"Brasil
em Constituição" vai mostrar, direitos que ela
assegura aos trabalhadores.
O
esforço, o capricho, o serviço prestado, a construção: o trabalho desde sempre
veio primeiro. Os direitos? Conquistados depois.
"Brasil
em Constituição" vai mostrar, direitos que ela
assegura aos trabalhadores.
O
esforço, o capricho, o serviço prestado, a construção: o trabalho desde sempre
veio primeiro. Os direitos? Conquistados depois.
É
muito importante votar e é mais importante ainda votar com consciência. Antes
de confiar na pessoa que escolheu para representar você e a comunidade no
ambiente político, procure conhecer bem as propostas e as campanhas de
candidatas e candidatos.
O
Portal do TSE na internet reúne todas as informações úteis sobre os candidatos
e as respectivas campanhas. Ali estão, além do Portal de Dados Abertos (PDA) e
da página de Estatísticas
Eleitorais, o DivulgaCandContas.
Cada
ferramenta informa, em níveis diferentes de detalhamento, tudo sobre
candidatos, partidos, financiamento de campanhas e prestações de contas. O
acesso é simples, intuitivo e ao alcance de alguns cliques. E, em boa parte dos
casos, é possível fazer o cruzamento de dados para alcançar informações ainda
mais minuciosas.
Informações
disponíveis
No PDA estão disponíveis os dados
brutos de cada eleição realizada no Brasil desde 1933. Naturalmente, a
quantidade de informações pode variar bastante de um pleito para outro, por
conta dos dados que foram colhidos pela Justiça Eleitoral na ocasião.
De
forma geral, no PDA são encontradas informações sobre candidatos e campanhas,
arrecadações e prestações de contas, bem como os votos recebidos por zona e
seção eleitoral e os resultados gerais das eleições. Nos pleitos mais recentes
– ou seja, de 2014 para cá –, as informações também abarcam dados sobre raça,
escolaridade e gênero, entre outros.
A
partir do PDA, é alimentada a página de Estatísticas
Eleitorais, que foi desenvolvida de forma a permitir uma consulta rápida e
dinâmica sobre as informações mais buscadas pelos usuários do Portal do TSE.
Lá, é possível consultar dados sobre candidaturas, filiação partidária da
eleição, processos eleitorais, comparecimento e abstenção, mesárias e mesários,
resultados, eleitorado e prestação de contas. Também estão disponíveis
estatísticas mensais sobre a evolução do eleitorado e de filiados aos partidos
políticos.
Já
o DivulgaCandContas foi
feito para ser a principal fonte de informações para as eleitoras e os
eleitores brasileiros. Na ferramenta, separadas por região e por estado, estão
dispostas as informações sobre todas as candidaturas. Além de dados biográficos
dos candidatos e dos vices ou suplentes (no caso de senadores) – como nome de
registro e nome de urna, profissão, estado civil, fotografia e filiação
partidária –, também estão a declaração de bens, a lista de candidaturas em
eleições anteriores, o status do registro da candidatura, a lista de doadores e
a prestação de contas, entre outras informações.
Fonte_TSE
Aviões Fantasy 2022
Produzida pelo cantor e compositor Xand
Avião, a festa este ano tem como tema “Time Machine” (Máquina do
Tempo) e propõe aos presentes que soltem a imaginação e façam uma grande viagem
ao tempo no repertório do Aviões.
ATRAÇÕES:
Gustavo Mioto
Felipe Amorim
Mari Fernandes
Pedro Sampaio
Gusttavo Lima
Xand Avião
A
implantação do piso
nacional da enfermagem está suspensa em todo o país após decisão
do STF (Supremo
Tribunal Federal). Por 7 votos a 4, a maioria dos ministros referendou
liminar de Luís
Roberto Barroso em favor da suspensão até que sejam apresentadas
informações sobre o impacto econômico da medida.
Aprovada
em julho e sancionada em agosto, a lei 14.434/2022 fixou piso
salarial mínimo de R$ 4.750 para os enfermeiros. Técnicos em
enfermagem devem receber 70% desse valor (R$ 3.325), e auxiliares de enfermagem
e parteiros, 50% (R$ 2.375).
Antes
que o piso passasse a ser pago, a CNSaúde (Confederação Nacional da Saúde) foi
ao STF solicitando liminar contra o valor mínimo para a categoria. O argumento
é que poderá haver demissão em massa, elevação do valor cobrado por planos de
saúde e fechamento de leitos.
Em
seu voto, Barroso ponderou os motivos de sua decisão. "De um lado,
encontra-se o legítimo objetivo do legislador de valorizar os profissionais de
saúde, que, durante um longo período de pandemia,
foram exigidos até o limite de suas forças", disse.
