quarta-feira, 14 de março de 2018

Simpósio debate Direitos Humanos dos pacientes e profissionais de saúde

O Simpósio de Direitos Humanos dos Pacientes e dos Profissionais de Saúde – Direitos Humanos para a Enfermagem teve início na manhã desta quarta-feira (14), no auditório da Fiocruz, em Brasília. Evento, realizado por uma parceria entre o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e o Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), com apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Associação Lusófona de Direitos da Saúde (ALDIS), pretende debater a importância dos direitos humanos no contexto da saúde e da Enfermagem.
A mesa de abertura reuniu a vice-presidente do Cofen, Irene Ferreira, a conselheira do Conselho Nacional de Saúde e colaboradora do Cofen, Ivone Martini, além de representantes do UniCEUB, da Fiocruz e do Ministério da Saúde. Também estiveram presentes representantes de diversas entidades da saúde como Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Associação Brasileira de Enfermagem Obstétrica (ABENFO), Associação Nacional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem (ANATEN), Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem/DF, Secretaria Estadual de Saúde/DF, Sociedade Brasileira de Bioética, conselhos de classe, entre outros.
A primeira palestra do dia, da professora titular do UniCEUB Aline Albuquerque, apresentou os diversos princípios norteadores dos direitos humanos, especialmente na área da saúde e na Enfermagem. Segundo ela, os profissionais de Enfermagem são os personagens mais importantes nesse contexto: “A Enfermagem deve atuar como agente de proteção e promoção dos direitos humanos dos pacientes e dos profissionais, por ser a área mais próxima e intensa no cuidado”, afirmou a professora.
A programação do evento promoverá mesas-redondas que debaterão desde a violação dos direitos humanos, o papel da enfermagem e o direito dos pacientes, até ética institucional.
Conjuntamente com o simpósio, acontece o Seminário Internacional dos Direitos do Paciente e o lançamento do Manual de Direitos Humanos para Enfermagem, escrito pela professora Aline Albuquerque e pela enfermeira Ivone Martini.
Fonte_COFEN

Físico Stephen Hawking, defensor da saúde pública universal, morre aos 76

O físico britânico Stephen Hawking morreu nesta madrugada (14/3), em casa, na cidade inglesa de Cambridge. Aos 76 anos, o cientista que revolucionou o estudo dos buracos negros e propôs novas perspectivas sobre a origem do universo era o mais longevo paciente com esclerose lateral amiotrófica e um ardente defensor do NHS (National Health System), o sistema britânico que inspirou a criação do Sistema Único de Saúde no Brasil.
“Vivi sob o espectro de uma morte precoce nos últimos 49 anos. Não tenho medo da morte, mas não tenho pressa de morrer. Há tanta coisa que quero fazer primeiro”, disse em entrevista ao jornal The Guardian em 2011. O autor de “Uma breve história do tempo” recusava a ideia de uma vida para além da morte como “um conto de fadas para pessoas com medo da escuridão”.
Hawking foi também um dos mais conhecidos ativistas em defesa do NHS. O modelo de Saúde universal, gratuita e eficaz do Reino Unido foi fundamental para o enfrentamento da esclerose lateral amiotrófica, na avaliação de Hawking.
O NHS me salvou. Eu, como cientista, devo salvá-lo” foi um dos últimos artigos publicados pelo físico britânico, que lutava contra os cortes no financiamento do sistema público de Saúde, a terceirização, o défice de pagamento no setor público e corte das bolsas para estudantes de Enfermagem.
Fonte_COFEN

COFEN manifesta apoio às Práticas Integrativas e Complementares

O Conselho Federal de Enfermagem COFEN, em apoio à iniciativa do Ministério da Saúde, considera que o incremento de novas práticas à atual Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (PNPIC) se traduz num avanço de um modelo de saúde focado nos pressupostos da Reforma Sanitária e dos princípios fundamentais do SUS.
As práticas integrativas se constituem hoje numa realidade, uma vez que se encontram inseridas em todos os níveis de atenção à Saúde a partir de uma visão ampliada do processo saúde–doença e da promoção global do cuidado humano, especialmente do autocuidado.
Com ênfase numa perspectiva de atuação multiprofissional, voltada à promoção da saúde, essas práticas envolvem, inclusive, aquelas integrantes do campo das “medicinas populares” e saberes ancestrais.
Assim, em observância às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Cofen manifesta apoio às iniciativas de consolidação das Práticas Integrativas no Brasil, reconhecendo a legitimidade da atuação de categorias profissionais diversas, com ênfase para o grande contingente de profissionais de Enfermagem atuantes neste campo.
Considera, entretanto, imprescindível a adoção de medidas imediatas, por parte do Ministério da Saúde, para efetivação dessas práticas, a partir do aporte financeiro, capacitação, adequado dimensionamento do quadro de profissionais e promoção de condições de trabalho que assegurem uma atenção de qualidade à população.
Fonte_COFEN

