domingo, 8 de janeiro de 2023

INVASÃO no Congresso Nacional

 







Manifestantes bolsonaristas radicais furaram um bloqueio, entraram na Esplanada e invadiram o Congresso Nacional, em Brasília, na tarde deste domingo (8).

Os manifestantes conseguiram invadir o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Palácio do Planalto. Há registros de depredação nas sedes dos três Poderes por criminosos.

À CNN, o STF informou que a equipe de segurança do Supremo e da tropa de choque conseguiu retomar o prédio. Há registros de pessoas detidas na garagem.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decretou intervenção federal no DF, de acordo com anúncio realizado à imprensa na noite deste domingo.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou em publicação no Twitter que conversou há pouco, por telefone, com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, com quem está em contato permanente.

O governador me informou que está concentrando os esforços de todo o aparato policial no sentido de controlar a situação. Na ação, estão empenhadas as forças de segurança do Distrito Federal, além da Polícia Legislativa do Congresso. Repudio veementemente esses atos antidemocráticos, que devem sofrer o rigor da lei com urgência.

Rodrigo Pacheco, presidente do Senado

Em contato com a CNN, o presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira afirmou que precisa se colocar a par dos fatos. “Me deixe trabalhar. Daqui a pouco nos falamos”, afirmou Lira, e desligou.

À CNN, o vice-presidente da Câmara Luciano Bivar afirmou que conversou com o presidente da Câmara e com Anderson Torres, responsável pela segurança pública do DF, ex-ministro da Justiça.

Segundo Bivar, haverá reforço da Polícia Militar, novos contingentes estão sendo enviados neste momento ao Congresso Nacional e ao Palácio do Planalto.

Ele considerou essa invasão como “um desrespeito ao Congresso Nacional e ao Poder Legislativo”.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, monitora situação e ligou para Ibaneis para cobrar reforço de segurança. Em publicação no Twitter, Dino afirmou que haverá reforços.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está em Araraquara, no interior de São Paulo, neste momento, em viagem por ocasião das chuvas que afetam a cidade paulista.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, afirmou à CNN que o Exército deveria ter desmobilizado os acampamentos bolsonaristas em frente aos quarteis.

“O Exército deveria ter acabado com acampamento, e não o fez”, afirmou o governador à CNN, enquanto radicais invadiam o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou em publicação no Twitter que “o governo do DF foi irresponsável frente à invasão de Brasília e do Congresso Nacional”.

“É um crime anunciado contra a democracia, contra a vontade das urnas e por outros interesses. Governador e seu secretário de segurança, bolsonarista, são responsáveis pelo que acontecer”, disse Gleisi.

Em entrevista à CNN, o deputado federal José Guimarães (PT-CE) afirmou que o governo do DF precisa ser responsabilizado.

“Perder a eleição faz parte da democracia, assim como ganhar a eleição. Esses atos ferem frontalmente a democracia e a Constituição Brasileira precisa ser respeitada e estabelecida”. O governo do Distrito Federal precisa ser responsabilizado”, disse Guimarães.

O grupo Esfera Brasil emitiu nota na qual “repudia veementemente a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília e considera que nenhuma divergência política ou ideológica pode servir de justificativa para os atos violentos de vandalismo que aconteceram neste domingo na capital federal. O ataque aos prédios públicos foi uma agressão direta às instituições democráticas do Brasil.”

Força Nacional

O ministro da Justiça, Flávio Dino, autorizou, no sábado (7), o emprego da Força Nacional na Esplanada dos Ministérios até a próxima segunda-feira (9).

A portaria foi publicada hoje para “proteção da ordem pública e patrimônio público e privado” da Rodoviária de Brasília até a Praça dos Três Poderes.

No sábado, o governo do Distrito Federal também fechou o acesso à Esplanada dos Ministérios e escalou viaturas da Polícia Militar para a região do Setor Militar Urbano.

Fonte_CNNBrasil


Entenda a 'mentalidade de turba', conceito que ajuda explicar a ação de grupos violentos

Os atos golpistas de violência vistos neste domingo (8) contra os prédios e o patrimônio público ocorridos em Brasília foram um comportamento de massa provocados por uma doença social, não necessariamente psíquica.

Os psiquiatras ouvidos pela Folha explicam que pessoas mudam de comportamento quando estão, por exemplo, em um grupo violento e agressivo, como vemos em brigas de torcidas organizadas de futebol.

O psiquiatra Alexandre Valverde diz que uma pessoa que não necessariamente teria coragem de quebrar uma vidraça acaba fazendo ao ver outros com a mesma atitude. O especialista explica que o termo tem nome e é chamado de "mentalidade de turba" (mob mentality), quando as pessoas tendem a ter comportamentos similares quando estão em grupo pois sentem que a responsabilidade individual é menor.

