Em
1867, o próprio Brasil assinou um tratado reconhecendo que aquela terra era da
Bolívia.
Em
1900, chegou a devolvê-la.
Três
anos depois, pagou 2 milhões de libras esterlinas para ficar com ela.
O
mapa mostra por que nenhum outro estado é como o Acre.
Neste
vídeo:
• A
linha reta de 1867 que dizia: Bolívia
• O
mito do cavalo
• Os
rios que levaram cearenses e nordestinos até os seringais
•
Luis Gálvez, Plácido de Castro e a Revolução Acreana
• O
Tratado de Petrópolis e a Ferrovia Madeira-Mamoré
•
Chico Mendes, os geoglifos e o jacaré gigante
• O
Acre como porta do Brasil para o Pacífico
O
mapa não mente.
FONTES
Tratado
de Ayacucho (1867) e Tratado de Petrópolis (1903); Museu Histórico Nacional
(Questão Acreana); Portal Amazônia; Sesc SP (A Terra dos Seringais); Revista
Pesquisa FAPESP e Iphan (geoglifos); IBGE (Censo 2022, Contas Regionais 2023,
pontos extremos); Defesa Civil de Rio Branco; Lei 4.070/1962; Lei 11.662/2008,
referendo de 2010 e Lei 12.876/2013 (fuso horário); Datamar News (rota do
Pacífico). Distâncias em linha reta calculadas pelo canal.
CRÉDITOS
DAS FOTOS
(domínio público, via Wikimedia Commons)
•
Ferrovia Madeira-Mamoré (2 fotos): Dana Merrill, Acervo do Museu Paulista da
USP
•
Plácido de Castro: A Pátria Brazileira (Virgílio Cardoso de Oliveira)
•
Barão do Rio Branco: autor desconhecido
•
Luis Gálvez: autor desconhecido
ILUSTRAÇÕES
As
cenas históricas e de paisagem são ilustrações artísticas digitais, não
fotografias.
CRÉDITOS
DOS MAPAS
Imagem de satélite: Sentinel-2 cloudless - https://s2maps.eu by EOX IT Services GmbH (Contains modified Copernicus
Sentinel data 2016 & 2017), CC BY 4.0. Relevo: Terrain Tiles (Mapzen/AWS), com
dados SRTM e GMTED2010 (USGS) e ETOPO1 (NOAA). Limites: IBGE e Natural Earth.
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