terça-feira, 31 de agosto de 2021

Lideranças sindicais da Saúde e COFEN debatem PL do Piso

 

A presidente do Conselho Federal de Enfermagem - COFEN, Betânia Santos, se reuniu com lideranças dos Sindicatos da Saúde, nesta terça-feira (31), na sede do COFEN, em Brasília.

O encontro debateu a proposta do Senado que pode garantir a votação do Projeto de Lei 2.564/2020.

“Estamos abertos ao diálogo com o Senado para que possamos garantir condições dignas de trabalho aos nossos profissionais o quanto antes. Sabemos que a Enfermagem brasileira merece o melhor e sempre mais. Estamos vivenciando um momento muito especial em que caminhamos para a aprovação dessa demanda histórica da Enfermagem, que sem dúvidas mudará a vida de muitos”, disse a presidente.

Em reunião realizada com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, na última quarta-feira (25), Betânia apresentou dados da pesquisa Perfil da Enfermagem, realizada pela Fiocruz, por iniciativa do Cofen (2013).

O levantamento mostra que quase metade dos profissionais de Enfermagem (45%) recebiam salários abaixo de R$ 2 mil reais.

Somente 4 em cada 100 profissionais recebiam mais de R$ 5 mil.

A presidente destacou a urgência da aprovação da pauta, diante dos baixos salários e condições precárias de trabalho em que os profissionais de Enfermagem estão expostos.

O presidente da Federação dos Trabalhadores da Saúde do estado de São Paulo, Edison Laércio, parabenizou o COFEN pelo empenho em unir esforços de diversas entidades da saúde para conquistar essa aprovação. “Com a união e o alinhamento entre o COFEN e a voz dos sindicatos da saúde, trabalhando juntos, teremos força para mudar a realidade dos profissionais da Enfermagem no Brasil e elevar a qualidade das condições de trabalho, tão merecida pela categoria”, afirmou.

Marcaram presença na reunião o presidente da Federação dos Trabalhadores da Saúde do estado de São Paulo, Edison Laércio, o diretor do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília - SINDSAÚDE, Almir Rogério, o diretor do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Distrito Federal - SINDATE/DF, Newton Batista, além dos membros do COFEN Magno Guedes, Antônio José Coutinho, Robson Oliveira e Daniel Menezes, que coordena o Fórum Nacional da Enfermagem, e Jefferson Caproni, coordenador da Comissão Nacional de Auxiliares e Técnicos de Enfermagem - CONATENF/COFEN.

Consulta Pública – A criação do Piso Salarial Nacional é uma demanda histórica da Enfermagem.

A efetiva aprovação exige pactuação ampla de consensos.

Ao longo dos últimos anos, foram propostos diversos Projetos de Lei sobre o piso (PL 459/2015, 2982/2019, 1876/2019, 1268/2019, 10553/2018, 9961/2018, 1823/2015, 1477/2015, 729/2015, 597/2015, PL 2297/2020), sem que cheguem a votação. Para viabilizar a votação do Piso, o senado apresentou proposta de alteração no valores, em reunião com representantes de diversas entidades da Enfermagem. 

Os Conselhos de Enfermagem querem ouvir a sua opinião.

Participe de consulta pública sobre a proposta de piso!

FONTE_COFEN


Jornal da Enfermagem defende construção de pontes para o piso

A arte da política é a conciliação.

Quando se apresenta uma proposta, sabe-se que ela será debatida, melhorada, terá partes retiradas e/ou inseridas e, ao final, chega-se a um consenso, onde se diferencia o que é sonhado, o que é possível e a realidade.

Os Enfermeiros brasileiros devem refletir sobre isso, quando se trata de conseguir o tão sonhado piso salarial da categoria.

Há décadas a categoria tenta aprovar um piso salarial, para tirar companheiros da saúde, principalmente que trabalham nas periferias e pequenas cidades, da realidade do salário mínimo nacional de R$ 1.050.

Desde o início da pandemia, os profissionais de saúde ganharam ainda mais notoriedade por sua garra, persistência e competência no combate ao coronavírus.

A pandemia também colocou em evidência as duras jornadas de trabalho dos profissionais da enfermagem em uma das categorias que mais morreu no combate ao coronavírus.

Por conta dos baixos salários, é muito comum que profissionais trabalhem em vários locais, abrindo mão do descanso para garantir uma renda digna.

Essa semana, pela primeira vez, os enfermeiros estão a um passo de conseguir o tão reivindicado piso salarial da categoria.

Representantes da saúde estiveram no Senado Federal para tratar de um acordo de votação do Projeto de Lei 2.564/2020, que está em análise na Casa, e fala sobre o assunto.

No encontro, houve uma contraproposta elaborada pelos senadores, que se comprometeram a votar o projeto nos próximos dias, caso os valores sejam aceitos pelas entidades.

A contraproposta estabelece pisos salariais no valor de R$ 4.700 para enfermeiros, R$ 2.613 para técnicos e de R$ 2.300 para auxiliares e parteiras.

No entanto, não vincula carga horária semanal.

Para chegar a esse cálculo, estabeleceu-se a média salarial do piso calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), somado ao piso ético da categoria, dividindo por dois.

Segundo os líderes partidários, caso a categoria aceite a proposta, o projeto será pautado e votado por unanimidade no Senado.

