quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Entenda a diferença entre terceira dose e dose de reforço das vacinas de COVID/19

 


Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o significado de dose de reforço e terceira dose, o que acaba dando margem para o surgimento de fake news nas redes sociais. Mas uma coisa precisa ficar clara: dose de reforço é bem diferente de terceira dose. 

A terceira dose é quando uma pessoa toma três doses de um mesmo tipo de vacina. No reforço, a composição do imunizante contra a Covid-19 não deve ser a mesma, mas uma atualização feita a partir das novas variantes em circulação do SARS-CoV-2, como acontece todo ano com a vacina da gripe, atualizada com as novas mutações do vírus.

O presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, já sinalizou que, até o momento, uma terceira dose está descartada no Brasil, mas que é preciso pensar em uma revacinação. “As pessoas acham que quem tomou as duas doses teria que tomar uma terceira dose para complementar a imunidade. Não é o que tratamos aqui. Estamos falando de uma revacinação”, comentou o presidente em coletiva de imprensa na última semana.

No Brasil, as variantes delta (B.1.617.2, indiana), gama (P.1, amazônica) e lambda (C.37, peruana) são observadas com atenção. 

O esquema vacinal de duas doses da CoronaVac, vacina do Butantan e da farmacêutica chinesa Sinovac contra a Covid-19, se mostrou efetivo durante o Projeto S, estudo realizado pelo Butantan no município paulista de Serrana para entender o impacto da vacinação no controle da pandemia. A cidade ficou protegida contra o SARS-CoV-2 com a imunização de 70% da população, que tomou as duas doses da vacina, não necessitando de uma terceira dose. 

Segunda geração de vacinas

Ao que tudo indica, a Covid-19 se tornará endêmica, ou seja, fará parte do nosso calendário de vacinação. Uma pesquisa da coalizão People’s Vaccine sugere que o mundo vai precisar de uma nova imunização dentro de um ano.

Mas a introdução de uma segunda geração de vacina, com as atualizações de novas cepas do vírus, e que promete uma durabilidade maior que as atuais vacinas, só deve acontecer depois que todas as pessoas forem imunizadas. O mundo todo vacinou, até o momento, entre 20% e 30% da população, número relativamente pequeno para começar a se pensar em uma revacinação.

A Organização Mundial da Saúde alerta para o risco das doses de reforço deixarem ainda mais desigual a distribuição de vacinas pelo mundo, sendo que a pandemia é global e, portanto, é uma tarefa coletiva de todas as nações, e não só das mais ricas.

Fonte_BUTANTAN

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

COFEN na Justiça contra ensino EAD

 


O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN ingressou com ação civil pública pedindo a suspensão das autorizações de cursos de Enfermagem a distância, concedidas pelas portarias 800, 801 e 802 de 2021 do Ministério da Educação - MEC.

A ação civil pública 1060620-43.2021.4.01.3400 foi protocolada nesta terça-feira (24/08).

“Seguiremos firmes em defesa da qualidade da formação. Como enfermeira e professora, responsável pela formação futuros profissionais, sei o quanto os conhecimentos teórico-práticos necessários à formação de enfermeiros, técnicos e auxiliares de Enfermagem se processam pelo ensino e assistência, sendo necessário o contato com pacientes e equipamentos de Saúde”, afirma a presidente do COFEN, Betânia Santos, que também é professora da Universidade Federal da Paraíba - UFPB.

Na avaliação da procuradora do COFEN, Tycianna Monte Alegre, “as portarias ocasionam um verdadeiro retrocesso em relação à Portaria MEC 1.428/2018, com a diminuição da qualidade do ensino nas áreas da saúde”.

“O pretexto de flexibilizar as regras para permitir o aumento do percentual em 100% das matérias na modalidade EaD, sem qualquer justificativa plausível, gera sim um verdadeiro desserviço à sociedade, permitindo ainda mais a precarização da qualidade de ensino”, afirma.

O Sistema COFEN/Conselhos Regionais de Enfermagem alertou, por meio de nota pública, para os impactos da ampliação da oferta de cursos à distância. 

“Caso sobreviva à incerteza jurídica, esta formação despejará no mercado centenas de milhares de profissionais com formação deficitária, afetando a qualidade da assistência, além de promover o desemprego e achatamento salarial”, afirma o documento.

Consenso das entidades de Saúde – A oferta de cursos de Enfermagem a distância afronta posicionamento do Conselho Nacional de Saúde, instância máxima de controle social do SUS, dos Conselhos profissionais de Saúde e das áreas técnicas.

Os Conselhos de Enfermagem lideram, desde 2015, mobilização nacional pelo ensino presencial e de qualidade, com realização de campanhas de esclarecimento e audiências públicas em todo o Brasil.