Segundo Valverde, a "mentalidade de rebanho", como também é conhecida, caracteriza-se quando as pessoas querem sentir-se parte do grupo pois acreditam que estão todos lutando por um bem em comum.

O psiquiatra diz que os manifestantes têm essas atitudes por acreditarem em uma realidade paralela.

"Eles são pautados por informações falsas e vivem em um mundo fantasioso, que tem a realidade distorcida, onde acreditam que vamos ter um golpe comunista e que as eleições foram fraudadas. São pessoas que não têm senso crítico", diz Valverde, que é especialista em comportamento e doenças psíquicas.

"As pessoas querem sentir parte do grupo, mas não percebem que estão sendo feitas de massa de manobra por políticos e líderes que financiam os atos. Existe aí uma relação abusiva que quem está lá quebrando, sendo preso, não percebe", afirma o médico.

Ele diz que o mesmo aconteceu nos Estados Unidos com a invasão do Capitólio, em janeiro de 2021 após a derrota de Donald Trump. "Eles realmente acreditam em uma teoria da conspiração. A questão é como vencer tamanha desinformação".

O psiquiatra e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Aderbal Vieira Júnior afirma que cada vez mais as pessoas duvidam das informações e preferem ter como realidade o que é enviado no WhatsApp por um amigo. "Muitos desacreditam nas informações oficiais e preferem acreditar naquele que tem um laço afetivo que enviou num grupo. Estamos vendo uma estupidificação, e isso acontece tanto entre radicais de esquerda como de direita", avalia Vieira Júnior.

O docente observa que as redes sociais contribuem para isso. "Somos seres tribais que foram evoluindo, se adaptando e buscando sempre o pertencimento. Nas redes sociais, vivemos nas nossas bolhas para reafirmar aquilo em que você acredita e para que você possa se sentir especial com aquele grupo. Quem participa desses protestos acredita que está lá para salvar a nação. Eles acreditam que estão sendo revolucionários, não vândalos", diz o psiquiatra.

Vieira Júnior afirma ainda que cada vez mais as pessoas precisam encontrar grupos que pensam igual para sentirem pertencimento e se sentirem especiais. "Nas redes sociais você vê todo mundo se dando bem, afinal, todos mostram o sucesso na internet como viagens, restaurantes. Ao encontrar um grupo que pensa como você, você se sente menos medíocre. No caso dos ‘patriotas’, eles passam a sentir que são heróis", diz.

Esse radicalismo, segundo Valverde, fez com que os laços familiares e de amizades fossem rompidos. "Isso vai levar muito tempo para mudar, pois eles vão precisar entender que foram manipulados e ter essa consciência pode levar tempo ou nunca acontecer", diz.

Fonte_Folha

Adeus a Roberto Dinamite

 


Morreu na manhã deste domingo (8), o ex-jogador Roberto Dinamite,. Ele vinha realizando tratamento contra um câncer no intestino desde o final de 2021.

Em campo, era impetuoso, intenso, arrebatador. Era dinamite. Carlos Roberto de Oliveira, ídolo do Vasco, foi o principal artilheiro da história do clube, com 708 gols. Foi o jogador que mais marcou gols no campeonato brasileiro: 190. E também foi o maior goleador do campeonato carioca: 279 gols.

Esses recordes seguem imbatíveis, mesmo três décadas depois da aposentadoria dele.

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O apelido virou nome de família. Está na certidão do filho: Rodrigo Dinamite. E deixou muitos outros legados: gols inesquecíveis, títulos. Torcedores que se tornaram vascaínos por causa do talento do Roberto.

Fonte_G1

sábado, 7 de janeiro de 2023

Ministério da Saúde compra 750 mil doses da Coronavac para vacinação de crianças

 


Ministério da Saúde afirma ter comprado 750 mil doses da CoronaVac, que serão usadas para a vacinação de crianças de 3 a 11 anos contra a Covid-19. Em nota divulgada neste sábado (7), a pasta disse ter assinado, na sexta (6), um aditivo para adquirir os novos lotes junto ao Instituto Butantan, fabricante do imunizante no Brasil.


- No total, 2,6 milhões de doses da CoronaVac serão compradas - todas serão destinadas para o público infantil.

- Um novo aditivo no contrato com o Butantan deverá ser assinado nos próximos dias, de acordo com o governo federal, para garantir as doses.

- As vacinas devem começar a ser distribuídas para estados e Distrito Federal na próxima semana.

"A pasta segue em tratativas com os laboratórios para garantir mais imunizantes para o público infantil o mais breve possível", diz a nota.

Falta de vacinas pediátricas

Ethel Maciel, nova secretária de Vigilância e Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, disse nesta sexta que os estoques para o público acima de 12 anos estão em dia, mas que há desabastecimento de vacinas pediátricas contra Covid no país.