terça-feira, 13 de março de 2018

FEBRE AMARELA: entre fake news e pós-verdades

O pesquisador do Laboratório de Comunicação e Saúde (Laces/Icict) da Fiocruz, Igor Sacramento, foi ouvido pelo ‘The Washington Post’ em uma matéria sobre a febre amarela no Brasil (Brazil battles yellow fever – and a ‘dangerous’ anti-vaccination campaing). O pesquisador fala sobre os boatos contra a vacina da febre amarela no país.
Em um momento tão crucial para a saúde da população, diversas notícias falsas dificultam a adesão da população à vacinação. O site “Boatos” listou as sete mentiras sobre a febre amarela “que sempre enganam os menos informados”, tais como “Febre amarela é uma farsa criada para vender vacinas” ou “Médico de Sorocaba diz que vacina paralisa o fígado” ou “Própolis espanta o mosquito da febre amarela”, são alguns exemplos que circulam nas mídias sociais, causando muita confusão e fazendo com que algumas pessoas fiquem em dúvida se devem ou não se vacinar.
No início de fevereiro, o site The Intercept veiculou a matéria “Morte após vacina contra febre amarela intensifica fake news e teorias da conspiração”, na qual aborda a questão das notícias falsas e o seguinte lembrete da Friocruz:  Antes de compartilhar uma informação que possa causar pânico desnecessário e confundir, certifique-se que vem de uma fonte oficial. Saúde Pública é coisa séria.
No meio de tanta incerteza, o site do Icict conversou com Sacramento sobre o uso das fake news e a pós-verdade na saúde e seus impactos na desinformação da população. Ele afirma que essa situação não tem como se eliminada, pois, faz parte da dinâmica social contemporânea, mas defende uma mudança: “do ponto de vista da comunicação, uma disposição grande para o diálogo, para a empatia, para a compreensão, mas também um processo de formação que permita que profissionais de saúde conheçam a especialidade do imperativo comunicacional de nosso tempo.” A entrevista realizada aborda o impacto, os motivos e as estratégias para controlar a fake News nas redes sociais. Confira entrevista na íntegra: Febre amarela: entre fake news e pós-verdades
Fonte_COFEN

Bullying sofrido pelo enfermeiro pode impactar na segurança do paciente?

Houve e, provavelmente, continuarão a existir mudanças significativas e demandas crescentes no ambiente de trabalho dos enfermeiros. À medida que as enfermeiras absorvem essas mudanças rápidas, surge também a figura dos que causam estresse, principalmente em setores de cuidados intensivos. Ou seja, faz-se presente a falta de civilidade no local de trabalho, também conhecida atualmente como bullying, violência lateral ou horizontal e assédio. Infelizmente, não é um problema novo, mas que merece ser evidenciado afim de evitar este tipo de comportamento.
Em fevereiro de 2018, a enfermeira norte-americana Mary Beth Flynn Makic, especialista em enfermagem clínica em cuidados intensivos há mais de 25 anos e é reconhecida como líder em práticas baseadas em evidências, publicou um artigo no Journal of PeriAnesthesia Nursing intitulado “A Culture of Civility: Positively Impacting Practice and Patient Safety” em que descreve como comportamentos indesejados, quando sofrido pelo profissional enfermeiro, podem impactar na segurança do paciente. “Incivilidade no local de trabalho pode fazer com que a enfermeira não questione pedidos, podendo levar a omissões com cuidado ou erros”, escreveu Mary.
“Acredito que o bullying pode acabar envolvendo ações como retenção de informações importantes pertinentes aos pacientes, falta de inclusão de um indivíduo, atribuições de carga de trabalho excessivas, rejeição em ajudar um colega e recusa em verificações de etapas para segurança do paciente”, comenta a enfermeira Eliana Argolo, consultora de projetos do IBSP e especialista em segurança do paciente.
Segundo Eliana, essas atitudes indesejadas podem resultar ainda em um aumento do absenteísmo e na rotatividade dos enfermeiros. “Acredito que este tipo de postura enfraquece o trabalho em equipe, causando menor produtividade, queda na qualidade do atendimento e até aumento do risco de danos aos pacientes, infecções e custos elevados”, complementa a enfermeira do IBSP.
Papel da liderança frente ao bullying – A organização e a liderança precisam desenvolver uma cultura intolerante ao “bullying”, favorecendo a equipe um ambiente de trabalho saudável e respeitoso que proteja a segurança do paciente com predomínio de uma cultura justa.
“Estratégias para promover a civilidade permeiam a estrutura organizacional, que deve reforçar a tolerância zero para comportamentos inadequados. Além disso, acredito que realizar uma abordagem proativa é fundamental, além de termos políticas institucionais que descrevam o comportamento esperado, líderes de enfermagem que abordem as preocupações da sua equipe, encorajando os enfermeiros a participarem de cursos que promovam a conscientização cognitiva de suas habilidades pessoais de comunicação e a compreensão do peso da emoção na comunicação verbal e não verbal são importantes na criação de uma cultura de civilidade”, comenta Eliana.
Com isso, para proporcionar cuidados de saúde de alta qualidade depende-se cada vez mais da capacidade de lidar com o estresse, gerenciar as emoções, comunicar-se com eficácia e respeitosamente. “Como os cuidados de saúde continuam a evoluir e competir, as demandas são evidentes no local de trabalho. Portanto, é preciso cada vez mais garantir um ambiente de trabalho civilizado para a saúde pessoal, mantendo a alegria no trabalho e, o mais importante, promovendo uma assistência segura ao paciente”, finaliza Mary em seu artigo no Journal of PeriAnesthesia Nursing.
Fonte_COFEN