Esta mobilização resultou no Projeto de Lei 2891/2015 que proíbe a formação de enfermeiros e técnicos de Enfermagem por meio do ensino a distância.

Fonte_COFEN

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

COREN/SE e COREN/DF recebem o projeto CONATENF/COFEN


Nesta quinta e sexta-feira (12 e 13), o projeto CONATENF/COFEN, Abrace a Enfermagem visitou os conselhos regionais de Sergipe e do Distrito Federal (COREN/SE e COREN/DF). Criado pela Comissão Nacional de Técnicos de Enfermagem – CONATENF/COFEN, a proposta busca a valorização dos profissionais de enfermagem do nível médio, assim como o reconhecimento de seus esforços frente a pandemia da Covid-19.


As atividades in loco realizadas pela comissão têm o intuito de apoiar, através de treinamento, os novos gestores que assumiram a responsabilidade de conduzir os conselhos regionais de Enfermagem, com orientação sobre leis, pareceres e resoluções estabelecidas pelo Conselho Federal de Enfermagem e as principais mudanças do novo Código de Ética do Sistema Cofen/Conselhos Regionais.


“O projeto trabalha por meio de três eixos principais: técnico e científico, ético político e ético administrativo, com o objetivo de integrar e, ao mesmo tempo, destacar pontos importantes do Sistema aos novos conselheiros regionais”, afirma Jefferson Caproni, coordenador da Conatenf.

Além da presença dos membros da comissão e  conselheiros, também participaram das atividades auxiliares e técnicos.

Sobre a Conatenf – Desde 2015, quando o Cofen aprovou a criação da Comissão Nacional de Técnicos de Enfermagem, o grupo passou a atuar como porta-voz do nível médio na autarquia. Com caráter permanente, a comissão possui função propositiva e consultiva, aprimorando a interlocução com auxiliares e técnicos de Enfermagem.

Fonte_COFEN

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Resolução fixa referência nacional de Honorários da Enfermagem

 


O Conselho Federal de Enfermagem aprovou normativa que estabelece tabela nacional de valores para orientar honorários de serviços de Enfermagem. A Resolução 673/2021 fixa uma Unidade Monetária do Trabalho do Enfermeiro (URTE) mínima, reajustada anualmente. Os Conselhos Regionais podem normatizar o tema, em caráter complementar, conforme a realidade local.

“Buscamos, no âmbito das nossas atribuições, trazer uma referência técnica embasada para a fixação de honorários”, afirma o conselheiro federal Osvaldo Albuquerque e relator do projeto .  Para o relator, a resolução traz avanços, ao fixar parâmetros de remuneração não apenas para os profissionais liberais, mas também para a livre negociação dos que atuam em cooperativas e outros regimes de trabalho.

O documento é uma referência nacional para tratar dos honorários dos procedimentos realizados de forma autônoma em diversas áreas, como por exemplo da Enfermagem Estética, das Práticas Integrativas (PICS), as Práticas Avançadas, Enfermagem Obstétrica, Saúde Mental, Consultoria em Empreendedorismo, entre outros.

“A resolução não esgota todos os procedimentos, mas os principais estão inclusos na tabela, como referência para cobrança em clínicas e consultórios, bem como fixação de honorários em outras unidades de Saúde”, explica Heloísa Helena Silva, chefe do Departamento de Gestão do Exercício Profissional (DGEP/Cofen). Pela normativa, compete ao enfermeiro estabelecer honorários aos técnicos e auxiliares, que não poderá ser inferior a 40% da URTE.

Além de Heloísa Helena, participaram da elaboração da normativa as enfermeiras Helena Romcy e Debora Soares, da Associação Brasileira de Enfermeiros Auditores (ABEA); Raquel Helena, enfermeira auditora e Niedja Cibegne, professora da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN).

Remuneração justa – A busca por uma remuneração justa e fixação de Piso Salarial Nacional é uma bandeira histórica da Enfermagem brasileira, que ganhou força com a tramitação Projeto de Lei 2564/2020, que além do piso, fixa a jornada em 30h semanais. O PL, que aguarda votação no Senado, é apoiado pelo Sistema Cofen/Conselhos Regionais e demais entidades da Enfermagem.

Fonte_COFEN

sábado, 31 de julho de 2021

Tik Tok da Vacinação CZS

 


Mais de 5,5 mil adolescentes de 12 a 17 anos foram vacinados contra a Covid-19 nesse sábado (31) em Cruzeiro do Sul, interior do Acre. Esse é o levantamento da Secretaria Municipal de Saúde sobre o mutirão de vacinação organizado para atender esse público no estacionamento do Copacabana Shopping.

A ação recebeu o nome de 'Tik Tok da Vacinação'. Inicialmente, os atendimentos seriam feitos das 16h às 21h, mas o horário precisou ser estendido até às 22h para atender a demanda.

