sábado, 9 de janeiro de 2021

Coletiva sobre a vacina do Butantan

 


Neste sábado, 09, às 15h30, o Drº Dimas Covas, diretor do Instituto o Butantan, estará no Claretiano - Centro Universitário de Batatais para explicar aos jornalistas e meios de comunicação em geral a eficácia da vacina CoronaVac.

A coletiva de imprensa será transmitida pelo Claretiano – TV, nosso canal no Youtube e você pode assistir no conforto da sua casa, CLIQUE AQUI para acessar.

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Fonte_CLARETIANO



sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

FIOCRUZ solicita registro de uso emergencial da vacina Oxford/AstraZeneca na ANVISA

 


A Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz entregou nesta sexta-feira (8) à Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa o pedido de uso emergencial da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca e pela Universidade de Oxford. O pedido vale para 2 milhões de doses, que devem ser importadas do laboratório Serum, sediado na Índia.

Fonte_G1

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Vacinação OK

 


O Instituto Butantan confirmou na noite desta quinta-feira (7) que assinou um contrato com o Ministério da Saúde para a aquisição de doses da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com a instituição.

Fonte_G1

GazetadoCerrado

COFEN


Consórcio de Jornais Brasileiros

 


O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quinta-feira (7).

O país registrou 1.120 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 200.163 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 741. A variação foi de +7% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 7.930.943 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 56.404 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 36.452 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -10% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade também nos diagnósticos - após 8 dias seguidos em queda.

Dez estados e o Distrito Federal apresentaram alta na média móvel de mortes: RJ, DF, GO, AM, RO, RR, TO, CE, PB, PI e SE.

O estado do Paraná não divulgou novos dados de casos e mortes pela doença até as 20h desta quinta.

Brasil, 7 de janeiro

Total de mortes: 200.163

Registro de mortes em 24 horas: 1.120

Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 741 (variação em 14 dias: +7%)

Total de casos confirmados: 7.930.943

Registro de casos confirmados em 24 horas: 56.404

Média de novos casos nos últimos 7 dias: 36.452 por dia (variação em 14 dias: -10%)

(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 197.956 óbitos e 7.825.616 casos confirmados, e outro extraordinariamente às 17h29, com 200.011 óbitos e 7.921.803 casos confirmados.)

Estados

Subindo (10 estados + DF): RJ, DF, GO, AM, RO, RR, TO, CE, PB, PI e SE

Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (12 estados): RS, ES, SP, MS, MT, AC, AP, PA, AL, BA, MA e RN

Em queda (3 estados): SC, MG e PE

Não atualizou (1 estado): PR

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Fonte_G1



A Secretaria de Estado de Saúde do Acre - Sesacre, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde - DVS, registra 100 casos de infecção por coronavírus nesta quinta-feira, 7, sendo 99 exames de RT-PCR e 1 teste rápido. Assim, o número de infectados subiu de 42.378 para 42.478 nas últimas 24 horas.

O Acre, até o momento, registra 120.546 notificações de contaminação pela doença, sendo que 76.975 casos foram descartados. Atualmente, 1.093 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre - Lacen ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 37.712 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 116 pessoas seguem internadas.

Óbitos foram registradas nesta quinta-feira, 7, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 821 em todo o estado.

Fonte_agencia.ac

BUTANTAN solicita registro para uso emergencial da CoronaVac na ANVISA

 


O Instituto Butantan anunciou hoje (7/1) o pedido para registro emergencial da vacina Coronavac. Segundo o instituto, os resultados da fase 3 dos testes mostraram eficácia de 78% contra a covid-19 e de 100% na prevenção de casos graves e moderados de doença.

Após formalização do pedido, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa tem o prazo de 10 dias para decidir sobre autorização. O uso emergencial permite que a vacina seja administrada em grupos específicos, como parte de um programa institucional de governo.

Fonte_COFEN

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Briga ao entorno das Vacinas! vamos compreender

 


A principal aposta do governo para a vacinação contra a covid-19 envolve o imunizante criado pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca, que tem o potencial de imunizar 130 milhões de pessoas no Brasil até o fim de 2021. Mas essa vacina ainda não concluiu seus testes clínicos e tampouco foi aprovada pela Anvisa.

Por isso, o governo federal tem sido pressionado a ampliar sua cartela de opções de vacina, incluindo a da Pfizer/BioNTech e a da Sinovac, que será produzida em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo, mas também não concluiu a fase de estudos clínicos.

