domingo, 16 de julho de 2017

1 em cada 10 bebês em todo o mundo não recebeu nenhuma vacina em 2016

 


Em todo o mundo, 12,9 milhões de bebês, quase 1 em cada 10, não receberam nenhuma vacinação em 2016, de acordo com as estimativas de imunização mais recentes da OMS e do UNICEF. Isso significa, criticamente, que esses bebês perderam a primeira dose da vacina contendo difteria-tétano-coqueluche (DTP), colocando-os em sério risco dessas doenças potencialmente fatais.

Além disso, estima-se que 6,6 milhões de bebês que receberam a primeira dose da vacina contendo DTP não completaram a série completa de três doses de imunização DTP (DTP3) em 2016. Desde 2010, a porcentagem de crianças que receberam o esquema completo de imunizações de rotina estagnou em 86% (116,5 milhões de bebês), sem mudanças significativas em nenhum país ou região durante o ano passado. Isso fica aquém da meta global de cobertura de imunização de 90%.

"A maioria das crianças que permanecem não imunizadas são as mesmas que não foram atendidas pelos sistemas de saúde", diz o Dr. Jean-Marie Okwo-Bele, diretor de imunização, vacinas e produtos biológicos da OMS. "Essas crianças provavelmente também não receberam nenhum dos outros serviços básicos de saúde. Se quisermos elevar o nível da cobertura global de imunização, os serviços de saúde devem alcançar os não alcançados. Cada contato com o sistema de saúde deve ser visto como uma oportunidade para imunizar ."

Atualmente, a imunização evita entre 2 a 3 milhões de mortes por ano, causadas por difteria, tétano, coqueluche e sarampo. É uma das intervenções de saúde pública mais bem-sucedidas e econômicas.

 

Níveis globais de cobertura de imunização

De acordo com os novos dados, 130 dos 194 Estados Membros da OMS alcançaram e mantiveram pelo menos 90% de cobertura para DTP3 em nível nacional – uma das metas estabelecidas no Plano de Ação Global para Vacinas. No entanto, cerca de 10 milhões de bebês adicionais precisam ser vacinados em 64 países, se todos os países quiserem atingir pelo menos 90% de cobertura. Dessas crianças, 7,3 milhões vivem em ambientes frágeis ou humanitários, incluindo países afetados por conflitos. 4 milhões deles também vivem em apenas três países – Afeganistão, Nigéria e Paquistão – onde o acesso a serviços de imunização de rotina é fundamental para alcançar e sustentar a erradicação da poliomielite.

Em 2016, oito países tiveram menos de 50% de cobertura com DTP3 em 2016, incluindo República Centro-Africana, Chade, Guiné Equatorial, Nigéria, Somália, Sudão do Sul, República Árabe Síria e Ucrânia.

Globalmente, 85% das crianças foram vacinadas com a primeira dose da vacina contra o sarampo no primeiro aniversário por meio de serviços de saúde de rotina e 64% com uma segunda dose. No entanto, os níveis de cobertura permanecem muito aquém dos necessários para prevenir surtos, evitar mortes evitáveis ​​e atingir as metas regionais de eliminação do sarampo.

152 países agora usam vacinas contra a rubéola e a cobertura global aumentou de 35% em 2010 para 47% em 2016. Este é um grande passo para reduzir a ocorrência da síndrome da rubéola congênita, uma condição devastadora que resulta em deficiência auditiva, defeitos cardíacos congênitos e cegueira, entre outras deficiências ao longo da vida.

A cobertura global das vacinas recomendadas mais recentemente ainda não atingiu 50%. Essas vacinas incluem vacinas contra os principais assassinos de crianças, como o rotavírus, uma doença que causa diarreia infantil grave e pneumonia. A vacinação contra essas duas doenças tem o potencial de reduzir substancialmente as mortes de crianças menores de 5 anos, uma meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Muitos países de renda média estão ficando para trás na introdução dessas vacinas mais novas e caras. Esses países muitas vezes não recebem apoio externo e seus orçamentos de saúde muitas vezes são insuficientes para cobrir os custos de aquisição dessas vacinas.

 

Desigualdades na cobertura vacinal

As estimativas de cobertura nacional muitas vezes mascaram grandes desigualdades na cobertura dentro dos países. O relatório da OMS, Estado da desigualdade: imunização infantil , destaca as desigualdades na cobertura de imunização infantil em países de baixa e média renda nos últimos 10 anos. O relatório mostra que melhorias globais foram realizadas com padrões variáveis ​​de mudança entre os países e que geralmente há menos desigualdade agora do que há 10 anos.

Essas descobertas foram reforçadas por um estudo recente do UNICEF, que enfatizou a relação custo-benefício de investir nas comunidades mais pobres e marginalizadas.

"A imunização é uma das intervenções mais pró-equidade existentes", diz o Dr. Robin Nandy, Chefe de Imunizações da UNICEF. “Levar vacinas que salvam vidas para as comunidades mais pobres, mulheres e crianças deve ser considerada uma prioridade em todos os contextos”.