A expectativa da Saúde do município era vacinar pelo menos 6 dos 12 mil adolescentes da cidade. O município tinha 15 mil doses do imunizante da Pfizer em estoque para vacinar esse público.

A ação mobilizou mais de 200 profissionais de saúde da cidade, além de equipes de apoio, voluntários do curso de enfermagem da Universidade Federal do Acre - UFAC, Campus Floresta, também e profissionais de saúde do estado.

As equipes de vacinação fazem um levantamento da ação nesse domingo (1º) e vão decidir se seguem vacinando esse público na segunda (2).

Fonte_G1

sexta-feira, 23 de julho de 2021

Happy Hour da Vacinação CZS

 


Após receber mais de 20 mil doses de vacina contra a Covid-19, a Prefeitura de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, realiza nesta sexta-feira (23) o happy hour da vacinação para pessoas acima dos 18 anos.

Conforme a prefeitura, as doses recebidas são suficientes para imunizar toda a população com idade para receber a vacina. O happy hour ocorre na AABB, de 18h à 23h. O objetivo é acelerar a vacinação.

A prefeitura ainda informou que nesta quinta (22), nas unidades de saúde do município, estão sendo aplicadas apenas a segunda do imunizante e também durante a sexta, que encerra às 17h e logo em seguida inicia o happy hour.

Fonte_G1

terça-feira, 20 de julho de 2021

Pandemia de COVID-19 leva a grande retrocesso na vacinação infantil, mostram novos dados da OMS e UNICEF

 


Genebra, 15 de julho de 2021 (OMS) – Segundo novos dados oficiais publicados nesta quinta-feira (15) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e UNICEF, 23 milhões de crianças perderam as vacinas básicas por meio dos serviços de vacinação de rotina em 2020 - 3,7 milhões a mais do que em 2019. Estes números abrangentes de imunização infantil em todo o mundo, os primeiros a refletir interrupções no serviço global devido à COVID-19, mostram que a maioria dos países experimentou quedas nas taxas de vacinação infantil no ano passado.

De forma preocupante, a maioria dessas crianças – até 17 milhões – provavelmente não recebeu nenhuma vacina durante o ano, ampliando as já imensas inequidades no acesso às vacinas. A maioria delas vive em comunidades afetadas por conflitos, em locais remotos mal atendidos ou em ambientes informais ou marginalizados, onde enfrentam várias privações, incluindo acesso limitado a serviços básicos de saúde e sociais.

“Enquanto os países clamam para ter vacinas contra a COVID-19, retrocedemos com outras vacinações, deixando as crianças em risco de doenças devastadoras, mas evitáveis, como sarampo, poliomielite ou meningite”, declarou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “Vários surtos de doenças seriam catastróficos para as comunidades e sistemas de saúde que já lutam contra a COVID-19, tornando mais urgente do que nunca investir na vacinação infantil e garantir que todas as crianças sejam alcançadas.”

Em todas as regiões, um número crescente de crianças perde as primeiras doses vitais de vacinas em 2020; outros milhões perdem as vacinas posteriores.

As interrupções nos serviços de imunização foram generalizadas em 2020, com as regiões da OMS do Sudeste Asiático e do Mediterrâneo Oriental mais afetadas. Como o acesso aos serviços de saúde e o alcance da imunização foram reduzidos, o número de crianças que não recebiam nem mesmo as primeiras vacinas aumentou em todas as regiões. Em comparação com 2019, 3,5 milhões de crianças perderam sua primeira dose da vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DTP-1), enquanto mais 3 milhões de crianças perderam sua primeira dose contra o sarampo.

“Esta evidência deve ser um aviso claro - a pandemia de COVID-19 e as interrupções relacionadas nos custaram um terreno valioso que não podemos perder - e as consequências serão pagas nas vidas e no bem-estar dos mais vulneráveis”, disse Henrietta Fore, diretora-executiva do UNICEF. “Mesmo antes da pandemia, havia sinais preocupantes de que estávamos começando a perder terreno na luta para imunizar crianças contra doenças infantis evitáveis, inclusive com os surtos de sarampo generalizados há dois anos. A pandemia piorou a situação. Com a distribuição equitativa de vacinas contra a COVID-19 na vanguarda da mente de todos, devemos lembrar que a distribuição de vacinas sempre foi injusta, mas não precisa ser.”

Tabela 1: Países com o maior aumento de crianças que não receberam a primeira dose da vacina combinada difteria-tétano-coqueluche (DTP-1)



Os dados mostram que os países de média renda representam agora uma parcela cada vez maior de crianças desprotegidas - isto é, crianças que estão perdendo ao menos algumas doses da vacina. A Índia está experimentando uma queda particularmente grande, com a cobertura da DTP-3 caindo de 91% para 85%.

