quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Terceira Reunião - Grupo de Trabalho - Câmara dos deputados - PL2564

 


Reunião de apresentação e entrega do número de profissionais e impacto financeiro no setor público com os seguintes convidados:

Rodrigo Otávio Moreira da Cruz, Secretário-Executivo do Ministério da Saúde;

Lígia Ourives e André Melo, Representantes do Ministério da Economia;

Antônio Carlos Rosa de Oliveira Júnior, Coordenador de Administração e de Finanças do Conselho Nacional de Secretários de Saúde - CONASS;

Mauro Junqueira, Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde - CONASEMS;

Paulo Jorge Leandro da Silva, Coordenador de Administração de Pessoal da Diretoria de Gestão de Pessoas da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH;

João Marques, Presidente da Associação Nacional de Fundações Estatais de Saúde - ANFES;

André Alencar, Gerente de Articulação Política da Confederação Nacional dos Municípios - CNM;

Kleber Castro, Economista e Consultor econômico da Frente Nacional dos Prefeitos - FNP;

Associação Brasileira dos Municípios – ABM.

Fonte_TV Câmara

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Piso da enfermagem deve considerar profissionais ativos, dizem entidades

 


Entidades sindicais e de classe ligadas à enfermagem afirmaram nesta terça-feira (8), na Câmara dos Deputados, que eventuais mudanças no piso salarial da categoria devem levar em conta a quantidade de profissionais em atividade e não o número de registros profissionais ativos. Isso porque, segundo eles, um único profissional de enfermagem pode ter até 3 registros simultâneos ativos, como enfermeiro, técnico e auxiliar.

O debate girou em torno do Projeto de Lei 2564/20, do Senado, que fixa o piso salarial de enfermeiros em R$ 4.750; o de técnicos de enfermagem em R$ 3.325; e o de auxiliares e parteiras em R$ 2.375.

Os impactos orçamentários da proposta estão sendo analisados por um grupo de trabalho composto por 12 deputados. O grupo é coordenado pela deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) e tem como relator o deputado Alexandre Padilha (PT-SP), que espera apresentar um parecer sobre o tema até o dia 25 de fevereiro.

Fonte_Câmara dos Deputados

Covid-19: balanço de dois anos da pandemia aponta vacinação como prioridade

 


Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado nesta quarta-feira (9/2), apresenta um balanço de dois anos da pandemia de Covid-19, declarada Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 30 de janeiro de 2020 e de importância nacional pelo Ministério da Saúde em 3 de fevereiro daquele ano.

A análise apresenta uma perspectiva da evolução da pandemia, dividida em fases, desde a descoberta do vírus até os dias atuais, com base nos estudos realizados pelos pesquisadores da Fiocruz, e sintetiza a dimensão das perdas, totalizando 388 milhões de casos no mundo e 26 milhões no Brasil (6,7% do total), com 5,71 milhões de óbitos no planeta e mais de 630 mil no país (11% do total).

Fonte_FIOCRUZ

Segunda Reunião - Grupo de Trabalho - Câmara dos deputados - PL2564

 


Grupo de Trabalho (GT/PL2564) destinado a examinar impacto orçamentário-financeiro advindo da implementação de pisos salariais fixados no Projeto de Lei 2564/2020 Reunião de apresentação e entrega do número de profissionais e impacto financeiro das entidades da enfermagem com os seguintes convidados:

DANIEL MENEZES DE SOUZA, Conselheiro Federal do Conselho Federal de Enfermagem - COFEN;

LUCIMARY SANTOS PINTO, Vice-Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde - CNTS;

ERIVÂNIO HERCULANO, Representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Seguridade Social - CNTSS;

SOLANGE CAETANO, Diretora da Federação Nacional dos Enfermeiros - FNE;

SÔNIA ACIOLI, Presidente da Associação Brasileira de Enfermagem - ABEn;

ADRIANO ARAUJO DA SILVA, Vice-Presidente da Associação Nacional de Auxiliares e Técnicos de Enfermagem - ANATEN;

BRUNNO RODRIGUES LEITE, Representante da Executiva Nacional dos Estudantes de Enfermagem - ENEENF.

Fonte_TV Câmara

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Ministério da Saúde lança RENAME 2022

 


A Relação Nacional de Medicamentos - RENAME é um instrumento promotor do uso racional de medicamentos.

A lista é orientadora do financiamento e acesso a medicamentos no âmbito da Assistência Farmacêutica no SUS.

Na edição de 2022 a publicação apresenta uma nova forma de organização e foi reformulada com o objetivo de facilitar o acesso à informação, promovendo a interface das informações com o FTN, os protocolos, as diretrizes e os manuais do Ministério da Saúde.

O elenco da RENAME 2022 está em consonância com os PCDT, as Diretrizes Nacionais/Brasileiras, além de manuais publicados pelo MS, a fim de harmonizar a oferta de cuidado no SUS e evitar duplicidade e conflitos de conduta.

Fonte_CONASEMS

Cadernos de Saúde Pública tem nova edição

 


A edição de fevereiro do Cadernos de Saúde Pública, em seu editorial, parafraseia Zuenir Ventura, “se 2020 foi o ano que não terminou, 2021 foi aquele que esperávamos que terminasse encerrando um ciclo de pandemia, ataques à ciência, abusos antidemocráticos e aumento da desigualdade, no Brasil e no mundo”.