Esforços para reduzir as desigualdades relacionadas à situação econômica familiar e à educação da mãe são necessários em muitos países para melhorar a cobertura de imunização. Além disso, mais da metade da população global reside em áreas urbanas, inclusive em favelas de rápido crescimento na África e na Ásia. Os pobres urbanos são um grupo com alto risco de não ou sub-imunização.

Pela primeira vez, a OMS e o UNICEF coletaram dados desagregados sobre a cobertura vacinal no nível subnacional. Dos 194 países relatores, 125 relataram cobertura subnacional, abrangendo quase 20.000 distritos e aproximadamente dois terços da população infantil global. Esses dados ajudarão a lançar mais luz sobre as disparidades geográficas no acesso às vacinas.

 

Nota aos editores

Desde 2000, a OMS e a UNICEF produzem anualmente, em conjunto, estimativas nacionais de cobertura vacinal para cada um dos 194 Estados-Membros da OMS. Além de produzir as estimativas de cobertura vacinal para 2016, o processo de estimativa da OMS e UNICEF revisa toda a série histórica de dados de imunização com as informações mais recentes disponíveis. A revisão de 2016 cobre 37 anos, de 1980 a 2016.

Fonte_WHO

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Dia dos Conselhos de Enfermagem

Lei 5.905/73, que cria os Conselhos de Enfermagem, completa hoje (12/7) 44 anos. Conhecer a história dos Conselhos Regionais nos ajuda a compreender melhor a consolidação da Enfermagem no Brasil. Responsável pela fiscalização profissional, o Sistema COFEN/Conselhos Regionais atua para garantir a qualidade do exercício profissional, o correto dimensionamento, e as condições de trabalho e assistência.
A fiscalização do exercício profissional é a função primordial dos conselhos. Se não houvesse essa fiscalização, a eficácia da lei 7.498/86, que regulamenta a profissão, seria muito restrita. Quem impediria a contratação de profissionais sem qualificação? A quem seriam denunciados desvios de função? E os casos de má conduta profissional? Essas situações colocariam em risco a saúde da população brasileira. Os profissionais também estariam mais vulneráveis a abusos, a decisões arbitrárias, e a concorrência desleal no mercado de trabalho.
O COFEN tem também a função de normatizar o dimensionamento de pessoal de Enfermagem e estabelecer normativas técnicas para a assistência. Os Conselhos de Enfermagem são atores fundamentais nas grandes lutas da Saúde Coletiva, como a construção do SUS.
“Influenciar políticas de Saúde Coletiva, garantindo condições dignas de trabalho e assistência, ainda é nosso grande desafio”, destaca o presidente do COFEN, Manoel Neri. “Como órgão técnico e de fiscalização, reconhecemos que a assistência de Enfermagem não pode ser desvinculada da formação e das condições de vida e trabalho dos profissionais. Por isto, lutamos pelo ensino presencial e de qualidade, e apoiamos a regulamentação da Jornada de Trabalho em 30hs semanais, o Descanso Digno e a criação do Piso Salarial”.
Fonte_COFEN

quinta-feira, 22 de junho de 2017

ELEIÇÕES COREN/AC 2017


EDITAL ELEITORAL nº01/2017


O Presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Acre - COREN/AC, no uso de suas atribuições, regimentais e as especialmente estabelecidas no Código Eleitoral dos Conselhos de Enfermagem, na conformidade da Resolução COFEN Nº 0523/2016, por meio deste edital, convoca a Assembleia Geral dos Profissionais de Enfermagem para o pleito eleitoral a realizar-se exclusivamente pela internet, no horário das 08h00min do dia 01/10/2017 às 08h00min do dia 02/10/2017 (horário de Brasília), ocasião em que serão eleitos os conselheiros que integrarão o plenário do COREN/AC no período compreendido entre 1º de Janeiro de 2018 a 31 de dezembro de 2020.
O requerimento para inscrição de chapa deverá ser feito, no prazo máximo de 20 (vinte) dias, a contar da data de publicação do presente Edital, excluindo-se o dia da publicação.
A protocolização de inscrição de chapas deverá ser feita na sede do COREN/AC das 08h00mim às 12h00min e das 14h00min às 18h00min, situada na Rua Floriano Peixoto Nº 1.101, centro, CEP Nº 69.900-327, Rio Branco/AC.
Faz saber igualmente que os pedidos de inscrições de chapas devem se submeter aos seguintes quantitativos:
Quadro I: 03 (três) candidatos a Conselheiros Efetivos e 03 (três) candidatos a Conselheiros Suplentes, 
Quadro II e III: 02 (dois) candidatos a Conselheiros Efetivos e 02 (dois) candidatos a Conselheiros Suplentes.
A Comissão Eleitoral, nomeada através da Portaria COREN/AC Nº 60/2017, é composta pelos seguintes membros o Dra. Ravena Ferreira do Nascimento – COREN/AC 397272-ENF, Dra Eliane Pinheiro Lima COREN-AC 65.666-ENF e Dr. Michel Ribeiro Paes COREN-AC n 218.543, sob a presidência da primeira, para executar os atos estabelecidos no art. 18 da Resolução COFEN Nº 0523/2016.
PABLO JOSÉ CUSTÓDIO BEZERRA DA SILVA
Fonte_COREN/AC

