sábado, 8 de março de 2025

Conheça os avanços do SUS para garantir assistência de qualidade à saúde da mulher

 


As mulheres representam a maioria da sociedade brasileira e somam mais de 104 milhões de pessoas, o equivalente a 51% da população do país. No Sistema Único de Saúde, 75% da força de trabalho é composta por mulheres, segundo dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, o Ministério da Saúde relembra importantes conquistas que asseguram o fortalecimento da rede pública de saúde, a redução das desigualdades, a garantia de uma assistência de qualidade e com equidade, e a promoção da saúde em todo o ciclo da vida, em especial, para a mulher brasileira.

Entre as estratégias voltadas à população feminina, está a Rede Alyne, voltada à garantia de um cuidado integral à gestante para reduzir a mortalidade materna e de bebês. O novo programa do Governo Federal, que reestruturou a antiga Rede Cegonha na rede pública de saúde, tem como meta reduzir a mortalidade materna em 25% e as mortes das mulheres pretas em 50% até 2027. O novo modelo homenageia Alyne Pimentel, que morreu grávida de seis meses por desassistência no município de Belford Roxo (RJ) em 2002. O Brasil é o primeiro caso no mundo de uma condenação em corte internacional por morte materna evitável, reconhecida como violação de direitos humanos das mulheres a uma maternidade segura.

Entre as inovações da Rede Alyne, está a necessidade de um plano integrado entre a maternidade e a Saúde da Família – com qualificação das equipes de Saúde da Família, na principal porta de entrada do SUS – e, de forma inédita, a ampliação do Complexo Regulatório do SUS com equipe especializada em obstetrícia. Dessa forma, o Ministério da Saúde integrou a rede de saúde para acabar com a peregrinação da gestante, como aconteceu com Alyne, garantindo vagas para atendimento, com prioridade para a mulher que precisa de suporte no deslocamento para a maternidade.

Ainda nesse contexto, a pré-eclâmpsia é uma das principais causas de mortalidade materna no Brasil, podendo levar a complicações graves, como parto prematuro e óbito materno e neonatal. Para reduzir esse risco, o Ministério da Saúde estabeleceu a suplementação universal de cálcio para gestantes na atenção primária à saúde. A medida, baseada em recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), integra a Rede Alyne, principal estratégia do SUS para fortalecer o pré-natal e reduzir as desigualdades no cuidado materno e infantil.

Para reduzir a pobreza menstrual

Em seu primeiro ano de execução, o Programa Dignidade Menstrual beneficiou 2,1 milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade em todo o Brasil por meio do Farmácia Popular. A iniciativa, que visa garantir acesso a itens básicos de higiene menstrual, distribuiu 240,3 milhões de absorventes e contou com um investimento de R$ 119,7 milhões do Governo Federal. Além de garantir acesso a produtos essenciais, o programa reafirma o compromisso do Ministério da Saúde com a saúde menstrual, dignidade e cidadania, atendendo às necessidades de milhões de brasileiras em situação de vulnerabilidade e de baixa renda.

Para retirar os absorventes, é essencial apresentar a autorização emitida no aplicativo “Meu SUS Digital”, válida por 180 dias. Além disso, é necessário levar um documento de identidade com foto e o CPF. Para menores de 16 anos a retirada deve ser feita por um de seus responsáveis. Os absorventes podem ser retirados em qualquer farmácia credenciada no Programa Farmácia Popular do Brasil. Cada pessoa tem direito a 40 unidades para dois ciclos menstruais, renováveis a cada 56 dias.

Ainda por meio do Farmácia Popular, a saúde da mulher foi priorizada com a expansão do acesso aos medicamentos indicados para o tratamento de osteoporose e contraceptivos. São produtos que eram oferecidos pelo programa com preços mais baixos (50% de desconto), mas desde 2023 integram o rol de gratuidade. Mais de 5 milhões de mulheres que antes pagavam a metade do valor foram beneficiadas com a retirada dos produtos de graça. Hoje, em mais uma iniciativa histórica do Governo Federal, todos os 41 medicamentos são totalmente gratuitos para todos os brasileiros.

