terça-feira, 12 de abril de 2022

A era das doenças respiratórias: por que continuamos sofrendo com gripe e outros vírus apesar de todos os avanços da medicina?

 


Infecções respiratórias fazem parte de nossas vidas há muito tempo. Só no século 20 e 21, foram ao menos dez epidemias ou pandemias de diferentes doenças. Diferentes subtipos de influenza, os vírus SARS-CoV 1 e 2 e o vírus Zika são exemplos de algumas dessas enfermidades que se espalharam pelos continentes e, às vezes, pelo mundo todo. Entre as últimas pandemias, porém, há um traço em comum: todas elas foram de doenças causadas por patógenos que se transmitem pelo ar e causam doenças respiratórias.

Segundo dados de 2017 da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 650 mil pessoas ao redor do mundo morrem a cada ano por doenças ligadas à gripe sazonal. A epidemia de SARS-CoV que ocorreu em 2003, na China, se disseminou para cerca de 12 países, provocando mais de 800 mortes. O vírus de mesma linhagem, o SARS-CoV-2, que vem causando a pandemia de Covid-19 há mais de dois anos, já causou mais de 5,5 milhões de óbitos ao redor do mundo, podendo ter levado a três vezes mais mortes do que o contabilizado, segundo estudo publicado na revista cientifica The Lancet.

Além de óbitos, essas enfermidades podem deixar sequelas para os infectados. A Covid-19, por exemplo, causa danos que podem, em muitos casos, ser irreversíveis. Entre as possíveis sequelas estão miocardite (inflamação no músculo do coração) e pericardite (inflamação na membrana que reveste o órgão).

Diante desse cenário, é possível dizer que vivemos a “era das doenças respiratórias”? A diretora do Laboratório de Virologia e pesquisadora do Butantan, Viviane Fongaro Botosso, explica que o estudo e descrição dos vírus, como conhecemos hoje, começou nos anos 1920, mas desde a época de Hipócrates há relatos de doenças que causam sintomas semelhantes aos da gripe, causada pelo vírus influenza.



Por que, após séculos de registros de doenças respiratórias e com o avanço das novas tecnologias, ainda enfrentamos surtos e pandemias de vírus transmitidos via oral?

No século 20, tivemos três grandes pandemias; no século 21, já estamos na segunda. Para Viviane Fongaro Botosso, é normal que haja a infecção de certos vírus, pois eles circulam entre nós, mas que é necessário estarmos prontos caso haja outros surtos. “Os órgãos responsáveis estão sempre se preparando para uma possível pandemia”, lembra a pesquisadora.

Doenças como influenza, sarampo, varíola, entre outras, podem ser e foram controladas ou erradicadas por meio da vacinação. Mas quando há uma baixa cobertura vacinal para determinada doença, a volta dela é inevitável. O sarampo, por exemplo, foi controlado em muitos países por meio da vacinação, mas com o relaxamento da imunização em 2017 foram registradas 110 mil mortes no mundo e, em 2019, houve um surto, com mais de 20 mil casos só no Brasil. “Em 2019, a cobertura vacinal não foi o suficiente para barrar a entrada do vírus aqui no Brasil”, relembra Viviane. “Os movimentos antivacina são responsáveis pelo ressurgimento de doenças antes controladas em algumas áreas”, conta.

Além disso, existem doenças para as quais não há vacina. Um exemplo é o vírus sincicial respiratório (VSR ou RSV, na sigla em inglês), patógeno que atinge principalmente a população infantil e causa mais de 200 mil mortes anualmente. “Pela tenra idade das crianças, que não têm um sistema imunológico pronto, ainda não se tem uma vacina que previne o VSR, assim como não há vacina para prevenir uma série de doenças”, conta Viviane. Atualmente, quando é detectada a infecção do vírus em uma criança no hospital, recomenda-se que ela fique em isolamento para evitar que o contágio de outras. “Há uma série de cuidados e tratamentos que podem diminuir a disseminação do vírus e a mortalidade”, completa.