Alimentado por déficits de financiamento, desinformação sobre vacinas, instabilidade e outros fatores, um quadro preocupante também está surgindo na Região das Américas da OMS, onde a cobertura de vacinação continua caindo. Apenas 82% das crianças estão totalmente vacinadas com a DTP-3, contra 91% em 2016.

 

Países correm risco de ressurgimento do sarampo e outras doenças evitáveis por vacinas

Mesmo antes da pandemia de COVID-19, as taxas globais de vacinação infantil contra difteria, tétano, coqueluche, sarampo e poliomielite estagnaram por vários anos em cerca de 86%. Essa taxa está bem abaixo dos 95% recomendados pela OMS para proteção contra o sarampo - geralmente a primeira doença a ressurgir quando as crianças não são vacinadas - e insuficiente para impedir outras doenças evitáveis por vacinas.

Com muitos recursos e profissionais realocados para apoiar a resposta à COVID-19, ocorreram interrupções significativas na prestação de serviços de imunização em muitas partes do mundo. Em alguns países, os centros de vacinação foram fechados ou tiveram o número de horas reduzido. As pessoas podem ter relutado em procurar atendimento médico por medo da transmissão ou enfrentaram dificuldades para chegar aos serviços devido a medidas de bloqueio e interrupções no transporte.

“Esses são números alarmantes, sugerindo que a pandemia está desvendando anos de progresso na imunização de rotina e expondo milhões de crianças a doenças mortais, mas evitáveis”, afirmou Seth Berkley, CEO da Gavi, a Vaccine Alliance. “Este é um alerta - não podemos permitir que um legado da COVID-19 seja o ressurgimento do sarampo, da poliomielite e de outras causas de morte. Todos nós precisamos trabalhar juntos para ajudar os países a derrotar a COVID-19, garantindo o acesso global e equitativo às vacinas, e a colocar os programas de imunização de rotina de volta nos trilhos. A saúde e o bem-estar futuros de milhões de crianças e suas comunidades em todo o mundo dependem disso.”

As preocupações não são apenas para doenças suscetíveis a surtos. Já com taxas baixas, as vacinações contra o papilomavírus humano (HPV) - que protegem as meninas contra o câncer de colo do útero mais tarde na vida - foram altamente afetadas pelo fechamento de escolas. Como resultado, em todos os países que introduziram a vacina contra o HPV até o momento, aproximadamente 1,6 milhão de meninas a mais perderam a oportunidade de se imunizar em 2020. Globalmente, apenas 13% das meninas foram vacinadas contra o HPV, caindo de 15% em 2019.

 

Agências pedem recuperação urgente e investimento em imunização de rotina

Enquanto os países trabalham para recuperar o terreno perdido devido às interrupções relacionadas à COVID-19, o UNICEF, a OMS e parceiros como Gavi estão apoiando os esforços para fortalecer os sistemas de imunização por meio da:

- Restauração de serviços e campanhas de vacinação para que os países possam realizar com segurança programas de vacinação de rotina durante a pandemia de COVID-19;

- Ajuda aos profissionais de saúde e líderes comunitários a se comunicarem ativamente com os cuidadores para explicar a importância das vacinas;

- Retificação das lacunas na cobertura de vacinação, incluindo a identificação de comunidades e pessoas que não foram detectadas durante a pandemia;

- Garantia de que a administração da vacina contra a COVID-19 seja planejada e financiada de forma independente e que ocorra paralelamente e não à custa dos serviços de vacinação infantil;

- Implementação de planos de país para prevenir e responder a surtos de doenças preveníveis por vacinas e fortalecer os sistemas de imunização como parte dos esforços de recuperação da COVID-19.

As agências estão trabalhando com países e parceiros para cumprir as metas ambiciosas da Agenda de Imunização global 2030, que visa atingir 90% de cobertura para vacinas infantis essenciais; reduzir pela metade o número de crianças não vacinadas ou com zero doses e aumentar o uso de vacinas que salvam vidas, como rotavírus ou pneumococo, em países de baixa e média renda.

 

Sobre os dados

Com base em dados notificados por país, as estimativas oficiais da OMS e UNICEF de cobertura nacional de imunização fornecem o maior conjunto de dados do mundo sobre as tendências de imunização para vacinação contra 13 doenças, administradas por sistemas de saúde regulares - normalmente em clínicas ou centros comunitários ou visitas de profissionais de saúde. Para 2020, foram fornecidos dados de 160 países.

Globalmente, a taxa de vacinação para três doses da vacina contra difteria-tétano e coqueluche (DTP-3) caiu de cerca de 86% em 2019 para 83% em 2020, o que significa 22,7 milhões de crianças deixadas para trás, e para a primeira dose de sarampo, de 86% para 84 %, o que significa 22,3 milhões de crianças deixadas para trás. As taxas de vacinação para a segunda dose do sarampo foram de 71% (70% em 2019). Para controlar o sarampo, é necessária a cobertura de 95% com as duas doses da vacina; os países que não conseguem atingir esse nível contam com campanhas periódicas de vacinação em todo o país para preencher a lacuna.