Para as editoras Marilia Sá Carvalho, Luciana Correia Alves e Luciana Dias de Lima, as dificuldades enfrentadas para o avanço da vacinação e da adoção das medidas de mitigação e de proteção social abrangentes tornaram o Brasil um dos epicentros da Covid-19.

O ano foi marcado por uma nova onda de transmissão, que alcançou um patamar médio de mais de 3 mil óbitos diários entre março e junho, e pela crise e colapso do sistema de saúde em todos os estados do país; além da piora das condições socioeconômicas e o retrocesso em várias áreas das políticas públicas.

“A rotina não se restabeleceu, seja pelo velho ou pelo novo normal, e muito do que se planejou realizar não saiu do papel, em meio à espera e à indecisão crônica de autoridades governamentais.”

No editorial do fascículo, elas expressam a tristeza por mais de 600 mil vidas perdidas e pelas mentiras postas no altar, é preciso reconhecer que 2021 também expressa uma imensa vitória da ciência e dos sistemas públicos de saúde, que se sobressaíram na resposta à pandemia em todo o mundo.

Neste ano, foram ampliados os esforços dos cientistas para se comunicarem para além dos pares.

A ciência - com modelos de transmissão, R0, quadro clínico - apareceu destacadamente na mídia. Termos técnicos como “média móvel” fizeram parte de conversas cotidianas, assim como cientistas e divulgadores científicos tornaram-se rostos conhecidos do grande público, não só levando a conhecer as descobertas a respeito do vírus e da doença que ele causa, mas também marcando posição diante da globalização dos movimentos anticiência.

“Tudo isso também passou a ideia de que na ciência não há certezas absolutas, de que recomendações mudam à medida que o conhecimento avança.

E há ainda muito o que aprender.”

Fonte_FIOCRUZ

Isenção Anuidade - profissionais da Enfermagem atingidos pelas enchentes

 


Os profissionais diretamente atingidos pelas enchentes que ocorreram nos estados da Bahia, Minas Gerais, Pará e Tocantins, poderão ser isentos da anuidade do exercício de 2022.

Resolução Cofen 687/2022, publicada nesta quinta-feira (03/02), autoriza os Conselhos Regionais a concederem isenção aos profissionais cujos municípios tenham decretado, oficialmente, estado de emergência.

Para ser isento, é necessário que o profissional atenda algum dos requisitos como apresentar declaração atestando lesão a bens, ter recebido isenção do Imposto sobre Propriedade Territorial Urbana (IPTU), ter sido autorizado a sacar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), em razão da situação emergencial.

Os profissionais que já tenham realizado o pagamento da anuidade no exercício de 2022, poderão solicitar restituição do valor, após comprovação dos requisitos para isenção.

A medida é mais uma ação para proporcionar apoio aos profissionais que enfrentaram momentos críticos durante as enchentes e que ainda estão lutando para reestruturar os serviços essenciais de saúde, que sofreram com a perda de equipamentos, insumos e a destruição de Unidades Básicas de Saúde.

Resposta Rápida – A Equipe de Resposta Rápida do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) esteve  nos municípios baianos atingidos pelas enchentes, prestando assistência aos profissionais, em uma ação conjunta com o Coren-BA. Além do apoio à categoria, a equipe agiu para assegurar a assistência prestada na região e oferecer auxílio técnico às decisões dos órgãos governamentais. Foi reativado, ainda, o programa Enfermagem Solidária, que em janeiro ofereceu apoio e escuta ativa aos profissionais que enfrentam momentos críticos e à população afetada pelas enchentes em diversos estados.

Fonte_COFEN

domingo, 6 de fevereiro de 2022

Agenda Semanal - Congresso Nacional - Câmara dos Deputados

 


Esta semana, o Congresso deve apreciar vetos presidenciais e a Câmara prevê a votação de duas medidas provisórias – entre elas a que cria um programa habitacional para profissionais da segurança pública.

Participe das Atividades Legislativa, click aqui.

Fonte_TV Câmara

sábado, 5 de fevereiro de 2022

Quarta dose contra COVID/19 está disponível nas UBS’s do município de Cruzeiro do Sul/Acre

 


A quarta dose da vacina contra a covid-19 já está disponível nas UBS’s urbanas para o público destinado desde o dia 15 de janeiro.

A dose adicional foi autorizada pelo PNI por meio de nota técnica para os imunossuprimidos que devem ter cumprido um intervalo mínimo de quatro meses a partir da terceira dose.

De acordo com a nota técnica do PNI estadual, são consideradas pessoas com alto grau de imunossupressão, pessoas com imunodeficiência primária grave; quimioterapia para câncer; transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) uso de drogas imunossupressoras; pessoas vivendo com HIV/AIDS; uso de corticóides em doses ≥20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, por ≥14 dias; uso de drogas modificadoras da resposta imune; auto inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias e pacientes em hemodiálise; pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas.

As pessoas que se enquadrem nesse perfil e que já tenham passado quatro meses desde a terceira dose, tem o direito a receber a dose adicional. Para tanto devem buscar o posto de saúde mais próximo entre 9 e 18 horas e apresentar laudo médico que comprove a condição de imunossuprimido.

Segundo a secretária municipal de saúde, Valéria Lima, a estimativa é de que haja em Cruzeiro do Sul no máximo cerca de 300 pessoas nas condições previstas pela nota técnica para receber a quarta dose.

“Não temos um público tão alto em Cruzeiro do Sul, mas a quarta dose já está disponível para este público nas unidades desde o dia 15 de janeiro”, explicou a secretária.