Ministério da Saúde diz que faltam vacinas contra Covid para crianças

Além do Butantan, a pasta também negocia com a Pfizer, fabricante de vacinas para bebês e crianças de 6 meses a 4 anos e para a faixa etária de 5 a 11 anos.

Segundo Ethel, o ministério negocia com o laboratório a antecipação da entrega de 3,2 milhões de doses da Pfizer baby, que possui frasco na cor vinho e é destinada os pequenos de 6 meses a 4 anos. Os lotes devem chegar ainda em janeiro.

Para o público de 5 a 11 anos, a secretaria tenta antecipar a chegada de 4,5 milhões de doses da Pfizer pediátrica (vacina que tem frasco na cor laranja).


Reforço

Parte das doses pediátricas da Pfizer que chegarão no Brasil deve ser destinada para o reforço de crianças de 5 a 11 anos. O atual comando do Ministério da Saúde chancelou uma nota técnica feita no final da gestão passada, que liberou a aplicação da terceira dose neste público.

A orientação vale tanto para aqueles que completaram o esquema primário (duas doses) com o imunizante da Pfizer, quanto para os que receberam o ciclo inicial da CoronaVac.

De acordo com especialistas, a terceira dose é a que garante a proteção ideal contra casos de hospitalização e morte frente ao avanço de subvariantes da ômicron.

Até então, a terceira dose estava liberada para adolescentes e adultos a partir dos 12 anos.

Fonte_G1

sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Ministério da Saúde informa faltam vacinas contra Covid para crianças

 


A secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, disse nesta sexta-feira (6) que há desabastecimento de vacinas pediátricas (infantis) contra Covid no país, mas que a pasta está em negociação com a Pfizer para antecipar as entregas de imunizantes previstas para o fim deste mês. Os estoques para o público acima de 12 anos estão em dia.

"Recebemos o ministério com desabastecimento de vacinas pediátricas, infantis, e recebemos com abastecimento de vacinas adultas, do público adulto", afirmou em entrevista na sede da pasta para detalhar a situação do combate à doença no país.

Segundo ela, há em torno de 3,2 milhões de vacinas para crianças de 6 meses a 4 anos previstas para serem entregues pela Pfizer até o fim de janeiro e a pasta já está em negociação com o laboratório para adiantar a entrega.

Para o público de 5 a 11 anos, também tem cerca de 4,5 milhões de doses da Pfizer pediátrica que a secretaria tenta antecipar o prazo de entrega.

Veja pontos destacados pela secretária:

- A vacinação é o principal foco do Ministério da Saúde. A cobertura básica com duas doses sem reforço não chega a 80% da população. Já duas doses + reforço não chega a 50% da população;

- O esquema ideal de vacinação HOJE são as duas doses primárias + a dose de reforço (esquema mínimo de proteção e efetividade das vacinas);

- Há um desabastecimento de vacinas pediátricas. O Ministério da Saúde está em contato com a Pfizer para adiantar a entrega dessas doses (6 meses a 11 anos);

- Para o público maior de 12 anos, não há problema de abastecimento de imunizantes. O que há é um problema de distribuição, que a secretaria pretende resolver nos próximos dias.

- O Ministério da Saúde vai retomar as negociações com o Instituto Butantan, visto que a CoronaVac é fundamental para a vacinação do público infantil;

- Restabelecer o fluxo e o diálogo entre municípios, estados e governo federal;

- A vacinação da Covid será incorporada no Programa Nacional de Imunizações (PNI).


Nova subvariante

Sobre a identificação do primeiro caso no Brasil da XBB.1.5, ramificação da variante ômicron, a secretaria disse que a prioridade é vacinar as pessoas com doses em atraso.

nova subvariante foi encontrada em uma paciente de 54 anos de Indaiatuba, cidade no interior de São Paulo.

Covid: o que se sabe sobre a XBB.1.5, nova variante da ômicron

"Recebemos a informação que a variante está circulando, a amostra é de novembro. Vamos discutir com a Câmara Técnica. O que temos sobre a nova variante é a alta transmissibilidade e queremos retomar esses esquemas vacinais, pessoas com dose em atraso", disse Ethel Maciel.

De acordo com ela, há mais de 100 milhões de pessoas com doses em atraso, sem as três doses no esquema vacinal considerado ideal. "É nesse foco que o Ministério da Saúde vai atuar", afirmou.

Fonte_G1

Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde - CONASEMS esclarecendo PORTARIA GM/MS 4.830, de 30 de Dezembro de 2022


 A Lei Complementar 197/2022 alterou a Lei Complementar 172/2020 de forma a possibilitar atos de transposição e transferência de recursos financeiros, provenientes dos repasses federais dos fundos de saúde até 31 de Dezembro de 2023.