Privacidade no SUS para mulheres vítimas da violência

Em 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que prevê salas exclusivas de atendimento no SUS para garantir o acolhimento às vítimas logo após a agressão, assegurando atendimento adequado, com privacidade e proteção à sua integridade física. São as salas lilás. A lei também garante atendimento específico e especializado, como acompanhamento psicológico e outros serviços.

Vários hospitais do SUS já dispõem deste serviço – como o Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), o Centro de Referência Sony Santos, em Recife, e o Hospital Universitário Júlio Muller, em Cuiabá - mas a lei agora obriga a instalação em todos os equipamentos da Rede, seja próprio do SUS ou conveniados.

Somente por meio do Novo PAC, na primeira etapa de seleções, o Ministério da Saúde prevê construir salas lilás em 1,8 mil Unidades Básicas de Saúde, 55 policlínicas, 36 maternidades e 30 Centros de Parto Normal.


Equidade de gênero, raça, etnia e valorização das trabalhadoras no SUS

Ainda no enfrentamento às desigualdades de gênero e raça, o Ministério da Saúde instituiu, em 2023, o Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça e Valorização das Trabalhadoras do Sistema Único de Saúde. As mulheres representam a maioria da força de trabalho nos setores da saúde. Somente na rede pública, são mais de 2 milhões mulheres, o que representa 75% da força de trabalho no SUS. Para 2025, serão ofertados cursos de aprimoramento e especialização no modelo de educação à distância com duas mil vagas. Além disso, serão ofertados outros cursos focados na ampliação e qualificação do atendimento no SUS para as mulheres.

Nesse sentido, o Ministério da Saúde, em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), tem promovido uma série de ações para a implementação de Comitês de Equidade no âmbito do Trabalho e da Educação no SUS no Brasil. Inédita no país, a iniciativa tem como objetivo criar uma rede nacional para combater as diferentes formas de violência e preconceito no mundo do trabalho.

Atualmente, há Comitês de Equidade em sete estados brasileiros: quatro no Nordeste (Alagoas, Bahia, Sergipe e Paraíba); dois no Norte (Rondônia e Amazonas); e um no Sudeste (Minas Gerais). A expectativa é de que estejam presentes em todos os estados e no Distrito Federal, tendo como premissa a educação permanente em saúde e o cuidado das trabalhadoras(es) no SUS. A ação estratégica integra o Programa Nacional de Equidade e é realizada por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde, o Proadi-SUS.

Pesquisadoras lideram estudos financiados pelo Ministério da Saúde

Neste 8 de março, o Ministério da Saúde também reforça o lançamento do “Caderno Temático 6ª Edição do PPSUS - Saúde da Mulher e da Criança”. A publicação apresenta os resultados das pesquisas realizadas em 21 estados sobre a saúde da mulher e da criança, reforçando a importância da participação feminina na produção científica. Dos 103 estudos financiados, 74 foram liderados por pesquisadoras, totalizando um investimento de R$ 6,8 milhões – o que representa 71,84% do total de recursos aplicados.

O material tem como objetivo compartilhar informações importantes sobre o tema para ajudar na tomada de decisões por parte de gestores de saúde e responsáveis por políticas públicas. Além disso, busca aproximar a sociedade do meio científico e mostrar os resultados das ações apoiadas pelo PPSUS. As pesquisas apresentadas abordam questões relacionadas à Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM), como Saúde Sexual e ReprodutivaSaúde na GestaçãoSaúde no Parto e no PuerpérioSaúde da Criança, Violência Contra MulheresMorbimortalidade.

Movimentos sociais dedicados às lutas das mulheres

Lançado em 2024, o Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde é uma iniciativa do Ministério da Saúde, em parceria com o Conselho Nacional de Saúde (CNS) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A plataforma já conta com mais de 270 histórias redigidas e produzidas pelos próprios movimentos. Outras 200 novas páginas que realizaram o pré-cadastro já estão lançadas como histórias em construção. Neste Dia da Mulher, o MapaMovSaúde convida os movimentos sociais dedicados às lutas das mulheres a contarem suas próprias histórias na plataforma e, por meio diferentes produtos de comunicação e engajamento nas redes sociais, ampliar a visibilidade de demandas e conquistas.