Resolução COFEN 570/2018 Registro de Títulos de Pós-Graduação Lato e Stricto Sensu concedido a Enfermeiros


O CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei n° 5,905, de 12 de julho de 1973, e pelo Regimento da Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen n°421 de 15 de fevereiro de 2012,
CONSIDERANDO a Lei Federal n° 7.498, de 28 de junho de 1986, que em seu artigo 11 explicita as atividades privativas do Enfermeiro e o desempenho de suas funções;
CONSIDERANDO que se impõe à qualificação do Enfermeiro bases acadêmicas firmadas em critérios técnicos e científicos;
CONSIDERANDO o Decreto Federal n° 94.406/1987 que regulamenta a Lei n° 7.498/1986;
CONSIDERANDO o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CES n° 01/2001, que estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação;
CONSIDERANDO a necessidade de atualizar os procedimentos para registro de títulos de pós-graduação lato e stricto sensu no âmbito do Sistema Cofen / Conselhos Regionais de Enfermagem;
CONSIDERANDO que compete ao Cofen manter atualizado o registro cadastral de seus profissionais inscritos, e que tais assentamentos devem retratar o perfil da população de Enfermeiros a fim de estabelecer políticas de qualificação para o exercício profissional;
CONSIDERANDO que cabe ao Cofen o registro de Associações e Sociedades que venham a emitir títulos de especialistas;
CONSIDERANDO tudo o mais que consta nos autos do PAD Cofen n° 851/2014, e a deliberação do Plenário em sua 498ª Reunião Ordinária,
RESOLVE:
Art. 1º O Enfermeiro deverá, obrigatoriamente, promover o registro de seus títulos de pós-graduação lato sensu e stricto sensu, este último na modalidade profissionalizante, no Conselho Regional de Enfermagem de sua jurisdição.
§ 1º O registro de que trata este artigo será isento das taxas de inscrição e carteira.
§ 2º Fica aprovado o Anexo à presente resolução contendo a lista de especialidades do enfermeiro, por área de abrangência, que está disponível no sítio de internet do Cofen (www.portalcofen.gov.br).
Art. 2º É vedado aos Enfermeiros a vinculação, divulgação e anúncio de títulos de pós-graduação lato sensustricto sensu que não estejam devidamente registrados no Conselho Federal de Enfermagem.
Art. 3º Os títulos de pós-graduação lato sensu, emitidos por Instituições de Ensino Superior, credenciadas pelo Ministério da Educação – MEC ou Conselho Estadual de Educação – CEE e os títulos de pós – graduação stricto sensu reconhecidos pela CAPES, concedidos por Sociedades, Associações, Colégios de Especialistas de Enfermagem ou de outras áreas do conhecimento, serão registrados, no âmbito do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem, de acordo com a legislação vigente.
§ 1º Os títulos serão registrados de acordo com a denominação constante no diploma ou certificado apresentado.
§ 2º O diploma de mestre ou de doutor e o certificado de especialista, obtidos no exterior, somente serão registrados após revalidação em Instituição de Ensino Superior Nacional, atendidas as exigências do Conselho Nacional de Educação – CNE.
§ 3º A modalidade de Residência em Enfermagem terá registro no Conselho Regional de Enfermagem, nos moldes de Especialidade, desde que esteja enquadrada nas grandes áreas de abrangência;
Art. 4º O título de pós-graduação emitido por instituições credenciadas pelo MEC ou CEE será registrado mediante apresentação de:
a) requerimento dirigido à Presidência do Conselho Regional em que o profissional tenha sua inscrição principal;