Cada uma dessas opções tem um obstáculo aos olhos do governo. A Sinovac tem um forte componente político, já que tem sido apresentada como um trunfo de João Doria, governador paulista e desafeto de Bolsonaro. Doria anunciou que a vacinação começará no Estado em 25 de janeiro de 2021, mesmo sem os testes e o processo de aprovação pela Anvisa concluídos.

Por outro lado, o imunizante da Pfizer/BioNTech tem o desafio logístico envolvido. Como as doses precisam ser armazenadas abaixo de -70 °C, uma temperatura que demanda equipamentos especiais, essa exigência pode dificultar o transporte e a chegada das doses a regiões mais afastadas e com pouca infraestrutura.

Segundo Arnaldo Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, o Brasil pretende priorizar os imunizantes que se adequem à infraestrutura das salas de vacinação espalhadas pelo país.

Mas reiterou que o governo não descartou nenhuma vacina até agora. "É extremamente importante avisarmos a população brasileira que o Ministério da Saúde, através do Programa Nacional de Imunizações, não descarta nenhuma vacina. O que nós queremos é uma vacina que seja registrada na Anvisa e que mostre eficácia e segurança necessárias".

A princípio, o governo federal planeja iniciar o programa nacional de imunização contra a covid-19 em março, mas governadores e prefeitos têm pressionado pelo início da estratégia logo que um imunizante seja aprovado pela Anvisa.

Há outras candidatas a vacina em vias de concluírem os estudos e iniciarem o processo de aprovação no Brasil, como a Sputnik V, a da Johnson & Johnson e da Moderna. Mas nem elas, nem Pfizer/BioNTech, AstraZeneca/Oxford ou Sinovac, chegaram a esse ponto ainda.

Fonte_BBC

COREN/PR alerta para falta de enfermeiros no combate à COVID

 


O Conselho Regional de Enfermagem do Paraná - COREN/PR emitiu um alerta para o alcance da capacidade operacional máxima do sistema de saúde paranaense. De acordo com o COREN/PR, o aumento no número de casos de coronavírus está levando os profissionais de saúde à exaustão física e emocional, em especial a enfermagem, que está 24 horas ao lado dos pacientes.

O Conselho afirma ainda que espaços assistenciais estão sendo ampliados e adequados, e o número de profissionais de enfermagem em condições de atuar no enfrentamento da pandemia é insuficiente. Para evitar o colapso, o COREN/PR pede o apoio de toda a sociedade para que intensifique as medidas preventivas e respeite o distanciamento social.

Profissionais – O COREN/PR conta hoje com 26.753 enfermeiros, 58.049 técnicos e 22.507 auxiliares inscritos. De acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde - SESA, nesta quarta-feira (2) havia 17.850 casos de profissionais de enfermagem notificados com a Covid-19 e 39 óbitos relacionados a doença.

sábado, 2 de janeiro de 2021

Consórcio de Jornais, Brasil, Acre, CZS

 


O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 13h deste sábado (2).

Desde o último balanço, às 20h de sexta-feira (1º), oito estados atualizaram seus dados: GO, MG, MS, PE, RN, RO, RS e TO.

Mortes: 195.511

Casos: 7.703.916

O país registrou 465 mortes pela Covid-19 nas 24 horas anteriores ao último balanço, às 20h de sexta, chegando ao total de 195.441 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 704 - mantendo-se acima da casa de 700 pelo segundo dia seguido. A variação foi de -6% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.

Após três dias seguidos registrando mais de mil novos óbitos, o número mais baixo registrado na sexta-feira pode ser reflexo de esquemas de plantão adotados localmente nos órgão responsáveis pelos registros.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 7.698.862 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 23.081 desses confirmados nas 24 horas anteriores ao balanço das 20h de sexta. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 35.891 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -24% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de queda nos diagnósticos.

Sete estados apresentaram alta na média móvel de mortes: MS, MT, AC, AM, PA, AL e SE.

A secretaria do estado de Rondônia não divulgou novos dados até as 20h desta sexta.

Brasil, 1º de janeiro

Total de mortes: 195.441

Registro de mortes em 24 horas: 465

Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 704 (variação em 14 dias: -6%)

Total de casos confirmados: 7.698.862

Registro de casos confirmados em 24 horas: 23.081

Média de novos casos nos últimos 7 dias: 35.891 por dia (variação em 14 dias: -24%)

Estados

Subindo (7 estados): MS, MT, AC, AM, PA, AL e SE

Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (12 estados e o DF): RS, SC, ES, MG, RJ, SP, DF, AP, BA, MA, PB, PI e RN

Em queda (6 estados): PR, GO, RR, TO, CE e PE

Não divulgou (1 estado): RO

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Fonte_Consórcio de Jornais



A Secretaria de Estado de Saúde do Acre - SESACRE, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde - DVS, registra 252 casos de infecção por coronavírus neste sábado, 2, sendo todos resultados de exames RT-PCR. Assim, o número de infectados subiu de 41.689 para 41.941 nas últimas 24 horas.