Além das interrupções de vacinação de rotina, existem atualmente 57 campanhas adiadas de vacinação em massa em 66 países para sarampo, poliomielite, febre amarela e outras doenças, afetando milhões de pessoas.

 

Nova modelagem também mostra quedas significativas na DTP e cobertura de vacinação contra sarampo

A nova modelagem, também publicada na The Lancet por pesquisadores do Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME), com sede em Washington, mostra de forma semelhante que a vacinação infantil diminuiu globalmente em 2020 devido a interrupções provocadas pela COVID-19. A modelagem liderada pelo IHME é baseada em dados administrativos notificados pelo país para vacinas DTP e contra o sarampo, complementados por relatórios em registros médicos eletrônicos e dados de movimento humano capturados por meio de rastreamento anônimo de telefones celulares.

Ambas as análises mostram que os países e a comunidade de saúde em geral devem garantir que as novas ondas de COVID-19 e a implementação massiva das vacinas contra a COVID-19 não inviabilizem a imunização de rotina e que as atividades de recuperação continuem sendo aprimoradas.

Fonte_PAHO

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Saúde Mental dos Profissionais de Enfermagem que Atua na Linha de Frente de Combate à Pandemia

 


Os profissionais da saúde cuidam de toda a população, mas quem cuida deles?

O estresse da pandemia, a sobrecarga de trabalho e as difíceis condições de lidar com uma situação inusitada têm trazido muito prejuízo a médicos, enfermeiros e técnicos.

Além do risco de contrair a doença, eles têm que lidar com as próprias emoções.

O documentário Saúde Mental na Linha de Frente aborda o drama vivido pelos profissionais durante a pandemia.

Da enfermeira que teve que empurrar a maca da paciente pela estrada ao infectologista que foi contaminado e passou a entender ainda mais o lado dos pacientes.

Como é viver a incerteza em tempos de Covid?

Para minimizar os danos que muitos profissionais já estão sofrendo, várias instituições e empresas desenvolvem iniciativas para cuidar do emocional e do psicológico das equipes.

Reforço que também vem do programa Trabalho Seguro, da Justiça do Trabalho.

O biênio 2020/2021 tem como tema a construção do trabalho seguro e decente em tempos de crise, com a prevenção de acidentes e de doenças ocupacionais. Com isso, está desenvolvendo ações para garantir a saúde mental.

A estreia do documentário é neste domingo às dez da noite, com reprises ao longo da semana.

Fonte_COFEN

quarta-feira, 14 de julho de 2021

sexta-feira, 9 de julho de 2021

ButanVac: Instituto Butantan inicia testes clínicas com vacina contra covid-19

 


O Instituto Butantan e o Hospital das Clínicas da USP de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, começaram hoje os estudos clínicos da vacina brasileira contra a covid-19, a ButanVac.

O início da pesquisa foi autorizado pela Anvisa.

O início dos testes foi acompanhado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e pelo presidente do Butantan, Dimas Covas.

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sexta-feira, 25 de junho de 2021

Primeiro caso de covid-19 na China

 


O vírus que causa a covid-19 pode ter começado a se espalhar na China em outubro de 2019, dois meses antes de o primeiro caso oficial da doença ser identificado na cidade chinesa de Wuhan, mostrou um novo estudo divulgado nesta sexta-feira (25).

Pesquisadores da Universidade de Kent, no Reino Unido, usaram métodos da ciência da conservação para estimar que o Sars-CoV-2 apareceu pela primeira vez entre o início de outubro e meados de novembro de 2019, de acordo com artigo publicado no jornal científico PLOS Pathogens.

A data mais provável para o surgimento do vírus é 17 de novembro de 2019, e ele provavelmente já havia se espalhado globalmente em janeiro de 2020, estimam.

O primeiro caso oficial de covid-19 na China surgiu em dezembro de 2019 e foi vinculado ao mercado de frutos do mar de Huanan, em Wuhan.

No entanto, alguns dos primeiros casos não tinham conexão conhecida com Huanan, o que implica que o Sars-CoV-2 já estava circulando antes de chegar ao mercado.

Estudo conjunto publicado pela China e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no final de março reconheceu que podem ter ocorrido infecções esporádicas em humanos antes do surto de Wuhan.

Fonte_AgenciaBrasil

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Arraial da Vacinação CZS, TRINTOU

 


Cruzeiro do Sul criou o movimento ‘Trintou na vacinação de São João’ e montou um arraial para vacinar a população geral a partir dos 30 anos nesta quarta-feira (23). A primeira dose da vacina volta a ser aplicada em um mutirão que começa ás 16h, no Gamaleão, na Praça Orleir Cameli, em frente a Catedral.

