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Os melhores momentos
Compacto
desse jogão
O
ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apresenta nesta terça-feira (30), às
9h30, em Brasília (DF), um conjunto de ações estratégicas para fortalecer a
capacidade de resposta do SUS aos impactos das mudanças climáticas e aos
possíveis efeitos do El Niño.
Serão
anunciadas medidas que ampliam a vigilância, a preparação e a resposta diante
de eventos climáticos extremos.
As
iniciativas integram o AdaptaSUS, plano do Ministério da Saúde voltado ao
fortalecimento da resiliência do SUS e à ampliação da capacidade de resposta
aos desafios climáticos, com foco na proteção da população.
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A Anvisa (Agência
Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a suspensão do lote 61/411
do repelente contra insetos Repele, fabricado pela Mavaro Indústria e Comércio
de Produtos Químicos Ltda. A medida proíbe a venda, a distribuição e o uso dos
produtos pertencentes ao lote.
A
empresa disse à Anvisa que fará o recolhimento de todos os itens que integram o
lote comprometido. Consumidores que tenham unidades do lote não devem utilizar
o produto.
Procurada,
a empresa afirma que identificou um desvio pontual no processo de fabricação
desse lote e, desde então, adotou medidas corretivas e preventivas, incluindo o
rastreamento dos clientes e canais que receberam o produto, o recolhimento das
unidades impactadas e a substituição das unidades recolhidas.
Segundo
a Anvisa, a interdição cautelar é uma medida preventiva adotada quando há
indícios de que determinado produto pode não atender aos requisitos
estabelecidos pela regulamentação sanitária.
A
decisão foi divulgada após a conclusão de um processo iniciado em 20 de maio,
quando a Anvisa determinou a interdição cautelar do mesmo lote. Não foram
informados os locais de distribuição das unidades.
Na
ocasião, a medida foi baseada em um laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz
(Lacen-SP), que reprovou o produto em um teste que avalia a eficácia do
princípio ativo IR3535.
O
IR3535 é uma substância sintética utilizada em repelentes de insetos que atua
formando uma barreira de odor sobre a pele, interferindo na capacidade dos
insetos de localizar o hospedeiro.
Fonte _ Folha/SP
Fadiga,
febre, mal-estar, enjoo e pele amarelada estão entre os sintomas mais
conhecidos das hepatites virais. O problema é que muitas pessoas
infectadas nunca chegam a apresentar esses sinais. Sem diagnóstico, a doença
pode evoluir silenciosamente por anos enquanto provoca danos progressivos ao
fígado.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 304
milhões de pessoas no mundo vivem com hepatite B ou C – formas que
frequentemente evoluem para infecções crônicas e complicações graves. Juntos,
esses dois vírus são responsáveis por mais de um milhão de mortes anualmente em
todo o globo.
No
Brasil, foram confirmados mais de 800 mil casos de hepatites virais e cerca de
45 mil óbitos associados aos tipos A, B, C e D entre os anos 2000 e 2024, de acordo com o Boletim Epidemiológico Hepatites Virais
2025, do Ministério da Saúde.
“Um
dos principais obstáculos para o controle das hepatites é a baixa taxa de
diagnóstico. Como muitas pessoas não têm ideia de que convivem com a
doença, elas acabam transmitindo o vírus sem saber”, alerta o gestor médico
de Desenvolvimento Clínico do Instituto Butantan Eolo Morandi.
As hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C, mas existem ainda os tipos D e E. Embora todas possam causar inflamação do fígado, elas diferem em aspectos importantes, como formas de transmissão, gravidade e métodos de prevenção.
Hepatite
A: quando o problema está na água e nos alimentos
O
vírus da hepatite A é transmitido principalmente pela via
fecal-oral. De forma geral, a infecção acontece pelo consumo de água ou
alimentos contaminados com resíduos fecais, contato pessoal próximo – comum em
ambientes como creches ou instituições de longa permanência – e práticas
sexuais que envolvam contato oral-anal.