O Acre, até o momento, registra 118.078 notificações de contaminação pela doença, sendo que 75.798 casos foram descartados. Atualmente, 339 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 33.693 pessoasreceberam alta médica da doença, enquanto 131 pessoas seguem internadas.

Óbitos registradas neste sábado, dia 2, número oficial de mortes por Covid-19 suba para 798 em todo o estado.

Fonte_Agência do Acre





quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Comissão Nacional de Técnicos e Auxiliares de Enfermagem - CONATENF/COFEN

 


O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN aprovou, no dia 24[4]2015, a criação da Comissão Nacional de Técnicos e Auxiliares de Enfermagem – CONATENF, que atuará como porta-voz do nível médio no COFEN. A nova comissão objetiva a melhoria da interlocução com os profissionais de nível médio, uma das propostas da nova gestão [2015/2018], aprovada já em sua primeira Reunião Ordinária de Plenária - ROP. A CONATENF contará com 5 membros titulares e 5 membros suplentes.

Para 2021, tem novidades..

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Réveillon OnLine

 



Bem-vindos, 2021! Que o novo ano comece sendo abençoado por Deus e que nossos passos e decisões sejam guiados e protegidos por ELE.

Que tudo seja diferente do ano que findou.

Ano Novo, renove novos sonhos, renovações de fé e muita paz para o nosso cotidiano.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Homenagem

 


Amigos e colegas de trabalho da técnica em enfermagem Gilnara Souza de Brito, de 28 anos, que morreu no sábado (26) vítima da Covid-19 após quase um mês internada no Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre - INTO/AC, fizeram uma homenagem para ela na tarde de domingo (27) no Lago do Amor, em Rio Branco.

Fonte_G1AC

30 países iniciaram vacinação contra COVID

 


Cerca de 31 países já começaram a vacinar suas populações contra o novo coronavírus. Uma Europa marcada por um aumento das medidas restritivas nos últimos dias e que começa a ver uma nova variante do coronavírus se espalhar sobre seu território começou a imunização de profissionais de saúde e idosos neste domingo (27). A aplicação das primeiras doses de imunizantes no Chile, México e Costa Rica na última semana trouxeram esperança a uma América Latina castigada pela pandemia. A Argentina anunciou que começará a imunizar sua população na terça-feira (29), enquanto no Brasil ― referência mundial com seu Plano Nacional de Imunizações ―, o início da vacinação contra a covid-19 ainda é uma incógnita.

Marcado por uma batalha política entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador João Dória na corrida por uma vacina, o Brasil centrou esforços na vacina da AstraZeneca e patinou no desenho da estratégia nacional, correndo o risco ainda de campanhas desarticuladas no país. São Paulo diz que começará sua imunização no dia 25 de janeiro com a vacina do laboratório chinês Sinovac, independentemente do Governo Federal, que estima que a vacinação no país será possível em meados de fevereiro, a depender da aprovação de imunizantes pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Enquanto isso, o mundo se movimenta para vacinar a maior fatia possível de suas populações rapidamente. O Reino Unido foi o primeiro país do ocidente a aplicar vacinas contra o coronavírus. Depois, Estados Unidos e Canadá também começaram suas estratégias em busca da proteção coletiva contra o vírus. Neste domingo, foi a vez de a União Europeia iniciar uma campanha articulada em vários países, que estrearam suas campanhas com prioridade para imunizar idosos e profissionais de saúde. Leia, na íntegra, reportagem do El País, quais países que já começaram a vacinação contra a covid-19.

Fonte_COFEN

domingo, 27 de dezembro de 2020

Movimento Ativista da Enfermagem

 


Movimento Ativista da Enfermagem - MAE é um movimento político brasileiro da Enfermagem que defende Bandeiras de Luta Legislativa, ativo desde 2018.

Em seu manifesto, cita três objetivos: "Protagonismo político da Enfermagem, Politicas Publicas relacionada a Saúde do Seguimento Usuário e Trabalhador, Diretrizes Ideológicas".

De acordo com a Página Mais Enfermagem, o grupo é composto por aderentes das lutas de classe e foi fundado "para promover respostas para Classe da Enfermagem composta por Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos de Enfermagem, após as eleições foi reunido um grupo de profissionais de Enfermagem que aceitaram o desafio de vir candidato as eleições de 2018, preocupado com a falta de referência política da profissão entendem que a saída é unir forças".