Além da baixa cobertura vacinal, há outros aspectos que contribuem para o surgimento ou ressurgimento de doenças ou variantes de vírus existentes. Entre eles estão o degelo dos polos, provocado pelo aquecimento global, e a destruição de biomas, que coloca o ser humano em contato com o desconhecido. “A mudança em um bioma ou ecossistema favorece o aparecimento de um novo agente infeccioso e, consequentemente, de novas doenças”, conta Viviane. Outro fator é que em algumas culturas, a venda e consumo de animais silvestres é comum. Esse contato direto também propicia o surgimento de novas doenças, mesmo que o animal em questão seja cozido corretamente, eliminando o vírus. “Até chegar nessa etapa, já houve manipulação da carne, do sangue, das vísceras. Nessas partes pode haver a contaminação de vírus diferentes”, diz.



O que fazer para evitar doenças respiratórias

Podemos contribuir para o não surgimento de novas doenças e combater sua proliferação, mantendo o costume de usar máscaras e nos mantendo distante das outras pessoas se estivermos com sintomas de alguma doença respiratória. “São coisas pequenas que não afetam o psicológico das pessoas”, conta Viviane.

Além disso, é essencial manter o cartão de vacinação sempre em dia. Muitos surtos de doenças são causados por variantes de um vírus já conhecido, para o qual se tem vacina – como foi o de gripe que ocorreu no fim de 2021, no Brasil, ocasionado pela variante Darwin do vírus influenza (H3N2). A vacina de gripe, que contém subtipos A H1N1, A H3N2 e B, é atualizada todos os anos com as cepas mais circulantes no hemisfério sul no ano anterior. No entanto, mesmo contendo variante do vírus H3N2 diferente da circulante, o imunizante usado na campanha de 2021 foi capaz de oferecer proteção cruzada contra o vírus

Fonte_BUTANTAN

BUTANTAN lança livro de referência sobre gestão de resíduos sólidos de saúde

 


Já está no ar a versão digital do livro Fundamentos para Gestão de Resíduos de Serviço de Saúde, publicação produzida pela Comissão de Resíduos do Butantan e que aborda a experiência do Instituto no gerenciamento de resíduos. Apoiada em anos de aprendizado e prática, o livro é uma referência para qualquer empresa, especialmente as da área da saúde, pela condição singular dos resíduos gerados no Butantan: uma instituição pública voltada à pesquisa, ensino e produção de imunobiológicos.

Organizado pelas pesquisadoras científicas Mônica Spadafora Ferreira, Rita de Cássia Ruiz e Vânia Gomes de Moura Mattaraia, o livro partiu de uma primeira versão que foi distribuída internamente. O passo seguinte foi ampliá-lo e atualizá-lo, pensando também no público externo. “Pela nossa diversidade de atividades, oferecemos informações que são difíceis de encontrar em um mesmo lugar. É muito vasto: tem resíduo infectante, radioativo, químico e legislação específica. Encontrar tudo isso na mesma instituição é só no Butantan”, explica Vânia, que é presidente da Comissão de Resíduos do Instituto.

O livro aborda aspectos como a legislação do setor, as características dos resíduos dos serviços de saúde, embalagens e recipientes para acondicionamento, plano de gerenciamento de resíduos, abrigos para armazenamento, bem como informações específicas sobre cada tipo de resíduo (infectantes, de animais, químicos, de medicamentos, radioativos, comuns e recicláveis).

“A primeira versão fizemos pensando no Instituto. Mas o manual passou a ser usado por muitas instituições que ficavam nos pedindo, inclusive órgãos regulatórios”, lembra Vânia. Outro aspecto que motivou a produção do livro foram as recentes alterações na legislação da área de resíduos, que tornaram necessário atualizar o guia.

A versão digital do livro, que foi editado em fevereiro de 2022, está pública para qualquer interessado acessar gratuitamente. Dentro do Butantan, cada área e laboratório contará com um exemplar físico.

Fonte_BUTANTAN

segunda-feira, 11 de abril de 2022

COFEN realiza etapa do Fórum de Atenção Primária e Imunizações

 


A Câmara Técnica de Atenção Básica do Conselho Federal de Enfermagem (CTAB/Cofen) realiza o 2º Fórum Permanente de Atenção Primária em Saúde (APS) e Imunizações: Potencialidades, Desafios e Perspectivas com o tema “Relato de experiência na vacinação durante o enfrentamento da pandemia por covid-19”.