Para vacinar contra a Covid, basta apresentar a carteira de vacinação, RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de endereço.

Além do público a partir dos 30, a saúde do município também continua com a a aplicação da segunda dose da vacina, no teatro dos Náuas. As mulheres grávidas e no pós-parto não contam com um ponto específico de vacinação nesta quarta, porém, a assessoria de comunicação da prefeitura informou que aqueles que comparecerem no mutirão, vão ser vacinadas.

Fonte_G1

domingo, 13 de junho de 2021

Como Putin virou líder que comanda a Rússia e intriga o mundo

 


Os americanos Barack Obama, George W. Bush e Donald Trump; a alemã Angela Merkel; os chineses Hu Jintao e Xi Jinping; os britânicos Tony Blair e David Cameron; os brasileiros Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro; o italiano Silvio Berlusconi e o israelense Benjamin Netanyahu.

Não faltaram líderes nacionais de destaque nas primeiras duas décadas do século 21.

Cada um a seu modo, imprimiram sua marca pessoal enquanto estiveram no poder.

Deixaram legados importantes na política e na história, nacional ou internacional.

Nenhum deles, porém, ainda bateu a longevidade do russo Vladimir Putin.

Também nenhum deles, possivelmente, teve a mesma influência em seu país, na sua região e no cenário internacional que o presidente da Rússia.

No comando desde o último dia de 1999, Putin ditou o rumo de guerras e assumiu controle completo sobre o destino dos russos.

E mesmo depois de 20 anos no Kremlin, nunca demonstrou intenção de abandonar o poder.

Ficou difícil imaginar a Rússia sem Vladimir Putin.

Neste vídeo, o mais recente da nossa série "21 notícias que marcaram o século 21", Camilla Veras Mota conta a incrível história da ascensão de um então desconhecido agente da FSB, novo nome da antiga e temida KGB, ao posto de líder que comanda com mãos de ferro, e há décadas, uma das mais potentes máquinas militares do mundo.

Assista também aos outros vídeos da série:

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sexta-feira, 28 de maio de 2021

Pfizer, Astrazeneca ou Coronavac: entenda as diferenças de cada vacina

 


Uma reportagem do UOL nesta quinta-feira (28) mostrou que a vacina da Pfizer passou a ser preferência das pessoas que vão se vacinas em postos de saúde de São Paulo.

No entanto, o biólogo, imunologista e colunista de VivaBem, Gustavo Cabral, afirmou que a justificativa aos pedidos pelo imunizante da farmacêutica americana não se justificam.

No UOL News, com Diego Sarza, o especialista explicou a diferença de ação de cada uma das vacinas usadas atualmente no Brasil e comparou a Pfizer com AstraZeneca e Coronavac.

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segunda-feira, 24 de maio de 2021

Piso Salarial é defendido em sessão para comemorar Dia Internacional da Enfermagem

 


O Senado realizou nesta segunda (24) sessão especial para homenagear enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem de todo o Brasil pelo Dia Internacional da Enfermagem, celebrado em 12 de maio.

A sessão foi solicitada pelo senador Fabiano Contarato (REDE-ES).

Ele aproveitou a oportunidade para lembrar a luta dos profissionais por um piso salarial nacional único, conforme previsto no PL 2.564/2020.

Fonte_TVSenado

sábado, 22 de maio de 2021

Atendimento COREN/AC Junho/2021

 

O COREN/AC - Conselho Regional de Enfermagem, estará realizando atendimento aos profissionais no município de Cruzeiro do Sul nos dias 07, 08, 09, 10 e 11 de Junho/2021, no auditório do SINTESAC - Sindicato dos Trabalhadores da Saúde no município de Cruzeiro do Sul, localizado no bairro da Baixa das 08hs às 11hs e das 14hs às 17hs.criar um blog



quinta-feira, 20 de maio de 2021

Piso Salarial de Enfermagem aguarda votação no Senado

 


Atualmente o Brasil conta com 2,4 milhões de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem.

O projeto de lei (PL 2564/2020), que busca instituir o piso salarial e a jornada de trabalho desses profissionais, aguarda inclusão na pauta de votações no Senado.

Fonte_TVSenado

terça-feira, 18 de maio de 2021

Senador Paulo Paim defende aprovação do projeto que prevê Piso Salarial dos profissionais de Enfermagem

 


O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento nesta terça-feira (18), manifestou apoio à aprovação do projeto (PL 2564/2020) que define o piso salarial para os profissionais da enfermagem e parteiras.

Paim afirmou que os profissionais da saúde precisam ser valorizados e ter reconhecimento pelo trabalho fundamental em salvar vidas.