Fonte_Cruzeiro do Sul/Acre

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

COFEN aprova Prescrições a Distância

 


Normatiza a atuação da equipe de enfermagem no cumprimento de prescrições a distância, através de meios eletrônicos.

Resolução COFEN 689/2022

Fonte_COFEN

Enfermeiros agora podem prestar serviços de responsabilidade técnica com autonomia

 


Um novo ramo de atuação se abre para os empreendedores da Enfermagem.

Agora, enfermeiras e enfermeiros que desejam atuar na prestação de serviços de responsabilidade técnica com autonomia e independência podem fazer isso com a segurança jurídica necessária. Isso porque o Conselho Federal de Enfermagem - COFEN aprovou a Resolução 685/2022, que normatiza a anotação de RT por profissionais liberais, seja na condição de pessoa física ou jurídica.

Segundo o diretor-tesoureiro do COFEN e autor do parecer que levou à edição da norma, conselheiro Gilney Guerra, esse é um mercado em expansão e com grande demanda de mercado. “Estamos atentos às oportunidades do setor e plenamente voltados ao desenvolvimento de competências e prerrogativas exclusivas da nossa categoria. Nunca é demais lembrar: a Enfermagem é independente e não está submetida a nenhuma outra profissão.

Podemos empreender e prestar serviços dentro de todas as nossas especialidades, de acordo com regulamentação própria, sem qualquer tipo de ingerência. É isso o que estamos fazendo”, assegura.

O responsável técnico em Enfermagem atua predominantemente na elaboração de programas de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, programa de limpeza e higienização, serviços de auditoria, análise e controle de equipamentos, materiais e insumos médico-hospitalares e consultorias em geral. A presidente do COFEN, Betânia Santos, explica que são atividades que estão diretamente ligadas à qualidade dos serviços de saúde e à segurança de profissionais e pacientes e que, portanto, possuem alto valor agregado.

“Estamos dando as ferramentas, agora é colocar em prática. Os serviços de RT correspondem às ações do enfermeiro que não configuram cuidado assistencial direto ao paciente. São atividades gerenciais, que correspondem ao todo, de forma integral. Como enfermeiras e enfermeiros, estamos ocupando esse espaço porque temos competência, expertise e valor. Assim como já mostramos em outros segmentos de mercado, tenho certeza que a nossa atuação nessa área vai ser dinâmica, eficiente e promissora para as instituições de saúde”, acredita Betânia Santos.

O requerimento da Anotação de Responsabilidade Técnica - ART de profissional autônomo ou liberal deve ser feito por meio de formulário específico, junto aos Conselhos Regionais de Enfermagem, com base nos termos das Resoluções COFEN509/2016 e 685/2022, especificando-se quais serviços serão prestados, a quem e por que período. A anotação terá validade máxima de um ano ou pelo período de vigor do contrato entre as partes.

“Além dos serviços de responsabilidade técnica, profissionais de Enfermagem autônomos ou liberais já podem empreender na área estética, gerontologia, assistência a gestantes, tratamento de feridas e prestação de serviços em domicílio, entre outros segmentos”, lembra Gilney Guerra. De acordo com dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - CNES, já existem pelo menos 291 empresas registradas com o termo “enfermagem” no nome. Além desses empreendimentos especializados, profissionais da área possuem outros tipos de negócio, como comércio de produtos e desenvolvimento de tecnologias para atender demandas do mercado de saúde.

Fonte_COFEN

Após análise econômica, PL 2564 poderá ir direto para votação da Câmara Federal

 


O grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que analisa o impacto econômico da proposta que institui o piso nacional da Enfermagem vai concluir seus trabalhos até o próximo dia 25. Segundo o relator da matéria, deputado Alexandre Padilha (PT-SP), isso deve permitir que o projeto seja votado logo em seguida pelo plenário da Câmara.

Segundo o rito definido pelo presidente da casa, deputado Arthur Lira (PP-AL), a proposta ainda dependeria da análise de quatro comissões, antes de ir ao plenário. Entretanto, segundo Padilha, a ideia é que, assim que for definido o impacto econômico do piso, um pedido de urgência seja aprovado.

Cronograma das Reuniões

02/02/22 – Apresentação da proposta de plano de trabalho.

08/02/22 – Apresentação e entrega do número de profissionais e impactos financeiro das entidades de enfermagem.

09/02/22 – Apresentação e entrega do número de profissionais e impactos financeiros no setor público.

15/02/22 – Apresentação e entrega do número de profissionais e impactos financeiros: Santa Casa, Hospitais Filantrópicos e serviços conveniados ao SUS – Apresentação de estudos sobre o mercado de trabalho da enfermagem e com o controle social.

16/02/22 – Apresentação e entrega do número de profissionais e impacto financeiro no setor privado e não conveniados do SUS.

22/02/22 – Previsão da entrega do relatório.

25/02/22 – Previsão da votação do relatório.

“Muitos estudos trabalham com o dado de que a gente tem 2,6 milhões profissionais de Enfermagem ativos no Brasil. O próprio Dieese já fez um levantamento que mostra que não são 2,6 milhões, mas 1,2 milhão”, destacou o relator. Segundo o deputado, após mostrar que é economicamente viável, não restará mais nenhum empecílio à valorização da categoria.

Para a presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Betânia Santos, a categoria precisa continuar unida, mobilizada e perseverante, pois a chance de aprovação do piso é real. “Temos o apoio de todas as deputadas e dos deputados que fazem parte do grupo de trabalho. A cada dia, conquistamos o apoio público de mais parlamentares.