Adicionalmente, estabeleceu que os valores remanescentes das contas bancárias abertas antes de 1º de janeiro de 2018, deverão ser aplicados para o custeio de serviços prestados por entidades privadas sem fins lucrativos, que complementem o SUS, no montante global de até dois bilhões de reais, com o objetivo de contribuir para a sustentabilidade econômico-financeira dessas instituições na manutenção dos atendimentos, sem solução de continuidade.

Com o objetivo de definir as regras para as citadas transferências o Ministério da Saúde publicou a Portaria 4.830/2022.

O auxílio financeiro destinado às entidades sem fins lucrativos é composto pelos valores de saldos financeiros, apurados em contas dos entes subnacionais, abertas antes de 1º de janeiro de 2018 e por valores do orçamento da União a serem transferidos pelo Ministério da Saúde no exercício de 2023.

Os valores financeiros remanescentes das contas bancárias abertas antes de 1º de janeiro de 2018 estão divulgados no painel do Fundo Nacional de Saúde, disponível em:

https://painelms.saude.gov.br/extensions/LC_Saldos_197/LC_Saldos_197.html

 

Entidades privadas sem fins lucrativos que complementam o SUS, pré-classificas ao recebimento do auxílio financeiro com recursos remanescentes nas contas dos fundos de saúde subnacionais, estão listadas no anexo da Portaria 4.830/2022 disponível em:

https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-gm/ms-n-4.830-de-30-de-dezembro-de2022-455342408

 

AS ENTIDADES PRÉ-CLASSIFICAS RECEBERÃO O AUXÍLIO FINANCEIRO SE:

- Estiverem ativas no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - SCNES, na competência novembro de 2022 e que prestem serviços ambulatoriais ou hospitalares ao SUS.

- Registrarem produção de média e alta complexidade ambulatorial ou hospitalar nos respectivos sistemas de informação no exercício de 2022.

- Comprovarem que não têm débitos com o sistema da seguridade social por meio de Certidão Negativa de Débitos - CND ou de Certidão Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos (CPEND) com a Seguridade Social.

 

PROCEDIMENTOS QUE DEVERÃO SER ADOTADOS PARA VIABILIZAR OS REPASSES:

Os gestores deverão realizar adesão por meio de cadastro da proposta no Sistema de Apoio à Implementação de Políticas em Saúde (SAIPS), no período de 3 a 10 de janeiro de 2023, acompanhada de declaração do gestor da adesão e de Certidão Negativa de Débitos - CND ou de Certidão Positiva com Efeitos deNegativa de Débitos (CPEND) com a Seguridade Social.

A partir de 03 de janeiro de 2023 o SAIPS terá local exclusivo para adesão disponível em:

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/saips

 

APÓS O PRAZO FINAL PARA O CADASTRAMENTO OS VALORES TOTAIS A SEREM REPASSADOS AS ENTIDADES FILANTRÓPICAS SERÃO CALCULADOS, CONSIDERANDO OS SEGUINTES CRITÉRIOS:

- Aplicação do índice percentual proporcional à totalidade da produção de serviços de média e alta complexidade, registrada nos Sistemas de Informações Ambulatorial e Hospitalar (SIA/SIH/SUS) nos processamentos do exercício de 2019, pelas entidades aptas a receberem o auxílio financeiro.

- Na totalidade da produção de serviços, serão considerados os valores relativos aos procedimentos financiados pela Média e Alta Complexidade - MAC e pelo Fundo de Ações Estratégicas e Compensação - FAEC, segundo a gestão atual de cada estabelecimento.

 

VALORES DOS REPASSES:

- Os valores máximos a serem recebidos pelas entidades, inclusive com recursos exclusivamente da União, serão objeto de ato específico da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, após o prazo de adesão estabelecido para os gestores.

- O valor mínimo a ser recebido por entidade será de R$ 1.000,00 (mil reais).

 

IMPORTANTE RESSALTAR:

- Os fundos de saúde estaduais, distrital e municipais deverão dar ampla publicidade à razão social e ao número de inscrição no CNPJ das entidades beneficiadas pelo disposto no caput deste artigo.

- As entidades beneficiadas deverão prestar contas da aplicação dos recursos aos respectivos fundos de saúde estaduais, distrital ou municipais.

- Recomendamos que o ente (estado ou município gestor do prestador) deverá formalizar instrumento para o repasse dos recursos, por meio de termo aditivo ao instrumento já firmado anteriormente ou um novo processo individual.

Após o repasse do auxílio financeiro às entidades privadas sem fins lucrativos os recursos remanescentes nas contas bancárias abertas antes de 1º de janeiro de 2018 poderão ser transpostos ou transferidos a outras finalidades em ações e serviços públicos de saúde, observando:

- Inclusão dos recursos financeiros transpostos e transferidos na Programação Anual de Saúde e na respectiva Lei Orçamentária Anual, com indicação da nova categoria econômica a ser vinculada.