Fonte_TVSenado

segunda-feira, 17 de maio de 2021

91% dos brasileiros pretendem se vacinar ou já se vacinaram, mostra Datafolha

 


No momento em que o país soma mais de 430 mil mortes pela Covid-19 e somente 12% da população adulta está completamente imunizada contra o coronavírus, nove em cada dez brasileiros com 18 anos ou mais (91%) pretendem se vacinar ou já se vacinaram, aponta pesquisa Datafolha.

Outros 8% não pretendem se vacinar nem tomaram a vacina e uma fração de 1% preferiu não opinar.

Os números confirmam a tendência de crescimento da adesão à imunização. Na pesquisa de dezembro de 2020, os pró-vacina somavam 73%. Em janeiro, logo após as primeiras doses serem aplicadas, esse percentual subiu para 81%. Dois meses depois, no pico da segunda onda de Covid-19, chegou a 89%.

Entre os que são favoráveis à vacinação contra Covid-19, 25% afirmam já ter tomado a primeira ou segunda dose do imunizante contra o Sars-Cov-2. O índice representa um salto em relação à pesquisa de março, quando os vacinados compunham uma parcela de 5% dos ouvidos pelo Datafolha.

Essa alta é impulsionada principalmente por quem tem 60 anos ou mais, grupo que registrou a maior parcela de óbitos por Covid-19 e foi priorizado no Plano Nacional de Imunização feito pelo Ministério da Saúde. Nessa faixa etária, 92% já receberam ao menos uma das doses.

Já dois em cada três (66%) dos entrevistados ainda não puderam ser imunizados, mas declaram que pretendem se vacinar. Na fatia formada pelos entrevistados com idade entre 45 e 59 anos, que devem ser vacinados assim que acabarem os grupos prioritários, esse índice chega a 85%.

A parcela dos que recusam os imunizantes é minoritária em todos os segmentos avaliados na pesquisa. No entanto, alcança os índices mais altos entre os que sempre confiam nas declarações do presidente Jair Bolsonaro (14%) e entre os que dizem não fazer isolamento social e viver normalmente (21%), mesmo diante das restrições impostas pela pandemia.

O comportamento do mandatário no enfrentamento à Covid-19 é amplamente criticado por especialistas brasileiros e estrangeiros. Em dezembro 2020, ele chegou a dizer que não tomaria a vacina. Já em abril deste ano, recuou e afirmou que se imunizaria caso fosse recomendado. Dias depois, voltou a dizer que quer ser o último brasilerio a se vacinar. Além disso, sempre fez questão de dizer que ninguém seria obrigado a se vacinar em seu governo.

Para essa pesquisa, o Datafolha entrevistou presencialmente 2.071 brasileiros com 16 anos ou mais, em todas as regiões do país, nos dias 11 e 12 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.




Os entrevistados também foram questionados se tomariam vacinas desenvolvidas nos Estados Unidos, Inglaterra, Rússia e China, desde que aprovadas no Brasil.

A maioria afirmou que tomaria, mas houve uma predileção pelo imunizante norte-americano —a taxa de aceitação chegou a 82% entre os entrevistados. No geral, a adesão às doses, quando levada em conta a sua procedência, cresce na medida em que aumenta a escolaridade e a renda mensal familiar.

São três as vacinas disponíveis no Brasil: Coronavac (parceria entre o laboratório chinês Sinovac e o Instituto Butantan, ligado ao governo paulista), Oxford/AstraZeneca (desenvolvida na Inglaterra e produzida no Brasil pela Fiocruz e adquirida pelo governo federal) e, mais recentemente, a vacina Pfizer/BioNTech (desenvolvida pelo laboratório norte-americano e por empresa alemã, e também adquirida pelo governo federal).

Já a vacina russa Sputnik V teve a importação barrada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em abril. Segundo a agência, o imunizante apresenta inconsistências técnicas no seu desenvolvimento. O fato foi duramente criticado pelo fundo russo (que financiou a vacina) com a acusação de que a Anvisa sofreu interferência política.

Com a maior aceitação, a vacina desenvolvida nos Estados Unidos e Alemanha é aprovada por 82% dos entrevistados. Essa taxa era de 78% em janeiro e 74% no levantamento de dezembro de 2020.

Já 75% disseram que se vacinariam com o imunizante inglês. O índice se manteve o mesmo de janeiro (75%) e um pouco acima dos 70% aferidos na pesquisa de dezembro do ano passado.

A estagnação na aceitação das doses inglesas pode estar ligada aos relatos de casos de acidentes vasculares em vacinados com a Oxford/AstraZeneca. Em março, 21 países europeus chegaram a suspender a aplicação das doses. O uso do imunizante foi retomado após parecer favorável da agência regulatória europeia (EMA).

No Brasil, a aplicação da vacina de Oxford/AstraZeneca encontra-se suspensa somente para grávidas e puérperas com comorbidades, mas de maneira preliminar, até que o Ministério da Saúde conclua a investigação da morte de uma gestante imunizada.