Estamos avançando e acredito que podemos chegar a essa conquista”, destaca.

Fonte_COFEN

Resolução 687/2022 - isenção da Anuidade

 


Autorizar, excepcionalmente, os Conselhos Regionais de Enfermagem dos estados a concederem isenção da anuidade do exercício de 2022 aos profissionais atingidos pelas recentes enchentes cujos municípios onde residam tenham decretado, oficialmente, estado de emergência.

Grupo de Trabalho Câmara dos Deputados - Impacto PL2564/20

 


Deliberação de Requerimento

LOCAL: Anexo II, Plenário 09 HORÁRIO: 09hs

TEMA: "Deliberação de Requerimentos" Deliberação de Requerimento

A - Requerimentos:

1 - REQUERIMENTO Nº 1/2022 - do Sr. Alexandre Padilha e outros - que "requer a realização de Reunião Técnica para debater o Projeto de Lei 2564/2020 que altera a Lei n° 7.498, de 25 de junho de 1986, para instituir o Piso Salarial nacional do Enfermeiro, do Técnico de Enfermagem, do Auxiliar de Enfermagem e da Parteira".

Fonte_TV Câmara

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Projeto institui piso salarial nacional para os profissionais da enfermagem

 


O Projeto de Lei 2564/20, do Senado, institui piso salarial para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei 7.498/86, que trata do exercício da enfermagem.

Conforme a proposta, o valor mínimo inicial para os enfermeiros será de R$ 4.750, a ser pago nacionalmente pelos serviços de saúde públicos e privados. Nos demais casos, haverá proporcionalidade: 70% do piso dos enfermeiros para os técnicos de enfermagem; e 50% para os auxiliares de enfermagem e as parteiras.

Fonte_Câmara dos Deputados

deputado Padilha promete rapidez em trabalhos sobre PL do Piso: “não é para enrolar”

 


A reunião do Grupo de Trabalho para discutir o impacto orçamentário e financeiro da aprovação do PL 2564/20, que cria o Piso Salarial Nacional da Enfermagem, aconteceu na noite desta quarta-feira (2), em sessão híbrida na Câmara dos Deputados, em Brasília, em um tom favorável. Segundo o relator dos trabalhos, deputado Alexandre Padilha (PT-SP), ninguém tem a intenção de debater a validade da matéria, só a criação de um “número” para determinar o impacto. Ele ainda prometeu a conclusão das reuniões no prazo, até o final de fevereiro.

“Nós queremos e vamos concluir os trabalhos no prazo estabelecido. Este grupo não é para enrolar, não é para procrastinar, não é para prolongar, este grupo é para tirar divergências e chegar a um dado que possa garantir o encaminhamento para uma aprovação o mais rápido possível, para que a gente conclua a votação no dia 25 de fevereiro”, declarou.

A proposta estabelece um piso salarial de R$ 4.750 para enfermeiros e pisos proporcionais para técnicos, auxiliares e parteiras. O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) articula o apoio de parlamentares pela votação e aprovação urgente da luta que já dura quase três décadas.

Padilha, que é médico, ainda fez um relato pessoal sobre os impactos da pandemia na Enfermagem. “Conheço equipes de UTIs que perderam metade dos seis profissionais, morreram, outros que felizmente não morreram, mas estão impossibilitados de voltar”, contou.

Na avaliação da presidente do Cofen, Betânia Santos, o caminho é árduo, mas cheio de esperança. “O texto atual do PL 2564 é fruto de muito diálogo e pactuação, e já leva em consideração as limitações orçamentárias. É hora de mobilizarmos nossos deputados, em cada estado, em defesa da Enfermagem e da Saúde”, afirmou.

A sessão foi presidida pela deputada enfermeira Carmen Zanotto (Cidadania/SC).

Falaram na noite desta quarta-feira os deputados Carla Dickson (PROS-RN), Célio Studart (PV-CE), Pedro Westphalen (Progressistas-RS), Alice Portugal (PCdoB-BA), Soraya Manato (PSL-ES), Jorge Solla (PT-BA), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Leda Sadale (Avante-AP). O apoio à aprovação foi unânime.

Ontem, o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho, também defendeu a votação do PL, em entrevista ao Portal Cofen.

Fonte_COFEN

Líder do partido DEM na Câmara defende votação do piso da Enfermagem 2022

 


O ano legislativo teve início nesta quarta-feira (2) e o PL 2564/20, que cria o piso salarial nacional para a Enfermagem, vem angariando cada vez mais apoio na Câmara dos Deputados. O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN articula o apoio de parlamentares pela votação e aprovação urgente da luta que já dura quase três décadas.

Aprovado no ano passado no Senado, o PL pode entrar na pauta de votação ainda em 2022, de acordo com os parlamentares ouvidos pelo Portal Cofen. O mais recente parlamentar a manifestar seu apoio público à causa foi Efraim Filho (DEM-PB). De acordo com o deputado, a justiça da causa torna difícil que a pauta não seja votada ainda neste ano. “Eu quero e vamos trabalhar para isso, é uma questão de justiça com uma categoria que teve protagonismo no enfrentamento à pandemia e mostrou o seu valor ao arriscar a vida para salvar as nossas”, declarou ao Portal Cofen.

A proposta estabelece um piso salarial de R$ 4.750 para enfermeiros e pisos proporcionais para técnicos, auxiliares e parteiras. Nesta quarta, um Grupo de Trabalho para reunir estudos e estudos e ouvir representantes da categoria e de setores interessados deve determinar o impacto econômico da medida.

