apresentados também os resultados de cinco anos de estudo com pacientes de melanoma de alto risco (o câncer de pele mais agressivo).

Quem recebeu a vacina personalizada (chamada Intismeran) somada à imunoterapia teve quase metade do risco de a doença voltar ou levar à morte em comparação com quem recebeu só a imunoterapia. Cinco anos depois, cerca de 69% dos pacientes que tomaram a vacina seguiam livres do câncer.

Ainda é um estudo de porte modesto, e a confirmação definitiva depende de testes maiores já em andamento. Mas a mesma estratégia já está sendo testada em tumores de pâncreas, pulmão e bexiga. É a fronteira mais sofisticada da oncologia: um remédio diferente para cada pessoa.

A segunda frente não poderia ser mais diferente e, talvez por isso, seja a mais surpreendente. Enquanto laboratórios investem bilhões em vacinas personalizadas, parte das melhores notícias recentes veio de coisas que já estão ao alcance de quase todo mundo.

O estudo internacional CHALLENGE acompanhou pacientes operados de câncer de intestino e mostrou que um programa estruturado de exercício físico, depois do tratamento, reduziu o risco de a doença voltar e aumentou a sobrevida. A taxa de sobrevida livre da doença em cinco anos foi de 80,3% para o grupo de exercícios, contra 73,9% para o grupo que recebeu apenas orientações educativas de saúde.

O ganho era comparável ao de alguns medicamentos aprovados, só que o "remédio" aqui era atividade física orientada. Na conferência deste ano, pesquisadores foram além e mostraram que esse tipo de programa também é vantajoso do ponto de vista de custo, um argumento importante para sistemas públicos e privados de saúde de todo o mundo.

A contribuição da IA

Algo parecido vem acontecendo com remédios sendo redescobertos para novos usos, o que chamamos de reposicionamento de drogas. Uma dose baixa de aspirina, aquele comprimido de centavos, reduziu pela metade o risco de recidiva num grupo de pacientes com câncer de intestino identificado por um exame genético do tumor.

Mais marcante ainda foi o caso de um remédio originalmente criado para câncer de mama, o abemaciclibe: testado contra um sarcoma raro e agressivo, tornou-se o primeiro tratamento da história a funcionar nessa doença.

A lógica é o que há de mais moderno na oncologia. Em vez de classificar o câncer pelo órgão onde nasce, olhamos para o defeito biológico que o move. Esse sarcoma e alguns tumores de mama compartilham a mesma engrenagem celular avariada. Faz sentido, então, que o mesmo remédio trave as duas.

Para um país como o Brasil, essa frente é especialmente valiosa: aqui, a esperança que cabe no orçamento pode chegar a muito mais gente e doenças raras, tantas vezes esquecidas, ganham uma chance. Usando drogas que estão no mercado e muitas já com medicações genéricas disponíveis.

O que conecta extremos tão distantes? Uma vacina sob medida e um comprimido de aspirina? Cada vez mais, a resposta é a inteligência artificial. Nenhuma das descobertas deste ano foi "inventada" por um computador; todas vêm de anos de biologia paciente.

Mas o gargalo comum a elas é a capacidade de enxergar a biologia certa, na pessoa certa: prever quais mutações o sistema imune realmente reconhece, decifrar qual paciente responde à aspirina, encontrar o defeito celular escondido. São a agulha no palheiro, achar padrões em montanhas de dados, exatamente onde a IA se destaca.

Na conferência deste ano, os estudos usando IA se multiplicaram a ponto de a organização criar trilhas dedicadas ao tema, inclusive uma voltada a levar essas ferramentas a regiões com poucos recursos. Convém ter os pés no chão, pois muitos desses trabalhos ainda são preliminares. Mas a direção é clara: a IA é o tecido que costura as demais frentes e acelera todas elas.

Volto, então, àquela plateia de pé em Chicago. A ovação não celebrava um lampejo de sorte, mas o acúmulo de décadas de ciência teimosa. É essa a verdadeira mensagem de 2026: o progresso contra o câncer raramente é um milagre súbito.

A matéria foi originalmente publicada no The Conversation. O texto foi publicado originalmente aqui

Fonte _ Folha/SP

SUS passa a oferecer insulina mais moderna e de ação prolongada em 21 estados

 


Ministério da Saúde iniciou neste mês a distribuição nacional da insulina glargina para fornecimento gratuito pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Até esta terça-feira (14) foram distribuídos 358,5 mil tubetes do medicamento para 21 estados, segundo a pasta.

A iniciativa faz parte da substituição gradual, no SUS, da insulina NPH, de ação intermediária e mais antiga, pela insulina glargina, de ação prolongada e mais moderna. Os contemplados são pacientes de 2 a 17 anos de idade com diabetes tipo 1 e idosos com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2.

Quem tem direito pode retirar o medicamento em qualquer UBS (Unidade Básica de Saúde), após avaliação clínica e prescrição médica.

A insulina glargina foi enviada para São Paulo, Amapá, Paraíba, Paraná, Alagoas, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, Piauí, Minas Gerais e Bahia.

Segundo a pasta, até o fim de julho serão enviadas remessas para Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Tocantins.

Em fevereiro e março, quatro unidades da federação receberam insulina glargina em um projeto-piloto de transição da NPH para o novo medicamento: Amapá, Paraíba, Paraná e Distrito Federal. O DF não recebeu novos tubetes neste mês porque já tem estoque suficiente para atender o público elegível.


Embora a insulina NPH seja classificada como de ação intermediária, seu efeito costuma não se manter por 24 horas, o que frequentemente exige duas ou até três aplicações ao longo do dia.