Segundo o boletim do Ministério da Saúde, as regiões
Nordeste e Norte concentraram a maior parte dos casos confirmados de hepatite A
no Brasil entre 2000 e 2024. Recentemente, houve um aumento na taxa de
incidência da doença impulsionado pelas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste,
onde a doença passou a se concentrar mais na população adulta, especialmente
entre os homens.
“Trata-se
de uma doença que está bastante relacionada a condições precárias de saneamento
básico e higiene, fatores que acabam facilitando a circulação do vírus no
ambiente”, pontua Eolo Morandi.
Os
sintomas mais comuns da hepatite A incluem fadiga, mal-estar, febre, dores
musculares, enjoo, vômitos, dor abdominal e diarreia. Em alguns casos, podem
surgir sinais de comprometimento hepático, como urina escura, fezes claras e
icterícia – coloração amarelada da pele e da parte branca dos olhos.
Diferentemente
dos tipos B e C, a hepatite A não costuma evoluir para infecção crônica.
Segundo Eolo Morandi, a doença geralmente apresenta caráter benigno e
autolimitado, com recuperação espontânea na maioria dos casos. Pessoas acima
dos 50 anos, entretanto, podem apresentar maior risco de evoluir para formas
mais graves.
Não
existe tratamento específico para a doença. No geral, é recomendado repouso e a
adoção de uma dieta equilibrada, com reposição de líquidos. Também é
fundamental evitar a automedicação, pois medicamentos desnecessários podem ser
tóxicos ao fígado já inflamado.
A
vacinação é considerada a principal ferramenta de prevenção da doença. O
Instituto Butantan fornece a vacina contra hepatite A ao
Programa Nacional de Imunizações (PNI), que é aplicada em dose única aos 15
meses de vida. O
Recentemente,
o Ministério da Saúde ampliou a oferta de duas doses para grupos
específicos, como usuários de Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) e
pessoas com doenças hepáticas crônicas.
Boas práticas de higiene, como lavar as mãos frequentemente, higienizar alimentos crus com solução clorada e consumir apenas água potável ou tratada, e adotar medidas de proteção durante as relações sexuais também são maneiras de prevenir a doença.
Hepatite
B: cuidado com sangue e atenção às relações sexuais
A
transmissão da hepatite B ocorre por meio do contato com
sangue ou outros fluidos corporais infectados. Uma das formas mais comuns de
infecção em áreas de alta endemicidade da doença é a perinatal (ou vertical),
que acontece de mãe para filho durante o parto.
Outras
maneiras de disseminação do vírus são pelo contato sexual sem proteção,
compartilhamento de agulhas e seringas, transfusões de sangue não testado,
acidentes com materiais perfurocortantes, além de tatuagens e piercings
realizados com equipamentos contaminados.
Quando
presentes, os principais sintomas observados costumam ser fadiga, febre,
mal-estar, dor abdominal, náuseas, urina escura e icterícia.
“O
maior desafio da hepatite B está na sua capacidade de se tornar crônica, quando
o organismo não consegue eliminar o vírus”, explica o gestor médico do
Instituto Butantan. Nesses casos, a infecção pode permanecer silenciosa por
décadas antes de evoluir para complicações graves, como cirrose
hepática e câncer de fígado.
O
risco de cronificação varia bastante de acordo com a idade em que ocorre a
infecção. De acordo com a OMS, cerca de 90% a 95% das crianças
infectadas no primeiro ano de vida desenvolvem a forma crônica da doença,
enquanto esse risco é inferior a 5% para quem adquire o vírus na idade
adulta.
Por
conta disso, a aplicação da primeira dose da vacina contra a hepatite B deve
ser feita ainda nas primeiras 24 horas de vida. O Instituto Butantan também é
responsável por ofertar o produto ao PNI. Para crianças, a recomendação do
Ministério da Saúde é que elas recebam quatro doses do imunizante: ao nascer,
aos 2, 4 e 6 meses de idade. Já para a população adulta, o esquema completo se
dá com três doses.
Além da vacinação, a prevenção envolve o uso de preservativo durante as relações sexuais e a adoção de práticas seguras em procedimentos médicos, odontológicos e estéticos. No Brasil, a maior parte dos casos confirmados de hepatite B concentra-se nas regiões Sudeste e Sul.
