domingo, 29 de abril de 2012

Enfermagem e o Cuidador

A Enfermagem é uma profissão bastante antiga e caracterizada por ter seu foco no ser humano. Procuramos cuidar do paciente percebendo-o em sua totalidade e no meio em que está inserido, buscando a promoção da saúde.

Na antiguidade, a enfermagem era realizada empiricamente, inicialmente, por pessoas leigas e posteriormente por religiosas.

Atualmente, a profissão tem caráter científico e extremamente profissional. Em nossa formação temos noções, além de anatomia e fisiologia, de sociologia, linguística, pesquisa, entre outras, mas principalmente de enfermagem.

Nosso foco é prestar o cuidado ao paciente com qualidade e rigor técnico de atendimento. Por isso nos preocupa quando um jornal de grande circulação como o Santa publica em duas páginas (9 de abril), com o título Profissão: cuidador , uma reportagem sobre uma nova modalidade de atendimento de idosos. Sabe-se que a tendência do idoso é necessitar, cada vez mais, de cuidados especializados, pois sua saúde acaba por deteriorar-se, exigindo para tanto pessoal qualificado.

Na condição de coordenadora de um Curso de Enfermagem, temos a responsabilidade de alertar a população leiga sobre o tema, uma vez que a contratação de um cuidador é geralmente informal e não amparada por lei nenhuma.

Lembramos que para o atendimento de Enfermagem, independente da idade do paciente, temos três categorias profissionais habilitadas no Conselho Federal: o Enfermeiro, o Técnico de Enfermagem e o Auxiliar de Enfermagem, sendo todas reconhecidas pelo Ministério do Trabalho e regulamentadas pelo Conselho Federal de Enfermagem através da Lei nº 7498/86. Desta forma, busca-se oferecer à população em geral a segurança no atendimento, regida de acordo com os preceitos éticos e técnicos do exercício profissional, o que não acontece com os cuidadores.

Silvana Scheidemantel Schroeder
Enfermeira

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Sob Nova Gestão

O Conselho Federal de Enfermagem realizou quarta-feira (25) a solenidade de posse da diretoria e do plenário para a Gestão 2012/2015. "Consolidar as conquistas e avançar" é o lema do novo pleno que tem como presidente a Enfermeira paranaense, Marcia Krempel, e como vice-presidente, o Enfermeiro cearense Osvaldo Albuquerque Sousa Filho.

A solenidade contou com a presença do Ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves; dos Senadores Valdir Raupp (PMDB-RO) e Paulo Davim (PV-RN); dos deputados federais Rubens Bueno (PPS-PR), Alex Canziani (PTB-PR), Rosane Ferreira (PV-PR), Carmen Zanotto (PPS-SC); da deputada estadual Enfermeira Rejane de Almeida (RJ); dentre outros. Também estiveram presentes Conselheiros e Presidentes de todos os Conselhos Regionais de Enfermagem.

Durante a cerimônia, Marcia Krempel fez menção ao papel fundamental de Manoel Carlos Neri da Silva no resgate da credibilidade do Cofen e na reconstrução do Sistema Cofen/Conselhos Regionais, afirmando que a nova gestão sempre terá em sua figura um exemplo de liderança, honra e companheirismo. Ainda em seu pronunciamento, a presidente afirmou: "Tenham certeza que o novo Plenário trabalhará intensamente na valorização da Enfermagem brasileira. Vamos mostrar que a enfermagem é feita mais de acertos do que de erros. Que a Enfermagem está em todas as políticas de saúde. Que sem a Enfermagem não há SUS. Que sem a Enfermagem não há cuidado com a vida. E por isso, somos importantíssimos".