"De
outro lado, estão os riscos à autonomia e higidez financeira dos entes
federativos, os impactos sobre a empregabilidade no setor e, por conseguinte,
sobre a própria prestação dos serviços de saúde."
COMO
FICA O PISO DA ENFERMAGEM?
Enquanto
não há um posicionamento final sobre o tema, o piso da categoria segue suspenso
e os enfermeiros e demais profissionais da saúde continuam com os salários como
estão, já que não havia valor mínimo nacional aplicado a eles anteriormente.
A
liminar contra o piso foi levada à apreciação da corte a pedido do ministro
Barroso. O julgamento no plenário virtual começou na sexta-feira (9) e chegou
ao fim às 23h59 desta sexta (16), com placar a favor de sua decisão.
Em
seu relatório, Barroso deu 60 dias para que entidades representativas de saúde
pública e privada façam considerações sobre a medida, para que possa decidir
sobre o mérito da ação. Por se tratar de uma ADI (Ação Direta de
Inconstitucionalidade), o caso deverá ser julgado pelo plenário presencial.
A
LIMINAR PODERÁ SER DERRUBADA?
O
próprio ministro Barroso pode suspender a liminar concedida após analisar os
argumentos enviados pelas entidades de saúde. O ministro deve fazer um novo
relatório sobre o caso.
Em
sua decisão, ele pede para que sejam intimados Ministério da Saúde, CNS
(Conselho Nacional de Saúde), Conass (Conselho Nacional de Secretários de
Saúde), Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde) e FBH
(Federação Brasileira de Hospitais) para que se manifestem.
O
ofício de notificação das entidades ainda será enviado. Com isso, o prazo para
uma nova decisão termina em meados de novembro, quando Barroso poderá manter o
que decidiu ou suspender os efeitos da liminar.
O
PISO DA ENFERMAGEM SERÁ JULGADO NOVAMENTE?
Segundo
o advogado Gustavo Ramos, sócio do escritório Mauro Menezes & Advogados e
mestre em direito das relações sociais e trabalhistas, após o prazo de 60 dias,
o ministro Barroso preparará o seu voto sobre o mérito da questão e liberará o
caso para julgamento.
No
entanto, não há prazo para que o caso seja julgado. "Quem decidirá sobre a
inclusão do processo em pauta para julgamento de mérito, após a liberação do
caso pelo relator, será a atual presidente do STF, ministra Rosa Weber."
POR
QUE A LEI ESTÁ SENDO DISCUTIDA NO SUPREMO?
De
acordo com Ramos, compete ao STF decidir sobre constitucionalidade ou
inconstitucionalidade de qualquer lei federal e essa decisão é tomada todas as
vezes em que a corte é "provocada" sobre a medida.
Para
ele, no entanto, não há inconstitucionalidade na lei. A decisão de Barroso foi
tomada levando em consideração impactos orçamentários que deveriam ser
discutidos pelo Poder Legislativo. "É equivocada a noção de que pagar
baixos salários mantém ou gera empregos", diz.
ENTIDADES
SE DIVIDEM
Representantes
de hospitais privados e de convênios médicos são contra o piso, assim como a
CNM (Confederação Nacional dos Municípios), alegando aumento de custos que
podem levar a demissões e corte nos serviços.
Já
os conselhos de enfermagem e o CNS (Conselho Nacional de Saúde) defendem que a
implantação da medida beneficiará não só os trabalhadores, mas toda a
sociedade.
A Folha procurou
todas as entidades citadas na decisão de Barroso para comentar a decisão e
informar sobre os possíveis argumentos a serem apresentados no Supremo, mas
nenhuma delas respondeu até a publicação deste texto.
Fonte_Folha
Por
7 votos a 4 o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu suspender os efeitos da
lei que determina o piso
nacional da enfermagem no país. A maioria dos ministros votou a favor
do relatório de Luis Roberto Barroso, que atendeu
pedido da CNSaúde (Confederação Nacional de Saúde).
O
julgamento começou no plenário virtual na última sexta-feira (9) e chega ao
final às 23h59 desta sexta (16). Por regra, os ministros ainda podem mudar seus
votos. Também é possível que haja pedido de destaque.
A
decisão é válida até que se esclareça o impacto financeiro da medida para
estados, municípios e hospitais. Para isso, diversos órgãos foram intimados e
têm prazo de 60 dias para esclarecer a viabilidade da implantação do piso
de R$ 4.750 sem que haja demissões em massa e fechamento de leitos.
Votaram
a favor da suspensão Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes,
Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Luiz Fux. A divergência foi aberta
por André Mendonça, que foi seguido pelos ministros Nunes Marques, Edson Fachin
e Rosa Werber.