quarta-feira, 21 de junho de 2017

COFEN publica nota técnica sobre administração da Penicilina Benzatina

O Conselho Federal de Enfermagem publicou, neste terça-feira (21/6), nota técnica sobre a importância da administração da penicilina benzatina nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Sistema Único de Saúde (SUS), principalmente para o tratamento da sífilis adquirida e sífilis na gestação.
Único medicamento comprovadamente capaz de atravessar a barreira placentária e prevenir a sífilis congênita, a penicilina benzatina  pode ser administrada por profissionais de Enfermagem no âmbito das Unidades Básicas de Saúde, mediante prescrição médica ou de Enfermagem. A nota técnica afirma, ainda, que ausência do médico na Unidade Básica de Saúde não configura motivo para não realização da administração oportuna da penicilina benzatina por profissionais de Enfermagem.
“A Enfermagem tem um papel fundamental no controle da sífilis. Os riscos do não-tratamento superam, e muito, o de ocorrências adversas”, afirma o conselheiro federal Vencelau Pantoja. O Brasil enfrenta uma epidemia de sífilis. Segundo dados do Boletim Epidemiológico de 2016, entre os anos de 2014 e 2015, a sífilis congênita, que pode provocar complicações graves, inclusive cegueira e morte do bebê, teve um aumento de 19%.
Enfermagem no enfrentamento à sífilis – O Cofen é parceiro do Ministério da Saúde na luta contra a epidemia. Parecer normativo aprovado em setembro de 2016 atualiza as normas para a realização do testes rápidos, facilitando a detecção da sífilis e outras doenças. Utilizados para triagem, os testes são de fácil execução, não exigem infraestrutura laboratorial e ficam prontos em até 30 minutos. A difusão do teste rápido precisa ser acompanhada da ampliação do tratamento. O encaminhamento para unidades de referência distantes representa uma barreira de acessibilidade, dificultando o tratamento, que, nos casos da sífilis em gestantes, é de máxima urgência. É essencial o tratamento imediato da gestante e seu parceiro, tão logo seja identificada a doença.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

ELEIÇÕES COREN/AC 2017


COREN/AC define comissão e regras para eleições do novo plenário


A presidência do COREN/AC, através da Portaria nº 060/2017, definiu a Comissão e regras para as eleições do novo plenário para o Regional no triênio 2018/2020. O pleito acontece no dia 01 de outubro deste ano e pela primeira vez a votação será realizada via internet em 100% dos COREN'S em todo o Brasil.
Para votar, o profissional de enfermagem precisa estar adimplente, ou seja, em dias com suas anuidades. Assim, o profissional vai receber a senha de votação via SMS e e-mail. Por isso, é essencial a atualização de dados cadastrais, principalmente e-mail e telefone.
A Comissão Eleitoral é composta pela presidente a  Dra. Ravena Ferreira do Nascimento – COREN/AC 397272-ENF e demais membros, a Dra Eliane Pinheiro Lima COREN-AC 65.666-ENF e o Dr. Michel Ribeiro Paes COREN-AC n 218.543.
Para mais informações entre em contato pelo telefone: (68) 3224-6697

Fonte_COREN/AC

quinta-feira, 1 de junho de 2017

ELEIÇÕES COREN/AC 2017


Atualize seu cadastro até 31/8 para votar nas eleições dos Conselhos Regionais

Foi prorrogado para o dia 31 agosto o prazo de atualização cadastral dos profissionais a fim de participarem das eleições para os Conselhos Regionais de Enfermagem. É necessário informar o e-mail e o telefone atualizados para receber a senha de votação. O pleito, realizado em 1º de outubro de 2017, vai compor os novos plenários no triênio 2018/2020. Pela primeira vez, a votação será realizada pela internet em 100% dos regionais.


O processo para participação é muito simples. Os profissionais adimplentes receberão uma senha de votação via SMS e e-mail e, assim, poderão acessar virtualmente a plataforma para realizar sua escolha. Por esta razão, é fundamental o profissional registrado entrar em contato com o Conselho Regional de seu estado para atualizar os dados do cadastro.
As eleições para os Conselhos Regionais foram realizadas online pela primeira vez em 2014, abrangendo 19 estados e o Distrito Federal. O sistema, que conta com auditoria externa, aumenta a transparência, a segurança e a agilidade da votação.
O COFEN constituiu o Grupo de Trabalho de Acompanhamento Eleitoral – GTAE e designou os conselheiros Antonio Coutinho, Eloiza Correia e Orlene Veloso para esclarecer dúvidas durante o processo. “Vamos buscar atender a demanda e garantir a transparência no processo, oportunizando a todos participar deste grande evento democrático do Sistema COFEN/Conselhos Regionais”, afirmou Coutinho.
Fonte_COFEN

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Dia Mundial sem Tabaco


O Dia Mundial sem Tabaco, comemorado anualmente em 31 de maio, foi criado em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como um alerta sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo.