A Frente Parlamentar em Defesa da Enfermagem, em articulação com o Cofen e demais integrantes do Fórum Nacional pela Valorização da Enfermagem, está articulada para levar o PL à votação. Ontem à noite, o deputado Alexandre Padilha (PT-SP), relator do Grupo de Trabalho (GT) sobre o PL 2564/20 na Câmara, divulgou proposta de cronograma de reunião com diversas entidades para examinar o impacto orçamentário do projeto de lei.

“É um caminho árduo, mas seguimos com esperança. O texto atual é fruto de muito diálogo e pactuação, e já leva em consideração as limitações orçamentárias”, disse a presidente do Cofen, Betânia Santos.

Confira entrevista dos deputados Célio Studart (PV-CE)  e enfermeira Carmen Zanotto (Cidadania-SC) ao Portal Cofen.

Fonte_COFEN

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

COFEN se reúne com membros da Atenção Primária do Ministério da Saúde

 


Membros da Câmara Técnica de Atenção Básica do Conselho Federal de Enfermagem (CTAB/Cofen) se reuniram com a Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) do Ministério da Saúde com o objetivo de estreitar relações para construção de parcerias futuras. O encontro aconteceu no último dia 1º/2, na sede do Ministério da Saúde.

Entre os principais temas tratados no encontro estava a atuação dos profissionais da Enfermagem na Atenção Primária à Saúde (APS), especialmente no cenário da pandemia, assim como a importância do aumento de profissionais de saúde nas salas de vacina, a fim de ampliar o quadro de imunização da população.

“A Enfermagem tem um papel relevante para as ações do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa aproximação com o Ministério da Saúde se faz necessária para a garantia e ampliação das bases técnicas e legais de atuação da profissão na APS”, explicou Ricardo Siqueira, coordenador da Câmara Técnica de Atenção Básica (CTAB/Cofen).

A valorização dos profissionais da Enfermagem também foi ponto de debate na reunião, destacando-se a necessidade de aprovação do Projeto de Lei 256/2020, que fixa o piso salarial, bem como o reconhecimento do enfermeiro como prescritor pelo Ministério da Saúde. Outro assunto discutido foi sobre a revisão dos protocolos assistenciais e a importância da distribuição adequada – em quantidade e qualidade – dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), essenciais para o tratamento de pacientes com Covid-19.

Ainda, foi reforçado o convite aos membros da SAPS para participarem do Fórum Permanente de Imunizações, organizado pela comissão do Cofen, previsto para acontecer de forma online dia 17/02, às 15h, por meio da plataforma Teams.

O encontro contou com a participação dos membros da CTAB, coordenada por Ricardo Siqueira, do secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Raphael Parente, e da diretora do Departamento de Saúde da Família, Renata de Oliveira Costa. Participaram de forma online os membros da CTAB, Alex Sandra Leocárdio e Waldenira Fonseca.

Fonte_COFEN

Primeira Reunião - Grupo de Trabalho - Câmara dos deputados - PL2564

 


Grupo de Trabalho (GT/PL2564) destinado a examinar impacto orçamentário-financeiro advindo da implementação de pisos salariais fixados no Projeto de Lei n. 2564/2020.

I - Apresentação do Plano de Trabalho do Relator - Deputado Alexandre Padilha.

Fonte_TV Câmara

Entidades da Enfermagem vão ao Congresso Nacional cobrar PL2564

 


O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e outras entidades da categoria vão se reunir, nesta terça (02/08), com o Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados que estuda o impacto orçamentário e financeiro do PL 2564/20 , que cria o Piso Salarial Nacional da Enfermagem.

A proposta estabelece um piso de R$ 4.750 para enfermeiros e forneceis de valor para os técnicos e 50% do valor para os pisos técnicos e 50% auxiliares e peças, corrigidos pelo INPC (Índice de Consumidores). Todos os deputados integrantes do GT são emendados ao projeto, que foi apresentado pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) e tramita nos termos da senadora Eliziane Gama (Cidadania).

Na avaliação do presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Betânia Santos, o caminho é árduo, mas cheio de esperança. “O texto atual do PL 264 é fruto de muito diálogo e pactuação, e já leva em consideração como orçamentárias. É hora de mobilizarmos nossos deputados, em cada estado, em defesa da Enfermagem e da Saúde”, afirma. A aprovação no Senado , por unanimidade, foi dos exercícios de construção de pontes com todos os envolvidos.

A deputada enfermeira Carmen Zanotto (Cidadania/SC) defende a desoneração para aprovação do PL. O deputado relator, Alexandre Padilha (PT-SP), pedido de urgência na tramitação, após definição do impacto orçamentário. Segundo o rito definido pelo presidente da casa, deputado Arthur Lira (PP-AL), a proposta dependeria da análise de quatro comissões ainda, antes de ir ao plenário.

Fonte_COFEN

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Deputada Carmen Zanotto aposta em repasses e na desoneração para aprovar PL do Piso

 


O ano legislativo terá início nesta quarta-feira (2), e o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) vem articulando apoio parlamentar pela votação e aprovação urgente do PL 2564/20, que cria o piso nacional da categoria, uma luta de quase três décadas.

Aprovado no ano passado no Senado, o PL tramita agora na Câmara dos Deputados. “Seguimos em mobilização para que o PL vá ao plenário, em diálogo com as equipes parlamentares. Durante os últimos dois anos, estivemos diariamente no Senado, e agora a luta segue na Câmara”, declarou a presidente do Cofen, Betânia Santos.