Aprovada
em julho e sancionada em agosto, a lei 14.434/2022 fixou piso
salarial mínimo de R$ 4.750 para os enfermeiros. Técnicos em
enfermagem devem receber 70% desse valor (R$ 3.325) e auxiliares de enfermagem
e parteiros, 50% (R$ 2.375).
Destaque
foi a manobra
usada pelo ministro Nunes Marques na decisão do STF sobre a revisão da vida
toda, um dos casos mais importantes de direito previdenciário a ser
decidido pelo Supremo nos últimos anos. Com placar fechado, favorável aos
segurados e contra o INSS (Instituto
Nacional do Seguro Social), Nunes Marques interrompeu o julgamento 30 minutos
antes do prazo final.
O QUE ACONTECE AGORA COM O PISO NACIONAL DA
ENFERMAGEM?
Agora, Ministério da Saúde, CNS (Conselho Nacional
de Saúde), Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Conasems
(Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde) e FBH (Federação
Brasileira de Hospitais) devem se manifestar.
Em seu voto, Barroso ponderou os motivos de sua
decisão. "De um lado, encontra-se o legítimo objetivo do legislador de
valorizar os profissionais de saúde, que, durante um longo período de pandemia,
foram exigidos até o limite de suas forças", disse.
"De outro lado, estão os riscos à autonomia e
higidez financeira dos entes federativos, os impactos sobre a empregabilidade
no setor e, por conseguinte, sobre a própria prestação dos serviços de
saúde."
Desde que decidiu pela suspensão, Barroso tem
reiterado que sua decisão tem o objetivo de criar, de forma consensual, uma
fonte de custeio que a viabilize o cumprimento da lei.
Enquanto
a questão não é esclarecida, não há piso para a categoria no país. Segundo o
Ministério da Economia, o custo adicional com o piso seria de R$ 4,3 bilhões
anuais para prefeituras e R$ 1,6 bilhão para estados. Mas a CNM (Confederação
Nacional dos Municípios) diz que a medida pode gerar um impacto de R$ 10,5
bilhões ao ano para as cidades, entre custos diretos e indiretos.
O
presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, tem articulado uma saída para o impasse
que pode incluir recursos da União. São discutidas hipóteses como a correção da
tabela do SUS (Sistema Único de Saúde), a desoneração da folha de pagamentos do
setor e a compensação da dívida dos estados com o governo federal. A
desoneração da folha, no entanto, recebe críticas de especialistas em orçamento
público.
Fonte_Folha
O
canal verificado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na plataforma Telegram
acaba de superar a marca de 300 mil inscritos. O perfil na rede social alcança
o número com menos de quatro meses de atividade.
Lançado
no dia 17 de maio, o canal tem como principal objetivo levar informações
oficiais e de credibilidade aos participantes. O espaço na rede social, que foi
criado após a celebração
do acordo de colaboração entre o TSE e representantes do Telegram, busca
também combater notícias falsas disseminadas contra o processo eleitoral.
O
perfil do TSE é coordenado pela Secretaria de Comunicação e Multimídia
(SECOM/TSE), e tem como objetivo levar ao eleitorado as principais informações
e datas sobre o processo eleitoral brasileiro de forma simples e didática. O
canal tem como principal foco a aproximação com cidadão, de maneira que ele
encontre em um só local os principais serviços prestados pela Justiça
Eleitoral.
Para
se inscrever, baixe o Telegram nas lojas de aplicativos e procure pelo perfil
@tsejus. É importante observar o símbolo azul que identifica o canal
verificado. E para quem já possui o aplicativo, basta acessar o linkhttps://t.me/tsejus.
Parceria
pioneira
O
TSE foi o primeiro organismo eleitoral do mundo a assinar um acordo dessa
natureza com a plataforma. O acordo prevê uma série de ações concretas e
medidas específicas para divulgar informações sobre as eleições.
A
parceria também prevê a criação de um canal extrajudicial para que possam ser
realizadas denúncias dentro da plataforma, a serem investigadas pelo próprio
Telegram.
Fonte_TSE
O
ex-vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou,
durante a XXIV Jornada Nacional de Imunizações, o livro “História das imunizações – Pioneiros: conquistas e percalços”. A obra, coletânea de
artigos publicados na Revista Imunizações, conta a história de pessoas que,
apesar de terem desenvolvido trabalhos revolucionários na área, não são
devidamente reconhecidas. Nas palavras do autor, “heróis esquecidos”.