No entanto, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde – CNTS, Federação Nacional dos Enfermeiros – FNE e Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social – CNTSS condenaram a possibilidade de um acordo e informaram que não há contraproposta, defendendo a aprovação do projeto conforme o texto original apresentado pelo senador Fabiano Contarato: Enfermeiros: R$ 7.315 mensais por 30 horas trabalhadas por semana; Técnicos de Enfermagem: receberão 70% do piso dos enfermeiros, trabalhando por 30 horas semanais (R$ 5.120); Auxiliares de Enfermagem e as Parteiras: receberão 50% do piso dos enfermeiros, também trabalhando por 30 horas semanais. (R$ 3.657).

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) publicou nota solicitando à categoria a pensar, mediante a crise econômica que o país vive. “O momento exige diálogo, responsabilidade e sensibilidade social. Não há espaço para demagogia, ilusões ou radicalismos, que podem colocar tudo a perder. (…) Evidentemente, os valores oferecidos pelo Senado não são ideais, mas são valores que permitirão erradicar a miséria salarial que acomete as trabalhadoras e os trabalhadores mais vulneráveis da categoria.”

Construir o consenso entre os parlamentares, sindicatos, entidades interessadas e todos os profissionais da saúde é necessário para que haja pontes e não, buracos.

Os profissionais da saúde almejam.

Os profissionais da saúde precisam!

FONTE_COFEN


Piso salarial para Enfermagem chega a 1 milhão de apoios


O projeto de lei que prevê um piso salarial para enfermeiros e técnicos e auxiliares de enfermagem da rede pública e privada, além de parteiras, chegou à marca de 1 milhão de apoios no Portal ecidadania, do Senado.

Até as 8h desta segunda-feira, 1.000.941 pessoas haviam se manifestado favoráveis ao texto PL 2564/2020.

A expectativa dos senadores é que a proposta possa ser inserida como prioridade na pauta de votações do Plenário.

Para a relatora da matéria, senadora Zenaide Maia (Pros-RN), é fundamental o reconhecimento desses profissionais que estão na linha de frente de combate à covid-19, inclusive agilizando o processo de vacinação em todo o país.

— Lutamos muito e o nosso desejo era aprovar esse projeto ainda no primeiro semestre, mas não foi possível, pois o PL não foi pautado. Espero sinceramente que na volta dos trabalhos esse projeto seja tratado como prioridade e entre na pauta de votações pela importância do trabalho dos profissionais de enfermagem que estão salvando vidas e arriscando a própria vida no dia a dia na linha de frente do combate ao covid  — disse.

O autor da proposta, senador Fabiano Contarato (Rede-ES), acredita que o Congresso reúne condições para avançar em um acordo que viabilize a aprovação da matéria ainda este ano. Ele chegou a apresentar em Plenário, antes do recesso parlamentar, requerimento para votação da matéria em regime de urgência.

— Vamos entrar num consenso, da melhor forma possível, mas não vamos jogar esse PL 2.564 para as comissões. Vamos dar uma resposta altiva do Senado da República, reconhecendo o valor desses enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiros, que estão pagando com a própria vida para nos socorrerem — pediu ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante sessão Plenária no dia 13 de julho.

Segundo Contarato, o Brasil registra cerca de 2,4 milhões de profissionais atuando nessa área, com salário em torno de R$ 1,4 mil por 40 horas de trabalho por semana. Ele ainda advertiu que, durante a pandemia, 838 enfermeiros perderam a vida em razão da covid-19 e 57 mil foram contaminados pelo vírus.

O texto — que chegou a ser incluído na pauta no primeiro semestre, mas teve a votação adiada devido à falta de acordo para a votação — institui o piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras. Pelo projeto, o piso para enfermeiros seria de R$ 7.315. As demais categorias teriam piso proporcional a esse valor: 70% (R$ 5.120) para os técnicos de enfermagem e 50% (R$ 3.657) para os auxiliares de enfermagem e as parteiras. Os valores são baseados numa jornada de 30 horas semanais e são válidos para União, estados, municípios, Distrito Federal e instituições de saúde privadas.

Pactuação de Consensos – A criação do Piso Salarial Nacional é uma demanda histórica da Enfermagem.

A efetiva aprovação exige pactuação ampla de consensos.

Ao longo dos últimos anos, foram propostos diversos Projetos de Lei sobre o piso (PL 459/2015, 2982/2019, 1876/2019, 1268/2019, 10553/2018, 9961/2018, 1823/2015, 1477/2015, 729/2015, 597/2015, PL 2297/2020), sem que cheguem a votação.

Para viabilizar a votação do Piso, o senado apresentou proposta de alteração no valores, em reunião com representantes de diversas entidades da Enfermagem.

Dados da Pesquisa Perfil da Enfermagem no Brasil (Cofen/Fiocruz 2013) apontam quase metade dos profissionais de Enfermagem (45%) recebiam salários abaixo de R$ 2 mil reais.

Somente 4 em cada 100 profissionais recebiam mais de R$ 5 mil.

Os Conselho de Enfermagem querem ouvir a sua opinião. Participe de consulta pública sobre a proposta de piso!

FONTE_COFEN


Alto número de acessos congestiona Consulta Pública sobre o Piso

Em virtude da alta demanda de profissionais interessados em participar da Consulta Pública sobre o PL do Piso Salarial, os servidores do site do Conselho Federal de Enfermagem - COFEN estão tendo dificuldades para atender a todas as requisições.

Por este motivo, desde ontem (26/8) o acesso apresenta certa instabilidade.

A equipe do Departamento de Tecnologia do COFEN está trabalhando em tempo integral para uma solução definitiva do problema, a ser disponibilizada o mais breve possível.

Ainda, justamente para não limitar as possibilidades de participação daqueles profissionais que têm interesse, o prazo de disponibilidade da Consulta Pública será estendido.