No Brasil, o INCA é o responsável pela divulgação e elaboração do material técnico para subsidiar as comemorações em níveis federal, estadual e municipal.

Desde 1989, o Instituto é responsável pela coordenação do Programa Nacional de Controle de Tabagismo (PNCT)

Em 1997, o INCA se tornou Centro Colaborador da OMS para o Controle do Tabaco e passou a exercer também a Secretaria Executiva da Comissão Nacional para a Implementação da Convenção-Quadro para o Controle de Tabaco (Se-Conicq), que coordena e articula a Política Nacional de Controle do Tabaco.

No Dia Mundial sem Tabaco, o Instituto - em parceria com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde dos 26 estados, e do Distrito Federal e a sociedade civil - promove e articula uma grande comemoração nacional em torno do tema definido pela OMS.

A epidemia global do tabaco mata quase 6 milhões de pessoas por ano.

Destas, mais de 600 mil são fumantes passivos (pessoas que não fumam, mas convivem com fumantes).

Se nada for feito, estão previstas mais de 8 milhões de mortes por ano a partir de 2030.

Mais de 80% dessas mortes evitáveis atingirão pessoas que vivem em países de baixa e média rendas.

Para 2016, a OMS definiu como tema as embalagens padronizadas de cigarro e correlatos para ser trabalhado internacionalmente.

Fonte_INCA

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Dia Mundial da Saúde Digestiva


A Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG, seguindo o calendário mundial de ações educativas da World Gastroenteroloy Organisation - WGO, mobiliza-se para o Dia Mundial da Saúde Digestiva, celebrado em 29 de maio, com o tema “Da azia a constipação intestinal – Sintomas comuns de doenças Gastrointestinais na comunidade: Impacto e Interpretação”.

Fonte_FBG

domingo, 28 de maio de 2017

Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna


O dia 28 de maio é de extrema importância para as mulheres.
A data marca duas lutas para a saúde feminina, o Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna.
Ambas têm como objetivo chamar a atenção e conscientizar a sociedade dos diversos problemas de saúde e distúrbios comuns na vida das mulheres.
Fonte_Blog Saúde

sábado, 20 de maio de 2017

Dia dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem


Dia 20, comemora-se em todo Brasil o Dia Nacional do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. A data foi instituída pela Resolução 294/2004, do Conselho Federal de Enfermagem em outubro de 2004.
Regulamentadas por lei, as profissões são de fundamental importância para a prestação de assistência em saúde. Cabe ao Técnico de Enfermagem assistir o Enfermeiro no planejamento das atividades de assistência, no cuidado ao paciente em estado grave, na prevenção e na execução de programas de assistência integral à saúde e participando de programas de higiene e segurança do trabalho, além, obviamente, de assistência de enfermagem, excetuadas as privativas do enfermeiro.
Já aos Auxiliares de Enfermagem cabe integrar a equipe de saúde e educar, preparar o paciente para consultas, exames e tratamentos; executar tratamentos prescritos; prestar cuidados de higiene, alimentação e conforto ao paciente e zelar por sua segurança; além de zelar pela limpeza em geral.
Cabe, ainda, ao Auxiliar ministrar medicamentos, aplicar e conservar vacinas e fazer curativos; colher material para exames laboratoriais; executar atividades de desinfecção e esterilização; realizar controle hídrico; realizar testes para subsídio de diagnóstico; instrumentar; efetuar o controle de pacientes e de comunicantes em doenças transmissíveis; prestar cuidados de Enfermagem pré e pós-operatórios; aplicar oxigenoterapia, nebulização, enteroclisma, enema e calor ou frio; executar os trabalhos de rotina vinculados à alta de pacientes; e participar dos procedimentos pós-morte.
O dia 20 de Maio é ainda o encerramento da Semana de Enfermagem, que se inicia no dia 12 e representa uma grande oportunidade para os profissionais aperfeiçoarem o trabalho que realizam no dia a dia por meio das palestras, cursos e workshops das programações realizadas em cada conselho regional.
Fonte_COREN/MA

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes


Com o objetivo de mobilizar a sociedade brasileira e convocá-la para o engajamento contra a violação dos direitos sexuais de crianças e adolescentes, 18 de maio foi estabelecido como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Apenas no ano de 2014 foram registradas 24.575 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil.
Desses casos, 19.165 foram de abuso e 5.410 de exploração sexual infantil. 