Uma das vozes mais influentes da categoria na Câmara dos Deputados, a enfermeira Carmen Zanotto (Cidadania/SC), coordenadora da Frente Parlamentar Mista da Saúde, afirmou em entrevista ao Portal Cofen que alocações de recursos por parte do governo federal a estados e municípios e compensações tributárias podem ser a solução para compensar os impactos orçamentários do piso.

“Não tenho dúvida no reconhecimento por parte dos parlamentares do trabalho da Enfermagem. Acreditamos que o relatório dará subsídios em sua aprovação, inclusive trabalhando para que o Governo aloque recursos a estados, municípios e prestadores de serviços conveniados ao SUS. Quanto ao sistema privado, teremos outras alternativas, tais como a desoneração da folha (que incide no setor privado)”, declarou Carmen.

A proposta que estabelece um piso salarial de R$ 4.750 para enfermeiros e pisos proporcionais para técnicos, auxiliares e parteiras. De acordo com a parlamentar, o Grupo de Trabalho reunirá estudos e ouvirá representantes da categoria e de setores impactados pela medida para determinar “o retrato mais fidedigno de quantos somos no Brasil”. Só assim, a matéria poderá seguir a tramitação e ser votada no plenário e não ficar “parada nas comissões”.

A Câmara retomará os trabalhos de forma híbrida em virtude do agravamento da pandemia com o aumento no número de contágios desde o final do ano passado. Ela demonstrou tranquilidade com o regime de trabalho de exceção. “Os parlamentares já estão acostumados com este formato, ao longo de 2020 e 2021 foram híbridos e nem por isso perdemos em questão de debates e qualidade de contribuição!”, garantiu a deputada.

Carmen Zanotto afirma que o momento é de mobilização da categoria, com pressão constante sobre os gabinetes dos colegas. “Quem não é visto não é lembrado”, advertiu.

Fonte_COFEN

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

BUBUTANTAN

 


O vírus influenza, causador da gripe, circula em nossa sociedade há muito tempo e é considerado o patógeno que mais provocou mortes na história da humanidade. Os primeiros registros de sua circulação foram em 412 a.C., quando Hipócrates e Livy discorreram sobre um aumento de casos de uma doença respiratória que iniciou de maneira abrupta e levou a óbito um número grande de pessoas. No decorrer dos séculos, ele tem causado surtos, epidemias e pandemias. As mais bem descritas e estudadas delas ocorreram no século 20 (gripe espanhola, gripe asiática e gripe Hong Kong) e 21 (gripe suína, depois nomeada H1N1 pandêmica). 

Quando ouvimos falar da influenza, geralmente ouvimos também uma sigla associada ao vírus, como H3N2 e H1N1. Você sabe por que existe essa sigla? E o significado dela?

O vírus da influenza é composto por quatro tipos: A, B, C e D. Na superfície dos tipos A e B há duas proteínas, a hemaglutinina (HA), que tem o papel de ligar o vírus ao receptor, sendo essencial para causar a infecção, e a neuraminidase (NA), que faz o vírus ser liberado da célula hospedeira para fazer a replicação em outras.

No tipo A, há uma variedade de subtipos. Até o momento, foram identificadas 18 diferentes hemaglutininas (de H1 até H18) e 11 neuraminidases (de N1 até N11). E é daí que vêm as nomenclaturas que tanto ouvimos falar. Todas essas proteínas podem se misturar, criando um novo subtipo.

Essa variação de subtipos pode gerar mais de 30 mil vírus diferentes, porém apenas três estão adaptados para atingir humanos (até o momento): H2N2, H1N1 e H3N2, sendo que apenas os dois últimos circulam atualmente no mundo. O restante dos arranjos acomete principalmente aves aquáticas e selvagens, consideradas como hospedeiros naturais do vírus. Também podem infectar e causar doenças em aves domésticas, mamíferos aquáticos, porcos e morcegos entre outros mamíferos.

Já o tipo B da influenza tem apenas duas variantes: Yamagata e Victória. Os nomes dados às cepas estão relacionados com o local em que elas emergiram: na cidade de Yamagata, no Japão, e no estado de Victoria, na Austrália. O tipo C não tem uma importância epidemiológica tão grande, pois na maioria dos casos causa um pequeno resfriado – diferente da A e da B, que podem ocasionar epidemias sazonais. Embora tenham características distintas, os três tipos causam sintomas parecidos, como febre alta, tosse, garganta inflamada, dores de cabeça, no corpo etc. O tipo D, descrito pela primeira vez em 2011, está relacionado a infecções em bovinos. 

“Há um monitoramento acirrado em cima desses vírus para que não ocorra a passagem de novos vírus influenza aviários ou suínos para os humanos”, conta a diretora do Laboratório de Virologia do Butantan, Viviane Fongaro Botosso. Com esse objetivo, os países mantêm programas sentinelas vinculados às autoridades nacionais de saúde e à Organização Mundial da Saúde, que fazem o acompanhamento e a caracterização dos vírus circulantes, permitindo a identificação de novos agentes, causadores de doenças. Portanto, essa rede pode fazer a detecção rápida de novas enfermidades e novos agentes possibilitando a tomada de providências e ações pelos órgãos competentes para evitar a proliferação de novas doenças.

O Brasil possui um programa sentinela do Ministério da Saúde ligado à Secretaria de Vigilância em Saúde que identifica as novas variantes do vírus influenza circulantes em território nacional.