b) original do diploma ou certificado, em que conste credenciamento da Instituição para oferta do Curso e carga horária (lato sensu), ou reconhecimento do curso pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES e CNE (stricto sensu).
§ 1º Os certificados ou diplomas de pós-graduação emitidos por instituições estrangeiras deverão ser acompanhados de comprovante de revalidação no Brasil.
§ 2º O Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem somente procederá o registro de títulos de pós-graduação lato sensu, quando iniciado, após conclusão da graduação, conforme inciso III do art. 44 da LDB.
Art. 5º O título concedido por Sociedades, Associações ou Colégios de Especialistas será registrado mediante apresentação de:
a) requerimento dirigido à Presidência do Conselho Regional em que o profissional tenha sua inscrição principal;
b) cópia do edital concernente à realização da prova, de abrangência nacional, publicado em jornal de grande circulação.
c) original do certificado, no qual conste, em cartório, o registro do estatuto da Sociedade, Associação ou Colégio de Especialistas;
§ 1º Em caso de títulos concedidos por Sociedade, Associação ou Colégio de Especialistas, tendo como critério a experiência profissional, deverá o Enfermeiro ter comprovado atividade de ensino, pesquisa e/ou assistência na área da especialidade requerida de, no mínimo, três (3) anos.
§ 2º Para o registro de títulos de que trata o presente artigo, a entidade emitente deve estar registrada junto ao Cofen;
I – Não serão concedidos registros no Cofen para Associações, Sociedades ou Colégio de Especialistas, cujas áreas de atuação já possuam registro ativo. As Associações, Sociedades ou Colégio de Especialistas que já estiverem com pedido de registro no Cofen até a data da publicação desta Resolução terão assegurado o seu direito de registro.
II – Os documentos necessários para o registro das Associações, Sociedades ou Colégio de Especialistas no Cofen são os seguintes:
a) requerimento padrão dirigido à Presidência do Cofen;
b) cópia da ata de constituição e do estatuto da entidade, devidamente registrados em cartório, comprovando, este último, a realização de prova para concessão do título como uma de suas finalidades;
c) relação dos critérios utilizados para a emissão do título, seja por meio de prova ou por comprovação de tempo de experiência profissional, que não poderá ser inferior a três (3) anos.
Art. 6º As linhas de atuação que agrupam as especialidades do Enfermeiro estão distribuídas em três (3) grandes áreas:
§ 1º Área I:
a) Saúde Coletiva;
b) Saúde da Criança e do Adolescente;
c) Saúde do Adulto (Saúde do homem e Saúde da mulher);
d) Saúde do idoso;
e) Urgência e Emergência.
§ 2° Área II:
a) Gestão.
§ 3° Área III:
a) Ensino e Pesquisa.
Art. 7º Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Federal de Enfermagem.
Art. 8º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário, especialmente a Resolução Cofen n° 389/2011.
Brasília, 9 de março de 2018.

MANOEL CARLOS N. DA SILVA
COREN-RO Nº 63592
Presidente
MARIA R. F. B. SAMPAIO
COREN-PI Nº 19084
Primeira-Secretária

COREN/RS lança novo código de ética e promove Seminários Regionais

O novo Código de Ética da Enfermagem brasileira será oficialmente apresentado aos profissionais gaúchos durante uma rodada de seminários regionais que começa no dia 16 de março, em Pelotas, e percorre mais cinco municípios ao longo dos meses de março e abril. Com artigos específicos sobre o atendimento a casos de violência e uso de mídias sociais, o documento aproxima a categoria da sociedade e garante um exercício profissional mais seguro.