Apesar de sua aparência, a ação do movimento é eminentemente politizar profissionais de Enfermagem, organizando para os interesses coletivos aspecto que vem sendo repetidamente notado.

O movimento está posicionado à Centro do espectro político.

Somente com a politização da Enfermagem que teremos ferramentas para ascensão profissional.

Nossa meta é mostrar para sociedade que transpomos de atividade serviçal para protagonista humanitário.

Não só os médicos devem ocupar grandes cargos e a situação política do país, a ENFERMAGEM agora será um exército em número, e representatividade, conscientização política é a ferramenta que fará esse elo entre legislativo e a sociedade.

Respeitosamente...

JEFFERSON CAPRONI e MILTON GOMES







sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Natal OnLine

 


Chegamos ao final do ano, mas não da pandemia.

Neste momento de reflexão, parabenizamos os profissionais de Enfermagem pelo compromisso com a vida, por seguir enfrentando seus medos, com coragem e dedicação, evitando o colapso sanitário.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Funcionamento dos setores e das atividades comerciais no Estado do Acre, final do ano!

 


O Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, publicou no Diário Oficial desta segunda-feira, 21, novidades em relação à autorização para funcionamento dos setores e das atividades comerciais nos próximos dias.

A justificativa do Comitê é que nas semanas epidemiológicas 49 e 50, observou-se um aumento de positividade relacionada ao exame RT-PCR, passando para um patamar de 28% e 44%, respectivamente, o que indica aumento da cadeia de transmissão por Sars-Covid nas últimas semanas. Afirma ainda que no mês de dezembro, a taxa de ocupação de leitos clínicos no INTO, unidade de tratamento de referência para Sars-Covid 19, passou para 80,5% de ocupação, sendo que, em relação aos leitos de UTI, a taxa de ocupação atingiu 70,5%. O decreto lembra também que na rede assistencial privada, no mês de dezembro, os leitos clínicos e de UTI se esgotaram, sendo os pacientes encaminhados para a rede pública.

Diante deste aumento considerável de casos e ainda sem uma data específica para a chegada e início de uma campanha de vacinação contra a Covid-19, o Comitê decidiu que até o dia 1º de janeiro de 2021, as atividades de bares, restaurantes, lanchonetes, barracas, casas noturnas, boates e similares e confraternizações de qualquer natureza em clubes, condomínios (nos espaços comuns e salões de festas), espaços públicos, hotéis, além de shows musicais e pirotécnicos, em ambientes abertos ou fechados, com ou sem a cobrança de ingressos, estarão limitadas a 30% da capacidade de ocupação do local, limitado até 100 (cem) pessoas, independentemente das próximas reclassificações que houver no período.

Em seu artigo, o Comitê determina que todas as atividades elencadas acima estão vedadas a partir das 18h do dia 24 de dezembro até às 11h do dia 25 de dezembro, bem como de 18h do dia 31 de dezembro até às 11h do dia 1º de janeiro de 2021.

Confira a publicação no Diário Oficial do Acre



sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

STF confirma legalidade da vacinação contra COVID

 


Por dez votos a um, o Supremo Tribunal Federal - STF confirmou, nesta quinta-feira (17), a legalidade da vacinação obrigatória contra a covid-19 no Brasil, em uma vitória da Saúde Coletiva. Não haverá condução coercitiva nem uso da força para vacinar a população, mas poderão ser impostas restrições a quem recusar-se a vacinar. A vacinação já é exigida para acesso a creches e como contrapartida para o Bolsa Família.

A decisão é considerada uma derrota para o presidente Jair Bolsonaro, que diversas vezes atacou a vacinação obrigatória e chegou a anunciar Medida Provisória exigindo da população termo de consentimento para ser vacinado em caráter emergencial, mas foi desautorizado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

Os ex-ministros da Saúde vivos, inclusive os que integraram o governo atual, publicaram artigo cobrando ampla vacinação e criticando a condução “desastrada e ineficiente” do tema, que coloca em risco o acúmulo de competências brasileiras na vacinação. O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN também cobrou, em nota, medidas enérgicas e imediatas para a aquisição de vacinas, com base em critérios técnicos. Na Europa e nos Estados Unidos, a vacinação já começou.

Ontem, o ministro da Saúde anunciou que o presidente não irá participar de campanhas de vacinação, como vem ocorrendo ativamente em outros países.