O evento busca conhecer as experiências, apoiar as boas práticas, identificar as estratégias utilizadas para aumento da cobertura vacinal e acolher as necessidades da Enfermagem em diversas regiões do país.

“A discussão sobre a atuação da equipe de Enfermagem na atenção primaria à saúde APS, no tocante à administração e ao gerenciamento de vacinas se torna cada vez mais relevante, diante do quadro da pandemia de covid-19, sem esquecer de todas as vacinas que são administradas como rotina em todo o país, o que destaca o papel dos profissionais de Enfermagem como protagonistas nesse contexto e reforça essa discussão”, disse o coordenador da CTAB, Ricardo Siqueira.

Mediado pelos membros da CTAB/Cofen, o fórum ocorre bimestralmente. Esta segunda etapa acontece no dia 28 de abril, das 15h  às 17h, para participar, basta ingressar na plataforma digital Teams.

Fonte_COFEN

COREN/DF lança caderno Legislação da Enfermagem

 


O Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) lançou o caderno Legislação da Enfermagem 2022, com o conjunto normativo atualizado da ciência do cuidado no Brasil. Para baixar o material, acesse o link.

“Conhecer a legislação que regulamenta o exercício profissional da Enfermagem é o primeiro passo para se tornar um profissional completo, apto de verdade para o mercado de trabalho. Mais do que uma obrigação, essa é uma obstinação daqueles que sabem verdadeiramente o que estão fazendo”, considera o presidente do Coren-DF, Elissandro Noronha.

O conhecimento contido na Legislação da Enfermagem vai levar à compreensão das prerrogativas, dos direitos e dos deveres dos profissionais de Enfermagem, não restando mais dúvidas sobre qualquer nuance em relação ao exercício profissional. Assim, conhecedores da justiça, estudantes e trabalhadores poderão exercer a cidadania plena.

Aliada ao conhecimento científico, a ética se torna o fio condutor de uma carreira alicerçada e bem-sucedida.

Fonte_COFEN

sábado, 9 de abril de 2022

Enfermagem na Campanha Nacional da Vacinação contra Gripe

 


Tem início no Brasil Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe e a Enfermagem, mais uma vez, vai assumir a linha de frente da imunização.

A meta do Ministério da Saúde é vacinar aproximadamente 76,5 milhões de pessoas até o dia 3 de junho, data prevista para encerramento da campanha.

Fonte_COFEN

Iniciativa PETROBRAS de Doação de gás

 


Trata-se de uma iniciativa que tem o objetivo de contribuir para que pessoas em situação de vulnerabilidade social possam ter acesso ao gás de cozinha - GLP.

A destinação dos recursos será feita por meio de doação financeira para instituições sem fins lucrativos parceiras da iniciativa.

Em 2021 foram doados os recursos correspondentes a 300 mil auxílios para a aquisição do gás de cozinha, no valor de R$ 100 cada, para a compra de botijões de gás de 13kg.

Durante o ano de 2022, atuaremos em três linhas de ação.

Na primeira, parte dos recursos será destinado para o atendimento de comunidades vizinhas às operações, por meio dos projetos socioambientais que já atuam em parceria com a Petrobras.

Fonte_PETROBRAS

Botijão de gás fica mais barato para as distribuidoras

 

Petrobras anunciou na sexta-feira (8) a redução do preço médio de venda do GLP, que passou de R$ 4,48 para R$ 4,23 por kg, o equivalente a R$ 54,94 por 13kg. Com isso, a redução média deve ser de R$ 3,27 por 13 kg, ou de 5,58%.



Fonte_G1

sexta-feira, 8 de abril de 2022

COFEN explica legalidade da prática de acupuntura por enfermeiros

 


O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) vem a público reforçar a legitimidade da prática da acupuntura por enfermeiros. Informamos que o Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura (CMBA) já foi notificado para que se abstenha de divulgar informações inverídicas e preste os devidos esclarecimentos aos seus associados.

