Começa
aqui a caminhada rumo ao hexa?
Sábado
(13/6), o Brasil fez sua estreia na Copa do Mundo de 2026 contra o Marrocos. Um
adversário que chega com a moral em alta, após a histórica campanha de 2022,
quando se tornou a primeira equipe africana a chegar a uma semifinal de Copa do
Mundo.
Por
outro lado, os comandados de Carlo Ancelotti chegam com a moral abalada e
cercados de incertezas. Mas essa não é a primeira vez que a estreia do Brasil
carrega tantas expectativas.
Em 1978,
na edição 509, VEJA estampava em sua capa: “Brasil x Suécia –
Como foi a nossa estreia”. A Seleção Canarinho chegava cercada de dúvidas para
aquela Copa do Mundo na Argentina. O Brasil vinha do quarto lugar
em 1974 e ainda tentava encontrar um caminho após o fim da Era Pelé.
O
time era comandado por Cláudio Coutinho e contava no elenco com craques
geracionais como Emerson Leão, Toninho, Zico, Rivellino, Reinaldo, Toninho
Cerezo e Roberto Dinamite. Ou seja, as expectativas eram altas para saber como
o Brasil se sairia em sua estreia contra os suecos.
Mas,
infelizmente, a festa foi adiada. O jogo terminou em um empate amargo, mas
ficou marcado por uma polêmica que até hoje revolta muitos torcedores.
Aos 45 minutos do segundo tempo, Nelinho cobrou escanteio para o Brasil e Zico empurrou de cabeça para o gol. O árbitro, porém, apitou o fim da partida antes de a bola entrar. O gol foi anulado. Um erro que ficou para a história do futebol mundial. Quase cinquenta anos depois, o contexto é diferente. Mas as perguntas são parecidas.
Em
1978, a dúvida era se o Brasil conseguiria voltar a ser protagonista sem Pelé.
Em 2026, a dúvida é se a Seleção conseguirá encerrar um jejum que já dura mais
de duas décadas. Sem falar em toda a novela envolvendo Neymar Júnior.
Naquela
época, o adversário era a Suécia. Agora, o desafio é o Marrocos, com estrelas
como Hakimi e Brahim Díaz. Se em 1978 o Brasil entrava em campo para provar que
continuava gigante, em 2026 a missão é mostrar que ainda é preciso respeitar a
única seleção pentacampeã do mundo.
Porque
as Copas mudam. Os adversários mudam. As gerações mudam. Mas uma coisa continua
exatamente igual: o mundo inteiro para ver a Seleção Brasileira.
Fonte _ Veja

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