Os Seminários Regionais terão uma programação dividida em dois momentos: no primeiro dia, além de apresentar o novo código de ética, haverá a prestação de contas de 2017 do Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul  - COREN/RS e a escolha das prioridades para o triênio 2018-2020.
O segundo dia será dedicado aos Encontros Regionais de Auxiliares e Técnicos de Enfermagem, em que serão escolhidos representantes para o II Encontro Estadual de Auxiliares e Técnicos de Enfermagem, que será realizado em Porto Alegre, em maio, como parte da programação da Semana da Enfermagem 2018.
As inscrições são gratuitas e o calendário prevê encontros em nos meses de março nas cidades de Pelotas (16 e 17), Caxias do Sul (23 e 24) e, em abril, no municípios de Passo Fundo (06 e 07), Porto Alegre (13 e 14), Ijuí (20 e 21) e Santa Maria (27 e 28).
As inscrições gratuitas para os Seminários Regionais podem ser feitas através do site. Os certificados de participação também vão poder ser obtidos por este canal. Em todos os encontros os participantes receberão o livreto impresso com o novo Código de Ética da Enfermagem.
Fonte_COFEN

COREN/RJ e Secretaria de Educação firmarão parceria

Com o objetivo de realizar um trabalho conjunto pela melhoria da qualidade do ensino técnico de enfermagem, o Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro - COREN/RJ e a Secretaria de Estado de Educação - SEEDUC assinarão um contrato de parceria na próxima quinta-feira, dia 15/03, às 11h, no Centro de Estudos e Capacitação da Enfermagem Fluminense na Rua da Glória, 190 6º andar. Como ação principal, a parceria mira a regularização dos cursos profissionalizantes de nível médio, que colocam anualmente no mercado milhares de técnicos de enfermagem.
Na ocasião, a presidente do COREN/RJ, enfermeira Ana Lucia Telles Fonseca, e o secretário de educação Wagner Victer divulgarão as etapas do projeto, que abrangerá várias ações, tais como seminários entre os órgãos, para trocas de experiências e finalidades. A parceria incluirá o diálogo aberto e frequente com empresários de educação, diretores, coordenadores de cursos técnicos e de coordenadores de estágios.
“Queremos possibilitar aos alunos dos cursos de enfermagem uma formação digna, para que se tornem profissionais bem preparados e responsáveis na prestação de serviço de saúde à população”, afirmou a presidente do COREN/RJ, Ana Lucia Telles Fonseca.
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segunda-feira, 12 de março de 2018

Atuação nos consultórios de Enfermagem demonstra amplitude da profissão

Embora conhecida, a profissão de enfermeira (o) ainda não é devidamente compreendida em todo seu potencial pela sociedade, sobretudo na realidade da Saúde Pública e Privada no Brasil. A população, em geral, tem uma visão da (o) enfermeira (o) apenas em ambiente hospitalar. Contudo, a categoria tem como atividade privativa, por exemplo, a consulta em enfermagem, que poderá ser realizada em consultórios e/ou clínicas especializadas. Essa modalidade de atendimento, já prevista e autorizada em legislações anteriores, foi regulamentada pela Resolução Cofen 568/2018, no dia 9 de fevereiro deste ano.