Hepatite
C: quando a cura é uma possibilidade
A hepatite C é responsável por mais de 75% dos óbitos
associados às hepatites virais no Brasil. Sua principal forma de
transmissão é pelo contato com sangue contaminado, geralmente por
compartilhamento de agulhas e seringas. De acordo
com dados da OMS, pessoas que usam drogas injetáveis representam 44%
das novas infecções pelo vírus. Outras formas incluem procedimentos médicos e
estéticos sem esterilização e, menos frequentemente, via sexual ou perinatal.
Assim
como os outros tipos de hepatite, os sintomas são praticamente ausentes; e
quando existem, incluem fadiga, náuseas, urina escura e icterícia. A infecção
também pode evoluir para sua forma crônica, que se não for tratada pode
progredir para fibrose avançada, cirrose e câncer de fígado.
Diferentemente
das hepatites A e B, ainda não existe vacina contra a hepatite C. A prevenção
baseia-se no controle de exposição ao sangue, redução de danos para usuários de
drogas e testagem espontânea para diagnóstico precoce.
Apesar da ausência de imunizantes, a hepatite C tornou-se uma doença potencialmente curável graças aos avanços dos tratamentos antivirais – mesmo quando ela já alcançou a sua forma crônica. O protocolo de cuidado é feito com o uso de Antivirais de Ação Direta (AADs) ao longo de algumas semanas, e as taxas de cura são superiores a 95%. No Brasil, o tratamento é disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Hepatites
D e E: tipos menos comuns também são importantes
Embora
sejam menos frequentes do que os tipos A, B e C, as hepatites D e E possuem
características que as tornam relevantes para a vigilância em saúde pública.
A hepatite
D, por exemplo, possui uma característica única entre as hepatites virais:
ela só consegue infectar e se replicar em pessoas que também possuem o vírus da
hepatite B. A transmissão ocorre, principalmente, pelo contato com sangue ou
fluidos corporais contaminados.
No
geral, a infecção por hepatite D se dá de duas formas: por coinfecção,
quando a pessoa é infectada por ambos os vírus ao mesmo tempo; ou
superinfecção, quando alguém que já tem hepatite B crônica é infectada pelo
vírus D. A presença simultânea dos dois vírus acelera a progressão da doença e
aumenta o risco de complicações graves, como cirrose e câncer de fígado.
Como
o vírus da hepatite D precisa do vírus B para sobreviver, a vacinação contra a
hepatite B ainda é o método mais eficaz de prevenção, oferecendo proteção
indireta.
Já
a hepatite E apresenta comportamento semelhante ao da hepatite
A. A transmissão ocorre principalmente pela via fecal-oral, por meio do consumo
de água ou alimentos contaminados.
Na
maior parte dos casos, a infecção é autolimitada e desaparece espontaneamente
em poucas semanas. A principal preocupação está nas gestantes,
grupo em que o risco de complicações grave é significativamente maior,
especialmente no terceiro trimestre. A hipótese é que a interação entre as
alterações hormonais e imunológicas típicas da condição deixem as grávidas mais
suscetíveis ao vírus e contribua para uma rápida replicação viral do vírus no
organismo.
Avanços
nacionais e objetivos globais para 2030
O
Brasil tem avançado em algumas das principais frentes de combate às hepatites
virais. No relatório
global mais recente da OMS sobre o tema, o país foi citado como exemplo
pelo progresso na prevenção da transmissão da hepatite B de mãe para filho, uma
vez que a cobertura vacinal entre recém-nascidos saltou de 77% em 2023 para 98%
em 2025.
A
evolução também pode ser observada na mortalidade. Entre 2014 e 2024, a taxa de
mortes associadas à hepatite B caiu 50% no país, enquanto os óbitos
relacionados à hepatite C registraram redução de 60%.
Apesar
dos progressos, o diagnóstico tardio continua sendo um dos principais
obstáculos para o controle das hepatites virais. Para enfrentar esse desafio,
a OMS estabeleceu como meta eliminar as hepatites como um
problema global de saúde pública até 2030.