Neste dia, em 1973, uma menina de 8 anos, de Vitória/ES, foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada.
Seu corpo apareceu seis dias depois, carbonizado e os seus agressores nunca foram punidos. 
Com a repercussão do caso, e forte mobilização do movimento em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, 18 de maio foi instituído como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Desde então, esse se tornou o dia para que a população brasileira se una e se manifeste contra esse tipo de violência.
Fonte_FADC

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Dia das Conquitas


É dia de homenagear uma categoria profissional que luta cotidianamente para que a população brasileira tenha acesso aos seus direitos, para que a população brasileira tenha acesso às políticas sociais.
É dia de homenagear o Assistente Social.
Fonte_CRESS







As instituições que prestam cuidados de saúde, como os hospitais, são as mais comuns e importantes fontes de geração e transmissão de bactérias multirresistentes, que são germes com resistência à maioria dos antibióticos.
Diversos fatores contribuem para isso, entre eles está a vulnerabilidade dos pacientes, as falhas na adesão às medidas de prevenção, a transmissão cruzada e a pressão seletiva exercida pelos antibióticos.
As infecções causadas por bactérias resistentes são muito parecidas com as infecções causadas por bactérias sensíveis aos antibióticos.
O que diferencia uma infecção da outra é o tratamento, que fica extremamente limitado para a infecção causada por germe multirresistente, além de caros para as instituições, visto que a gravidade prolonga a internação desses pacientes e implica tratamento com medicamentos de custo elevado, e apresentam alto índice de toxidade para o paciente.
Fonte_Hospital Regional

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Dia do Enfermeiro

A Semana Nacional da Enfermagem foi instituída pelo Decreto n° 48.202, de 12 de maio de 1960, que é celebrada anualmente de 12 a 20 de Maio.
Na Semana da Enfermagem várias órgão como faculdades, universidades,hospitais e entidades que representam a categoria, realizam atividades em comemoração à enfermagem. Fique atento e participe você também dessas comemorações e vamos juntos valorizar a categoria.

12 de maio - Dia Mundial do Enfermeiro

A data marca o Dia Mundial do Enfermeiro, em referência ao nascimento de uma enfermeira pioneira no tratamento a feridos de guerra – Florence Nightingale. A profissão, hoje regulamentada, nasceu voluntária: as primeiras enfermeiras ajudavam nos partos e cuidavam das vítimas das guerras gratuitamente.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Dia do Trabalho


Entre as datas comemorativas, uma das mais importantes e que mais possuem repercussão internacional é o Dia do Trabalho, ou Dia Mundial do Trabalho, que é celebrado em diversos países em 1º de maio. Mas por que exatamente o dia 1º de maio é reservado para tal celebração? Os motivos remontam ao ano de 1886 e à cidade de Chicago, nos Estados Unidos da América. Mas antes de abordarmos esses eventos de 1886 nos Estados Unidos, é importante traçar, em linhas gerais, um panorama da situação dos trabalhadores entre o final do século XIX e o início do século XX.
A partir da segunda metade do século XVIII e, sobretudo, ao longo do século XIX, a indústria teve um desenvolvimento exponencial. A Revolução Industrial, que ocorreu na Inglaterra, rapidamente se espalhou pela Europa e atingiu também outros continentes, como o americano. Sabemos que, durante o processo de industrialização, as relações sociais e a geografia urbana transformaram-se radicalmente. Isso aconteceu porque a construção dos parques industriais em torno das cidades provocou uma grande concentração de pessoas, isto é, a massa de proletários que alimenta a indústria com seu trabalho.
Na medida em que as grandes fábricas iam aparecendo, a massa de operários também crescia. A realidade de muitos trabalhadores no século XIX era em grande parte precária, com extenuantes jornadas de trabalho que chegavam a somar-se em 15 ou 18 horas diárias. Não havia grandes planejamentos empresariais para dar conta da nova realidade do trabalho nas fábricas, tampouco havia legislações trabalhistas que pudessem atender todas as demandas dos trabalhadores.
Em meio a tal situação, começaram a surgir as primeiras organizações de trabalhadores, expressas nos sindicatos e outras formas de representação. Tais organizações estavam imbuídas de ideologias de esquerda, como o comunismo e o anarquismo (sobretudo o anarcossindicalismo, que teve na Itália uma ampla adesão, com lideranças como Errico Malatesta). Essas organizações de trabalhadores valiam-se de variadas táticas para pressionar os industriais. A greve geral era a principal delas. Foi em virtude de uma onda de greves gerais nos Estados Unidos, no século XIX, que o Dia do Trabalho tornou-se icônico internacionalmente.
No dia 1º de maio de 1886, em Chicago (EUA), houve uma grande greve nas fábricas dessa cidade, que, à época, já era um grande centro urbano e industrial dos Estados Unidos. Essa greve foi duramente reprimida pelo aparato policial da cidade. Nos dias seguintes, a greve continuou, seguida por manifestações e concentrações públicas. No dia 04 de maio, muitos manifestantes estavam reunidos na praça Haymarket, em Chicago, circundados pela polícia, quando, em dado momento, uma bomba explodiu, ferindo dezenas de pessoas e levando sete ao óbito. Entre as vítimas fatais estavam tanto policiais quanto manifestantes. A polícia revidou abrindo fogo contra os manifestantes, cuja maioria partilhava das ideias anarquistas, matando dezenas de pessoas.
Alguns dos manifestantes foram acusados de participação na explosão da bomba, julgados e condenados à execução. Esse acontecimento fatídico passou a ser o símbolo das revoltas e manifestações dos anos seguintes, não apenas nos Estados Unidos, mas também em muitos outros países. Como o dia 1º de maio constituiu a data em que os eventos começaram (por meio da greve geral), esse dia passou a ser usado como marco de memória tanto das reivindicações dos trabalhadores quanto das mortes na praça Haymarket.
No Brasil, já na década de 1890, havia focos de homenagens ao 1º de maio por parte de grupos de trabalhadores. Porém, só em 1924, no governo do presidente Arthur Bernades, o dia 1º de maio foi oficializado como Dia do Trabalho. A oficialização deveu-se também às pressões que grupos organizados de trabalhadores passaram a exercer, desde a década de 1910, em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Rede de Frio: entenda o controle de qualidade das vacinas em todo o país