- Necessidade de ciência do respectivo Conselho de Saúde.

- Registro no respectivo Relatório Anual de Gestão - RAG.

Importante registrar que os valores residuais nas contas anteriores a 2018, sejam os redirecionados às entidades filantrópicas ou aos atos de transposição e transferência, estão dispensados do cumprimento dos objetos e dos compromissos previamente estabelecidos em atos normativos específicos expedidos pela direção do SUS, inclusive os provenientes de emendas parlamentares.

Dúvidas e esclarecimentos:

Procure o apoiador do seu município ou o COSEMS do seu estado.

Elaboração:
Equipe técnica CONASEMS

Anvisa manda recolher pomada para modelar tranças de cabelo após casos de irritação nos olhos

 


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou na noite desta sexta-feira (6) a suspensão da venda, fabricação e propaganda da pomada para trançar cabelos Cassu braids e mandou recolher todos os lotes do produtos após relatos de clientes com irritação nos olhos.

A medida se estende a todos os demais itens produzidos pela fabricante da pomada, a empresa Microfarma Indústria e Comércio Ltda, por estar com o CNPJ inapto junto à Receita Federal e a licença sanitária cancelada desde 2018.

O g1 procurou a empresa pelo telefone que consta em seu site, mas não conseguiu contato.

A decisão da Anvisa foi motivada por dois fatores:

- a fabricante não está devidamente regularizada para a fabricação desses cosméticos; e

- existem casos de efeitos adversos relacionados ao uso da pomada para modelar e trançar cabelos.

Os consumidores que usaram o produto relataram irritação ocular, pálpebras inchadas e dor nos olhos, além de dificuldade de enxergar. Os efeitos aconteceram após a lavagem do cabelo com o produto aplicado.

No rótulo do produto, consta a orientação para evitar contato com os olhos e mucosas e para retirar a pomada do cabelo antes de ir a lugares como piscinas, praias e cachoeiras.

Veja também: 'Estou até hoje sem enxergar', diz manicure que queimou as córneas após usar pomada modeladora para trançar o cabelo

Fonte_G1

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

Enfermeiros voltam a debater paralisação por causa do Piso Salarial da Enfermagem

 


O Fórum Nacional da Enfermagem se reúne nesta quarta-feira (4) para voltar a discutir a possibilidade de uma paralisação contra a suspensão do novo piso salarial da categoria.

Segundo Solange Caetano, que representa a FNE (Federação Nacional dos Enfermeiros) no fórum, a ideia é que seja um movimento de alcance nacional, como aconteceu em setembro. No ano passado, a categoria também se reuniu em outro protesto mas concentrado no Rio de Janeiro.

Sancionado por Bolsonaro em agosto e suspenso pelo STF no mês seguinte, o novo piso nacional da enfermagem é a grande queixa do setor.

A lei não indica o custeio dos salários, o que provocou reação das entidades patronais contra o piso. O caso está em análise no STF, mas o Congresso aprovou no mês passado duas emendas que destravaram fundos públicos para custear os hospitais públicos e redes de atendimento ao SUS.

Após o encontro, o Fórum Nacional da Enfermagem passou a cogitar uma manifestação em Brasília pelo novo piso.

Segundo Caetano, a entidade vem pedindo reuniões com os ministros de Lula para debater como os recursos dos fundos públicos e do Fundo Social —as fontes aprovadas pelo Congresso para custear o piso— chegarão aos hospitais.

Fonte_Folha

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Primeira injeção contra obesidade é aprovada pela ANVISA

 


Na última segunda-feira (2), foi publicada a aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) da primeira injeção semanal para tratamento contra a obesidade.

O medicamento Wegovy poderá ser comercializado sob prescrição médica e o seu registro foi publicado no Diário Oficial da União, em resolução assinada pelo gerente-geral de Produtos Biológicos, Radiofármacos, Sangue, Tecidos, Células, Órgãos e Produtos de Terapias Avançadas.

Conforme descrito pela Anvisa, o princípio ativo do medicamento é a semaglutida, e ele é uma solução injetável, que deve ser administrada uma vez por semana. A indicação é que o uso do Wegovy ocorra junto a uma dieta de baixas calorias e com a prática de exercícios físicos.

A medicação pode ser adquirida para controle de peso, incluindo perda e manutenção em caso de pessoas adultas obesas ou com sobrepeso, desde que com pelo menos uma comorbidade relacionada à massa corporal, como disglicemia, hipertensão ou doença cardiovascular.