Mais de 10 movimentos integrantes na plataforma são dedicados às lutas das mulheres, como o A.M.I.G.A.S. - Associação de Mulheres de Itaguaí Guerreiras e Articuladoras Sociais, de Itaguaí (RJ), Mulheres Unidas do Caratoíra, de Vitória (ES); Mães da Terra, de Macapá (AM), Grupo de Mulheres Negras Mãe Andresa, de São Luís (MA), entre outras. Essas e outras associações serão convidadas a contribuírem com essa rede de mobilização e comunicação, trazendo as suas próprias histórias e iniciativas comunitárias.


Inovação no combate ao câncer

No Brasil, o câncer de mama é o tipo mais incidente e a primeira causa de morte por câncer em mulheres em todas as regiões do País. Para ampliar a assistência, melhorar a qualidade de vida das pacientes e reduzir a mortalidade, o Ministério da Saúde lançou o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para câncer de mama, o primeiro em câncer no Brasil. A estratégia foi um marco no cuidado oncológico por meio do SUS e incluiu cinco procedimentos a serem disponibilizados nos centros especializados do país.

Com o novo PCDT, o tratamento do câncer de mama passou a ter parâmetros de padronização acessíveis a todas as pessoas que necessitam. É garantia de um diagnóstico oportuno, uniformidade e eficiência no tratamento, acesso igualitário a novos medicamentos e profissionais qualificados para atendimento. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), entre 2023 e 2025, foram registrados 73,6 mil casos de câncer de mama, representando 30,1% dos cânceres em mulheres.

Outro importante avanço na modernização dos tratamentos oncológicos foi a inclusão da videolaparoscopia na lista de procedimentos disponíveis no SUS. A tecnologia, que já é amplamente utilizada na medicina, agora está ao alcance de milhares de pacientes em todo o Brasil, oferecendo benefícios significativos no tratamento do câncer. A medida reforça o compromisso do governo federal em oferecer tratamentos modernos e eficientes à população.

Reforço na estratégia de vacinação contra o HPV

O câncer de colo de útero é o terceiro tipo de neoplasia mais incidente entre mulheres no Brasil e a quarta principal causa de morte feminina por câncer. Segundo o INCA, cerca de 17 mil novos casos são diagnosticados anualmente.

Nos últimos dois anos, o Ministério da Saúde ampliou as estratégias para aumentar a cobertura vacinal contra o HPV. Entre 2022 e 2023, o número de doses aplicadas cresceu mais de 42%. Além disso, foram incorporadas novas alternativas para testagem molecular e rastreamento do câncer de colo de útero. A meta da pasta é eliminar o câncer de colo de útero como problema de saúde pública até 2030.

Recentemente, a pasta anunciou mais uma estratégia para vacinar 3 milhões de adolescentes de 15 a 19 anos que ainda não foram imunizados contra o HPV. A ação visa corrigir o acúmulo de não vacinados desde 2014, quando a vacina foi introduzida no Brasil, e proteger uma faixa etária altamente vulnerável a doenças relacionadas ao HPV, como o câncer de colo do útero. A meta é imunizar ao menos 90% do público-alvo.

O Ministério da Saúde ampliou, ainda, o acesso a alternativas eficazes com a incorporação da testagem molecular para detecção do vírus HPV e para rastreamento do câncer do colo do útero. Recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a testagem é considerada o padrão ouro para detecção do câncer de colo de útero e integra as estratégias para eliminação do câncer do câncer de colo de útero como problema de saúde pública até 2030. Enquanto a forma atual de rastreio, por meio do exame Papanicolau, deve ser realizada a cada três anos e, em caso de detecção de alguma lesão, de forma anual, a testagem é recomendada a cada cinco anos. Essa mudança traz permite melhor adesão e facilita o acesso ao exame.