Em uma decisão favorável ao Cofen, no processo 0032816-21.2001.4.01.3400, a legalidade da prática de acupuntura por enfermeiros foi confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). O veredito ocorreu após o Conselho Federal de Medicina (CFM) ter apresentado Recurso Especial (REsp) contra sentença proferida em 2018 pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que reconhece a realização da atividade pela Enfermagem.

Em 2001, o CFM moveu processo contra o Cofen para anular a Resolução Cofen 197/97, afirmando que a acupuntura seria prática privativa da medicina. A sentença julgou procedente o pedido, mas a decisão foi modificada em 2018, após vitória judicial do Cofen.

Houve expressa mudança de entendimento jurisprudencial. Como afirma acórdão do TRF da 1ª Região, “quando da edição da Lei 12.842/2013, que rege o exercício da Medicina, buscou-se estabelecer a acupuntura como ato médico, todavia, naquela oportunidade, a Presidente da República vetou os incisos I e II do § 4º do art. 4º, que pretendiam declarar como exclusividade da classe médica”. O tribunal concluiu que não há impedimento aos profissionais da área de Saúde para a prática de acupuntura.

Fonte_COFEN

Senado propõe sustar portaria que desmonta Rede Cegonha

 


Da noite para o dia, as equipes multiprofissionais de saúde que atuam em todo o país foram surpreendidas com a publicação da Portaria MS 715/2022, que desmonta a Rede Cegonha, a mais bem-sucedida política pública de assistência ao pré-natal, parto e puerpério do Brasil.

Ao fazer isso, o Ministério da Saúde ignorou dispositivos legais, evidências científicas e apelos ao diálogo da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e de outras instâncias de controle social, instituindo unilateralmente a Rede Materno e Infantil (RAMI), que dá ênfase à atuação do médico obstetra sem contemplar a assistência às crianças e excluindo as enfermeiras obstétricas.

Fonte_COFEN

FGTS - CAIXA libera consulta de saque extraordinário

 


Os trabalhadores podem consultar, a partir desta sexta-feira (8), se têm direito ao saque extraordinário de até R$ 1 mil do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) – além de valores e datas para receber o dinheiro.



Baixe aplicativo FGTS, que terá uma nova versão disponibilizada nesta sexta-feira.

Baixe o aplicativo FGTS:

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Fonte_G1 / CAIXA

quinta-feira, 7 de abril de 2022

COFEN na Justiça Federal contra Resolução Conselho Federal de Farmácia

 


O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN informa que tomará medidas judiciais contra a Resolução 723/2022 do Conselho Federal de Farmácia - CFF. A normativa regulamenta as atividades do farmacêutico no processamento no processamento de produtos para a Saúde, e entra em conflito com prerrogativas profissionais da Enfermagem.

O decreto 94.406/1987, em seu artigo 11, determina que cabe ao auxiliar de Enfermagem executar atividades de desinfecção e esterilização. Conforme a lei 7.498, cabe privativamente ao enfermeiro a supervisão das atividades dos técnicos e auxiliares.

“É descabido que profissional diverso atue na supervisão da Enfermagem. Atuaremos para garantir a autonomia e o pleno exercício profissional. A resolução CFF foi encaminhada para análise técnico-jurídica na data da publicação, para adotarmos as medidas judiciais cabíveis”, afirma presidente do Cofen, Betânia Santos.

Fonte_COFEN

Conselhos de Enfermagem repudiam desmonte da Rede Cegonha

 


Nota oficial contra o desmonte da Rede Cegonha

O Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem repudia a Portaria MS 715/2022, que desmonta a Rede Cegonha, mais bem-sucedida política pública de assistência ao pré-natal, parto e puerpério no Brasil.

O Ministério da Saúde ignorou dispositivos legais, evidências científicas e apelos ao diálogo da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Conselho Nacional de Saúde (CNS) e outras instâncias de controle social, ao instituir unilateralmente a Rede Materno e Infantil (RAMI), que dá ênfase à atuação do médico obstetra sem contemplar a assistência às crianças e excluindo as enfermeiras obstétricas.

A atuação qualificada da Enfermagem Obstétrica é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como primordial para a redução da mortalidade materno-infantil. As enfermeiras obstétricas contribuem para evitar, identificar e tratar precocemente complicações, com o devido encaminhamento, quando necessário.