O grupo que tomaria a vacina russa soma 69% dos entrevistados —era 66% em janeiro e 60% em dezembro do ano passado. Já a parcela que declarou interesse em tomar a vacina chinesa foi a que mais cresceu no período, saindo de 47% em dezembro de 2020 para 61% no levantamento atual —uma alta de 14 pontos percentuais.

O Datafolha ainda mostra que os segmentos mais favoráveis a tomar as vacinas de China, Rússia e Inglaterra são aqueles que demonstram maior índice de descontentamento com o governo Jair Bolsonaro.

O presidente tem adotado uma postura negacionista em relação à pandemia e travou uma disputa com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), pelo protagonismo na compra dos primeiros imunizantes contra a Covid-19 para o país. Bolsonaro chegou a dizer o que não compraria a Coronavac, o que não se cumpriu.

No caso da vacina chinesa, alvo do presidente, a maior aceitação é vista entre os que classificam o governo Bolsonaro como ruim ou péssimo (72%) e entre os que nunca acreditam nas declarações do presidente (68%).

Com pouco mais 58,6 milhões de doses aplicadas, atualmente o Brasil é o 81º no ranking de vacinação mundial no critério de doses aplicadas em relação à população.

Fonte_Folha

terça-feira, 11 de maio de 2021

Piso Salarial para Enfermagem: relatora defende aprovação de proposta

 


A senadora Zenaide Maia (Pros-RN), relatora da proposta (PL 2564/2020) que cria piso salarial para os profissionais de enfermagem e para parteiras, disse que ainda não há acordo sobre o texto, mas que as negociações continuam.

Ela espera votar o projeto na Semana da Enfermagem, que acontece de 12 a 20 de maio.

A senadora aponta como uma das fontes de recursos a economia que será feita com a aprovação da reforma tributária.

O texto prevê ainda redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas.

Fonte_TVSenado

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Projeto de Lei poderá garantir Piso Salarial para a Enfermagem

 


O Projeto de Lei 2564/2020, do senador Fabiano Contarato (Rede-ES), poderá garantir direitos consagrados na Constituição Federal para profissionais de enfermagem: o piso salarial e a proteção do mercado de trabalho para mulheres.

Enfermeiras, técnicos e auxiliares de enfermagem, além de parteiras poderão ser beneficiados com o piso salarial, caso o PL seja aprovado.

Nesta entrevista, Antônio Marcos Gomes, vice-presidente do Conselho Federal de Enfermagem, fala sobre a proposta.

Fonte_TVSenado

quarta-feira, 21 de abril de 2021

Vídeo da Fiocruz explica como a vacina atua no corpo humano

 


A Fiocruz divulgou um vídeo com explicações sobre como as vacinas usadas no Brasil contra o novo coronavírus agem no corpo humano.

Confira a íntegra do vídeo no canal Campus Virtual Fiocruz no YouTube:

https://youtu.be/KZ9EM2NBhQI

Conheça a programação da sua TV Brasil:

http://tvbrasil.ebc.com.br/

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sexta-feira, 16 de abril de 2021

TENDA, Drive-Thru estacionamento Teatro dos Nauas vacinação contra COVID/19

 


A vacinação contra a Covid-19 em Cruzeiro do Sul, interior do Acre, foi retomada nesta sexta-feira (16) para idosos de 62 anos ou mais, que ainda não tomaram a vacina, profissionais de saúde e para quem já tomou a primeira dose.

O ponto de vacinação é um drive-thru montado ao lado Teatro dos Náuas. Até essa quinta, Cruzeiro do Sul já recebeu 15.921 doses dos imunizantes contra a Covid-19 e aplicou mais de 11 mil.

Nessa quinta, a vacinação foi suspensa no município para que a Saúde fizesse um replanejamento das ações. Em estoque, a cidade tinha 290 doses, segundo informou subsecretária de Saúde, Valéria Lima.

Fonte_G1

domingo, 4 de abril de 2021

Certidão de Nascimento Digital

 


Já faz algum tempo que o governo oferece aos cidadãos a oportunidade de emitir, visualizar e regularizar diversos documentos pela internet.

Além da identidade digital, da emissão do CPF direto no site da Receita Federal e da regularização do título de eleitor, é possível solicitar a segunda via da certidão de nascimento de maneira digital.

Fonte_TecMundo

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Atendimento COREN/AC Abril/2021

 


O COREN/AC estará realizando atendimento aos profissionais nos dias 05, 06, 07, 08 e 09 de Abril/2021, no auditório do SINTESAC - Sindicato dos Trabalhadores da Saúde no município de Cruzeiro do Sul, localizado no bairro da Baixa das 08hs às 11hs e das 14hs às 17hs.