Desde já pedimos desculpas pelo desconforto causado devido aos problemas técnicos e reforçamos nosso comprometimento em dar máxima transparência ao processo da Consulta.

FONTE_COFEN


CONATENF busca ampliar presença do nível médio no debate sobre o Piso


A Comissão Nacional de Auxiliares e Técnicos de Enfermagem - CONATENF/COFEN se reuniu com lideranças do ensino médio e técnico, durante a 532º Reunião Ordinária de Plenário - ROP do Conselho Federal de Enfermagem - COFEN, para estabelecer estratégias que fomentem a participação dos auxiliares e técnicos de Enfermagem na consulta pública sobre o projeto do Piso Salarial, que tramita no Senado.

O encontro aconteceu nesta sexta-feira (27), em Maceió.

Os auxiliares e técnicos de Enfermagem somam um exército de quase dois milhões de profissionais, que estão em todos os municípios do Brasil.

Oito em cada dez profissionais de Enfermagem são de nível médio.

“O nível médio é a base da Enfermagem brasileira, e está sujeito aos piores salários. É importante que a categoria se posicione, diante da possibilidade de efetiva aprovação de um piso salarial, que não é o ideal, mas vai permitir erradicar a miséria entre os trabalhadores”, afirma o coordenador da CONATENF, Jefferson Caproni.

Dados da pesquisa Perfil da Enfermagem no Brasil (Cofen/Fiocruz, 2013) apontam que 18,8% ganhavam até R$ 1 mil, e quase a metade (45%) recebiam até R$ 2 mil.

A reunião contou com a presença dos membros do CONATENF Jefferson Caproni, Emerson Pacheco, Mariluce Ribeiro, Christiane Gerardo, Celso Perati e Newton Batista, além do tesoureiro do COREN/AL, Esvaldo Silva, Cleide Mazuela COFEN e o residente do COREN/SE, Conrado Marques.

Consulta Pública – A criação do Piso Salarial Nacional é uma demanda histórica da Enfermagem.

A efetiva aprovação exige pactuação ampla de consensos.

Ao longo dos últimos anos, foram propostos diversos Projetos de Lei sobre o piso (PL 459/2015, 2982/2019, 1876/2019, 1268/2019, 10553/2018, 9961/2018, 1823/2015, 1477/2015, 729/2015, 597/2015, PL 2297/2020), sem que cheguem à votação.

O COFEN abriu consulta pública sobre proposta do Senado que pode garantir a votação do PL 2.564/2020.

A proposta estipula pisos salariais no valor de R$ 4.700,00 para enfermeiros, R$ 2.613 para técnicos e de R$ 2.300 para auxiliares e parteiras.

A consulta estará disponível até 6 de setembro, para votar acesse o site.

FONTE_COFEN


CONSULTA PÚBLICA


O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN abriu (26/08) consulta pública sobre proposta do Senado que pode garantir a votação do Projeto de Lei 2.564/2020.

A proposta estipula pisos salariais no valor de R$ 4.700,00 para enfermeiros, R$ 2.613 para técnicos e de R$ 2.300 para auxiliares e parteiras.

“Queremos ouvir os profissionais de Enfermagem antes de dar aos senadores um posicionamento da categoria. O valor sugerido fica muito abaixo do ideal, mas seria um avanço histórico, erradicando salários miseráveis”, avalia a presidente do COFEN, Betânia Santos, que participou da reunião com Senadores, juntamente com representantes de entidades que compõe o Fórum Nacional de Enfermagem.

Dados da Pesquisa Perfil da Enfermagem no Brasil (Cofen/Fiocruz 2013) apontam quase metade dos profissionais de Enfermagem (45%) recebiam salários abaixo de R$ 2 mil reais. Somente 4 em cada 100 profissionais recebiam mais de R$ 5 mil.

A criação do Piso Salarial Nacional é uma demanda histórica da Enfermagem.

A efetiva aprovação exige pactuação ampla de consensos.

Ao longo dos últimos anos, foram propostos diversos Projetos de Lei sobre o piso (PL 459/2015, 2982/2019, 1876/2019, 1268/2019, 10553/2018, 9961/2018, 1823/2015, 1477/2015, 729/2015, 597/2015, PL 2297/2020), sem que cheguem a votação.

Você concorda com a proposta do Senado?

Acesse a Consulta Pública e responda “sim” ou “não”.

A consulta estará disponível até 6 de setembro.

FONTE_COFEN


sexta-feira, 27 de agosto de 2021

CONATEN/COFEN nos bastidores nos debates sobre o Piso Salarial da Enfermagem

 


A Comissão Nacional de Auxiliares e Técnicos de Enfermagem – CONATEN/COFEN se reuniu com lideranças do ensino médio e técnico, durante a 532º Reunião Ordinária de Plenário (ROP) do Conselho Federal de Enfermagem - COFEN, para estabelecer estratégias que fomentem a participação dos auxiliares e técnicos de Enfermagem na consulta pública sobre o projeto do Piso Salarial, que tramita no Senado. O encontro aconteceu nesta sexta-feira (27), em Maceió.

Os auxiliares e técnicos de Enfermagem somam um exército de quase dois milhões de profissionais, que estão em todos os municípios do Brasil. Oito em cada dez profissionais de Enfermagem são de nível médio.

“O nível médio é a base da Enfermagem brasileira, e está sujeito aos piores salários. É importante que a categoria se posicione, diante da possibilidade de efetiva aprovação de um piso salarial, que não é o ideal, mas vai permitir erradicar a miséria entre os trabalhadores”, afirma o coordenador da Conatenf, Jefferson Caproni.