 


Você chega a uma sala de vacinação e, a partir de uma simples picada de agulha, já sabe que está protegido contra uma determinada doença. Como é possível ter a certeza de que todas as vacinas oferecidas pelo Calendário Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) apresentam eficácia e segurança? Essa garantia só é possível graças a um severo controle de qualidade, que assegura a mesma proteção nos imunobiológicos (vacinas e soros), distribuídos de Norte a Sul do Brasil.

Como funciona essa estrutura de aquisição das vacinas e dos soros, distribuição e armazenamento até que a população seja, de fato, beneficiada? A partir do momento em que uma vacina é incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação – após a consideração de todos os critérios epidemiológicos –, é a hora da compra dos produtos. “Inicialmente é feita uma busca nos laboratórios nacionais. Se eles não produzirem o imunobiológico, nós buscamos por meio do fundo rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde, e aí tem início o processo de aquisição pelo Ministério da Saúde”, explica o gerente da Gestão de Insumos do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Ricardo Gadelha de Abreu.

Assim que o imunobiológico chega ao Brasil, é também iniciada a rede de cuidado e controle de qualidade, preconizada pelo Manual de Rede de Frio. A Central Nacional de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Cenadi), no Rio de Janeiro, é a primeira a receber as importações. Então, são retiradas amostras e enviadas ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), para a realização dos testes de qualidade. “Assim temos maior garantia da segurança desses imunobiológicos para as 27 unidades federadas”, argumenta Gadelha.

Segundo ele, o mesmo procedimento é feito com produtos adquiridos de laboratórios nacionais: as amostras retiradas da Cenadi são levadas para o INCQS, onde são feitos os testes. Só então as vacinas são liberadas para o programa nacional.



Distribuição

Então a vacina entrou no Calendário Nacional, certo? Agora é a vez de os estados brasileiros solicitarem, mensalmente, as doses ao Ministério da Saúde. “Nós analisamos os pedidos e distribuímos por meio de um sistema de informação para os estados. Quando essas vacinas e soros chegam aos estados, eles distribuem para as suas regionais e, consequentemente, as regionais distribuem para os municípios, para que, finalmente, cheguem à população na sala de vacinação”, detalha Gadelha.

Em todo esse caminho pelo país, o cuidado é intenso. A distribuição da Cenadi aos estados é realizada por meio aéreo, sempre garantindo que sejam mantidas as temperaturas determinadas pelos laboratórios (em geral de +2ºC a +8ºC). Já dentro dos estados, o transporte é terrestre, em caminhões refrigerados.

Se as condições forem mantidas ao longo de todo o trajeto, as vacinas não precisarão ser novamente testadas. No entanto, na sala de vacinação a vigilância ainda continua. As temperaturas são monitoradas, então, nos refrigeradores. “As equipes responsáveis pela imunização nos municípios estão sempre atentas para acompanhar as temperaturas do acondicionamento das vacinas”, acrescenta Gadelha. As equipes estaduais são as responsáveis pelas supervisões nos municípios.

Com todo esse monitoramento, a população pode ter certeza de que a vacina recebida é segura, eficaz e de qualidade fiscalizada. “O Ministério da Saúde tem sempre o cuidado muito próximo com os imunobiológicos por meio do controle de qualidade. Todas as vacinas, embora passem por estudos e testes dos laboratórios pré-qualificados pela Organização Mundial da Saúde, o que já é uma segurança muito grande, ao chegar ao Brasil elas são novamente testadas”, reafirma Ricardo Gadelha de Abreu. “Todos os postos têm equipamentos disponíveis para manter essas vacinas em temperaturas adequadas, e esse monitoramento rotineiro é a maior garantia. As nossas vacinas contam com estudos nacionais e mundiais que dão essa segurança de que, se entrou no calendário, é uma vacina segura e que realmente vai prevenir as doenças”, assegura Gadelha.

Fonte_FIOCRUZ

segunda-feira, 24 de abril de 2017

CONATENF Itinerante visita COREN/PR

Integrantes da Comissão Nacional de  Nacional de Técnicos e Auxiliares de Enfermagem - CONATENF/COFEN se reuniram com a plenária do Conselho Regional de Enfermagem do Paraná na terça-feira (11/4). A coordenadora da comissão, Rosângela Alves, e Emerson Pacheco apresentaram um balanço das ações desenvolvidas no dois anos da comissão, e colocaram-se à disposição para juntos organizarem os profissionais de nível médio no estado.