Fonte_COFEN

 

FARMACE vai recolher lotes de Dipirona Monoidratada

 


A empresa Farmace Indústria Químico-Farmacêutica Cearense Ltda divulgou um comunicado informando que os lotes DS19D127 e DS19E225 do medicamento Dipirona Monoidratada serão recolhidos do mercado por inconsistência no processo de avaliação de 99 unidades do lote DS19D127 e 176 unidades do lote DS19E225.

A empresa solicitou que as distribuidoras, prefeituras/ secretarias de Saúde, clínicas, Unidades de Pronto Atendimento - UPAs e hospitais que possuam as unidades destes lotes, os devolvam para o local de aquisição ou entrem em contato através do número 0800 280 2828.

Fonte_COFEN

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Boletim Informativo COFEN Dezembro/2020

 


53ª edição – 12/2020

Chegamos ao final do ano, mas não da pandemia. Neste momento de reflexão, parabenizamos os profissionais de Enfermagem pelo compromisso com a vida, por seguir enfrentando seus medos, com coragem e dedicação, evitando o colapso sanitário. Que nossas celebrações sejam pequenas, repletas de amor e cuidado. Que a tecnologia esteja a nosso favor, aproximando as famílias.

Acompanhe, nesta edição, a situação da vacina contra a covid-19, a consulta pública sobre atuação de enfermeiros em pilates, premiação dos programas inovadores desenvolvidos no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS e muito mais.




Politização das vacinas contra a covid-19 coloca em risco os brasileiros

O Conselho Federal de Enfermagem divulgou nota cobrando medidas enérgicas e imediatas para a aquisição de vacinas, com base em critérios técnicos. A atitude hesitante e muitas vezes hostil à ciência, flertando com o negacionismo frente à pandemia, vem contribuindo para uma redução da confiança da população brasileira nas vacinas, situação grave que pode trazer repercussões a longo prazo.

A nota destaca que o Brasil é uma das poucas nações em desenvolvimento com base produtiva e tecnológica para a produção de imunobiológicos e vacinas, contando com centros de excelência como o Instituto Bio-Manguinhos, da Fiocruz, e o Instituto Butantan, ambos diretamente envolvidos nos esforços globais para desenvolvimento de vacinas contra a covid-19. Saiba mais.



Conselho Federal de Enfermagem publica edital das eleições 2021

O Conselho Federal de Enfermagem publicou no Diário Oficial da União e em jornais de grande circulação, o edital das eleições para compor o novo Plenário do Cofen. O pleito vai ocorrer em 24 de fevereiro, no edifício-sede do Cofen, em Brasília. As inscrições de chapas podem ser protocoladas até dia 21 de dezembro, das 9h às 16h. Saiba mais.

Cofen e OPAS destacam 16 experiências inovadoras em Enfermagem no SUS

O Cofen e a Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil (OPAS) reconhecem como inovadoras 16 experiências desenvolvidas por trabalhadores da Enfermagem no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Conheça as práticas selecionadas pelo Laboratório de Inovação em Enfermagem, que estão aperfeiçoando a assistência de Enfermagem e sua resolutividade. Saiba mais.

Novas gestões assumem os Conselhos Regionais de Enfermagem

O Conselho Federal de Enfermagem realizou a Assembleia de Presidentes do Sistema Cofen/Conselhos Regionais, com a participação das gestões eleitas dos Conselhos Regionais. A reunião discutiu o julgamento de processos éticos e marca a transição de novas gestões nos Conselhos Regionais de Enfermagem. Saiba mais.

Sede do Cofen recebe oficialmente o nome do enfermeiro Ronaldo Beserra

O presidente do Cofen descerrou, durante a Assembleia de Presidentes dos Conselhos de Enfermagem, placa oficializando a homenagem ao enfermeiro Ronaldo Miguel Beserra, conselheiro federal morto pela pandemia de covid-19. “O conselheiro Ronaldo é um símbolo da luta da Enfermagem, que vem enfrentando com muita coragem está pandemia. Ele representa cada enfermeiro, técnico e auxiliar de Enfermagem mortos nesta pandemia”, afirmou a vice-presidente, Nádia Ramalho. Saiba mais.

Cofen realiza consulta pública sobre atuação de enfermeiros em pilates

Está aberta, até 25 de dezembro, consulta pública sobre a minuta de resolução que normatiza a atuação de enfermeiros especialistas na área de Pilates. A normativa determina que para atuar com a reabilitação de pacientes ou instrutor de Pilates, o enfermeiro graduado realize formação mínima de pós-graduação lato sensu (especialização). Saiba mais.