Fonte _ Saúde.gov

sexta-feira, 7 de março de 2025

Santo Rosário | Quaresma 2025 | 4° Dia | Live

 


Santo Rosário | 3° Dia
Santo Rosário | 2° Dia
Santo Rosário | 1° Dia

História Bíblica - GÊNESIS - A Origem do Universo

 


"Bereshit" é uma palavra hebraica que abre a Bíblia e significa "No princípio". É também o nome original do Livro de Gênesis, que narra a criação do mundo, a origem da humanidade e a história dos primeiros patriarcas. Esse livro fundamental das Escrituras Sagradas estabelece as bases da fé, revelando como Deus criou o universo, formou o homem e a mulher e deu início ao plano divino para a humanidade.

Além de narrar a criação e os primeiros eventos da humanidade, Gênesis também estabelece a aliança de Deus com seu povo, mostrando como Ele guia, instrui e prova a fé daqueles que escolheu. A história de Abraão, por exemplo, é um marco na Bíblia, pois Deus promete fazer dele uma grande nação, cuja descendência abençoaria toda a Terra. Esse pacto se estende a Isaque e Jacó, que mais tarde se torna Israel, pai das doze tribos que formarão o povo hebreu.

Neste vídeo, exploramos os principais eventos do Gênesis, desde a criação em sete dias até o dilúvio de Noé, a torre de Babel e as jornadas de Abraão, Isaque, Jacó e José. Cada capítulo traz lições profundas sobre fé, conformidade e a relação entre Deus e seu povo. Outro ponto importante abordado neste vídeo é a trajetória de José, vendido como escravo pelos próprios irmãos e depois exaltado ao posto de governador do Egito.

Sua história é um testemunho poderoso sobre como Deus transforma circunstâncias adversárias em vitórias, guiando cada detalhe para cumprir Seus propósitos. Esse relato também antecipa o futuro êxodo dos israelenses, preparando o caminho para os eventos. Por isso, entender Gênesis é essencial para compreender toda a Bíblia e o plano de Deus para a humanidade. Deixe seu like, se inscreva no canal e compartilhe com quem também quer aprender mais sobre as Escrituras.

Vamos juntos mergulhar nessa jornada fascinante pela origem da criação e da fé.

Histórias Bíblica

Você sabia que o diabo lutou pelo corpo de MOISÉS logoapós sua morte?

O Segredo da Arca de NOÉ

A História da MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS - Domingode Páscoa

Sexta-Feira Santa

Por que JESUS morreu exatamente na PÁSCOA?

A História da MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS -Sexta-feira Santa

VIA - SACRA

Como era o MUNDO antes do DILÚVIO?

A História da SEMANA SANTA - Quinta-feira Santa daÚltima CEIA

Livro de ISAÍAS - O Mensageiro da Renovação - OAnunciador do Messias

A História da SEMANA SANTA - DOMINGO de RAMOS

O Segundo Livro de SAMUEL: O Capítulo Decisivo daHistória de Israel

A história de DAVI e Golias

O Primeiro Livro de REIS

O dia em que os mortos RESSUSCITARAM: Após JESUSMorrer na Cruz?

Cavaleiros Templarios

Três HOMENS que NUNCA MORRERAM!

O verdadeiro significado da queda de lúcifer: a BÍBLIARevela e Poucos Entendem?

O Primeiro Livro de SAMUEL: A História que MudouIsrael

As 10 PRAGAS do Egito

O Livro de DANIEL

Vida e Morte dos 12 Apóstolos de JESUS!

BÍBLIA

A BÍBLIA

Quem Eram os Filhos de DEUS Antes de ADÃO e EVA?

A Vida e Morte dos 12 Apóstolos de Jesus

O Livro de Apocalipse

Você sabia que JESUS desceu ao inferno nos 3 diasentre sua MORTE e RESSURREIÇÃO?

Livro do APOCALIPSE - narrado por JOÃO!

As 12 TRIBOS de ISRAEL

Quem foi o demônio que tentou JESUS no deserto?

O que acontece quando DORMIMOS ouvindo o SALMO 91?

Você está COMETENDO os 7 PECADOS SEXUAIS que teAFASTARÃO de DEUS?

Os 7 VERSÍCULOS mais assustadores da BÍBLIA

A Casa de Davi

Evangelho de João - Bíblia Falada (A Mensagem)

O que acontecerá quando JESUS voltar? a verdade vai teSURPREENDER!

Rei Davi

piores MORTES da BÍBLIA!