Reconhecemos a importância dos especialistas na retaguarda. A atenção ambulatorial especializada deve, porém, respeitar a regionalização, contribuindo para qualificar – e não substituir – a atuação multidisciplinar. Compartimentar o atendimento e enfraquecer a atuação das equipes multidisciplinares não contribui para a redução da mortalidade materno-infantil. A cobertura universal de Saúde, com qualidade e resolutividade da assistência, é a estratégia mais eficaz para garantir um nascimento seguro e respeitoso para mulheres e crianças.

Neste Dia Mundial da Saúde (7 de abril), destacamos a importância da Enfermagem para a universalização da assistência e pedimos a revogação imediata a Portaria MS 715/2022 e a garantia do direito das mulheres brasileiras ao planejamento reprodutivo, à assistência humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério (pós-parto), e das crianças a um nascimento seguro e desenvolvimento saudável.

 Conselho Federal de Enfermagem

Conselhos Regionais de Enfermagem

Fonte_COFEN

Lançamento da série documental “Questão de Saúde” sobre a história da vacinação

 


Em comemoração ao dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), por meio do Projeto ImunizaSUS, em parceria com o Ministério da Saúde, lança a série documental “Questão de Saúde” sobre a história da vacinação no Brasil. A série possui 5 episódios com cerca de 10 minutos cada. De maneira dinâmica e acessível, os vídeos mesclam entrevistas com profissionais renomados, animações e imagens de acervo. 

A série aborda dois séculos de história, desde a descoberta da primeira vacina, em 1796, até 2021, com os desafios da vacinação contra a Covid-19. O objetivo da série é ser uma ferramenta de disseminação de informações para fortalecer a imagem do SUS e a importância da vacinação. 

Para compor os vídeos, foram recuperados materiais históricos de campanhas de vacinação realizadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), acervos em VHS inéditos dos primeiros desenhos do personagem Zé Gotinha, além das primeiras fotografias e registros dos laboratórios da Fiocruz.

Confira cada um dos episódios: 

Episódio 1 – De onde vieram as vacinas?

O episódio piloto da série aborda como surgiram as primeiras vacinas do mundo e como elas funcionam. Nele são contextualizados períodos históricos importantes relacionados ao tema, como a Revolta da Vacina. Como começaram as primeiras campanhas de vacinação no mundo e como elas chegaram no Brasil? Quais eram os medos e dúvidas que as pessoas tinham sobre vacinas e como isso se reverteu (ou não) ao longo das últimas décadas?

Episódio 2 – Por que valorizar o SUS?

Nesse episódio será resgatado o surgimento do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). Como o Brasil virou referência mundial em vacinação e no controle de doenças transmissíveis? Como foram as abordagens dos governos ao longo do tempo para incentivar a vacinação em massa? O episódio revisita propagandas históricas de vacinação e a criação de personagens como o Zé Gotinha.

Episódio 3 – Doenças podem ser eliminadas?

Dando continuidade à linha de raciocínio apresentada nos episódios anteriores, o terceiro episódio mostra quais foram as principais doenças eliminadas ou controladas pela vacinação, como a varíola, por exemplo. Além disso, são destaques do episódio o surto recente de sarampo no Brasil e a iminência de um surto de poliomielite, por conta das baixas taxas de cobertura vacinal ao redor do mundo.

Episódio 4 – Vivemos uma pandemia de fake news?

O penúltimo episódio da série foca nas discussões sobre o movimento antivacina pelo mundo. Onde e como surgiu esse movimento? Quais são os principais argumentos dos negacionistas? Qual o impacto da internet e da disseminação de fakes news nesse movimento? Com dados e infográficos animados, a narrativa traz também entrevistas com especialistas no assunto.

Episódio 5 – O que a Covid-19 revelou sobre a saúde pública?

A maior pandemia do século desafia governos, a ciência e as relações em um mundo altamente globalizado. Em tempo recorde, a vacinação teve início no mundo menos de um ano após o anúncio oficial de emergência em saúde feito pela OMS. Quais os desafios para controlar uma pandemia? Como imunizar o maior número de pessoas em tempo recorde? Como o SUS sendo determinante para que os imunobiológicos cheguem à população brasileira?