Entre
os nomes lembrados estão Benjamin Jesty, primeiro vacinador na luta
contra a varíola; John Franklin Ender, responsável pelo método que
permitiu cultivar o vírus da pólio em tecido não nervoso de embriões humanos e
primatas; Waldemar Haffkine, que salvou o mundo de duas pandemias; Ruth
Sonntag Nussenzweig, pesquisadora que deu início às investigações sobre uma
vacina para combater a malária; e Hilary Koprowski, precursor na busca
por uma vacina atenuada contra a pólio.
Fonte_SBIM
Por
meio do Twitter, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, comentou decisão
colegiada do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspende o piso
nacional da enfermagem.
Ele
destacou que a decisão não sepulta o piso nacional e que caberá aos senadores
apresentar projetos para garantir a fonte de custeio a estados, municípios,
hospitais filantrópicos e privados.
Fonte_TVSenado
A prefeitura de Cruzeiro do Sul/Acre inaugurou, o SAE – Serviço de Atendimento Especializado para tratar doenças
como HIV, Hepatites Virais e outras doenças.
O centro irá funcionar junto ao Posto do Agricultor
no centro da cidade. O objetivo é oferecer atendimento especializado que inclui
testagem e aconselhamento.
Por serem doenças que possuem estigma social, é
muito importante oferecer este tipo de tratamento para evitar que a pessoa
portadora não busque os serviços por medo ou vergonha.
“Cruzeiro do Sul, como a maioria dos municípios da
região norte do país, possui um elevado índice de pessoas portadoras de
hepatites virais, o que ressalta a importância de possuir um atendimento
especializado”, disse a secretária municipal de saúde, Valéria Lima.
O serviço será prestado próximo à farmácia
municipal, o que facilita o acesso aos medicamentos necessários para o
tratamento.
O prefeito Zequinha Lima esteve presente no ato de
inauguração.
“Aqui certamente a pessoa vai se sentir acolhido,
pelo trabalho profissional que vai encontrar aqui”, disse o prefeito.
Fonte_CZS
Invertendo
a ordem tradicional de falas, o encontro promovido nesta quarta (14/9) pela
Comissão Nacional de Auxiliares e Técnicos de Enfermagem - CONATENF/COFEN,
se iniciou com microfone aberto, ouvindo anseios e opiniões de todos os
presentes. A atividade integra a programação do 24º Congresso Brasileiro dos
Conselhos de Enfermagem (24º
CBCENF), em Fortaleza.
O
coordenador da comissão, Jefferson Caproni, abriu o encontro com uma breve
dinâmica, convidando participantes a amassarem um papel, fazendo uma bolinha.
E, depois, a desamassarem. Para Caproni marcas deixados no papel são como a
história de cada profissional. “Quando a gente amassa, estamos amassando nosso
própria dignidade. Mas quando a gente reage a isso, a gente volta mais forte”,
conclui, traçando um paralelo entre a história sofrida dos profissionais e suas
lutas, como o Piso Salarial.
O
anseio por valorização marcou as intervenções dos profissionais. “Não somos
meros trocadores de fraldas. Somos a verdadeira linha de frente. Somos aqueles
que estamos 24h beira-leito”, afirmou Mônica Cunharski, conselheira do COREN/RJ
e integrante do MAE - Movimento de Ativistas da Enfermagem. Os profissionais de
nível médio correspondem a quase 70% das equipes de Enfermagem.
Joseane
Jacob, do SINDATE/DF, a ressaltou a presença dos técnicos e auxiliares de
Enfermagem desde o início da luta pelo Piso Salarial e a importância de manter
a mobilização, potencializada pelo reconhecimento durante a pandemia. “A gente
sempre foi herói, mas a sociedade só viu agora”, afirmou.
Participando
pela primeira vez de um encontro no CBCENF, Agnaldo, do Acre, ressaltou o
orgulho de ser técnico e a emoção da conquista do Piso. O risco de demissões e
sobrecarga de equipe remanescente o preocupa, mas não desanima. “Por isso que
eu respeito meu Coren, que é quem vai fazer valer a lei, com o dimensionamento.
Nós temos limite de cuidado”, afirmou.
As
falas prosseguiram, seguidas de diálogo, até os participantes seguirem para a
finalização das atividades do dia no congresso, quando os presidentes de todos
os Conselhos de Enfermagem, reunidos, falaram sobre a mobilização pela efetiva
implementação do Piso. “Somos interlocutores dos profissionais de nível médio
junto ao plenário do Cofen, queremos, sobretudo, escutar a categoria”, afirmou
Jefferson.
Astério Moreira, Luís Carlos Moreira
Jorge, e Leônidas Badaró sabatinam o candidato a governo, Jorge Viana.
O programa é mediado pelo jornalista
Marcos Venícios, sob regras definidas de acordo com representantes de todos os
candidatos.