O Livro do Gênesis

FILME - Vingança ao Anoitecer

 


Acre inicia estratégia para vacinar jovens de 15 a 19 anos contra o HPV e quer imunizar 31,2 mil jovens

 


O Programa Nacional de Imunização no Acre (PNI) está colocando em prática as ações que têm o objetivo de vacinar 31,2 mil jovens ainda sem a proteção contra o HPV. O Ministério da Saúde (MS) lançou estratégia, no final de fevereiro, para avançar na proteção desse público.

O foco, de acordo com o MS, será em 121 municípios brasileiros com as maiores taxas de não vacinação, que somam um total de 2,95 milhões de adolescentes em todo o Brasil. A meta é imunizar ao menos 90% desse público-alvo.

Em Rio Branco, uma das cidades selecionadas, a intenção é alcançar 31,2 mil jovens, o que equivale a 40% do público não vacinado, estimado em 78.689.

A implementação deve ser gradativa, com alcance total de todos os municípios ao final da estratégia. Estão previstas ações de microplanejamento que envolvem a mobilização de estados e municípios para vacinar adolescentes em pontos estratégicos como escolas, faculdades e salas de vacinação.

Os municípios deverão elaborar seus próprios planos de ação, com base nos dados locais, para garantir que a vacina chegue até os adolescentes que perderam a oportunidade de serem imunizados anteriormente.

Conscientização

A coordenadora estadual de Imunizações, Renata Quiles, destacou que a resistência muitas vezes está ligada ao fato de os pais não quererem falar sobre o assunto.

“A vacina contra o HPV tem como objetivo prevenir a infecção por um vírus perigoso, que é o papilomavírus, microorganismo que está intimamente relacionado aos casos de câncer de colo de útero, pênis, vagina, vulva e orofaringe. Justamente por falarmos tanto sobre as questões íntimas, relacionadas a órgãos genitais, existe uma resistência em aderir a essa vacina”, explica.


O público-alvo dessa imunização não foi escolhido à toa. A dose deve ser dada na infância e adolescência para que, quando o jovem iniciar a vida sexual, já tenha se prevenido, dando chances de o organismo produzir os anticorpos necessários para sua proteção.

“A vacina HPV, justamente por questões religiosas, tradições e desinformações divulgadas sobre ela, é uma vacina muito estudada, avaliada e monitorada, tendo sua qualidade e segurança reforçadas todos os anos. É segura, necessária e todos nós devemos ter a oportunidade de ter acesso a ela. Para os adolescentes, o SUS garante de forma gratuita, e para os adultos pode se encontrar nas clínicas privadas de vacinação e, em alguns casos especiais, no Crie [Centro de Referências para Imunobiológicos Especiais]”, reforça a coordenadora.

Eder Gatti, diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI), ressalta a importância dessas ações direcionadas e da utilização de dados locais para alcançar os adolescentes não vacinados. “Temos vacinas suficientes e um planejamento sólido para garantir a vacinação dos nossos adolescentes, incluindo aqueles que não foram vacinados na idade recomendada e que agora estão fora dessa faixa”, observa.

Painel para o HPV

Como parte dessa estratégia, foi apresentada uma ferramenta tecnológica inovadora para apoiar os gestores municipais. Trata-se de um painel específico para o HPV, disponível no sistema do Ministério da Saúde, que permitirá aos gestores visualizar as coberturas vacinais por faixa etária desde 2014. A ferramenta ajuda a identificar as áreas mais críticas e a comparar a evolução dos indicadores de vacinação ao longo dos anos. “Esse painel será essencial para o planejamento local, ajudando a direcionar esforços para as populações mais vulneráveis”, explica o diretor.

Os cinco estados com os maiores índices de adolescentes não vacinados contra o HPV são o Rio de Janeiro (54%), Acre (40%), Distrito Federal (38%), Roraima (36%) e Amapá (32%).