Cofen renova contrato com MPT para fiscalização de estágios

O Conselho Federal de Enfermagem e o Ministério Público do Trabalho renovaram o acordo de cooperação técnica para fiscalização dos estágios nas instituições. Desde 2018, as instituições trabalham em conjunto para fiscalizar as irregularidades nos estágios. Saiba mais.

Inovações em Enfermagem no SUS recebem prêmio do Cofen e da OPAS

O Laboratório de Inovação em Enfermagem, projeto de cooperação técnica da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) e do Cofen, premiou 16 programas inovadores desenvolvidos no Sistema Único de Saúde (SUS). Respeitando as diretrizes de isolamento social, e com transmissão ao vivo pela internet, a cerimônia contou com a presença do Conass, Conasems, Ministério da Saúde, Ministério da Educação e da Aben. Saiba mais.



Cofen apresenta representação criminal contra Danilo Gentili

O Conselho Federal de Enfermagem abriu representação criminal contra o apresentador Danilo Gentili por postagem ofensiva à dignidade sexual das profissionais de Enfermagem e apologia ao assédio, realizada no twitter. Além da representação criminal do Cofen, o apresentador está sujeito a ações individuais por danos morais, na esfera cível, que podem ser movidas individualmente por profissionais ofendidas. Saiba mais.

Enfermeira luta para não perder guarda do filho por atuar na linha de frente

Decisão liminar concedeu a guarda de uma criança de 7 anos ao pai, sob argumento de que a profissão da mãe, enfermeira, representaria um risco à saúde de seu próprio filho na pandemia. O caso está sendo acompanhado pelo Coren-MT e Cofen, que já emitiu nota destacando “a competência dos profissionais de enfermagem para atuar de forma segura para si e para as pessoas que convivem com eles”. Saiba mais.


Cofen alerta sobre risco de retrocesso na Política de Saúde Mental

O Cofen defendeu, em nota pública, o legado da Reforma Sanitária, frente às discussões sobre revogação de portarias referentes à Política Nacional de Saúde Mental. O modelo de cuidado em saúde mental, pautado na liberdade, inclusão social, respeito e autonomia das pessoas com transtornos mentais/sofrimento mental, precisa ser preservado. As políticas públicas devem ser pautadas em evidências e na ampla participação social. Saiba mais.

Ex-ministros da Saúde se unem em defesa da “Vacina para todos já!”

Artigo publicado por ex-ministros da Saúde critica condução “desastrada e ineficiente” e cobra ampla vacinação. Segundo o documento, o Brasil necessita de um plano sólido, abrangente, que contemple todas as vacinas que consigam registro na Anvisa, sem qualquer tipo de discriminação. E que permita, ao longo do ano de 2021, garantir a vacinação para toda a população brasileira. Saiba mais.

Brasil optou por cobertura mínima na aliança global de vacinas contra covid-19

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) divulgou nota cobrando “agilidade e presteza” na compra de vacina contra a covid-19 e na elaboração de um plano nacional de vacinação. Segundo o documento, não é razoável que algumas cidades e estados tenham que lançar mão de estratégias locais de aquisição de vacinas para proteger a população porque o governo federal procrastinou assunto tão importante. Saiba mais.


quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

COREN/AC OnLine


 

Em virtude de todo o ano de 2020, o COREN/AC adotou todas as medidas preconizadas pelos órgãos oficiais de saúde e pelo COFEN, para garantir a segurança dos inscritos, evitando aglomerações e também deslocamentos desnecessários até suas unidades. Para proteção e comodidade dos profissionais de enfermagem, os serviços administrativos passaram a ser oferecidos online.

Serviço Online

Acordos, anuidade do ano vigente, emissão de certidões, atualização de dados cadastrais e solicitação de cancelamento da inscrição




domingo, 13 de dezembro de 2020

InSUStentável

 


O Brasil é um dos epicentros globais da pandemia de covid-19. Superamos o triste marco de 181 mil mortes por covid-19. Cada morte é uma perda inestimável. É o luto e a dor de uma família. Perdemos mais de mil trabalhadores da saúde, dos quais 469 são profissionais de Enfermagem, que seguem enfrentando seus medos, na linha de frente do combate ao coronavírus.

A vida não pode esperar. A politização da vacina coloca em risco os brasileiros. É o momento de unirmos esforços para a aquisição e aplicação de todas as vacinas com segurança e eficácia comprovadas, com aprovação ágil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA.