Com a presença do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Cristiane Brito, presidentes de ordens de Enfermagem de diversos países e de outros conselhos profissionais da Saúde, a presidente do Cofen, Betânia Santos, declarou aberto, nesta noite (12/9), o maior congresso de Enfermagem das Américas.
Com 38 mil inscritos, o 24º Congresso Brasileiro dos Conselhos de Enfermagem - 24º CBCENF acontece no Centro de Convenções do Ceará e tem transmissão ao vivo na multiplataforma CofenPlay.
Ao
som da sanfona de Waldonys, a entrada da delegação do Coren-CE levantou o
auditório. Betânia Santos destacou a riqueza cultural e vanguarda política do
estado anfitrião, que aboliu a escravatura quatro anos antes do resto do
Brasil, e de Fortaleza, “primeira a reconhecer nas urnas o valor de uma mulher
como liderança política”.
O
24º CBCENF acontece em um momento histórico para a profissão, de valorização e
reconhecimento, com a aprovação da Lei do Piso Salarial, fruto de ampla mobilização e diálogo.
E também de muita apreensão, com a liminar que suspendeu, por 60 dias, a
aplicabilidade da lei, frente à pressão das entidades patronais. “A Enfermagem
está em luta e assim permanecerá”, afirmou a presidente, que pediu uma salva de
palmas ao Congresso Nacional e os dirigentes dos Conselhos Regionais, pela
união na luta pelo piso. “Venceremos mais essa batalha contra o ativismo
judicial do STF”.
“Eu
tive um sonho, meu sonho era poder testemunhar a Enfermagem sendo ouvida pelos
políticos e podendo ser considerada em todas as políticas públicas da saúde”,
afirmou Betânia. “Meu sonho, acredito, é também um sonho da Enfermagem
brasileira. E quando sonhamos juntos, nossos sonhos podem tornar-se realidade”,
finalizou, sob aplausos.
A
presidente interina do Coren-CE, Ana Paula Lemos, destacou a alegria em receber
o CBCENF e a necessidade de avanços para a profissão. “Como disse Raimundo
Fagner aqui cantado pelo nossa talentoso Waldonys, ‘vamos pra frente que pra
trás não dá mais’”.
“Se
eu cheguei à posição de maior autoridade sanitária neste país, eu devo às
enfermeiras que trabalharam comigo”, destacou o ministro da Saúde, Marcelo
Queiroga. “Vocês devem se orgulhar muito da profissão que vocês têm. Tem sido
muito importante para a Saúde Pública em geral – e não só durante a pandemia de
covid”.
Além
dos ministros, a abertura contou com a presença de políticos, do reitor da
Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Valdiney Gouveia, da presidente do
Conselho Federal de Psicologia, Ana Sandra Arcoverde, representantes de
sindicatos, conselhos de Saúde e de universidades, incluindo a de Ruen, na
França.
Representando
a Câmara Municipal de Fortaleza, a vereadora Ana Paula Brandão entregou à
presidente do Cofen a medalha Periguary de Medeiros. Durante a cerimônia foram
homenageados pelo Cofen o enfermeiro Diogo do Casal, o diretor do hospital Sofia Feldman, Ivo Lopes, o ministro Marcelo Queiroga, os senadores Rodrigo
Pacheco, Fabiano Contarato, Vital do Rêgo, Zenaide Maia, Kátia Abreu e os
deputados Arthur Lira, Carmen Zanoto, Alice Portugal, Jandira Feghali,
Alexandre Padilha, Mauro Nazif, Arthur Maia e Túlio Gadelha.
Durante
o CBCENF, serão apresentados 1784 trabalhos. As atividades somam 23 cursos, 39
mesas redondas e três palestras, além de lançamento de livros. O congresso
será, ainda, anfitrião de encontros e eventos, incluindo o V Encontro
Latino-Americano de Enfermagem em Saúde Mental.
Astério Moreira, Luís Carlos Moreira
Jorge, e Leônidas Badaró sabatinam o candidato a governo, Professor Nilson.
O programa é mediado pelo jornalista
Marcos Venícios, sob regras definidas de acordo com representantes de todos os
candidatos.
A
partir de hoje o apresentador Carlos Massa vai entrevistar os candidatos à
Presidência da República mais bem ranqueados nas pesquisas de intenção de
votos.
Seguindo
a escolha de suas próprias assessorias, de acordo com suas agendas, o primeiro
a ser sabatinado no "Candidatos com o Ratinho" foi Jair Bolsonaro (PL).
A Folha e
o Datafolha lançam
o Match Eleitoral 2022,
que facilita a escolha dos candidatos à Câmara dos Deputados e ao Senado em São
Paulo.
O
recurso funciona como um Tinder, o aplicativo de relacionamentos, da política.