A redução do peso deve ocorrer através do efeito do medicamento que deve diminuir a ingestão de energia pelo aumento da saciedade e redução da sensação de fome. A aplicação semanal se dá pelo desenvolvimento da injeção com uma baixa taxa de eliminação.

O presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Paulo Miranda, ressalta que a terapia farmacológica deve ter como base mudanças de hábito de vida e acompanhamento médico endocrinológico e de equipe multidisciplinar.

“O objetivo é que todo o processo de tratamento e controle das comorbidades dos pacientes seja atendida, gerando ganhos de saúde e preservação, com melhoria global do estado geral do paciente e não apenas como a visão numérica de perda de peso ou mesmo estética”, alerta.

Atualmente, estima-se que aproximadamente 100 milhões de pessoas tenham sobrepeso e 41 milhões convivam com a obesidade no país.

Ainda de acordo com a Anvisa, a semaglutida já foi aprovada para comercialização nos Estados Unidos, União Europeia, Japão, Canadá, Brasil e em outros países sob os nomes comerciais Ozempic (via subcutânea) e Rybelsus (via oral). A primeira aprovação foi para o Ozempic, que é indicado para melhorar o controle glicêmico em adultos com diabetes mellitus tipo 2.

O preço da injeção ainda será definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

Ela é produzida pela farmacêutica Novo Nordisk e, segundo a Anvisa, fatores como logística de distribuição do fabricante e dos revendedores devem influenciar no prazo para que ele seja disponibilizado para os consumidores.

Fonte_CNN

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Cerimônia de despedida na Vila Belmiro, Rei do Futebol

 



Pelé faleceu no dia 29 de Dezembro de 2022, no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde tratava de um tumor no cólon.

RESUMO

CÂNCER DE CÓLON: Entenda a doença que Pelé tinha;

ENTERRO: Pelé escolheu pessoalmente o local onde será enterrado;

IMAGENS RARASPelé fora do futebol em 100 fotos;

REPERCUSSÃOpolíticoslíderes internacionaisartistas e familiares lamentam a morte.


Famílias inteiras aproveitaram a noite agradável em Santos, com 21ºC às 23h desta segunda-feira (2), para se despedir de Pelé, que está sendo velado no estádio da Vila Belmiro. Neste horário, a fila tinha 2,3 km e cerca de 3 horas de espera. A extensão foi medida pela reportagem.

O tempo de três horas foi o que levou a família do casal Fabrício e Giovana Reobol, que foi com os filhos Lucca, 14, e Sofia, 10, passar ao lado do corpo do Rei do futebol no gramado da Vila.

Eles iniciaram a caminhada na rua Carvalho de Mendonça, entre os canais 1 e 2, passando pela avenida Senador Pinheiro Machado, ruas Álvares Cabral, Pedro 1º, Guaianases, avenida Bernardino de Campos e rua Tiradentes até chegar ao zigue-zague de quatro voltas em frente ao estádio.

"Somos torcedores e sócios do clube, estamos sempre no estádio", afirmou o pai, que aos 47 anos nunca viu Pelé jogar, mas sabe da importância do ex-jogador para o clube e para a cidade de Santos, da qual são moradores.


Ao contrário da fila em sol escaldante durante o dia, com temperatura de 30ºC e pessoas de várias partes do Brasil e do mundo, a maioria à noite era de moradores da cidade. É o caso da família de Anderson Oliveira, 38, que chegou ao fim da fila na rua Carvalho de Mendonça às 22h50, sabendo que só voltariam para casa durante a madrugada.

"É pelo amor pelo Santos e pelo Pelé", afirmou Oliveira, que fazia parte de um grupo de seis pessoas, entre elas duas meninas, de 10 e 16 anos.

Ao mesmo tempo que a fila tomava conta da calçada no Canal 1, uma multidão fazia o sentido oposto pelo asfalto entre os carros atrás do fim da fila.

O trânsito na movimentada Bernardino de Campos teve de ser interrompido por causa da grande circulação de pessoas. Na aglomeração havia muitos integrantes de torcida organizada com cantos de guerra, inclusive, contra o argentino Maradona, morto em 2020.

À tarde o público foi estimado em 27 mil pessoas. Mas policiais militares ouvidos informalmente pela reportagem na noite desta segunda calculam que mais de 50 mil passaram pela Vila Belmiro desde às 10h, quando o velório começou.

Entre famosos que aproveitaram o fim da noite e início da madrugada de terça (3) para se despedir de Pelé, estavam o cantor Supla, torcedor santista, e Marquinhos, guitarrista e vocalista da banda Charlie Brown Jr, que nasceu em Santos.

Após o encerramento do velório nesta terça (3), haverá um cortejo fúnebre, que sairá pelas ruas do município e pelo canal 6, onde mora a mãe de Pelé, dona Celeste.