Dados da pesquisa Perfil da Enfermagem no Brasil (Cofen/Fiocruz, 2013) apontam que 18,8% ganhavam até R$ 1 mil, e quase a metade (45%) recebiam até R$ 2 mil.

A reunião contou com a presença dos membros do Conatenf Jefferson Caproni, Emerson Pacheco, Mariluce Ribeiro, Christiane Gerardo, Celso Perti e Newton Batista, além do tesoureiro do Coren-AL, Esvaldo Silva, Cleide Mazuela (Cofen) e o presidente do Coren-SE, Conrado Marques.

Consulta Pública – A criação do Piso Salarial Nacional é uma demanda histórica da Enfermagem. A efetiva aprovação exige pactuação ampla de consensos. Ao longo dos últimos anos, foram propostos diversos Projetos de Lei sobre o piso (PL 459/2015, 2982/2019, 1876/2019, 1268/2019, 10553/2018, 9961/2018, 1823/2015, 1477/2015, 729/2015, 597/2015, PL 2297/2020), sem que cheguem à votação.

O Cofen abriu consulta pública sobre proposta do Senado que pode garantir a votação do PL 2.564/2020. A proposta estipula pisos salariais no valor de R$ 4.700,00 para enfermeiros, R$ 2.613 para técnicos e de R$ 2.300 para auxiliares e parteiras. A consulta estará disponível até 6 de setembro, para votar acesse o site.

Fonte_COFEN

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Entenda a diferença entre terceira dose e dose de reforço das vacinas de COVID/19

 


Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o significado de dose de reforço e terceira dose, o que acaba dando margem para o surgimento de fake news nas redes sociais. Mas uma coisa precisa ficar clara: dose de reforço é bem diferente de terceira dose. 

A terceira dose é quando uma pessoa toma três doses de um mesmo tipo de vacina. No reforço, a composição do imunizante contra a Covid-19 não deve ser a mesma, mas uma atualização feita a partir das novas variantes em circulação do SARS-CoV-2, como acontece todo ano com a vacina da gripe, atualizada com as novas mutações do vírus.

O presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, já sinalizou que, até o momento, uma terceira dose está descartada no Brasil, mas que é preciso pensar em uma revacinação. “As pessoas acham que quem tomou as duas doses teria que tomar uma terceira dose para complementar a imunidade. Não é o que tratamos aqui. Estamos falando de uma revacinação”, comentou o presidente em coletiva de imprensa na última semana.

No Brasil, as variantes delta (B.1.617.2, indiana), gama (P.1, amazônica) e lambda (C.37, peruana) são observadas com atenção. 

O esquema vacinal de duas doses da CoronaVac, vacina do Butantan e da farmacêutica chinesa Sinovac contra a Covid-19, se mostrou efetivo durante o Projeto S, estudo realizado pelo Butantan no município paulista de Serrana para entender o impacto da vacinação no controle da pandemia. A cidade ficou protegida contra o SARS-CoV-2 com a imunização de 70% da população, que tomou as duas doses da vacina, não necessitando de uma terceira dose. 

Segunda geração de vacinas

Ao que tudo indica, a Covid-19 se tornará endêmica, ou seja, fará parte do nosso calendário de vacinação. Uma pesquisa da coalizão People’s Vaccine sugere que o mundo vai precisar de uma nova imunização dentro de um ano.

Mas a introdução de uma segunda geração de vacina, com as atualizações de novas cepas do vírus, e que promete uma durabilidade maior que as atuais vacinas, só deve acontecer depois que todas as pessoas forem imunizadas. O mundo todo vacinou, até o momento, entre 20% e 30% da população, número relativamente pequeno para começar a se pensar em uma revacinação.

A Organização Mundial da Saúde alerta para o risco das doses de reforço deixarem ainda mais desigual a distribuição de vacinas pelo mundo, sendo que a pandemia é global e, portanto, é uma tarefa coletiva de todas as nações, e não só das mais ricas.

Fonte_BUTANTAN

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

COFEN na Justiça contra ensino EAD

 


O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN ingressou com ação civil pública pedindo a suspensão das autorizações de cursos de Enfermagem a distância, concedidas pelas portarias 800, 801 e 802 de 2021 do Ministério da Educação - MEC.

A ação civil pública 1060620-43.2021.4.01.3400 foi protocolada nesta terça-feira (24/08).

“Seguiremos firmes em defesa da qualidade da formação. Como enfermeira e professora, responsável pela formação futuros profissionais, sei o quanto os conhecimentos teórico-práticos necessários à formação de enfermeiros, técnicos e auxiliares de Enfermagem se processam pelo ensino e assistência, sendo necessário o contato com pacientes e equipamentos de Saúde”, afirma a presidente do COFEN, Betânia Santos, que também é professora da Universidade Federal da Paraíba - UFPB.

Na avaliação da procuradora do COFEN, Tycianna Monte Alegre, “as portarias ocasionam um verdadeiro retrocesso em relação à Portaria MEC 1.428/2018, com a diminuição da qualidade do ensino nas áreas da saúde”.

“O pretexto de flexibilizar as regras para permitir o aumento do percentual em 100% das matérias na modalidade EaD, sem qualquer justificativa plausível, gera sim um verdadeiro desserviço à sociedade, permitindo ainda mais a precarização da qualidade de ensino”, afirma.

O Sistema COFEN/Conselhos Regionais de Enfermagem alertou, por meio de nota pública, para os impactos da ampliação da oferta de cursos à distância. 

“Caso sobreviva à incerteza jurídica, esta formação despejará no mercado centenas de milhares de profissionais com formação deficitária, afetando a qualidade da assistência, além de promover o desemprego e achatamento salarial”, afirma o documento.