Fonte _ Agencia.gov.ac

Brasil registra queda de quase 70% nos casos de dengue nos 2 primeiros meses de 2025

 


Nos dois primeiros meses de 2025, o Brasil registrou uma redução de 69,25% nos casos prováveis de dengue em comparação com o mesmo período de 2024. O levantamento corresponde às semanas epidemiológicas 1 a 9, compreendendo o intervalo de 29 de dezembro de 2024 a 1º de março de 2025. A queda nos números demonstra a efetividade das medidas adotadas pelo Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, mas reforça a necessidade de esforços contínuos para manter a tendência de redução. 

De acordo com o painel de monitoramento da pasta, nos primeiros meses deste ano, foram contabilizados 493 mil casos prováveis da doença, 217 óbitos confirmados e 477 mortes em investigação. No mesmo período de 2024, o país havia registrado 1,6 milhão de casos prováveis, 1.356 óbitos confirmados e 85 em análise. 

A região Sudeste concentra a maior parte dos casos, com 1 milhão de registros em janeiro e fevereiro de 2024 contra 360 mil este ano. O estado de São Paulo lidera os números atuais, com 285 mil casos prováveis, representando mais da metade do total do país. E contabiliza também 168 das 217 mortes confirmadas este ano. 

Comparativo por semanas epidemiológicas (SE) 1 a 9: 

2024

  • Brasil: 1.604.611 casos; 
  • Sudeste: 1.061.436 casos (66,14% do total nacional). 

2025

  • Brasil: 493.403 casos;
  • Sudeste: 360.989 casos (73,16% do total nacional). 

Medidas de controle e parcerias 

Desde a ativação do Centro de Operações de Emergências para Dengue e outras Arboviroses (COE-Dengue), em 8 de janeiro, o Ministério da Saúde intensificou ações para conter o avanço das arboviroses. Entre as principais estratégias adotadas estão: 

  • Visitas técnicas a estados e municípios para reforçar a vigilância e o controle da doença; 
  • Distribuição de 4,5 milhões de testes de diagnóstico para dengue, priorizando localidades com menor acesso a laboratórios; 
  • Expansão do método Wolbachia para 44 cidades em 2025, ampliando uma estratégia inovadora de controle do Aedes aegypti
  • Reuniões ampliadas do COE com representantes da sociedade civil, sindicatos, federações e entidades científicas; 
  • Mobilização em escolas, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), para conscientizar crianças e jovens sobre a prevenção; e 
  • Parceria com o Instituto Butantan para a produção da primeira vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue. A previsão é disponibilizar 60 milhões de doses anuais a partir de 2026, com possibilidade de ampliação conforme a demanda. 

Febre amarela: atenção redobrada 

Além da dengue, a pasta reforça a necessidade de ampliar a cobertura vacinal contra a febre amarela, principal estratégia de prevenção da doença. A intensificação da vigilância epidemiológica é fundamental, especialmente no monitoramento de primatas não humanos com suspeita de febre amarela e na identificação precoce de possíveis casos em humanos. Esse acompanhamento permite antecipar surtos e garantir uma resposta rápida das autoridades de saúde.

Fonte _ Saúde.gov

História Bíblica - GÊNESIS - A Origem do Universo

 


Histórias Bíblica

Você sabia que o diabo lutou pelo corpo de MOISÉS logoapós sua morte?

O Segredo da Arca de NOÉ

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Sexta-Feira Santa

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O Segundo Livro de SAMUEL: O Capítulo Decisivo daHistória de Israel

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O Primeiro Livro de REIS

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Cavaleiros Templarios

Três HOMENS que NUNCA MORRERAM!

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As 10 PRAGAS do Egito

O Livro de DANIEL

Vida e Morte dos 12 Apóstolos de JESUS!

BÍBLIA

A BÍBLIA

Quem Eram os Filhos de DEUS Antes de ADÃO e EVA?

A Vida e Morte dos 12 Apóstolos de Jesus

O Livro de Apocalipse

Você sabia que JESUS desceu ao inferno nos 3 diasentre sua MORTE e RESSURREIÇÃO?

Livro do APOCALIPSE - narrado por JOÃO!

As 12 TRIBOS de ISRAEL

Quem foi o demônio que tentou JESUS no deserto?

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Evangelho de João - Bíblia Falada (A Mensagem)

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Rei Davi

piores MORTES da BÍBLIA!