Para ajudar os eleitores, a ferramenta indica os candidatos com os quais o
leitor "dá match", ou seja, tem mais identificação.
O
Datafolha entrevistou candidatos e criou um banco de dados de suas respostas em
relação a temas econômicos, políticos e de comportamento.
Quem
fizer o teste vai receber as mesmas perguntas, como "a pena de morte é a
melhor punição para indivíduos que cometem crimes graves?" e "a
proteção excessiva ao meio ambiente atrapalha o desenvolvimento dos negócios e
prejudica o Brasil?", e suas respostas serão cruzadas com as de todos os
candidatos a deputado federal e a senador que incluíram suas informações na
plataforma. O resultado é apresentado em uma escala de afinidade.
Quem
responde ao Match também destrava a aba Match Eleitoral nas fichas dos
candidatos, página que reúnes todos os dados declarados ao TSE e onde as
respostas podem ser lidas de uma vez.
A
ferramenta foi lançada com uma base de 982 candidatos, cerca de 64% do total de
inscritos no estado. Representantes dos 32 partidos que disputam a eleição
estão presentes no módulo paulista da plataforma até agora.
"A atuação
do centrão mostra como é imperativo fazer escolhas bem informadas nas
eleições legislativas, que acabam ofuscadas pelo protagonismo do pleito
presidencial. O Match Eleitoral é ferramenta fundamental para esta escolha bem
informada", afirma Sérgio Dávila, diretor de Redação da Folha.
A base de informações do Match Eleitoral é aberta, e novos nomes serão
incorporados até a eleição mediante pedido para participar. Os candidatos devem
procurar o instituto por email (matcheleitoral@datafolha.com.br) ou pelo
telefone 3224-3863 para agendamento.
Em
2018, mais de 1 milhão de testes foram feitos até a véspera da
votação.
Fonte_Folha
Astério Moreira, Luís Carlos Moreira
Jorge, e Leônidas Badaró sabatinam o candidato a governo, Sérgio Petecão.
O programa é mediado pelo jornalista
Marcos Venícios, sob regras definidas de acordo com representantes de todos os
candidatos.
Astério Moreira, Luís Carlos Moreira
Jorge, e Leônidas Badaró sabatinam a candidata a governo, Mara Rocha.
O programa é mediado pelo jornalista
Marcos Venícios, sob regras definidas de acordo com representantes de todos os
candidatos.
O
ministro da Economia, Paulo Guedes, esteve, nesta sexta-feira (9), na
residência oficial da presidência do Senado Federal para debater com Rodrigo
Pacheco (PSD-MG) as possibilidades de abertura no Orçamento Federal para
bancar o piso da enfermagem.
Fonte_
#CNNBrasil
É com imensa alegria que convidamos todos os
profissionais da saúde que atuam na área das imunizações a participarem da XXIV
Jornada SBIm, a primeira no formato presencial desde o início da pandemia, que
obrigou a adaptarmos as atividades científicas às plataformas virtuais.
Mas, esse ano, teremos condições de aprender,
trocar experiências e muito calor humano nos reunindo presencialmente.
Sem dúvida, esse momento só se tornou possível
graças às vacinas, ferramenta fundamental no enfrentamento à covid-19 e,
logicamente, às ações de vacinação em larga escala acontecendo no país.
Essa Jornada nos traz um duplo desafio de
retomadas: de um encontro presencial saudoso e das altas coberturas vacinais,
inaceitavelmente baixas, colocando em risco as conquistas alcançadas pelas
exitosas ações do PNI.
Há muito o que ser pensado, discutido e realizado
para a retomada de nossas altas coberturas vacinais, que já permitiram
controlar e eliminar doenças, sendo outrora, um motivo de grande orgulho para o
Brasil!
Venha fazer parte dessa história, que certamente
será um sucesso!
Aguardamos vocês em São Paulo, no Centro de
Convenções Frei Caneca, no período de 07 a 10 de setembro de 2022.
Até breve, Mônica Levi Presidente da XXIV Jornada
Nacional de Imunizações SBIm
Fonte_SBOC
Astério Moreira, Luís Carlos Moreira
Jorge, e Leônidas Badaró sabatinam o candidato a governo, David Hall.
O programa é mediado pelo jornalista
Marcos Venícios, sob regras definidas de acordo com representantes de todos os
candidatos.
O
Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) se reuniu na manhã desta quinta-feira
(8/9), em Brasília, com representantes do Conselho Nacional dos Secretários de
Saúde (Conass). É a primeira de uma série de encontros para definição dos
próximos passos a serem tomados em conjunto para apontar fontes de custeio e
reverter a suspensão da lei do Piso Salarial da Enfermagem.