Consenso das entidades de Saúde – A oferta de cursos de Enfermagem a distância afronta posicionamento do Conselho Nacional de Saúde, instância máxima de controle social do SUS, dos Conselhos profissionais de Saúde e das áreas técnicas.

Os Conselhos de Enfermagem lideram, desde 2015, mobilização nacional pelo ensino presencial e de qualidade, com realização de campanhas de esclarecimento e audiências públicas em todo o Brasil.

Esta mobilização resultou no Projeto de Lei 2891/2015 que proíbe a formação de enfermeiros e técnicos de Enfermagem por meio do ensino a distância.

Fonte_COFEN

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

COREN/SE e COREN/DF recebem o projeto CONATENF/COFEN


Nesta quinta e sexta-feira (12 e 13), o projeto CONATENF/COFEN, Abrace a Enfermagem visitou os conselhos regionais de Sergipe e do Distrito Federal (COREN/SE e COREN/DF). Criado pela Comissão Nacional de Técnicos de Enfermagem – CONATENF/COFEN, a proposta busca a valorização dos profissionais de enfermagem do nível médio, assim como o reconhecimento de seus esforços frente a pandemia da Covid-19.


As atividades in loco realizadas pela comissão têm o intuito de apoiar, através de treinamento, os novos gestores que assumiram a responsabilidade de conduzir os conselhos regionais de Enfermagem, com orientação sobre leis, pareceres e resoluções estabelecidas pelo Conselho Federal de Enfermagem e as principais mudanças do novo Código de Ética do Sistema Cofen/Conselhos Regionais.


“O projeto trabalha por meio de três eixos principais: técnico e científico, ético político e ético administrativo, com o objetivo de integrar e, ao mesmo tempo, destacar pontos importantes do Sistema aos novos conselheiros regionais”, afirma Jefferson Caproni, coordenador da Conatenf.

Além da presença dos membros da comissão e  conselheiros, também participaram das atividades auxiliares e técnicos.

Sobre a Conatenf – Desde 2015, quando o Cofen aprovou a criação da Comissão Nacional de Técnicos de Enfermagem, o grupo passou a atuar como porta-voz do nível médio na autarquia. Com caráter permanente, a comissão possui função propositiva e consultiva, aprimorando a interlocução com auxiliares e técnicos de Enfermagem.

Fonte_COFEN

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Resolução fixa referência nacional de Honorários da Enfermagem

 


O Conselho Federal de Enfermagem aprovou normativa que estabelece tabela nacional de valores para orientar honorários de serviços de Enfermagem. A Resolução 673/2021 fixa uma Unidade Monetária do Trabalho do Enfermeiro (URTE) mínima, reajustada anualmente. Os Conselhos Regionais podem normatizar o tema, em caráter complementar, conforme a realidade local.

“Buscamos, no âmbito das nossas atribuições, trazer uma referência técnica embasada para a fixação de honorários”, afirma o conselheiro federal Osvaldo Albuquerque e relator do projeto .  Para o relator, a resolução traz avanços, ao fixar parâmetros de remuneração não apenas para os profissionais liberais, mas também para a livre negociação dos que atuam em cooperativas e outros regimes de trabalho.

O documento é uma referência nacional para tratar dos honorários dos procedimentos realizados de forma autônoma em diversas áreas, como por exemplo da Enfermagem Estética, das Práticas Integrativas (PICS), as Práticas Avançadas, Enfermagem Obstétrica, Saúde Mental, Consultoria em Empreendedorismo, entre outros.

“A resolução não esgota todos os procedimentos, mas os principais estão inclusos na tabela, como referência para cobrança em clínicas e consultórios, bem como fixação de honorários em outras unidades de Saúde”, explica Heloísa Helena Silva, chefe do Departamento de Gestão do Exercício Profissional (DGEP/Cofen). Pela normativa, compete ao enfermeiro estabelecer honorários aos técnicos e auxiliares, que não poderá ser inferior a 40% da URTE.

Além de Heloísa Helena, participaram da elaboração da normativa as enfermeiras Helena Romcy e Debora Soares, da Associação Brasileira de Enfermeiros Auditores (ABEA); Raquel Helena, enfermeira auditora e Niedja Cibegne, professora da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN).

Remuneração justa – A busca por uma remuneração justa e fixação de Piso Salarial Nacional é uma bandeira histórica da Enfermagem brasileira, que ganhou força com a tramitação Projeto de Lei 2564/2020, que além do piso, fixa a jornada em 30h semanais. O PL, que aguarda votação no Senado, é apoiado pelo Sistema Cofen/Conselhos Regionais e demais entidades da Enfermagem.

Fonte_COFEN

sábado, 31 de julho de 2021

Tik Tok da Vacinação CZS

 


Mais de 5,5 mil adolescentes de 12 a 17 anos foram vacinados contra a Covid-19 nesse sábado (31) em Cruzeiro do Sul, interior do Acre. Esse é o levantamento da Secretaria Municipal de Saúde sobre o mutirão de vacinação organizado para atender esse público no estacionamento do Copacabana Shopping.

A ação recebeu o nome de 'Tik Tok da Vacinação'. Inicialmente, os atendimentos seriam feitos das 16h às 21h, mas o horário precisou ser estendido até às 22h para atender a demanda.

A expectativa da Saúde do município era vacinar pelo menos 6 dos 12 mil adolescentes da cidade. O município tinha 15 mil doses do imunizante da Pfizer em estoque para vacinar esse público.

A ação mobilizou mais de 200 profissionais de saúde da cidade, além de equipes de apoio, voluntários do curso de enfermagem da Universidade Federal do Acre - UFAC, Campus Floresta, também e profissionais de saúde do estado.