Fonte_CONASEMS

quarta-feira, 6 de abril de 2022

COFEN - Carta aos Presidenciáveis

 


Os presidentes dos Conselhos de Enfermagem de todo o Brasil debateram e aprovaram, nesta quarta-feira (6/4), Carta aos Presidenciáveis.

O documento pede apoio dos candidatos ao financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS), ao PL do Piso Salarial Nacional de Enfermagem e aos principais projetos de lei que garantem condições de trabalho e assistência.

Fonte_COFEN

Campeonato Acreano 2022

 


CAMPEONATO ACREANO 2022

NÁUAS X HUMAITÁ


Tabela do Campeonato Acreano

domingo, 3 de abril de 2022

A pandemia de Covid/19 virou endemia?

 


Apesar de alguns estados, incluindo São Paulo, terem flexibilizado a exigência do uso de máscara e a manutenção do distanciamento social, a pandemia de Covid-19 ainda não acabou.

A opinião de especialistas é que o SARS-CoV-2 vai progredir para se tornar um vírus endêmico, ou seja, que continuará circulando entre nós e causando pequenos surtos em certas épocas. Entretanto, ainda não é possível afirmar que já vivemos a transição de pandemia para endemia.

Um dos principais motivos para a cautela é que a Organização Mundial da Saúde (OMS), organismo responsável por determinar o grau de ameaça de um patógeno, continua classificando a Covid-19 como pandemia.

“Uma pandemia vira uma endemia quando você começa a ter diminuição da circulação do vírus e já não há níveis tão alarmantes como a gente tinha”, explica a diretora do Laboratório de Virologia e pesquisadora do Butantan, Viviane Fongaro Botosso.

Em outras palavras: apesar da queda acentuada no número de contaminações e óbitos por Covid-19 nos últimos meses no país, a doença ainda é pandêmica porque continuamos a ver milhares de casos sendo diagnosticados todos os dias ao redor do mundo.

Fonte_BUTANTAN

Campanha COFEN contra ensino EaD

 


Conselho Federal de Enfermagem - COFEN rejeitou por unanimidade, na 538ª Reunião Ordinária de Plenária - ROP, as portarias do Ministério da Educação - MEC800, 801 e 802, que tratam da autorização do curso superior de bacharelado em Enfermagem a distância (EaD).

Com base no parecer da Câmara Técnica de Educação e Pesquisa (CTEP), o plenário rejeitou a modalidade EaD para a formação de técnicos de Enfermagem e enfermeiros e reforçou que o ensino remoto emergencial é provisório, apenas para o período de crise sanitária.

“O ensino remoto emergencial é provisório, circunscrito ao período de crise sanitária e assume filosofia e metodologia que diferem do EaD, por considerar, apenas, momento pontual de transferência de atividades presenciais para o ambiente virtual, mas ainda com a perspectiva pedagógica do ensino presencial, priorizando a relação dialógica entre professor e aluno”, salientou o parecer.

Confira, na íntegra, Carta Aberta explicando a posição do COFEN.

Fonte_COFEN

 

Pode beber depois de vacinar?

 


Sabe qual foi a pergunta que mais fizeram pro Google em 2021?

Se pode beber depois de tomar a vacina.

Drauzio explica.

Como as vacinas contra COVID/19 ficaram prontas tão rápido?

 


Você já se perguntou como as vacinas contra a COVID-19 ficaram prontas tão rápido?

Confira no vídeo a explicação do Dr. Luiz Vicente Rizzo, Diretor Superintendente do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein.

Conheça a história da vacina no Brasil

 


Conheça a história da vacinação no Brasil e como ela foi rejeitada e motivo de manifestações, até ser finalmente aceita pela nossa sociedade.

Considerada um dos maiores avanços da ciência, a vacina é responsável por evitar, a cada ano, de dois e três milhões de mortes por doenças preveníveis, de acordo com a Organização Mundial de Saúde - OMS.

