Nesta
semana, o Ministério da Saúde enviou mais 2,2 milhões de doses da vacina contra
a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal, garantindo estoque
suficiente para atender às demandas regionais. O Acre recebeu 5.406 doses
do imunizante. Com essa entrega, o total de doses distribuídas pela pasta
nos primeiros meses deste ano chega a 6,3 milhões. Os estoques estão garantidos
em todo o país.
As
vacinas ofertadas pelo SUS são as mais atualizadas contra as cepas em
circulação e seguem recomendadas de forma prioritária para os grupos mais
vulneráveis. “As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos
graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e
segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirma o diretor do
Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.
O
Ministério da Saúde mantém quantitativo suficiente em estoque para atender todo
o país. A distribuição das doses às unidades de saúde e a organização da
logística local são de responsabilidade dos estados e municípios, que gerenciam
seus estoques, controle de validade e aplicação das doses.
O
envio é feito por meio de pauta automática, baseada em critérios como
estimativa da população-alvo e o número de doses aplicadas. Estados podem
formalizar solicitações adicionais caso identifiquem necessidades excepcionais.
Quando acionado, o Ministério realiza o envio de mais doses.
Abastecimento
contínuo em todo o país
Entre
janeiro e março de 2026, o Ministério da Saúde enviou 4,1 milhões de doses aos
estados, com 2 milhões já aplicadas. Na oportunidade, o estado do Acre foi
contemplado com 21.212 doses.
Com
a nova remessa enviada esta semana, a Pasta dá continuidade
ao envio regular e se soma aos estoques regionais para crianças e adultos,
reforçando a estratégia de ampliação da cobertura vacinal.
A
distribuição é feita pelo Ministério da Saúde diretamente às secretarias
estaduais de saúde (SES), responsáveis pela logística de recebimento e
distribuição das doses aos municípios.
Quem
deve se vacinar?
O
esquema de vacinação contra a covid-19 no Brasil segue diretrizes
atualizadas, estruturadas conforme faixa etária e condições de saúde, com foco
na proteção dos grupos mais vulneráveis:
- Idosos (a
partir de 60 anos ou mais): duas doses, com intervalo de 6 meses entre
elas;
- Gestantes:
uma dose a cada gestação, em qualquer idade e fase gestacional,
respeitando intervalo mínimo de 6 meses desde a última dose;
- Crianças (6
meses a menores de 5 anos): esquema básico de duas ou três doses, conforme
o imunizante;
- Pessoas
imunocomprometidas (a partir de 6 meses de idade): esquema básico com três
doses e recomendação de doses periódicas (uma dose semestral, com
intervalo mínimo de seis meses);
- População
geral (5 a 59 anos): uma dose para pessoas não vacinadas
anteriormente.
A
estratégia de vacinação também contempla outros grupos especiais, como
trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência
permanente, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, população
privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos
Correios.
A
orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para
verificar a situação vacinal e manter a proteção em dia.
Cenário
epidemiológico
A covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo
SARS-CoV-2, com potencial de agravamento, especialmente em grupos de maior
risco, podendo evoluir para óbito. Em 2026, até 11 de abril, foram registrados
62.586 casos de síndrome gripal (SG) por covid-19. Também foram
notificados 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo
4,7% por covid-19 (1.456 casos), com 188 óbitos de SRAG
por covid-19.
Diante
desse cenário, a vacinação continua sendo a principal forma de proteção. As
vacinas oferecidas gratuitamente pelo SUS são seguras e eficazes para prevenir
casos graves, hospitalizações e óbitos. Por isso, é fundamental manter o
esquema vacinal atualizado, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.
Fonte _ Saúde.gov
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