As equipes de vacinação fazem um levantamento da ação nesse domingo (1º) e vão decidir se seguem vacinando esse público na segunda (2).

Fonte_G1

sexta-feira, 23 de julho de 2021

Happy Hour da Vacinação CZS

 


Após receber mais de 20 mil doses de vacina contra a Covid-19, a Prefeitura de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, realiza nesta sexta-feira (23) o happy hour da vacinação para pessoas acima dos 18 anos.

Conforme a prefeitura, as doses recebidas são suficientes para imunizar toda a população com idade para receber a vacina. O happy hour ocorre na AABB, de 18h à 23h. O objetivo é acelerar a vacinação.

A prefeitura ainda informou que nesta quinta (22), nas unidades de saúde do município, estão sendo aplicadas apenas a segunda do imunizante e também durante a sexta, que encerra às 17h e logo em seguida inicia o happy hour.

Fonte_G1

terça-feira, 20 de julho de 2021

Pandemia de COVID-19 leva a grande retrocesso na vacinação infantil, mostram novos dados da OMS e UNICEF

 


Genebra, 15 de julho de 2021 (OMS) – Segundo novos dados oficiais publicados nesta quinta-feira (15) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e UNICEF, 23 milhões de crianças perderam as vacinas básicas por meio dos serviços de vacinação de rotina em 2020 - 3,7 milhões a mais do que em 2019. Estes números abrangentes de imunização infantil em todo o mundo, os primeiros a refletir interrupções no serviço global devido à COVID-19, mostram que a maioria dos países experimentou quedas nas taxas de vacinação infantil no ano passado.

De forma preocupante, a maioria dessas crianças – até 17 milhões – provavelmente não recebeu nenhuma vacina durante o ano, ampliando as já imensas inequidades no acesso às vacinas. A maioria delas vive em comunidades afetadas por conflitos, em locais remotos mal atendidos ou em ambientes informais ou marginalizados, onde enfrentam várias privações, incluindo acesso limitado a serviços básicos de saúde e sociais.

“Enquanto os países clamam para ter vacinas contra a COVID-19, retrocedemos com outras vacinações, deixando as crianças em risco de doenças devastadoras, mas evitáveis, como sarampo, poliomielite ou meningite”, declarou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “Vários surtos de doenças seriam catastróficos para as comunidades e sistemas de saúde que já lutam contra a COVID-19, tornando mais urgente do que nunca investir na vacinação infantil e garantir que todas as crianças sejam alcançadas.”

Em todas as regiões, um número crescente de crianças perde as primeiras doses vitais de vacinas em 2020; outros milhões perdem as vacinas posteriores.

As interrupções nos serviços de imunização foram generalizadas em 2020, com as regiões da OMS do Sudeste Asiático e do Mediterrâneo Oriental mais afetadas. Como o acesso aos serviços de saúde e o alcance da imunização foram reduzidos, o número de crianças que não recebiam nem mesmo as primeiras vacinas aumentou em todas as regiões. Em comparação com 2019, 3,5 milhões de crianças perderam sua primeira dose da vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DTP-1), enquanto mais 3 milhões de crianças perderam sua primeira dose contra o sarampo.

“Esta evidência deve ser um aviso claro - a pandemia de COVID-19 e as interrupções relacionadas nos custaram um terreno valioso que não podemos perder - e as consequências serão pagas nas vidas e no bem-estar dos mais vulneráveis”, disse Henrietta Fore, diretora-executiva do UNICEF. “Mesmo antes da pandemia, havia sinais preocupantes de que estávamos começando a perder terreno na luta para imunizar crianças contra doenças infantis evitáveis, inclusive com os surtos de sarampo generalizados há dois anos. A pandemia piorou a situação. Com a distribuição equitativa de vacinas contra a COVID-19 na vanguarda da mente de todos, devemos lembrar que a distribuição de vacinas sempre foi injusta, mas não precisa ser.”

Tabela 1: Países com o maior aumento de crianças que não receberam a primeira dose da vacina combinada difteria-tétano-coqueluche (DTP-1)



Os dados mostram que os países de média renda representam agora uma parcela cada vez maior de crianças desprotegidas - isto é, crianças que estão perdendo ao menos algumas doses da vacina. A Índia está experimentando uma queda particularmente grande, com a cobertura da DTP-3 caindo de 91% para 85%.

Alimentado por déficits de financiamento, desinformação sobre vacinas, instabilidade e outros fatores, um quadro preocupante também está surgindo na Região das Américas da OMS, onde a cobertura de vacinação continua caindo. Apenas 82% das crianças estão totalmente vacinadas com a DTP-3, contra 91% em 2016.

 

Países correm risco de ressurgimento do sarampo e outras doenças evitáveis por vacinas

Mesmo antes da pandemia de COVID-19, as taxas globais de vacinação infantil contra difteria, tétano, coqueluche, sarampo e poliomielite estagnaram por vários anos em cerca de 86%. Essa taxa está bem abaixo dos 95% recomendados pela OMS para proteção contra o sarampo - geralmente a primeira doença a ressurgir quando as crianças não são vacinadas - e insuficiente para impedir outras doenças evitáveis por vacinas.

Com muitos recursos e profissionais realocados para apoiar a resposta à COVID-19, ocorreram interrupções significativas na prestação de serviços de imunização em muitas partes do mundo. Em alguns países, os centros de vacinação foram fechados ou tiveram o número de horas reduzido. As pessoas podem ter relutado em procurar atendimento médico por medo da transmissão ou enfrentaram dificuldades para chegar aos serviços devido a medidas de bloqueio e interrupções no transporte.