A
estratégia prevê reduzir em 90% o número de novas infecções, diminuir em 65% as
mortes relacionadas à doença, diagnosticar 90% das pessoas infectadas e
garantir tratamento para 80% daqueles que necessitam de acompanhamento clínico
– em relação aos níveis observados em 2015.
“O
diagnóstico precoce é fundamental para interromper a cadeia de transmissão e
evitar que a doença evolua para formas mais graves. Pelo menos uma coleta de
sangue anual já contribui para uma pessoa saber se tem ou não a doença”,
recomenda Eolo Morandi.
A
conscientização da população também é considerada parte fundamental desse
esforço. Por isso, desde 2010, a OMS promove o Dia Mundial de Luta
contra as Hepatites, celebrado em 28 de julho. A data busca reforçar a
importância da vacinação, da testagem e do acesso ao tratamento – ferramentas
que podem evitar complicações graves e salvar milhões de vidas.
Referências
CANADIAN
FAMILY PHYSICIAN. Hepatitis
E infection during pregnancy
MINISTÉRIO
DA SAÚDE. Hepatite A
MINISTÉRIO
DA SAÚDE. Hepatite B
MINISTÉRIO
DA SAÚDE. Hepatite C
MINISTÉRIO
DA SAÚDE. Hepatite D
MINISTÉRIO
DA SAÚDE. Hepatite E
MINISTÉRIO
DA SAÚDE. Ministério da Saúde amplia vacinação contra hepatite A para
usuários de PrEP
ORGANIZAÇÃO
PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Dia
Mundial de Combate à Hepatite
Fonte _ Butantan
O presidente
Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, entregaram,
nesta terça-feira (23), um acelerador linear de alta tecnologia ao Hospital
Santa Marcelina, na Zona Leste de São Paulo. De forma simultânea, Sinop (MT),
Fortaleza (CE) e Teresina (PI) também receberam novos equipamentos para tornar
o tratamento de radioterapia mais rápido e acessível.
Além
da entrega do acelerador linear, o governo federal anunciou novas ações
voltadas à ampliação da assistência especializada no SUS. Entre elas, a
aquisição de 20 aparelhos de ressonância magnética para distribuição em todas
as regiões do país, a certificação do Hospital Santa Marcelina como Hospital de
Ensino Nível 1 e a assinatura do termo de execução de crédito financeiro para a
Casa de Saúde Santa Marcelina. Juntas, as iniciativas somam R$ 182,2 milhões em
investimentos por meio dos programas Agora Tem Especialistas e Novo
PAC Saúde.
“O
que está acontecendo no Brasil é um sonho que muitos de nós acalentamos há
muito tempo. A gente sempre sonhou em fazer com que o povo trabalhador, mais
humilde, que mora na periferia, mais distância, tivesse acesso ao que todo
mundo tem que ter direito. O que nós queremos é que todos tenham um tratamento
igual, justo e de boa qualidade”, ressaltou o presidente Lula.
O
Hospital Santa Marcelina é uma instituição filantrópica, referência em alta
complexidade na Zona Leste de São Paulo. Na assistência oncológica, a unidade
já contava com três aceleradores lineares e, com a entrega da nova tecnologia,
reforça sua capacidade como polo de referência na oncologia. Com investimento
de R$ 7,3 milhões, o novo equipamento tem capacidade de realizar até 1.000
tratamentos radioterápicos por ano.
“Estamos
dando mais um passo do Agora Tem Especialistas ao entregar o que existe de mais
moderno na medicina mundial para tratar radioterapia. O que estamos fazendo é
montar a maior rede pública do mundo de prevenção, diagnóstico e tratamento do
câncer”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A unidade hospitalar se destaca pela integração com o Sistema Único de Saúde (SUS), ao prestar assistência a pacientes com câncer e contribuir para a redução do tempo de espera. Além de atender a população da capital e de municípios ao redor, a instituição passa a receber pessoas que buscam tratamento em outras subregionais e segue como referência para pacientes de outros estados, como Minas Gerais e Rio de Janeiro. Durante a agenda, foi anunciada a certificação do Santa Marcelina como Hospital de Ensino Nível 1.