Depois, seguirá para o cemitério vertical Memorial Necrópole Ecumênica, com previsão de chegada às 12h. O sepultamento deve ocorrer às 14h, reservado apenas para familiares.

COMO ESTAVA A FILA PARA O VELÓRIO MAIS CEDO NESTA SEGUNDA (2)

O motorista Itacil Ferreira de Sales percorreu de carro pouco mais de oito horas de Lavras, no interior de Minas Gerais, para acompanhar o velório de Pelé, nesta segunda (2). Foram pouco mais de 445km percorridos.

"Ele jogou lá uma vez, sabe? Precisava vê-lo de novo, não dava para não vir. Foi uma partida de masters no ano 2000, pouca gente sabe", disse.

Itacil era o último fã presente na fila para acompanhar o velório de Pelé quando foi procurado pela reportagem da Folha, por volta das 17h30. Ele estava posicionado na Avenida Pinheiro Machado, 551, bem em frente a uma escola de educação infantil no local.


Passados alguns segundos, outras três famílias chegaram atrás. Um minuto depois, já era considerável o número de pessoas assumindo os últimos lugares da fila para entrada do velório.

O tempo de espera para os que concluíram a missão de prestar uma última homenagem ao Rei do futebol ultrapassou três horas. Enquanto alguns desistiam, outros permaneciam na fila.

"E com cerveja passa rápido, viu", brincou um dos presentes.

"Vou viajar de madrugada e tentarei voltar depois. Não fui na despedida dele do Santos, em 1974, e chorei depois. Agora também não sei se poderei", relatou o engenheiro Ricardo Alonso Martello, 58.

A mesma opção seguida pela comerciante Marcela Martins, 48: "olhei a fila e não tem a menor condição. Vou tentar voltar de manhã", afirmou.

Logo nas primeiras horas, fãs se aglomeravam em mais de um quilômetro de fila e, pelo menos, uma hora de espera para chegar a porta do estádio.

Na Vila Belmiro, ao passarem pelos portões 2 e 3, o percurso é estimado em menos de dez minutos. Fãs passam andam em fila indiana, sobre um tablado e monitorados por seguranças. Eles ficam distantes alguns metros da tenda onde está posicionado o caixão com o corpo do Rei do futebol, só acessado pela família e por convidados.

A reportagem demorou quase 20 minutos para percorrer do início ao fim da fila, seguindo o trajeto por diversas ruas locais. O velório ocorre desde às 10h (horário de Brasília) e permanecerá de forma ininterrupta durante a madrugada desta terça-feira (3).

"Fiquei exatos 40 minutos na fila com o meu filho, mas tinha um compromisso... tentei", relatou o Nario Ornellas, 38, técnico ambiental.

"Vou voltar depois ainda com ele. Depois, ainda voltarei sozinho na madrugada para prestigiar o Rei. É a última vez, então vale", completou.


O motoboy Lucas de Oliveira dos Santos, 33, aproveitou a folga desta segunda (2), colocou o filho Davi, 8, na garupa e saiu de Itanhaém, na Baixada Santista, para acompanhar o velório do ídolo Pelé, no estádio da Vila Belmiro, em Santos.

Eles entraram na fila as 11h e a 1 km da entrada no gramado, percurso marcado pela reportagem às 13h50. Uma hora depois, não haviam percorrido todo o caminho até chegar no gramado da Vila, onde o corpo do Rei é velado desde as 10h. As pessoas têm segundos para olhar o caixão, pois a fila quilométrica não pode parar.

Pai e filho percorreram parte das ruas Dom Pedro 1º e Guararapes, a avenida Bernardino de Campos e a Tiradentes até entrar, enfim, nos quatro zigue-zagues em frente a Vila Belmiro. A reportagem fez o trajeto, caminhando sem parar, por 11 minutos.

"Mas vale a pena", afirma o motoboy.

Lucas e Davi levaram 1h45 para ver Pelé. No estádio ficaram dois minutos, entre a entrada e a saída, nada que tenha abalado o pai. "Ele [o filho] vai lembrar disso sempre", disse Lucas.

O sentimento é o mesmo de Davison Souza Santos, 50, que, com dois filhos e um sobrinho adolescentes e o irmão, Dercilio, encarou duas horas no sol, com temperatura de 29ºC e quase nenhuma sombra pelo caminho.

Moradores em São Mateus, na zona leste de São Paulo, os cinco concordam que valeu a pena, tanto que os garotos "roubaram" tufos de grama para levar como recordação.

O também paulistano Luiz Carlos Rugue, que diz ter perdido as contas das vezes que viu Pelé jogar, se preparava para ir ao fim da fila de novo depois de duas horas de caminhada para ver o rosto do Rei, única parte exposta, e a dez metros de distância.

