sábado, 30 de março de 2013

09 de Abril

A marcha será realizada em Brasília-DF e terá como objetivo mostrar a força da Enfermagem para que o PL 2295/00 seja votado.


“Mobiliza Enfermagem”. Este é o lema do grande ato previsto para acontecer dia 9 de abril, em Brasília, quando as entidades que compõem o Fórum 30 horas Já! – CNTS, FNE, ABEn, Cofen, ANATEn – pretendem reunir 20 mil profissionais em marcha pela Esplanada dos Ministérios até o Congresso Nacional e Palácio do Planalto.
O objetivo da marcha é mostrar a força da categoria, para que o PL 2.295 seja votado ainda no primeiro semestre deste ano, além da defesa de outras propostas de interesse dos trabalhadores da saúde como um todo.
No decorrer do ano, outras atividades serão realizadas com a finalidade de discutir sobre a formação em enfermagem, as novas profissões e a interface com o fazer da enfermagem e a inserção da enfermagem na residência multiprofissional. A pauta será realizada com apoio da Frente Parlamentar, presidida pelo deputado Wilson Filho (PMDB-PB). Educação permanente e à distância, acesso e qualidade da assistência de enfermagem no SUS, condições de trabalho – mercado e precarização também serão temas frequentes nas mobilizações do Fórum.
Em paralelo às atividades, membros da coordenação do Fórum permanecem em constante debate com os prestadores de serviços dos setores privado e filantrópico acerca do impacto financeiro com a finalidade de discutir encaminhamentos e definir estratégias com vistas a buscar um consenso que garanta a aprovação do PL 2.295 na Câmara e a respectiva sanção presidencial.
Agenda do Fórum com atividades paralelas
08.03.13 – Atividades do Dia Mundial da Mulher, em São Paulo
19.03.13 – Discussão sobre as novas profissões e a interface com o fazer da Enfermagem, em Brasília
09.04.13 – Mobilização nacional em defesa dos projetos de interesse da Enfermagem, em Brasília
23.04.13 – Discussão sobre a formação em Enfermagem no Brasil, em Brasília;
01 a 31.05 – Mês da Enfermagem – Mostra da Enfermagem na Câmara;
21.05.13 – Sessão solene em homenagem à Enfermagem, na Câmara;
18.06.13 – Debate sobre inserção da enfermagem na residência multiprofissional, em Brasília;
23 a 28.07 – Jornada mundial da juventude – Marcha da juventude - RJ;
17.09.13 – Debate sobre educação permanente e educação à distância - DF;
22.10.13 – Debate sobre acesso e qualidade da assistência de enfermagem, no SUS, em Brasí­lia;
19.11.13 – Debate sobre condições de trabalho, mercado e precarização, em Brasília;
10.12.13 – Encerramento das atividades 2013, em Brasília.

terça-feira, 26 de março de 2013

Parabéns Deputado


Parabéns Gladson Cameli, Feliz Aniversário, hoje e sempre, você merece muitos abraços e homenagens. que Deus, nosso pai, ilumine ainda mais seu caminho, para que possa conquistar todos os seus sonhos.

Exemplo a Ser Seguido.

A Presidente do Conselho do Regional de Enfermagem de Rondônia COREN/RO, Patrícia Ribeiro, acompanhada da Secretária Geral, Ana Paula Santos e a Coordenadora do Departamento de Fiscalização do COREN/RO, Enfermeira Marisa Miranda, estiveram com o Prefeito de Porto Velho, Mauro Nazif, o Secretário Municipal de Saúde, José Macário Barros, e o adjunto da pasta, Francisco Marto, para tratar de assuntos pertinentes a atuação e a valorização da enfermagem no município. Na pauta foram abordados assuntos como: A fixação legal da jornada das 30 horas, efetivação do piso salarial dos profissionais de enfermagem e a presença de enfermeiros em todas as ambulâncias do município, entre outros.
Click aqui para ler a reportagem completa.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher


As comemorações do 8 de março estão mundialmente vinculadas às reivindicações femininas por melhores condições de trabalho, por uma vida mais digna e sociedades mais justas e igualitárias. Essa luta é antiga e contou com a força de inúmeras mulheres que nos vários momentos da história da humanidade resistiram ao machismo e à discriminação.