Um novo avanço da pandemia já é realidade, triste e preocupante, em todo território nacional, sem que jamais tenha sido alcançado o controle das transmissões. Causa estranheza e preocupação ao Conselho Federal de Enfermagem - COFEN a divulgação, pelo Ministério da Saúde, de um plano de vacinação vago e impreciso, à revelia dos próprios cientistas que participaram da formulação.

É incompreensível a opção brasileira pela cobertura mínima na aliança global de vacinas contra a covid-19. Enquanto a vacinação tem início em países como o Reino Unido, o Ministério da Saúde anuncia para março o primeiro lote de vacina, de apenas 200 mil doses. É insuficiente para imunizar sequer 10% dos 2,3 milhões de profissionais de Enfermagem registrados no Brasil, sem falar nos milhões de brasileiros que integram grupo prioritários, como profissionais de Saúde, idosos, imunodeprimidos, população indígena, entre outros. Faltam seringas, vacinas, insumos básicos para a aplicação, sem que o governo federal pareça dar-se conta de sua responsabilidade institucional, política e social.

O Brasil é referência mundial em vacinação, pela abrangência do seu programa de imunizações, capaz de garantir ampla cobertura vacinal, controlar epidemias e contribuir para a erradicação global de doenças. A atitude hesitante e muitas vezes hostil à ciência, flertando com o negacionismo frente à pandemia, vem contribuindo para uma redução da confiança da população brasileira nas vacinas, situação grave que pode trazer repercussões a longo prazo. Pela primeira vez no século, o Brasil não atinge meta para nenhuma das principais vacinas infantis.

Somos uma das poucas nações em desenvolvimento com base produtiva e tecnológica para a produção de imunobiológicos e vacinas, contando com centros de excelência como o Instituto Bio-Manguinhos, da Fiocruz, e o Instituto Butantan, ambos diretamente envolvidos nos esforços globais para desenvolvimento de vacinas contra a covid-19. Ataques à Fiocruz e ao Instituto Butantan são um ataque à nação brasileira, à ciência e ao compromisso solidário que fundamenta o nosso Sistema Único de Saúde (SUS).

Urgimos o governo federal a tomar medidas enérgicas e imediatas para a aquisição de vacinas, com base em critérios técnicos e não políticos, e para a aquisição de seringas, agulhas, refrigeração e toda a logística necessária para assegurar que a vacinação chegue o quanto antes aos brasileiros, iniciando com os grupos prioritários, sujeitos a maior risco e exposição. 

Conselho Federal de Enfermagem

Fonte_COFEN

sábado, 12 de dezembro de 2020

Plano Nacional de Vacinação contra a COVID/19

 


O governo federal entregou neste sábado (12), ao Supremo Tribunal Federal (STF), o Plano Nacional de Imunização contra a covid-19. O documento foi entregue pelo advogado-geral da União, José Levi, ao ministro Ricardo Lewandovski, relator das ações que tratam da obrigatoriedade da vacina e outras medidas de combate à pandemia.

Batizado de Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, o documento foi elaborado pelo Ministério da Saúde, possui 93 páginas e está dividido em dez eixos, que incluem descrições sobre a população-alvo para a vacinação, as vacinas já adquiridas pelo governo e as que estão em processo de pesquisa, a operacionalização da imunização, o esquema logístico de distribuição das vacinas pelo país e as estratégias de comunicação para uma campanha nacional. O documento não indica data para início da vacinação.  

Vacinas

Segundo o plano, o governo federal já garantiu 300 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 por meio de três acordos:

- Fiocruz/AstraZeneca - 100,4 milhões de doses até julho/2020 + 30 milhões de doses/mês no segundo semestre;

- Covax Facility - 42,5 milhões de doses;

- Pfizer - 70 milhões de doses (em negociação);

Até agora, nenhum imunizante está registrado e licenciado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, etapa prévia obrigatória para que a vacinação possa ser realizada. 

"De acordo com o panorama da OMS - Organização Mundial da Saúde, atualizado em 10 de dezembro de 2020, existem 52 vacinas covid-19 candidatas em fase de pesquisa clínica e 162 candidatas em fase pré-clínica de pesquisa. Das vacinas candidatas em estudos clínicos, há 13 em ensaios clínicos fase 3 para avaliação de eficácia e segurança, a última etapa antes da aprovação pelas agências reguladoras e posterior imunização da população. No Brasil, o registro e licenciamento de vacinas é atribuição da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pautados na Lei nº 6.360/1976 e regulamentos técnicos como a RDC nº 55/2010", diz um trecho do plano. 