O projeto CONATENF Itinerante, que teve como objetivo conhecer e debater a realidade dos profissionais de nível médio e as dificuldades locais, prosseguiu na quarta-feira (12/4), com palestras seguida de debate com estudantes do curso técnico de Enfermagem no Colégio Professor Guido Strauber. “Conversamos sobre mercado de trabalho, código de ética e trabalho em equipe em Enfermagem”, explica Emerson. O Novo Código de Ética da Enfermagem brasileira está em consulta pública até 18 de maio.
O diálogo aberto com o nível médio é uma das propostas da atual gestão do COFEN (2015/2018) que, em sua primeira reunião de plenária, em abril de 2015, aprovou a criação da Comissão Nacional de Técnicos e Auxiliares de Enfermagem – CONATENF. Criada em abril de 2015, a comissão tem caráter permanente, com função propositiva e consultiva, articulando demandas do nível médio junto ao plenário do COFEN.
Fonte_COFEN

sábado, 15 de abril de 2017

Abril Verde

O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN apoia a campanha Abril Verde 2017. O projeto, capitaneado pela Coordenadoria de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho do Ministério Público do Trabalho - Codemat/MPT, promove debates com a comunidade, sociedade e profissionais de Enfermagem sobre as problemáticas ambientais que afligem a saúde e a segurança do trabalhador, promovendo a Saúde no ambiente laboral.
Além de campanha de divulgação midiático e ações a serem executadas no âmbito do Sistema COFEN/Conselhos Regionais, o COFEN recebe exposição no espaço cultural do edifício-sede, em Brasília. O plano de ação ressalta duas datas importantes 7 de abril – Celebração pela Organização Mundial da Saúde do “Dia Mundial da Saúde” e 28 de abril – Celebração pela Organização Mundial do Trabalho do “Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho”.
O COFEN atua permanentemente na fiscalização do dimensionamento profissional, diretamente associado às condições de segurança no trabalho. Propôs, ainda, projeto de Lei do Descanso Digno para a Enfermagem,  assegurando locais de repouso adequado durante os plantões, e apoia a regulamentação da jornada de trabalho em 30h semanais. Longas jornadas e sobrecarga estão diretamente associadas ao adoecimento dos profissionais de Saúde, além de contribuírem para o aumento de ocorrências adversas.
Fonte_COFEN

terça-feira, 28 de março de 2017

COFEN alerta sobre impactos da Reforma da Previdência

O Conselho Federal de Enfermagem manifesta profunda preocupação com a Reforma da Previdência proposta pela PEC 287/2016. Fundamentada em premissas equivocadas e dados distorcidos, a PEC 287/2106 ameaça, nos termos propostos, direitos sociais consagrados na Constituição, prejudicando os trabalhadores brasileiros e, especialmente, os profissionais de Enfermagem.
A Constituição Federal insere a Previdência no sistema de Seguridade Social, juntamente com as áreas da Saúde e Assistência Social, com receitas previstas no texto constitucional, incluindo aportes dos trabalhadores, das empresas e do governo.
A Reforma da Previdência tem sido apresentada pelo governo sob discurso de catástrofe financeira, omitindo que o sistema é, de fato, superavitário.
O superávit da Seguridade Social tem sido desvinculado e utilizado para outras finalidades por meio do mecanismo da DRU (Desvinculação de Receitas da União), majorada para 30% em 2016.
A PEC 287/2106 estabelece normas tão rigorosas de aposentadoria que, além de reduzir os valores dos benefícios, inviabiliza o acesso para importantes segmentos da população, desmontando o sistema de Previdência e Seguridade Social.
A pobreza é o principal determinante social da Saúde. Como profissionais de Enfermagem não podemos deixar de alertar que, ao empurrar para a indigência seguimentos significativos da população brasileira, em idade avançada, a PEC 287/2016 representa um risco à Saúde Coletiva.
A exigência de quarenta e nove (49) anos de tempo de contribuição para ter acesso à aposentadoria por média de contribuições, elevação do tempo mínimo de contribuição de quinze  (15) para vinte e cinco (25) anos nas aposentadorias por idade e a elevação da idade para o recebimento do benefício assistencial (LOAS) para 70 anos tornam as regras inalcançáveis para grande parte dos trabalhadores brasileiros – especialmente para a Enfermagem, profissão que expõe os trabalhadores a riscos biológicos, longas jornadas em pé e execução de procedimentos que exigem, além de habilidades técnicas e relacionais, vigor físico.
Não é sem razão que a Pesquisa Perfil da Enfermagem (Cofen/Fiocruz) revela uma profissão predominantemente jovem (61,7% dos profissionais tem até 40 anos). Poucos têm condições físicas de continuar o exercício profissional em idade avançada. Neste contexto, reafirmamos nosso apoio ao PLS 349/2016, que estabelece a aposentadoria especial para a Enfermagem, e ao PL 295/2000, que regulamenta a jornada de trabalho da equipe de Enfermagem em 30 horas semanais.
A Enfermagem é predominantemente feminina, com 84,6% de mulheres. A Reforma da Previdência proposta pelo governo afeta duplamente as enfermeiras, técnicas e auxiliares de Enfermagem, na condição de mulheres e trabalhadoras. Ao igualar em sessenta em cinco (65) anos a idade mínima para aposentadoria, desconsidera a diferença na jornada doméstica, que muitas vezes implica interrupção temporária do trabalho assalariado pelas mulheres.
As brasileiras dedicam, em média, 26,6 horas semanais aos serviços de casa, enquanto os homens gastam 10,5 horas, conforme dados do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
A maior parte das aposentadorias por idade é concedida a mulheres, sujeitas a interrupções no trabalho assalariado não apenas pelo desemprego, mas também pela informalidade e pelas exigências como cuidadores primárias de crianças, enfermos e idosos. O aumento do tempo mínimo de contribuição para aposentadoria por idade representa, na prática, a exclusão de muitas dessas mulheres das regras para aposentadoria, mesmo após os sessenta e cinco (65) anos de idade.
Conclamamos ao Congresso Nacional a imediata suspensão da tramitação de PEC 287/2016 até que seja realizado amplo debate democrático. Somente a participação social poderá construir e sustentar alternativas que garantam e ampliem a Seguridade Social, impedindo o desmonte do sistema conquistado na Constituição Cidadã de 1988.
Fonte_COFEN