Para a enfermeira obstetra Patrícia Azevedo, que possui consultório em Arraial d’Ajuda (715 km de Salvador), a resolução encoraja a categoria e reconhece o trabalho e importância desses profissionais na assistência à saúde. “É uma vitória tanto para o profissional como para o cliente, pois dá segurança jurídica a nossa atuação e credibilidade aos nossos serviços”, comentou.
Patrícia é especialista em parto domiciliar e desde que fundou o consultório em 2014, entendia que precisava agir de forma inovadora. “Nossa profissão sofre com a desvalorização crônica, mas não podemos ficar apenas esperando pelo atendimento das nossas solicitações de melhorias. Se queremos mudança de verdade, precisamos agir em favor dessa transformação”, pontuou a enfermeira que presta atendimento ao público materno-infantil com foco no pré-natal de risco habitual, consulta em aleitamento infantil, do sono e laserterapia aplicada ao pós-parto.
Há 18 anos, a enfermeira Eliene Rios fundou, em Salvador, o primeiro consultório de aleitamento materno do Nordeste e o segundo do Brasil. No início, contou com o apoio de equipe multidisciplinar que acompanha mulheres no ciclo grávido-puerperal. Os encaminhamentos contribuíram com o aumento da clientela. “Acredito que experiência, compromisso e resultados obtidos na promoção do aleitamento materno são fatores preponderantes para a confiança e aceitação do nosso público”, revelou a enfermeira.
Em seu consultório, Eliene presta assistência à puérpera com dificuldades na amamentação, assim como assiste e orienta as mães sobre extração, conservação e uso do leite materno. Ela também orienta e auxilia a amamentação do bebê prematuro e a mãe adotiva no processo de aleitamento do seu filho, treina pais, avós e babás para o cuidado com o bebê, além de realizar consultorias para enfermeiros empreendedores em outras regiões do estado e país.
Valorização – Em 2016, a enfermeira obstetra, Thais Ulian, começou a prestar serviços em seu consultório de enfermagem, na cidade de Arraial d’Ajuda, mas no início não foi fácil. Mesmo atuando em situações importantes como o serviço especializado em tratamento de feridas e curativos diversos, o desconhecimento do público em geral sobre o atendimento do enfermeiro de forma autônoma dificultava a ampliação da clientela.
Para reverter esse quadro, Thais articulou-se com outros profissionais da área de saúde, aproveitando também da localização de seu consultório que fica dentro de um Centro de Saúde onde várias especialidades atendem consultas eletivas. “Apresentei meu trabalho a todos do local e coloquei-me à disposição para encaminhamentos. Fui bem aceita pela maioria dos profissionais, poucos foram os que não me atenderam ou sentiram-se ameaçados”, relatou.
Superados os obstáculos, Thais elencou a flexibilidade de horário, trabalho sem subordinação hierárquica, independência financeira e o reconhecimento profissional como pontos positivos da sua jornada como autônoma e entende que a nova resolução do Cofen contribui ainda mais para a valorização do espaço de atuação do enfermeiro.  “Estaremos sujeitos à fiscalização dos Conselhos, o que irá melhorar a qualidade dos serviços oferecidos, pois deverão ser cumpridas normas burocráticas de adequação de espaço físico, bem como o cumprimento dos limites de atuação, de responsabilidades financeiras, e principalmente éticas”, comentou.
Respaldo técnico e legal – Realizar consulta de enfermagem é um direito do profissional enfermeiro, assegurado pela Lei 7.498/86, art. 11, inciso I, alínea “i”, pelo Decreto 94.406/87, art. 8º, inciso I, alínea “e”, pelo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e normatizada pela Resolução Cofen 358/2009. A Resolução Cofen 568/2018 regulamenta a atuação dos consultórios de Enfermagem. A atuação em consultórios obedece normativos técnicos e éticos vigentes.
O Conselho Regional de Enfermagem da Bahia emitiu três pareceres técnicos, nos últimos quatro anos, sobre o funcionamento e regulamentação dos consultórios de enfermagem.  Os pareceres Coren-BA 009/2014Coren-BA 020/2015 e Coren-BA 21/2015 estão disponíveis online.
Fonte_COFEN

Vamos conversar sobre Saúde Mental?

A campanha começa nesta segunda-feira, 12, com a proposta de falar aos profissionais sobre um tema que aflige atualmente, milhares de pessoas no mundo, e também, milhares de profissionais de diversas áreas, principalmente a área da Saúde, que é a depressão e outras doenças da saúde mental.
A campanha quer dialogar com os profissionais de enfermagem sobre a importância da prevenção desses problemas e dos cuidados que devem ter.  Com a Hashtag #UmGestoDeCuidado, vamos abordar os principais temas da Saúde Mental, e dos transtornos que podem ocorrer com as pessoas. Vamos falar dos cuidados e trocar ideias com os profissionais.
Conhecemos os problemas externos que afligem os nossos profissionais, como a carga de trabalho excessiva, o desrespeito, a falta de uma Lei salarial mais digna, entre outros, e lutamos junto aos governos, federal, estadual e municipal, para mudar essa situação. Em alguns estados já tivemos resultados positivos, mas queremos que o reconhecimento seja em todo o país. Nossos projetos estão esquecidos no Congresso, mas continuamos pressionando e vamos vencer!
Além disso, o trabalho da enfermagem é muito estressante, muito corrido, afinal, trabalhamos com a vida de outras pessoas. Mas e a nossa vida, como estamos cuidando da nossa saúde?
Para a conselheira federal Dorisdaia Humerez, mestre em enfermagem psiquiátrica, a enfermagem por ser uma profissão que lida continuamente por dimensões interpessoais de forma integral, convive com o sofrimento emocional diariamente. “O profissional de enfermagem deve sempre cuidar de sua saúde mental, para garantir melhor qualidade de vida. A campanha que o COFEN inicia, vem em bom momento. Será uma ótima oportunidade para repensar juntos com os profissionais sobre a nossa saúde mental”, enfatizou.
Não podemos deixar que a classe continue adoecendo. Precisamos continuar, sermos fortes e lutarmos para conseguir aprovar todos os projetos que são de extrema importância.  Mas paralelo às nossas reivindicações, precisamos cuidar da saúde. Ter formas de diminuir o estresse, relaxar, cuidar das doenças, das dores.
É sobre tudo isso que a campanha do COFEN vai tratar nos próximos dois meses. O jornalista Neyson Freire, chefe de comunicação do COFEN, solicita a participação de todos os Conselhos Regionais e dos profissionais para compartilharem a Campanha e participar.  Para ele, “a vida das pessoas passa pelas mãos da enfermagem todos os dias e recebem cuidados, atenção, tratamento, e a cura. Mas e a vida do profissional como está? Como estão se cuidando. É preciso cuidar e ser cuidado”