O Livro do Gênesis

quinta-feira, 6 de março de 2025

Santo Rosário | Quaresma 2025 | 3° Dia | Live

 


Prorrogação para envio dos dados dos profissionais de enfermagem

 


O Fundo Nacional de Saúde informa que, devido ao recesso de Carnaval, o prazo final para o envio do Piso Nacional de Enfermagem, foi excepcionalmente estendido até o dia 20/03/2025. Este ajuste visa assegurar que todos tenham a oportunidade adequada para atualizar as informações de forma precisa.
Os dados devem ser submetidos através da ferramenta InvestSUS Gestão, acessível pelo link: investsus.saude.gov.br. Os gestores podem optar por atualizar os dados individualmente para cada colaborador ou por lote, carregando uma planilha com todas as informações necessárias.

É crucial que os responsáveis acompanhem, atualizem e confirmem as informações de cadastro dos profissionais e entidades públicas por meio do InvestSUS para garantir a precisão dos registros.
Para auxiliar neste processo, o Ministério da Saúde disponibiliza diversos materiais de suporte:

Tutorial InvestSUS: clique aqui

Cartilha do Piso Nacional da Enfermagem, 3ª Edição: acesse aqui

Materiais de suporte Saiba a Fundo: clique aqui

Em caso de dúvidas, não hesite em consultar os materiais de apoio disponibilizados e os canais de atendimento do Ministério da Saúde.

Fonte _ FNS

Saúde lança documentário sobre o método Wolbachia

 


Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (6), um documentário sobre o método Wolbachia. O filme 10 anos de Wolbachia - A transformação no combate à dengue mostra como o método foi implantado no país e diminuiu o número de casos de arboviroses em Niterói, município da região metropolitana do Rio de Janeiro. 

O Wolbachia foi implementado de forma experimental em 2015. Em dez anos, o número de pessoas cobertas pelo método passou de 5 mil para mais de 4 milhões. Os dados mais recentes indicam uma redução de 70% dos casos de dengue, 60% de chikungunya e 40% para Zika em Niterói.

O secretário-adjunto de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Rivaldo Venâncio, destaca que a ferramenta é uma das principais políticas para o controle das arboviroses, além de ser um grande ganho para a ciência. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) possui biofábricas de produção do mosquito e é apoiadora do método. 

“A Wolbachia, hoje, é uma gigantesca ferramenta, uma gigantesca conquista da ciência que terá o seu impacto maior num futuro muito próximo. Mas, esse futuro começou aqui e agora, em 2025, com a utilização enquanto política pública pelo Ministério da Saúde para o controle do Aedes aegypti”, defende Rivaldo. 

Os Wolbitos, como são chamados os mosquitos infectados pela bactéria, não são organismos transgênicos e, portanto, não sofrem modificação genética, além de não transmitirem doenças. A Wolbachia não pode ser transmitida para humanos ou outros mamíferos.

“Tivemos várias fases de evolução ao longo desses 100 anos. A Wolbachia é uma bactéria que, introduzida na fêmea do Aedes, faz com que essa fêmea perca a capacidade de transmitir os vírus da dengue, zika, chikungunya e febre amarela. É como se fosse uma vacina na fêmea do Aedes aegypti”, conclui. 

A coordenadora de Vigilância em Saúde de Niterói, Ana Eppinghaus, analisa os ganhos com o uso da ferramenta. “Nesses períodos de epidemia, todo mundo conhecia alguém que tinha tido dengue, seja na família, o vizinho, o amigo ou o colega. Você sempre conhecia alguém que pegou dengue no período epidêmico. Hoje é muito raro. Niterói está cumprindo um papel importantíssimo de estar contribuindo com essa pesquisa”, salienta. Ela ressalta: “Houve uma mudança significativa de fato”.



O filme

Equipes do Ministério da Saúde em Brasília e no Rio de Janeiro revisitaram a implementação do método e registraram os resultados. O filme conta como a tecnologia funciona e resgata o período em que os mosquitos com Wolbachia foram soltos na natureza. 

O ex-coordenador de área do Programa Médico de Família de Niterói, Vinícius Lima, que participou do início da pesquisa na cidade, lembra o trabalho que foi realizado junto à população.