Fonte_BUTANTAN

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Governo desiste de 4ª dose contra COVID/19

 


O Ministério da Saúde decidiu que não irá aplicar a 4ª dose da vacina contra a covid-19 em idosos e profissionais de saúde.

O governo chegou a avaliar a possibilidade, mas desistiu. “Por enquanto, não será aplicada.

Precisamos de mais dados”, afirmou Rosana Leite, secretária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde.

Fonte_Poder360

“Se não fosse o SUS…”

 


A pandemia de Covid19 no Brasil segue causando grande sofrimento à população ao mesmo tempo em que revela a abrangência, a estrutura e a necessidade de defesa do modelo de saúde pública universal do Sistema Único de Saúde (SUS). O Conselho Nacional de Saúde (CNS) lançou na quinta-feira (27/1) o documentário “Se não fosse o SUS…”, abordando olhares e relatos sobre o controle social e a saúde pública no enfrentamento à pandemia. O vídeo está disponível online.



A produção, com imagens captadas em Porto Alegre e Brasília, registra e analisa a crise sanitária a partir de cenas em Unidade Básicas e territórios, com testemunhos de trabalhadoras(es), usuárias(os) e integrantes de conselhos de Saúde. O negacionismo e a falta de ação e coordenação central seguem provocando o adoecimento e a perda de vidas.

Porém, o controle social no SUS atuando em todas as localidades do país é a garantia da manutenção e do aperfeiçoamento das políticas públicas. O material reúne uma série de entrevistas com autoridades, especialistas e ativistas, sendo um registro histórico da importante atuação do CNS e da Rede Conselhos na maior crise sanitária brasileira dos últimos tempos.

Fonte_COFEN

PREVINE BRASIL: confira as mudanças nos indicadores de desempenho para 2022



O monitoramento e a avaliação dos dados de atendimento garantem mais qualidade e transparência às ações do Sistema Único de Saúde (SUS). Pensando nisso, o Ministério da Saúde fez a revisão, de forma tripartite, dos indicadores e suas metas e dos resultados esperados para pagamento de desempenho do programa de financiamento da Atenção Primária à Saúde, o Previne Brasil. As novas informações foram divulgadas em Portaria e na Nota Técnica nº 03/2022 DESF/SAPS/MS.

Para oferecer suporte à gestão municipal e garantir atendimento à população após declarada a pandemia, as transferências do pagamento por desempenho foram realizadas considerando 100% do alcance do Indicador Sintético Final do município ou Distrito Federal. Portanto, sem redução dos recursos financeiros, até dezembro de 2021. Agora, o cálculo para pagamento passa a ser realizado de acordo com o desempenho municipal e do DF, considerando o resultado de cada equipe, como previa o Programa no momento de sua criação, em 2019.

As notas serão atribuídas individualmente para cada indicador, variando de zero a dez, considerando o resultado alcançado entre o menor valor possível (zero) e a meta definida para aquele indicador. Isso significa que, se o resultado de um determinado indicador para aquele município for 30% e a meta for 60%, a nota final para esse indicador será 5,0. Ou seja, 50% da nota máxima possível, já que o resultado alcançou 50% da meta estabelecida. Caso o valor atribuído à meta for maior que o parâmetro, a nota final para o indicador será 10,0.

Outra novidade é a alteração do método de cálculo de alguns indicadores, como por exemplo o indicador referente às consultas de pré-natal. Antes, eram consideradas gestantes com seis consultas, sendo a primeira até a 20ª semana de gestação. em 2022, serão mantidas as seis consultas de pré-natal, porém, a primeira deverá ser realizada até a 12ª semana de gestação,  como forma de oferecer à mulher informações, apoio e cuidado de qualidade, ampliando os resultados positivos no acompanhamento da gravidez.

Na revisão feita de forma tripartite, diante do quadro ainda pandêmico do País, pactuou-se para efeito de pagamento por desempenho que os municípios brasileiros e o DF alcancem as metas previstas de dois indicadores no primeiro quadrimestre de 2022; de mais três indicadores para o segundo quadrimestre, e que completem o alcance dos sete (7) indicadores totais no último quadrimestre de 2022.

Além disso, as mudanças definidas serão aplicadas apenas na avaliação do primeiro quadrimestre de 2022. Portanto, para efeitos do cálculo para o custeio do pagamento por desempenho, entre janeiro e abril (Q1/2022), deve-se considerar o resultado do terceiro quadrimestre de 2021 com as regras de indicadores anteriores à estas mudanças. 

“As mudanças refletem a escuta que estamos fazendo ao percorrer o Brasil inteiro, reunindo representantes da APS de todos os municípios, literalmente, o que amplia nossa percepção da diversidade e desafio de cada região, assim como refletem o comprometimento com cada cidadão, que verá os serviços melhorarem diante da melhora do desempenho dessas equipes”, garantiu o Secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara. 

De forma gradativa, os pagamentos serão realizados da seguinte forma em 2022:

Para o financiamento no primeiro quadrimestre de 2022, será considerado o percentual do alcance real para as metas dos indicadores 1 e 2, somado à meta de 100% dos demais indicadores para a apuração do ISF do município e Distrito Federal, obtido no terceiro quadrimestre de 2021 com a metodologia de cálculo anterior aos indicadores revisados; 

Para o financiamento no segundo quadrimestre de 2022, será considerado o percentual de alcance real para as metas dos indicadores 1, 2, 3, 4 e 5, somado à meta de 100% dos demais indicadores para a apuração do ISF do município e Distrito Federal, obtido no primeiro quadrimestre de 2022; 

Para o financiamento no terceiro quadrimestre de 2022, será considerado o percentual de alcance real para as metas de todos os 7 (sete) indicadores elencados – para a apuração do ISF do município e Distrito Federal, obtido no segundo quadrimestre de 2022.