A historia do Pai da Vacina

 



O mundo sofria muito com diversas doenças e se você tem curiosidades em saber mais sobre a história da vacina, e como a vacina surgiu.

Sabendo como surgiu a vacina contra a varíola, você vai conhecer a história de Edward Jenner, o pai da vacina.

É incrível imaginar que hoje a humanidade é capaz de criar uma vacina em questão de meses.

IMPOSTO vai pra onde?



Sabe-se que o Brasil é um dos países onde mais se paga impostos no mundo. Até o último dia três de maio, o Impostômetro, painel instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo - ACSP, marcava R$ 1 trilhão. O valor é referente ao montante pago desde o início do ano pelos contribuintes brasileiros aos governos federal, estaduais e municipais. Mas para onde vão os impostos que você paga?

Teoricamente, o propósito dos impostos que você paga é fazer com que cada cidadão contribua com os serviços que utiliza. Por exemplo, saúde pública e meios de transporte. Além disso, de acordo com informações da própria Receita Federal, os impostos também vão para o custeio de pesquisas, produção agrícola e industrial, segurança pública, cultura, esporte e meio ambiente.

Funciona assim: todos os impostos arrecadados vão para o Governo Federal. Depois ele os distribui para União, Estados e Municípios. São mais de 80.

Alguns dos impostos que você paga e seus destinos

Imposto de Renda - O famoso imposto de renda, que atinge o bolso de todo brasileiro que ganha a partir do mínimo estipulado na tabela do leão, tem como destino o financiamento de diversos projetos na área de saúde e educação, além de projetos sociais.

IPVA - No caso do IPVA, quem paga é quem tem veículo automotor. O destino, porém, nem sempre vai para a manutenção das vias do município, mas para a construção e manutenção de estradas e pedágios.

IPTU - Um dos impostos que você paga quando tem um imóvel é o IPTU. Neste caso, a arrecadação tem como destino funções sociais diversas no município.

O Irbes mostra para onde os impostos deveriam ir

O destino dos impostos que você paga é bem explicado na teoria. O fato, porém, é que nem sempre os impostos parecem ter retorno no bem-estar das pessoas na prática. Isso é mostrado pelo Irbes, o Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade. Ele é obtido a partir da soma da carga tributária com relação ao PIB com o Índice de Desenvolvimento Humano.

São levados em consideração os 30 países com maior cobrança de impostos. O Brasil faz parte, estando em última colocação desde o início, em 2011. De acordo com declarações do presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike, os tributos continuam sendo mal aplicados no Brasil e é preciso destinar o orçamento de maneira assertiva e eficaz.

Segundo Olenike, é essencial utilizar melhor os recursos arrecadados e aplicá-los em investimentos que possam trazer melhoria efetiva na qualidade de vida da população. "O valor que o Brasil destina atualmente para investimentos que tragam crescimento no IDH é muito baixo. O orçamento do país é muito engessado e enquanto não houver mudanças significativas nessa questão da alocação dos recursos, tende a continuar sempre assim”, diz.

Fonte_Impostômetro

sábado, 2 de abril de 2022

Loterias da Saúde

 


A Câmara dos Deputados aprovaram o projeto que cria a Loteria da Saúde para financiar ações de combate à pandemia de Covid-19.

Também será criada a Loteria do Turismo, cujos recursos financiarão o setor, mas ela funcionará apenas até 31 de dezembro de 2021.

A proposta será enviada ao Senado.

Fonte_Câmara





O projeto de lei que cria duas novas loterias para financiar ações contra a covid-19 nas áreas da saúde e do turismo (PL 1561/2020) foi aprovado pelo Senado.

O texto aprovado pelos senadores foi um substitutivo do relator, senador Weverton (PDT-MA), que acatou 11 modificações sugeridas pelos senadores.

Agora, o projeto volta para a Câmara dos Deputados.

Fonte_Senado

Quais são os impostos do Brasil?

 


O brasileiro paga – entre impostos, taxas e contribuições – 73 tipos de tributos federais, estaduais e municipais.