sexta-feira, 9 de março de 2018

CONATENF itinerante visita COREN/TO

A Comissão Nacional de Auxiliares e Técnicos de Enfermagem - CONATENF/COFEN se reuniu no Conselho Regional de Enfermagem de Palmas - COREN/TO com conselheiros, entidades de classe, sindicato e profissionais da categoria para uma ampla discussão da situação das atividades da Enfermagem local.

A conselheira-tesoureira Joicy de Portugal ressaltou a importância desse encontro para o fortalecimento da categoria e fez o convite para estender o encontro para a Semana de Enfermagem 2018.
O diálogo aberto com o nível médio é uma das propostas da atual gestão do COFEN (2015-2018) que, em sua primeira reunião de plenária, em Abril de 2015, aprovou a criação da CONATENF.
Fonte_COFEN

COREN/SE realiza evento para entregar as inscrições remidas

Foi com imensa alegria e satisfação que o Conselho Regional de Enfermagem de Sergipe - COREN/SE, realizou na quarta-feira (7/3), uma confraternização para entregar as inscrições remidas, como forma de homenagear um grupo de profissionais que dedicam há mais de 30 anos sua vida à Enfermagem. Sorrisos e reencontros definiram o evento realizado no auditório do Conselho.
O momento foi pensado para celebrar todo o trabalho desenvolvido por essas profissionais gabaritadas que inspiraram e continuam a influenciar outras gerações a se dedicar a Enfermagem.
De acordo com a resolução COFEN 560/2017, o trabalhador de enfermagem com mais de 30 anos de inscrição no sistema COFEN/COREN poderá requerer a Inscrição Remida, podendo continuar no exercício legal da profissão, porém, isento do pagamento das anuidades.

Trinta anos equivale a 360 meses e 10.950 dias. Esse foi o tempo dedicado por estas profissionais a cuidar do próximo. Pouquíssimas optaram pela aposentadoria, a maioria continua na ativa, nas diversas formas de atuação, ou seja, na docência, gestão e assistência.
Estiveram presentes os conselheiros: Diego Rafael, Clarice Mandarino, Ana Angélica Ribeiro, Cláudia Dória, Camila de Oliveira, José Cícero de Alcântara, Carlos Eduardo Gomes, Tânia Maria dos Santos, Taciane Alves. Representantes do SEESE marcaram presença e parabenizaram o evento.
Fonte_COFEN

quinta-feira, 8 de março de 2018

Hoje eh Dia..


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Fórum de Enfermagem e Carmen Zanotto propõem audiência sobre PL do Piso

O Fórum Nacional de Enfermagem e a deputada federal Carmen Zanotto (PPS-SC), relatora do PL do Piso Salarial , vão propor um Audiência Pública na Câmara dos Deputados para debater e construir consensos sobre o projeto de lei que estabelece um piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos e auxiliares de Enfermagem.

A reunião entre o Fórum Nacional de Enfermagem e a deputada Carmen Zanotto debateu, nesta quinta-feira (7/3), estratégias para ampliar a mobilização social e construir consensos sobre do PL 459/2015, que tramita na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.  É necessário trazer para a discussão o governo, as entidades patronais e os parlamentares, na avaliação do fórum e do gabinete da deputada.
“Estamos em um momento que o serviço de Enfermagem está em foco mundial, com ampla repercussão midiática da importância da profissão, destacada pelo papa Francisco e por campanhas como a “Enfermagem Agora”, da Organização Mundial de Saúde, apadrinhada por Kate Middleton e apoiada pelo Cofen. Buscamos entendimentos para uma valorização da profissão, que inclui uma remuneração condizente com as responsabilidades e qualificações”, afirma o conselheiro federal Luciano da Silva, representante do Cofen no Fórum.
Fórum Nacional de Enfermagem –  Criado em torno da luta pela jornada de 30h, o fórum é composto pelas entidades representativas da Enfermagem brasileira, incluindo o Cofen, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Associação Brasileira de Enfermagem – ABEn, Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS), Associação Nacional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem (ANATEN) e Executiva Nacional dos Estudantes de Enfermagem (ENEEnf). O Cofen assumiu, em 2017, a coordenação do Fórum Nacional de Enfermagem, que articula a mobilização em favor de pautas relacionadas à valorização profissional.
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Estomaterapia brasileira recebe prêmio internacional