É a partir da Revolução francesa, em 1789, que as mulheres passam a atuar na sociedade de forma mais significativa, reivindicando a melhoria das condições de vida e trabalho, a participação política, o fim da prostituição, o acesso à instrução e a igualdade de direitos entre os sexos.


É nessa época que surge o nome da francesa Olympe de Gouges. Em 1791, ela lança a "Declaração dos Direitos da Cidadã", onde reivindicava o "direito feminino a todas as dignidades, lugares e empregos públicos segundo suas capacidades". Afirmava também que "se a mulher tem o direito de subir ao cadafalso, ela deve poder subir também à tribuna". Olympe de Gouges foi julgada, condenada à morte e guilhotinada em 3 de março de 1793, por "ter querido ser um homem de estado e Ter esquecido as virtudes próprias do seu sexo". Nesse mesmo ano, as associações femininas foram proibidas na França.

Revolução Industrial
Na Segunda metade do século XVIII, as grandes transformações ocorridas no processo produtivo e que resultaram na Revolução Industrial, trouxeram consigo uma série de reivindicações até então inexistentes. A absorção do trabalho feminino pelas indústrias, como forma de baratear os salários, inseriu definitivamente a mulher no mundo da produção. Ela passou a ser obrigada a conviver com jornadas de trabalho que chegavam até 17 horas diárias, em condições insalubres, submetidas a espancamentos e ameaças sexuais constantes, além de receber salários que chegavam a ser 60% menores que os dos homens.

Em exemplo típico do ambiente fabril na época era a tecelagem Tydesley, em Manchester, na Inglaterra, onde se trabalhava 14 horas diárias a uma temperatura de 29º, num local úmido, com portas e janelas fechadas e, na parede, um cartaz afixado proibia, entre outras coisas, ir ao banheiro, beber água, abrir janelas ou acender as luzes.

Luta Operária
Não tardaram a surgir, na Europa e nos Estados Unidos, manifestações operárias contrárias ao terrível cotidiano vivenciado e os enfrentamentos com o patronato e a polícia se tornaram cada vez mais freqüentes. A redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias passou a ser a grande bandeira dos trabalhadores industriais.

Em 1819, depois de um enfrentamento em que a polícia atirou com canhões contra os trabalhadores, a Inglaterra aprovou a lei que reduzia para 12 horas o trabalho das mulheres e dos menores entre 9 e 16 anos. Foi também a Inglaterra o primeiro país a reconhecer, legalmente, o direito de organização dos trabalhadores. O parlamento inglês aprovou, em 1824, o direito de livre associação e os sindicatos se organizaram em todo o país.

Foi no bojo das manifestações pela redução da jornada de trabalho que 129 tecelãs da Fábrica de Tecidos Cotton, em Nova Iorque, cruzaram os braços e paralisaram os trabalhos pelo direito a uma jornada de 10 horas, na primeira greve norte-americana conduzida unicamente por mulheres. Violentamente reprimidas pela polícia, as operárias, acuadas, refugiaram-se nas dependências da fábrica. No dia 8 de março de 1857, os patrões e a polícia trancaram as portas da fábrica e atearam fogo. Asfixiadas, dentro de um local em chamas, as tecelãs morreram carbonizadas.

Durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada em 1910 na Dinamarca, a famosa ativista pelos direitos femininos, Clara Zetkin, propôs que o 8 de março fosse declarado como o Dia Internacional da Mulher, homenageando as tecelãs de Nova Iorque. Em 1911, mais de um milhão de mulheres se manifestaram na Europa. A partir daí, essa data começou a ser comemorada no mundo inteiro.

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