“Esses são números alarmantes, sugerindo que a pandemia está desvendando anos de progresso na imunização de rotina e expondo milhões de crianças a doenças mortais, mas evitáveis”, afirmou Seth Berkley, CEO da Gavi, a Vaccine Alliance. “Este é um alerta - não podemos permitir que um legado da COVID-19 seja o ressurgimento do sarampo, da poliomielite e de outras causas de morte. Todos nós precisamos trabalhar juntos para ajudar os países a derrotar a COVID-19, garantindo o acesso global e equitativo às vacinas, e a colocar os programas de imunização de rotina de volta nos trilhos. A saúde e o bem-estar futuros de milhões de crianças e suas comunidades em todo o mundo dependem disso.”

As preocupações não são apenas para doenças suscetíveis a surtos. Já com taxas baixas, as vacinações contra o papilomavírus humano (HPV) - que protegem as meninas contra o câncer de colo do útero mais tarde na vida - foram altamente afetadas pelo fechamento de escolas. Como resultado, em todos os países que introduziram a vacina contra o HPV até o momento, aproximadamente 1,6 milhão de meninas a mais perderam a oportunidade de se imunizar em 2020. Globalmente, apenas 13% das meninas foram vacinadas contra o HPV, caindo de 15% em 2019.

 

Agências pedem recuperação urgente e investimento em imunização de rotina

Enquanto os países trabalham para recuperar o terreno perdido devido às interrupções relacionadas à COVID-19, o UNICEF, a OMS e parceiros como Gavi estão apoiando os esforços para fortalecer os sistemas de imunização por meio da:

- Restauração de serviços e campanhas de vacinação para que os países possam realizar com segurança programas de vacinação de rotina durante a pandemia de COVID-19;

- Ajuda aos profissionais de saúde e líderes comunitários a se comunicarem ativamente com os cuidadores para explicar a importância das vacinas;

- Retificação das lacunas na cobertura de vacinação, incluindo a identificação de comunidades e pessoas que não foram detectadas durante a pandemia;

- Garantia de que a administração da vacina contra a COVID-19 seja planejada e financiada de forma independente e que ocorra paralelamente e não à custa dos serviços de vacinação infantil;

- Implementação de planos de país para prevenir e responder a surtos de doenças preveníveis por vacinas e fortalecer os sistemas de imunização como parte dos esforços de recuperação da COVID-19.

As agências estão trabalhando com países e parceiros para cumprir as metas ambiciosas da Agenda de Imunização global 2030, que visa atingir 90% de cobertura para vacinas infantis essenciais; reduzir pela metade o número de crianças não vacinadas ou com zero doses e aumentar o uso de vacinas que salvam vidas, como rotavírus ou pneumococo, em países de baixa e média renda.

 

Sobre os dados

Com base em dados notificados por país, as estimativas oficiais da OMS e UNICEF de cobertura nacional de imunização fornecem o maior conjunto de dados do mundo sobre as tendências de imunização para vacinação contra 13 doenças, administradas por sistemas de saúde regulares - normalmente em clínicas ou centros comunitários ou visitas de profissionais de saúde. Para 2020, foram fornecidos dados de 160 países.

Globalmente, a taxa de vacinação para três doses da vacina contra difteria-tétano e coqueluche (DTP-3) caiu de cerca de 86% em 2019 para 83% em 2020, o que significa 22,7 milhões de crianças deixadas para trás, e para a primeira dose de sarampo, de 86% para 84 %, o que significa 22,3 milhões de crianças deixadas para trás. As taxas de vacinação para a segunda dose do sarampo foram de 71% (70% em 2019). Para controlar o sarampo, é necessária a cobertura de 95% com as duas doses da vacina; os países que não conseguem atingir esse nível contam com campanhas periódicas de vacinação em todo o país para preencher a lacuna.

Além das interrupções de vacinação de rotina, existem atualmente 57 campanhas adiadas de vacinação em massa em 66 países para sarampo, poliomielite, febre amarela e outras doenças, afetando milhões de pessoas.

 

Nova modelagem também mostra quedas significativas na DTP e cobertura de vacinação contra sarampo

A nova modelagem, também publicada na The Lancet por pesquisadores do Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME), com sede em Washington, mostra de forma semelhante que a vacinação infantil diminuiu globalmente em 2020 devido a interrupções provocadas pela COVID-19. A modelagem liderada pelo IHME é baseada em dados administrativos notificados pelo país para vacinas DTP e contra o sarampo, complementados por relatórios em registros médicos eletrônicos e dados de movimento humano capturados por meio de rastreamento anônimo de telefones celulares.

Ambas as análises mostram que os países e a comunidade de saúde em geral devem garantir que as novas ondas de COVID-19 e a implementação massiva das vacinas contra a COVID-19 não inviabilizem a imunização de rotina e que as atividades de recuperação continuem sendo aprimoradas.

Fonte_PAHO

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Saúde Mental dos Profissionais de Enfermagem que Atua na Linha de Frente de Combate à Pandemia

 


Os profissionais da saúde cuidam de toda a população, mas quem cuida deles?

O estresse da pandemia, a sobrecarga de trabalho e as difíceis condições de lidar com uma situação inusitada têm trazido muito prejuízo a médicos, enfermeiros e técnicos.

Além do risco de contrair a doença, eles têm que lidar com as próprias emoções.

O documentário Saúde Mental na Linha de Frente aborda o drama vivido pelos profissionais durante a pandemia.

Da enfermeira que teve que empurrar a maca da paciente pela estrada ao infectologista que foi contaminado e passou a entender ainda mais o lado dos pacientes.