A
Lei 14.434/2022 foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 4 de
agosto e entrou em vigor no dia seguinte. O projeto teve amplo debate e foi
aprovado pelo Senado Federal em novembro de 2021 e pela Câmara dos Deputados em
maio. No dia 4 de setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) acatou uma Ação
Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a lei e a suspendeu por 60 dias.
O
encontro teve a presença do presidente do Conass, Nésio Fernandes e do
secretário-executivo da entidade, Jurandi Frutuoso. Após a reunião, a
presidente do Cofen Betânia Santos, reafirmou a viabilidade econômica do piso,
amplamente demonstrada nos trâmites legislativos da proposta.
“Nos
próximos dias articularemos com a atenção e dedicação necessária formas de
solucionar este impasse. Todos os entes do setor privado e do público
demonstraram capacidade de arcar com o custo e, em casos especiais, devem
contar com o governo federal”, ponderou a presidente.
“Nosso
objetivo é construir uma proposta em comum pra levar ao congresso nacional para
definição das fontes de financiamento do piso salarial para o SUS”, declarou o
presidente do Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia, Manoel Neri.
Fonte_COFEN
Em
entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (8), o ministro Luís Roberto
Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que a instituição de um piso salarial nacional da enfermagem é muito justa e que está empenhado em viabilizá-la. Porém, para que o piso possa ser concretizado, o ministro
considera ser necessário construir uma fonte de custeio.
Cautelar
No
domingo (4), em decisão cautelar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)7222, Barroso suspendeu o piso e deu prazo de 60 dias para entes públicos e
privados da área da saúde informarem o impacto financeiro, os riscos para
empregabilidade no setor e eventual redução na qualidade dos serviços. Na
análise de informações preliminares, ele viu risco concreto e imediato de
demissão em massa e de redução da oferta de leitos.
“Quero
deixar claro que o nosso esforço é de viabilizar o piso, e não barrá-lo”,
afirmou o ministro. “Minha preocupação é não deixar que um reconhecimento justo
e merecido aos profissionais de saúde, que foram incansáveis durante a
pandemia, acabe sendo uma ficção, por diversas razões”.
Em
busca de solução
Barroso
afirmou que, ao estabelecer o prazo de 60 dias para tentar encontrar uma
solução, levou em conta um risco real e iminente de descumprimento geral do
piso, uma vez que muitos hospitais já estavam demitindo por antecipação. Além
disso, obras sociais importantes avisaram que iam fechar. “As Santas Casas, se
conseguissem não fechar, também já acenavam com redução dos serviços que iriam
prestar”, observou.
Pausa
Segundo
o relator, os hospitais conveniados do SUS indicavam que fariam demissões em
massa e que os serviços de saúde corriam risco de serem prejudicados,
“sobretudo os de diálise, indispensáveis para a preservação da vida de muitas
pessoas”. Barroso reforçou que que sua decisão é uma pausa para tentar criar,
consensualmente, uma fonte de custeio que viabilize o cumprimento do piso
salarial.
O
ministro observou que, em alguns estados, a alteração do piso significa
triplicar a remuneração. “Não se consegue fazer isso no meio do exercício, e os
hospitais conveniados ao SUS, sem o reajuste da tabela, também têm muita
dificuldade”, ressaltou.
Diálogo
Barroso
disse que já conversou sobre o tema com os presidentes do Senado Federal,
senador Rodrigo Pacheco, e da Câmara dos Deputados, deputado Arthur Lira, com a
deputada Carmen Zanotto, relatora da matéria na Câmara, e com o senador Fabiano
Contarato. “Apresentamos todas essas razões para tentar construir um arco que
permita a viabilização do pagamento desse fundo”, disse. Segundo ele, as
decisões são políticas e estão na pauta do Congresso Nacional, como o reajuste
da tabela do SUS, a desoneração de folha e o abatimento de dívida.
Fonte_STF
Astério Moreira, Luís Carlos Moreira
Jorge, e Leônidas Badaró sabatinam o candidato a governo, Gladson Cameli.
O programa é mediado pelo jornalista
Marcos Venícios, sob regras definidas de acordo com representantes de todos os
candidatos.
Por Betânia Santos
Presidente do Conselho Federal de Enfermagem
(Cofen)
A pandemia expôs os salários miseráveis que são
pagos a milhares de profissionais de enfermagem que vão para a linha de frente
tratar pacientes e salvar vidas. Histórias de enfermeiros e enfermeiras que
chegam a receber menos de mil reais líquidos por mês começaram a repercutir em
todo o País. Diante de tamanha injustiça, a população foi para as janelas
aplaudir a categoria e cobrar reconhecimento a essas pessoas, que se arriscam
para cuidar dos outros. Nas redes sociais, um grande movimento tomou forma e a
classe política teve que reagir.