"É pouco por tudo que ele fez por nós", disse.

FILA COMEÇOU PEQUENA JÁ NA MADRUGADA

A fila cresceu muito durante a manhã. Por volta da 1h, o corredor cercado por grades, por onde passariam os torcedores, tinha cerca de dez pessoas. Entre elas estava o pintor Emílio Carmo, 58, morador na Casa Verde, zona norte de São Paulo.

Ainda criança, assistiu ao um jogo do Santos no antigo estádio Palestra Itália, na Pompéia, zona oeste. E nunca mais deixou de ser santista. "O Santos empatou em 1 a 1 com o Palmeiras, com gols de Pelé e Ademir da Guia, olha que privilégio eu tive", afirmou o torcedor que chegou na fila por volta das 11h de domingo.

Fonte_Folha

Cerimônia de Posse da Ministra da Saúde, Nízia Trindade

 


A cientista e pesquisadora Nísia Trindade Lima foi oficialmente apresentada, como Ministra da Saúde.

A cerimônia aconteceu no auditório do Ministério da Saúde, em Brasília (DF) e conta com a presença de outros ministros do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como Alexandre Padilha, das Relações Institucionais, e Wellington Dias, do Desenvolvimento Social, e Cida Gonçalves, ministra da Mulher.

Ao entrar no auditório, Nísia foi bastante aplaudida pelos presentes.

"Nossa gestão será pautada pela ciência e pelo diálogo com a comunidade científica", disse Nísia, em suas primeiras palavras como ministra da Saúde.

No discurso, Nísia afirmou que, à frente do Ministério da Saúde, quer:

- Fortalecer a produção local e o complexo econômico da saúde, dando ao Brasil autonomia na produção de vacinas e fármacos. "A pandemia da Covid-19 mostrou a nossa vulnerabilidade", disse.

- Estreitar as relações entre religião e ciência após o que chamou de "período de obscurantismo" ao se referir à gestão de Jair Bolsonaro (PL). “Penso que as lideranças religiosas terão um grande papel na transformação da sociedade. Muitas estão sendo fundamentais na defesa da ciência, da vacinação e no cuidado da população".

- Retomar a Coordenação Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) por parte do Ministério da Saúde.

A nova ministra da Saúde também anunciou:

- A revogação, nos próximos dias, de normativas que, segundo Nísia, "ofendem a ciência, os direitos humanos e os direitos sexuais reprodutivos";

- O combate ao racismo estrutural no SUS;

- A retomada do alinhamento da agenda da saúde mental à reforma psiquiátrica brasileira;

- A criação de uma política de atendimento às pessoas com sintomas pós-Covid;

- Ações para reverter as baixas coberturas vacinais, como os "embaixadores da vacinação" espalhados pelo Brasil para incentivar a imunização;

- Fortalecimento do programa Farmácia Popular.

Novo secretariado

Nísia Trindade anunciou os nomes que vão compor o segundo escalão do Ministério da Saúde e a criação de uma nova secretaria da pasta, ligada à informação e à saúde digital.

Entre os nomes, estão o da liderança indígena Weibe Tapeba e do até então presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o médico sanitarista Nésio Fernandes:

Secretário-executivo: Swedenberger do Nascimento Barbosa;

Secretário de Atenção Primária à Saúde: Nésio Fernandes;

Secretária de Atenção Especialidade à Saúde: Helvécio Magalhães;

Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente: Ethel Maciel;

Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos: Carlos Gadelha;

Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde: Isabela Pinto;

Secretaria da Informação e Saúde Digital: Ana Estela Haddad;

Secretaria de Saúde Indígena: Weibe Tapeba.

Nísia Trindade é a mulher a assumir o cargo de ministra da Saúde. Até então, ela era presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), onde é servidora desde 1987.

Nísia Trindade é anunciada por Lula como ministra da Saúde; veja perfil

Durante sua gestão como presidente da Fiocruz, Nísia liderou as ações da fundação no enfrentamento da pandemia de Covid-19 no Brasil, como a fabricação da vacina da AstraZeneca, usada em adultos na campanha de vacinação desde 2021.

Perfil

- Doutora em Sociologia, mestre em Ciência Política e graduada em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro;

- Presidente da Fiocruz desde 2017;

- Foi diretora da Casa de Oswaldo Cruz, unidade da Fiocruz voltada para pesquisa e memória em ciências sociais, história e saúde, entre 1998 e 2005;

- Participou da elaboração do Museu da Vida, museu de ciência da Fiocruz;

- Atuou na implementação da Rede SciELO Livros;

- Foi vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz;

- É autora de dezenas de artigos, livros e capítulos com reflexões sobre os dilemas da sociedade nacional, sobretudo as cisões entre os "Brasis urbano e rural, moderno e atrasado".

Fonte_G1