A glargina, por sua vez, dura aproximadamente um dia inteiro e, na maioria dos pacientes, é administrada apenas uma vez ao dia. Com menos injeções diárias, o tratamento tende a ser mais fácil de seguir, contribuindo para a adesão dos pacientes.

A insulina glargina foi incorporada ao SUS em 2019. Seis anos depois, o Ministério da Saúde anunciou que o medicamento chegaria à rede pública em fevereiro de 2025. A distribuição de fato começa mais de um ano depois da previsão inicial e sete anos após a incorporação pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS).

Fonte _ Folha/SP

"ANP com VC - Postos": aplicativo disponibiliza dados de postos e canal de denúncias ao consumidor

 


ANP lançou hoje (13/7) o aplicativo "ANP com VC - Postos", que disponibiliza ao consumidor informações sobre postos de combustíveis e canal para denúncias, inclusive por preço abusivo.  

Ao entrar no sistema, o consumidor pode selecionar se deseja visualizar os postos próximos a ele, ativando a sua localização, ou digitar a cidade. Então, é direcionado a uma lista ou a um mapa com todos os postos autorizados pela Agência na região, conforme sua seleção. Também é possível pesquisar por um posto específico, a partir do CNPJ. 

Na lista ou no mapa, ao clicar no ícone do posto, o usuário visualiza uma página com mais informações sobre o agente, como: 

- Resultados das ações de fiscalização realizadas pela ANP no posto, nos últimos cinco anos, referentes à qualidade dos combustíveis e à quantidade fornecida pelas bombas; 

- Resultados das análises de qualidade de amostras de combustíveis no âmbito do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da Agência, que é um dos principais instrumentos para direcionamento das ações de fiscalização; 

Detalhes sobre o posto, como produtos comercializados, CNPJ, endereço, autorização da ANP, entre outros; 

Origem do combustível comercializado (empresa que forneceu o combustível ao posto), o que traz maior transparência, já que mesmo postos que exibem marca comercial de uma distribuidora podem vender produto de outro fornecedor, como de uma usina de etanol, de transportador-revendedor-retalhista (TRR) ou mesmo de outra distribuidora, desde que informado de forma clara ao consumidor. 

O posto recebe uma nota, de acordo com seu histórico de qualidade de combustíveis, tanto a partir dos resultados da fiscalização, quanto do PMQC. A metodologia criada pela ANP para fazer essa classificação estabelece pesos para os componentes da nota, que variam de acordo com a data em que ocorreu a infração (quanto mais recente, maior o peso negativo). 

As notas também podem ser visualizadas no mapa, a partir da cor do ícone de cada posto, com graduação do vermelho (nota zero) ao verde (nota máxima, 5). 

Além disso, caso o consumidor desconfie de irregularidade no posto em questão, pode enviar denúncia diretamente à ANP por meio de botões no aplicativo, sendo um específico para denunciar preços abusivos e o outro, para infrações em geral. 

Depois de acessar pelo link, o usuário poderá optar pela instalação no seu celular ou computador através do botão presente no próprio aplicativo. 

Assessoria de Imprensa da ANP (para atendimento dos jornalistas)

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Fonte _ Gov.br

COPA DO MUNDO FIFA™ 2026 | França x Espanha | SemiFinal

 


Assista à França x Espanha AO VIVO E COM IMAGENS, pelas Semi Final da Copa do Mundo FIFA 2026™ na CazéTV!

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Todos os 104 jogos da maior Copa de todos os tempos você só assiste na CazéTV!

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Vamos acompanhar de camarote a briga pela artilharia da Copa do Mundo 2026

Lionel Messi (Argentina): 8 gols

Kylian Mbappé (França): 8 gols

Erling Haaland (Noruega): 7 gols

Harry Kane (Inglaterra): 6 gols

Jude Bellingham (Inglaterra): 6 gols

Ousmane Dembélé (França): 5 gols

Vini Jr. (Brasil): 4 gols

 

Relembre os maiores artilheiros da Copa do Mundo da FIFA

Lionel MessiArgentina, Gols: 21 Copas do Mundo: 6

Kylian MbappéFrança, Gols: 20 Copas do Mundo: 3

Miroslav Klose – Alemanha, Gols: 16 Copas do Mundo: 4

RonaldoBrasil, Gols: 15 Copas do Mundo: 3

Gerd Müller – Alemanha, Gols: 14 Copas do Mundo: 2

Harry KaneInglaterra, Gols: 14 Copas do Mundo: 3

Just Fontaine – França, Gols: 13 Copa do Mundo: 1

PeléBrasil, Gols: 12 Copas do Mundo: 4

Sandor Kocsis – Hungria, Gols: 11 Copas do Mundo: 1

Cristiano Ronaldo – Portugal, Gols: 11 Copas do Mundo: 6

Jürgen Klinsmann – Alemanha, Gols: 11 Copas do Mundo: 3

Helmut Rahn – Alemanha, Gols: 10 Copas do Mundo: 2

Gabriel Batistuta – Argentina, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Gary Lineker – Inglaterra, Gols: 10 Copas do Mundo: 2

Teófilo Cubillas – Peru, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

Thomas Muller – Alemanha, Gols: 10 Copas do Mundo: 4

Grzegorz Lato, Gols: 10 Copas do Mundo: 3

AdemirBrasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 1

Roberto Baggio – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Eusébio – Portugal, Gols: 9 Copas do Mundo: 1

JairzinhoBrasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Paolo Rossi – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

Karl-Heinz Rümmenigge – Alemanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Uwe Seeler – Alemanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 4

VaváBrasil, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

Christian Vieri – Itália, Gols: 9 Copas do Mundo: 2

David Villa – Espanha, Gols: 9 Copas do Mundo: 3

Vinícius JuniorBrasil, Gols: 5 Copas do Mundo: 2

Fonte _ FIFA