Assim, começou o debate sobre a criação de um piso
salarial no Congresso Nacional.
Em um momento marcado pela polarização política, as
discussões em torno do tema e a consequente aprovação do piso nacional da
enfermagem marcaram um dos momentos de raro entendimento entre os espectros
políticos que coabitam o parlamento brasileiro. No Senado, o projeto foi
aprovado por unanimidade e na Câmara: 97% dos parlamentares votaram a favor.
Diante de todas as evidências disponíveis e da pressão da sociedade, era
impossível a qualquer agente político de bom senso se colocar contra o piso.
Com isso, a Lei 14.434/22 foi promulgada e entrou em vigor no último dia
4 de agosto.
Durante a tramitação no parlamento, o impacto
orçamentário do piso nacional da enfermagem foi exaustivamente discutido e a
viabilidade econômica do projeto foi comprovada, conforme demonstra o relatório do grupo de trabalho especial
que analisou a matéria na Câmara. Em linhas gerais, ficou demonstrado que
o investimento anual para erradicar os salários miseráveis da categoria
representa somente 2,7% do PIB da saúde, 4% do orçamento do SUS, 2% de
acréscimo na massa salarial dos contratantes e 4,8% do faturamento dos planos
de saúde em 2020. Importante pontuar que a enfermagem representa
aproximadamente 50% da força de trabalho da saúde.
Os empresários da saúde ficaram ainda mais ricos
durante a pandemia – com base na exploração máxima da força de trabalho dos
seus empregados.
Não obstante, a confederação que representa os
bilionários da saúde resolveu entrar com uma ação de inconstitucionalidade no
STF, ameaçando a população com o fechamento de leitos e a enfermagem com
demissões em massa caso o piso fosse efetivado. Para tanto, se utilizaram da
imagem de santas casas e entidades filantrópicas, com o objetivo de causar
comoção pública.
Lamentavelmente, mesmo diante do posicionamento
contrário de todos os órgãos que opinaram no processo (Câmara, Senado, Presidência
e AGU, falta o MPF), o ministro-relator Luís Roberto Barroso deferiu uma liminar e suspendeu o piso por 60 dias, um
dia antes do pagamento dos novos salários.
A confederação dos donos de hospitais esqueceu-se
de citar no processo, contudo, que os empresários da saúde ficaram ainda mais
ricos durante a pandemia – com base na exploração máxima da força de trabalho
dos seus empregados. Entre os 315 bilionários brasileiros, nove atuam no ramo e
oito ficaram multibilionários em plena crise de saúde pública, segundo
levantamento da Forbes. O patrimônio do fundador da Rede D’Or saltou de
US$ 2 bilhões, em 2020, para US$ 11,3 bilhões, em 2021. A fortuna da fundadora
da operadora de planos de saúde Amil foi de US$ 3,5 bilhões em 2020 para US$ 6
bilhões, em 2021. Esses números são reproduzidos em escala por todo o mercado.
Esqueceram de citar ainda que, segundo o Ipea, o
lucro líquido per capita dos planos de saúde mais que dobrou em quatro anos,
saltando de R$ 75,70, em 2014, para R$ 185,80, em 2018. A receita das
operadoras cresceu de R$ 229,9 bilhões, em 2020, para 239,9 bi, em 2021. Ou
seja, o dinheiro existe, trata-se apenas de uma questão de prioridades e de
justiça social. Contudo, os salários de profissionais de enfermagem não
sofreram sequer a devida correção inflacionária neste período, e a perda do
poder de compra dessas famílias as coloca em situação de extrema
vulnerabilidade econômica.
Assim como o setor privado, o setor público também
tem condições de pagar o piso. Dados do Painel de Informações do Fundo Nacional
da Saúde revelam que, atualmente, as 27 unidades federativas possuem um saldo
decorrente de repasses que correspondem a R$ 35.152.582.611,77. Esse montante
não tem alocação de despesas, ou seja, está disponível nos cofres públicos
estaduais. Além disso, a União já se comprometeu a socorrer os municípios
pobres, que não têm recursos para arcar com essa nova despesa. Portanto, a
situação está equacionada.
Diante desses números, não é demais indagar o
óbvio: é justo que um técnico em enfermagem receba R$ 900 por 176 horas de
trabalho por mês? É justo que um enfermeiro, que possui curso superior e exerce
funções de extrema responsabilidade técnica, receba R$ 1.212 mensais
trabalhando 44 horas por semana? Não, não é justo, mas é isso o que está
acontecendo em diversas cidades e estados do país.
Fonte_COFEN