Expansão
do tratamento de câncer no Mato Grosso
Também
nesta terça-feira (23), o Hospital Santo Antônio, em Sinop (MT), recebeu, no
âmbito do programa Agora Tem Especialistas, um novo acelerador linear,
viabilizado com R$ 17,5 milhões do Novo PAC Saúde. A instalação do equipamento
faz parte da estratégia nacional de descentralização da radioterapia, voltada à
redução de vazios assistenciais, à diminuição do deslocamento de pacientes para
grandes centros e à ampliação do acesso oportuno ao tratamento.
Sinop
é o principal município da Macrorregião Norte de Mato Grosso, com população
estimada em mais de 500 mil habitantes. Além de atender à demanda interna, o
novo equipamento posiciona o Hospital Santo Antônio como referência para
municípios do estado e de regiões vizinhas que não dispõem desse tipo de
serviço. Com isso, pacientes que antes percorriam entre 500 e 1.800 km para
receber atendimento em locais como Cuiabá e Barretos passam a ter acesso mais
próximo e mais conforto na assistência.
Mais
atendimentos oncológicos no Nordeste
Em
Fortaleza (CE), o acelerador linear, no valor de R$ 7 milhões, foi destinado ao
Instituto do Câncer do Ceará - Hospital Haroldo Juaçaba. A entrega foi
realizada pelo secretário de Atenção Especializada do Ministério da Saúde,
Mozart Salles.
O
Instituto do Câncer do Ceará (ICC) é referência estadual consolidada para
diagnóstico, tratamento e cuidados paliativos do câncer, atendendo pacientes da
Macrorregião Fortaleza, Sobral, Cariri, Sertão Central, Litoral Leste/Jaguaribe
e Baturité. O aparelho será essencial para suprir a demanda, que cresceu 23,6%
em apenas um ano.
O
Hospital São Marcos, em Teresina (PI), também foi contemplado. O investimento
de R$ 15,5 milhões foi destinado para a modernização da assistência
radioterápica, também com inclusão de um acelerador linear moderno.
Cenário
nacional
O
cuidado aos pacientes com câncer é uma prioridade do Programa Agora Tem
Especialistas, que busca reduzir o tempo de espera por consultas, exames e
cirurgias, incluindo os procedimentos radioterápicos. Desde 2023, foram
celebrados 155 aceleradores lineares, com previsão de entrega de 70
equipamentos até 2026. Desse total, 44 já foram inaugurados.
Novos
aparelhos de ressonância magnética
Ainda
nesta terça-feira (23), Lula e Padilha assinaram o contrato que vai garantir a
compra de 20 aparelhos de ressonância magnética para a realização de exames de
imagens que possibilitam que profissionais de saúde reconheçam fraturas
difíceis, problemas nos órgãos ou sangramentos internos em poucos minutos. Os
novos equipamentos contarão com investimento total de R$ 111,7 milhões, e serão
distribuídos para todas as regiões do Brasil.
As
entregas contemplam 15 estados distribuídos por todas as regiões do país. No
Norte, estão Amazonas e Rondônia. No Nordeste, os investimentos chegam à Bahia,
Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. No
Centro-Oeste, há ações em Goiás. No Sudeste, os estados atendidos são Minas
Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Já na Região Sul, as entregas abrangem
Paraná e Rio Grande do Sul.
Rede privada e filantrópica de portas abertas para pacientes do SUS
Durante
a agenda, também foi assinada a adesão da Casa de Saúde Santa Marcelina à
modalidade de crédito financeiro do programa Agora Tem Especialistas. A
iniciativa permite que hospitais privados e filantrópicos ofertem atendimento
especializado para pacientes do SUS e, em contrapartida, utilizem os
atendimentos realizados para abatimento de dívidas tributárias com a União ou
compensação de tributos federais futuros. O contrato inicial é de R$ 15,9
milhões e reforça a estratégia do Ministério da Saúde de mobilizar toda a
capacidade instalada do país para garantir assistência aos brasileiros.
Acesse a campanha do Agora Tem Especialistas
Fonte _ Saúde.com
Em jogo emocionante, Marrocos elimina Holanda nos pênaltis e vai às oitavas de final da Copa do Mundo
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