sexta-feira, 17 de março de 2017

Profissionais devem atualizar dados para Eleições dos Conselhos Regionais

Senhas para votação serão enviadas por email e SMS; atualize o cadastro até 31 de maio
No dia 1º de outubro de 2017 serão realizadas as eleições para os Conselhos Regionais de Enfermagem, com a finalidade de compor os novos plenários no triênio 2018/2020. Pela primeira vez, a votação será realizada pela internet em 100% dos regionais.
Os profissionais adimplentes e remidos receberão a senha de votação via SMS e e-mail. Por esta razão, é fundamental o profissional registrado entrar em contato com o Conselho Regional de seu estado para atualizar os dados do cadastro, principalmente e-mail e telefone.
As eleições para os Conselhos Regionais foram realizadas online pela primeira vez em 2014, abrangendo 19 estados e o Distrito Federal. O sistema, que conta com auditoria externa, aumenta a transparência, a segurança e a agilidade da votação.
O COFEN constituiu o Grupo de Trabalho de Acompanhamento Eleitoral – GTAE e designou os conselheiros Antonio Coutinho, Eloiza Correia e Orlene Veloso para esclarecer dúvidas durante o processo. “Vamos buscar atender a demanda e garantir a transparência no processo, oportunizando a todos participar deste grande evento democrático do Sistema COFEN/Conselhos Regionais”, afirmou Coutinho.
Fonte_COFEN

quarta-feira, 15 de março de 2017

PL do Descanso digno para Enfermagem é proposto no Acre

Em articulação com as entidades representativas da Enfermagem, o projeto de lei que estabelece a obrigatoriedade de local adequado para o descanso dos profissionais que trabalham em regime de plantão será proposto na Assembleia Legislativa do Acre ALEAC pelo deputado estadual Raimundinho Saúde  (PTN). Em audiência nesta terça-feira (14/3) com o conselheiro do COFEN Jebson Medeiros, e representantes da Comissão Nacional de Técnicos e Auxiliares de Enfermagem CONATENF/COFEN, do COREN/AC, da ANATEN/AC e outras entidades, o deputado se comprometeu com o projeto.


Jebson Medeiros COFEN e Jefferson Caproni CONATENF/COFEN apresentaram ao deputado dados  da pesquisa Perfil da Enfermagem, realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o COFEN, sobre a situação da infraestrutura de descanso, no ambiente de trabalho da Enfermagem, em hospitais da rede pública e privada.
“O descanso digno é fundamental para a qualidade da assistência prestada a população, reduzindo o risco de ocorrências adversas associadas à exaustão. O projeto reconhece as necessidades específicas dos profissionais de Enfermagem, que trabalham longas jornadas em regime de plantão”, afirmou o conselheiro federal Jebson Medeiros, radicado no Acre.
O Descanso Digno já é lei no Rio de Janeiro Projeto de Lei 3202/2014 e Distrito Federal Lei 5.885/2017. Nacionalmente, o Conselho Federal de Enfermagem COFEN é um articulador do PL do Descanso Digno PLS 597/2015, já aprovado no Senado e remetido à Câmara dos Deputados.
CONATENF Itinerante - Dando continuidade às atividades da CONATENF Itinerante no Acre, a comissão visitou o sindicato e o Hospital das Clínicas. Criada na primeira plenária da atual gestão do COFEN 2015/2018, a comissão representa uma instância de interlocução direta dos profissionais de nível médio junto ao plenário do COFEN, foi criada em 2015.