Juntos, eles abasteceram os cofres públicos com R$ 2,39 trilhões em 2018, o que dá uma média de R$ 11,5 mil por habitante e equivale a pouco mais de 35% do Produto Interno Bruto - PIB – o que significa que os governos abocanham mais de um terço de todas as riquezas produzidas pelo país.

Fonte_GazetadoPovo / UOL


Impostômetro

Saiba como transferir online o título de eleitor e veja prazo para regularizar a tempo de votar em 2022

 


Cidadãos que precisam transferir o título de eleitor têm até o próximo dia 4 de maio para atualizar o seu título de eleitor a tempo hábil de votar nas eleições de outubro.

A troca pode ser feita pela internet, por meio do Título Net, página no site do Tribunal Superior Eleitoral.

Através do site do TSE, o eleitor tem acesso aos serviços ligados ao título de eleitor.

Para você que mudou de cidade e pretende transferir o domicílio eleitoral, o processo é simples.

Fonte_G1

Campeonato Acreano 2022



CAMPEONATO ACREANO 2022

NÁUAS X GALVEZ

7º RODADA

Campeonato Acreano - google


sexta-feira, 1 de abril de 2022

Governo autoriza reajuste dos Preços dos Remédios

 


O governo autorizou o reajuste dos preços de medicamentos a partir desta sexta-feira (1º).

Os remédios terão aumento de até 10,89%, segundo anunciou a Câmara de Regulação doMercado de Medicamentos - CMED, em publicação no Diário Oficial.

Fonte_G1

Ministério da Saúde aprova primeiro medicamento para tratamento da Covid no SUS - BARICITINIBE

 


Ministério da Saúde anunciou nesta sexta-feira (1º) o uso do medicamento baricitinibe para Covid-19.

Segundo o governo, este será o "primeiro medicamento para o tratamento da Covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS)".

Fonte_G1

Copa do Mundo 2022

 


sorteio da fase de grupos da Copa do Mundo de 2022, realizado hoje (1º) no Qatar, colocou o Brasil no Grupo G, ao lado de Sérvia, Suíça e Camarões, e permitiu que a torcida verde-amarela começasse, desde já, a planejar os dias de torcida pela seleção.


Da estreia em 24 de novembro até uma eventual final, em 18 de dezembro, apenas uma partida está prevista para um fim de semana: justamente a decisão.



Fonte_UOL / GE

ANATEL publica resultados da Pesquisa de Satisfação e Qualidade das operadoras de telefonia

 


A edição 2021 da Pesquisa de Satisfação e Qualidade Percebida realizada pela Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL entrevistou 82 mil consumidores de todo o Brasil entre julho e dezembro passados.

Os consumidores de telefonia celular, pré e pós-paga, se mostraram os mais satisfeitos com as suas prestadoras.

Já os consumidores de banda larga fixa foram os que se mostraram menos satisfeitos, dentre os serviços pesquisados.

Fonte_GovBr

Pesquisa avalia efetividade de quatro vacinas em casos de reinfecção por Covid/19

 


Um novo estudo do projeto VigiVac da Fiocruz, publicado na revista Lancet Infectious Diseases na quinta-feira (31/3), demonstra que mesmo pessoas previamente infectadas pelo Sars-CoV-2 apresentam aumento dos níveis de proteção quando vacinadas. A maior efetividade foi observada com os quatro imunizantes aplicados no Brasil (Coronavac, AstraZeneca, Janssen e Pfizer-BioNtech) na prevenção contra a Covid-19. A pesquisa mostra um aumento da proteção para evitar infecção e, principalmente, hospitalização e óbito de pessoas que já tinham sido infectadas antes de se vacinarem. 

Entre aqueles que já tinham sido infectados antes da vacinação, a eficácia do imunizante contra contra hospitalização ou morte 14 ou mais dias após a conclusão da série vacinal foi de 81,3% para a CoronaVac, 89,9% para a AstraZeneca, 57,7% para a Janssen e 89,7% para a Pfizer. 

Os dados reforçam que todas as quatro vacinas conferem proteção adicional contra desfechos graves de Covid-19. Além disso, o fornecimento de uma série completa de vacinas para indivíduos após a recuperação de Covid-19 pode reduzir a morbidade e a mortalidade.

Fonte_FIOCRUZ