A Estomaterapia brasileira é mais uma vez reconhecida em premiação internacional. Os prêmios do Journal of Wound Care foram entregues na última sexta-feira (2/3), em Londres. Os vencedores foram escolhidos por um uma comissão de especialistas internacionais, representando a diversidade de disciplinas e organizações que compõem o setor.
A diretora de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Estomaterapia, Vera Lúcia Gouveia, recebeu o segundo lugar na categoria “Profissional de Educação”. “Trata-se de um reconhecimento duplo, não só à Estomaterapia brasileira, reforçando nosso país em destaque no mapa da especialidade, como também ao crescimento da área no cenário da Saúde”, avalia Vera.
A estomaterapeuta Suzana Aron, da Universidade Federal de São Paulo, ficou com o terceiro lugar na categoria “The Cost-effective Wound Management Award”. “Esta é uma conquista fantástica e reconhece a qualidade e a natureza inovadora do trabalho que podemos fazer no Brasil, isso será de fato um incentivo às publicações por parte de nossos colegas”, ressalta Suzana.
A enfermeira brasileira Idevania Costa, que hoje atua no Canadá, também teve seu trabalho reconhecido na premiação, com o segundo lugar na categoria “The best diabetic foot intervention Award”.
Marco Normativ0 – Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) publicou resolução que amplia a atuação da equipe de Enfermagem no tratamento de feridas. A Resolução 567/2018 já está em vigor, revogando a Resolução Cofen 501/2015 e todas as disposições em contrário.
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quarta-feira, 7 de março de 2018

Comissão científica do 21º CBCENF inicia agenda 2018

Os novos integrantes da Comissão Científica do 21º CBCENF (Congresso Brasileiro dos Conselheiros de Enfermagem) estão reunidos nesta semana na sede do Cofen. A equipe agora conta com representação de São Paulo, cidade sede do congresso em 2018.

Os integrantes da nova comissão são: Dorisdaia Carvalho de Humerez, Betânia Maria Pereira dos Santos, Elisabete Pimenta Araújo Paz, Joel Rolim Mancia, Paulina Kurcgant, Renata Andréa Pietro Pereira Viana, Valdelize Elvas Pinheiro e o coordenador, Leocarlos Cartaxo Moreira.
A reunião debateu o conteúdo do regimento interno, tema central e eixos éticos.
“A comissão tem expectativas positivas para realização do evento e terá reuniões frequentes para definir a programação”, afirmou o coordenador, conselheiro Leocarlos Cartaxo.
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CONATENF Itinerante visita COREN/ES

Os integrantes da Comissão Nacional de Técnicos e Auxiliares de Enfermagem - CONATENF, Rosangela Fernandes Alves França, José Antonio da Costa e Geraldo Izidoro de Santana se reuniram com profissionais de nível médio do Espírito Santo, na tarde dessa terça-feira (6/3), na sede do COREN/ES, em Vitória. Pela manhã, a Comissão foi recebida pela diretoria do Conselho.

No encontro com os profissionais, a Comissão destacou as conquistas obtidas durante os três anos de atuação no sistema COFEN/COREN's, e também abordou assuntos como ensino a distância, ética e valorização da enfermagem.
Rosangela França, coordenadora da CONATENF, disse que, por iniciativa da Comissão, no Distrito Federal e em estados como Rio de Janeiro e São Paulo, foi aprovada a Lei do Descanso Digno, que visa à instalação espaços adequados para que os profissionais de enfermagem possam repousar durante os plantões.
Outra conquista apontada foi um parecer normativo do COFEN, que autoriza os técnicos e auxiliares de enfermagem a realizarem o teste rápido de sífilis e HIV.
“A existência da CONATENF, por si só, já é um avanço significativo para os auxiliares e técnicos de enfermagem de todo o Brasil. E a partir dela, ampliamos nosso espaço no Sistema COFEN/COREN's. Mas cito ainda outra conquista, que é a garantia de um profissional de nível médio na diretoria dos Regionais, como tesoureiro”, completou Rosangela.
O técnico de enfermagem Basílio Neves, que é vereador da Serra, Região Metropolitana de Vitória, considerou proveitoso o encontro e disse que ações como essa fortalecem a categoria e incentivam a união dos profissionais. “E essa união é fundamental para a nossa caminhada em busca de melhorias para a enfermagem”, frisou Basílio.
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