“A gente brincava que a gente não podia a partir dali, matar mais mosquito de milhão de dólares. Tínhamos primeiro um estranhamento, pois era um projeto pioneiro, e dizia assim: ‘Olha, tem lá a questão da bactéria, que vai dificultar a transmissão do vírus’”, relembra. 

Hoje, pondera Vinícius, o projeto é reconhecido pelos moradores da cidade como uma ferramenta importante. “Praticamente toda a cidade reconhece de alguma maneira. Pode não dizer no detalhe que é o método Wolbachia, pode não lembrar o nome da bactéria, mas vai lembrar que tem um projeto desenvolvido aqui que traz para a gente essa proteção. Acho que esse é o grande resultado de pertencimento do projeto no território”, comemora. 

Assista



quarta-feira, 5 de março de 2025

Santo Rosário | Quaresma 2025 | 2° Dia | Live

 


Santo Rosário | 1° Dia

Saiba como retirar medicamentos e insumos pelo Farmácia Popular

 


Em 2024, o Programa Farmácia Popular do Brasil bateu a marca de quase 25 milhões de pessoas atendidas com a distribuição de medicamentos e insumos por meio de estabelecimentos credenciados. No dia 13 de fevereiro, o Ministério da Saúde anunciou a ampliação do programa e, agora, os 41 itens da lista ofertada são 100% gratuitos, incluindo fraldas geriátricas e o medicamento dapagliflozina, que antes eram adquiridos por meio de coparticipação. Voltado para toda a população, a retirada desses insumos é prática e rápida.

Saiba como garantir o benefício

O primeiro passo é buscar uma farmácia credenciada identificada pelo símbolo do programa ou acessar a página do Farmácia Popular no portal do Ministério da Saúde. Após se dirigir ao local, o paciente deve apresentar um documento oficial com foto, número do CPF e a receita médica dentro do prazo de validade. São válidos tanto receituários do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto de serviços particulares.

Para a retirada de fraldas geriátricas, o beneficiário deve ter a partir de 60 anos ou ser pessoa com deficiência (PcD). Também é necessário apresentar prescrição, laudo ou atestado médico que indique a necessidade do uso com a respectiva Classificação Internacional de Doenças (CID), em caso de PcD.

O programa permite ainda que pessoas acamadas ou impossibilitadas de irem à farmácia tenham seus medicamentos retirados por representantes legais ou procuradores. Neste caso, é preciso apresentar os documentos do paciente e de seu representante. É necessário, ainda, comprovar a representação por meio de sentença judicial, procuração ou documento comprobatório de responsabilidade quando o paciente for menor de idade.

Por fim, a distribuição de absorventes higiênicos do programa Dignidade Menstrual é feita para pessoas de 10 a 59 anos com inscrição no Cadastro Único (CadÚnico). É preciso se enquadrar em uma das seguintes situações:

- Ser estudante da rede pública de ensino com renda média por pessoa da família de até meio salário mínimo; ou

- Ter renda média por pessoa da família de até R$ 218; ou

- Estar em situação de rua.

Para a retirada, também é necessário apresentar um documento oficial com foto e CPF, além da autorização do programa - em formato digital ou impresso -, que é gerada pelo aplicativo ou portal Meu SUS Digital. O comprovante é válido por 180 dias.

Sobre o Farmácia Popular

Criado há 20 anos, o Farmácia Popular já atendeu mais de 72,5 milhões de pessoas e está presente em 4.812 municípios brasileiros, cobrindo cerca de 97% da população. Com mais de 31 mil estabelecimentos já credenciados, a pasta anunciou a abertura de um novo processo seletivo para inscrever novas farmácias em mais de 750 cidades de todo o país que ainda não têm o serviço. Com as novas vagas, a expectativa é a universalização do programa em território nacional.

Em 2024, o orçamento destinado ao programa alcançou R$ 3,6 bilhões, superando os R$ 3,1 bilhões de 2023 e os R$ 2,5 bilhões de 2022. A previsão para 2025 - no valor de R$ 4,2 bilhões - representa um aumento de 69% em relação a 2022.

Fonte _ Saúde.gov

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domingo, 2 de março de 2025

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