Grupos prioritários

O Plano Nacional de Vacinação contra a covid-19, apresentado pelo governo, prevê quatro grupos prioritários que somam 50 milhões de pessoas, o que vai demandar 108,3 milhões de doses de vacina, já incluindo 5% de perdas, uma vez que cada pessoa deve tomar duas doses em um intervalo de 14 dias entre a primeira e a segunda injeção. 

O primeiro grupo prioritário, a ser vacinado na fase 1, é formado por trabalhadores da saúde (5,88 milhões), pessoas de 80 anos ou mais (4,26 milhões), pessoas de 75 a 79 anos (3,48 milhões) e indígenas com idade acima de 18 anos (410 mil). A fase 2 é formada por pessoas de 70 a 74 anos (5,17 milhões), pessoas de 65 a 69 anos (7,08 milhões), pessoas de 60 a 64 anos (9,09 milhões). 

Na fase 3, a previsão é vacinar cerca de 12,66 milhões de pessoas acima dos 18 anos que tenham as seguintes comorbidades: hipertensão de difícil controle, diabetes mellitus, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme, câncer e obesidade grave (IMC maior ou igual a 40). 

Na fase 4, deverão ser vacinados professores do nível básico ao superior (2,34 milhões), forças de segurança e salvamento (850 mil) e funcionários do sistema prisional (144 mil). O Ministério da Saúde pondera, no documento, que os grupos previstos ainda são preliminares e poderão ser alterados. 

"Vale ressaltar que os grupos previstos são preliminares, passíveis de alteração a depender das indicações da vacina após aprovação da Anvisa, assim como as possíveis contraindicações. Destaca-se ainda que há outros grupos populacionais considerados prioritários, a serem incluídos dentre as fases apresentadas, discutidos no âmbito da câmara técnica, a exemplo das populações ribeirinhas e quilombolas, cuja estimativa populacional está em atualização pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, para avaliação de qual fase esses grupos estarão inseridos, de acordo com o cenário de disponibilidade de vacinas e estratégia de vacinação", diz o plano.        

Também de acordo com o plano, o registro da dose da vacina aplicada será feito de forma nominal e individualizada, diretamente no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações - SI-PNI em todos os pontos de vacinação da rede pública e privada de saúde. O ministério trabalha com a implantação de um sistema informatizado para monitorar e controlar os dados de vacinação.

"Uma solução tecnológica está em desenvolvimento, por meio do Datasus, com o objetivo de simplificar a entrada de dados e agilizar o tempo médio de realização do registro do vacinado no SI-PNI, além de considerar aspectos de interoperabilidade com outros Sistemas de Informação e integração com a Rede Nacional de Dados em Saúde - RNDS. Um recurso que será colocado à disposição é o QR-Code para identificar o cidadão a ser vacinado. Este deverá ser gerado pelo próprio cidadão no Aplicativo Conecte SUS". 

Logística

Para operacionalizar a campanha nacional de vacinação, o plano do governo prevê capacitação dos profissionais de saúde do SUS e também um esquema de recebimento, armazenamento, expedição e distribuição dos insumos, que são o próprio imunizante, além das seringas e agulhas. 

O principal complexo logístico será a partir do aeroporto internacional de Guarulhos (SP), na sede da empresa VTC Logística, que tem contrato com o Ministério da Saúde. O galpão da empresa possui 36 mil metros quadrados nas imediações do aeroporto e conta com ambientes climatizados, como docas e câmaras frias. Há também estruturas menores em Brasília, Rio de Janeiro e Recife.

Também está prevista a entrega da carga embalada por modal rodoviário para estados como Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e outros que fiquem em até 1.400 quilômetros de raio dos centros de distribuição

O governo também informa já ter acordos firmados com companhias aéreas, como Latam e Azul, além de outras empresas de carga aérea, para o transporte até as capitais da região Norte do país.  Pelo plano, a frota será rastreada 100% por satélite e a segurança do transporte, em determinadas situações durante o deslocamento, ocorrerá por conta da União.

Orçamento

Ainda de acordo com o plano, o governo federal já disponibilizou R$ 1,9 bilhão de encomenda tecnológica associada à aquisição de 100,4 milhões de doses de vacina pela AstraZeneca/Fiocruz e R$ 2,5 bilhões para adesão ao Consórcio Covax Facitity, associado à aquisição de 42 milhões de doses de vacinas.

Além disso, outros R$ 177,6 milhões para custeio e investimento na Rede de Frio, na modernização dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais - CRIEs, no fortalecimento e ampliação da vigilância de síndromes respiratórias. Também, segundo a pasta, outros R$ 62 milhões foram investidos para aquisição de mais 300 milhões de seringas e agulhas.

Fonte_AgênciaBrasil