Como é viver a incerteza em tempos de Covid?

Para minimizar os danos que muitos profissionais já estão sofrendo, várias instituições e empresas desenvolvem iniciativas para cuidar do emocional e do psicológico das equipes.

Reforço que também vem do programa Trabalho Seguro, da Justiça do Trabalho.

O biênio 2020/2021 tem como tema a construção do trabalho seguro e decente em tempos de crise, com a prevenção de acidentes e de doenças ocupacionais. Com isso, está desenvolvendo ações para garantir a saúde mental.

A estreia do documentário é neste domingo às dez da noite, com reprises ao longo da semana.

Fonte_COFEN

quarta-feira, 14 de julho de 2021

sexta-feira, 9 de julho de 2021

ButanVac: Instituto Butantan inicia testes clínicas com vacina contra covid-19

 


O Instituto Butantan e o Hospital das Clínicas da USP de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, começaram hoje os estudos clínicos da vacina brasileira contra a covid-19, a ButanVac.

O início da pesquisa foi autorizado pela Anvisa.

O início dos testes foi acompanhado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e pelo presidente do Butantan, Dimas Covas.

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sexta-feira, 25 de junho de 2021

Primeiro caso de covid-19 na China

 


O vírus que causa a covid-19 pode ter começado a se espalhar na China em outubro de 2019, dois meses antes de o primeiro caso oficial da doença ser identificado na cidade chinesa de Wuhan, mostrou um novo estudo divulgado nesta sexta-feira (25).

Pesquisadores da Universidade de Kent, no Reino Unido, usaram métodos da ciência da conservação para estimar que o Sars-CoV-2 apareceu pela primeira vez entre o início de outubro e meados de novembro de 2019, de acordo com artigo publicado no jornal científico PLOS Pathogens.

A data mais provável para o surgimento do vírus é 17 de novembro de 2019, e ele provavelmente já havia se espalhado globalmente em janeiro de 2020, estimam.

O primeiro caso oficial de covid-19 na China surgiu em dezembro de 2019 e foi vinculado ao mercado de frutos do mar de Huanan, em Wuhan.

No entanto, alguns dos primeiros casos não tinham conexão conhecida com Huanan, o que implica que o Sars-CoV-2 já estava circulando antes de chegar ao mercado.

Estudo conjunto publicado pela China e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no final de março reconheceu que podem ter ocorrido infecções esporádicas em humanos antes do surto de Wuhan.

Fonte_AgenciaBrasil

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Arraial da Vacinação CZS, TRINTOU

 


Cruzeiro do Sul criou o movimento ‘Trintou na vacinação de São João’ e montou um arraial para vacinar a população geral a partir dos 30 anos nesta quarta-feira (23). A primeira dose da vacina volta a ser aplicada em um mutirão que começa ás 16h, no Gamaleão, na Praça Orleir Cameli, em frente a Catedral.

Para vacinar contra a Covid, basta apresentar a carteira de vacinação, RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de endereço.

Além do público a partir dos 30, a saúde do município também continua com a a aplicação da segunda dose da vacina, no teatro dos Náuas. As mulheres grávidas e no pós-parto não contam com um ponto específico de vacinação nesta quarta, porém, a assessoria de comunicação da prefeitura informou que aqueles que comparecerem no mutirão, vão ser vacinadas.

Fonte_G1

domingo, 13 de junho de 2021

Como Putin virou líder que comanda a Rússia e intriga o mundo

 


Os americanos Barack Obama, George W. Bush e Donald Trump; a alemã Angela Merkel; os chineses Hu Jintao e Xi Jinping; os britânicos Tony Blair e David Cameron; os brasileiros Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro; o italiano Silvio Berlusconi e o israelense Benjamin Netanyahu.

Não faltaram líderes nacionais de destaque nas primeiras duas décadas do século 21.

Cada um a seu modo, imprimiram sua marca pessoal enquanto estiveram no poder.

Deixaram legados importantes na política e na história, nacional ou internacional.

Nenhum deles, porém, ainda bateu a longevidade do russo Vladimir Putin.

Também nenhum deles, possivelmente, teve a mesma influência em seu país, na sua região e no cenário internacional que o presidente da Rússia.

No comando desde o último dia de 1999, Putin ditou o rumo de guerras e assumiu controle completo sobre o destino dos russos.

E mesmo depois de 20 anos no Kremlin, nunca demonstrou intenção de abandonar o poder.

Ficou difícil imaginar a Rússia sem Vladimir Putin.

Neste vídeo, o mais recente da nossa série "21 notícias que marcaram o século 21", Camilla Veras Mota conta a incrível história da ascensão de um então desconhecido agente da FSB, novo nome da antiga e temida KGB, ao posto de líder que comanda com mãos de ferro, e há décadas, uma das mais potentes máquinas militares do mundo.

Assista também aos outros vídeos da série:

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sexta-feira, 28 de maio de 2021

Pfizer, Astrazeneca ou Coronavac: entenda as diferenças de cada vacina

 


Uma reportagem do UOL nesta quinta-feira (28) mostrou que a vacina da Pfizer passou a ser preferência das pessoas que vão se vacinas em postos de saúde de São Paulo.

No entanto, o biólogo, imunologista e colunista de VivaBem, Gustavo Cabral, afirmou que a justificativa aos pedidos pelo imunizante da farmacêutica americana não se justificam.

No UOL News, com Diego Sarza, o especialista explicou a diferença de ação de cada uma das vacinas usadas atualmente no Brasil e comparou a Pfizer com AstraZeneca e Coronavac.

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