 

Orientações para gestores de saúde 

Também submetida à pactuação na Comissão Intergestores Tripartite (CIT), a NT nº 03/2022 DESF/SAPS/MS  é um instrumento para orientar e dar subsídios ao planejamento das ações de trabalho das equipes de saúde. Nela, são tratados os seguintes temas: Parâmetros, metas, pesos, Indicador Sintético Final e financiamento dos sete indicadores. 

 O texto informa que a avaliação de desempenho dos municípios e do DF, a partir das equipes Saúde da Família (eSF) e das equipes de Atenção Primária (eAP), no conjunto dos indicadores permanecerá consolidada no Indicador Sintético Final (ISF), e que o ISF determinará o valor do incentivo financeiro a ser transferido ao município. O ISF equivale ao cálculo do desempenho alcançado nos sete indicadores selecionados. A avaliação ISF permanece realizada a cada 04 (quatro) meses, com repercussão financeira para os 04 meses seguintes.

 A Nota Técnica também destaca os valores de referência para indicar o desempenho ideal (parâmetros e metas) dos serviços de Atenção Primária à Saúde ofertados nos municípios brasileiros e no Distrito Federal. O acompanhamento dos dados que produzem os indicadores, têm como principal fonte o Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica (SISAB) onde é possível acompanhar informações que permitam a avaliação dos dados agregados por equipe.

Sobre o Previne 

O programa Previne Brasil é o modelo de financiamento da Atenção Primária à Saúde (APS), e foi instituído pela Portaria de Consolidação GM/MS nº 6, de 28 de setembro de 2017. O Previne considera quatro componentes para fazer a transferência financeira federal a municípios e ao Distrito Federal: incentivo com base em critério populacional; capitação ponderada (cadastro de pessoas); pagamento por desempenho (indicadores de saúde) e incentivo para ações estratégicas. A proposta tem como princípio aumentar o acesso das pessoas aos serviços da APS e o fortalecimento de vínculos entre população e equipe, com base em mecanismos que induzem à responsabilização dos gestores e dos profissionais pelas pessoas atendidas e acompanhadas nos serviços da APS. O Previne Brasil começou a ser implementado em 2020.

Saiba mais sobre o pagamento por desempenho nas normativas abaixo: 

Portaria GM/MS nº 3.222, de 10 de dezembro de 2019
Portaria GM/MS nº 2.713, de 6 de outubro de 2020
Portaria GM/MS nº 102, de 20 de janeiro de 2022
Seção III do Título II da Portaria de Consolidação GM/MS nº 6, de 28 de setembro de 2017
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Fonte_Saude.Gov


Resolução COFEN 686/2022

Prorrogar por 180 (cento e oitenta) dias as carteiras de identidade profissional do Sistema Conselho Federal de Enfermagem/Conselhos Regionais de Enfermagem já vencidas e aquelas que venham a vencer nos meses de fevereiro, março e abril de 2022.

Fonte_COFEN

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

COFEN reconhece a modalidade de Suporte Intermediário de Vida - SIV

 


O Plenário do Conselho Federal de Enfermagem - COFEN Publicou, nesta terça-feira, resolução que regulamenta o Suporte Intermediário à Vida - SIV no pré-hospitalar - APH, nos serviços. Resolução COFEN 688/22

A normatização, pacientes apresentados pela Comissão Nacional de Urgência e Emergência - CONUE, visa suprir o vazio assistencial que existe entre os serviços básicos e avançados, oferecendo maior resposta aos críticos. É fruto de amplo trabalho sobre o tema, que vem sendo desenvolvido pelo COFEN desde 2016.

No Brasil, atualmente, como unidades de Suporte Básico de Vida - SBV, em situação de grande número de ocorrência, acabam por parte concentrada dos atendimentos às vítimas em situação de risco. De acordo com os dados do Ministério da Saúde, o Sistema SAMU, maior rede pública regulamentada no país, possui 2.472 unidades de suporte básico para 614 unidades de suporte avançado.

O reconhecimento da SIV busca preencher lacunas aos pacientes existentes, conferindo autonomia e competências aos Enfermeiros que não atendem a enfermagem-hospitalar maior.

As unidades de suporte intermediário devem contar com dois profissionais enfermeiros ou um acompanhante de técnico de enfermagem, além de líderes de desenvolvimento. “Destinada ao atendimento dos avançados críticos na ausência do suporte de vida, a SIV busca como habilidades profissionais às necessidades de pacientes de maior complexidade, permitindo a realização de práticas avançadas e medicações, sob orientação da Central de Regulação das Urgências - CRU”, destacou o coordenador da CONUE, Eduardo Fernando de Souza.

A presidente do COFEN, Betânia Santos, considera o reconhecimento da modalidade de Suporte Intermediário de Vida uma grande conquista. “Com a regularização da SIV, objetivamos estruturar o caminho a uma assistência de enfermagem profissionais e usuários, viabilizando fiscalização segura para assertiva dos regionais. Continuaremos a trabalhar pelo fortalecimento do exercício profissional livre de ocorrências adversas”, afirmou.

Fonte_COFEN