GESTÃO 2012/2015 DO CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM
 
Presidente: Márcia Cristina Krempel (PR)

Vice-Presidente: Osvaldo Albuquerque (CE)

Primeiro-Secretário: Gelson Luiz de Albuquerque (SC)

Segundo-Secretário: Irene do Carmo Alves Ferreira (SE)

Primeiro- Tesoureiro: Antônio Marcos Freire Gomes (PA)

Segundo- Tesoureiro: Jebson Medeiros de Souza (AC)

CONSELHEIROS EFETIVOS:
 
Ivete Santos Barreto – GO

Maria do Rozário de Fátima Borges Sampaio – PI

Sílvia Maria Neri Piedade – RO


Amaury Angelo Gonzaga - MT

Ana Tânia Lopes Sampaio – RN

Anselmo Jackson Rodrigues de Almeida – PB

Dorisdaia Carvalho de Humerez – SP

Julita Correia Feitosa – PE

Regina Maria dos Santos – AL

Sebastião Junior Henrique Duarte – MS

Vencelau Jackson da Conceição Pantoja – AP

Wilton José Patrício – ES
CONSELHEIROS SUPLENTES:

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Exercicio!

Uma Pesquisa recente do Ministério da Saúde, em parceria com a Universidade de São Paulo – USP, mostrou que cerca de 80% das pessoas passam muito tempo em frente ao computador e a televisão. Esse comportamento sedentário pode causar vários problemas de saúde, como as doenças de coluna. “Não é recomendável permanecer mais de uma hora sentado. O ideal é a cada hora, ou a cada duas horas, no máximo, a pessoa deve levantar, realizar algum alongamento de braços, de pernas para ativar a circulação também dos membros inferiores”, diz o chefe do centro de trauma Rack-Medular do Instituto de Traumatologia e Ortopedia (INTO), Luís Eduardo Carell.

Ele aponta também que erros de postura cometidos no dia a dia e vícios posturais podem acarretar danos à coluna cervical. “O ideal seria que a altura da cadeira pudesse ser regulada ou que o monitor do computador ou da televisão fique próximo da altura dos olhos”, orienta o especialista.
 
Além do hábito da boa postura, a prática de caminhadas, exercícios de alongamento e as atividades esportivas são importantes para a prevenção da osteoporose e dores nas costas. Os exercícios físicos feitos regularmente estimulam a reabsorção do cálcio no tecido ósseo, deixando os ossos mais resistentes e os músculos e ligamentos mais fortes.
 
A orientação básica do Dr. Carell é de que, ao primeiro sintoma de algum problema na coluna, as pessoas procurem um médico ortopedista, mesmo que não seja especializado em coluna vertebral. O ortopedista pode orientar, prescrever analgésicos e anti-inflamatórios e recomendar o tratamento mais adequado para cada caso.
 
Dicas:
1. Ao permanecer sentado, o ideal é que os pés estejam apoiados para que os joelhos fiquem levemente mais altos do que o quadril;
 
2. Atender ao telefone e apoiá-lo entre o pescoço e o ombro é um grave erro. Este hábito pode provocar dor na cervical e agravar alguns problemas pré-existentes na coluna;
 
3. Ao pegar um objeto no chão o correto é flexionar os joelhos e agachar;
 
4. Sapatos muito altos ou apertados não são adequados para a boa saúde da coluna. Eles devem ser confortáveis;
 
5. Introduza o hábito de espreguiçar. É um alongamento que solta às estruturas articulares e musculares;
 
6. Por fim, pratique exercícios. A musculatura forte protege e fortalece a coluna, além de prevenir diversas doenças;

domingo, 15 de abril de 2012

Fique Sabendo!

Em quanto nós acompanhava-mos com atenção a manifestação das 30 horas na Camara Federal, dia 11 de Abril, no Supremo Tribunal Federal - STF estava em pauta a votação da descriminalização do aborto de fetos anencéfalos.
Acompanhe clicando aqui.

Apos dois dias de debates, os ministros do Supremo Tribunal Federal - STF votaram, em sua maioria, a favor da descriminalização do aborto de fetos anencéfalos, a votação obteve oito votos a favor, dois votos contra e um voto de abstenção.
Acompanhe Clicando aqui.

Embasamento da Corte:
A Corte analisou ação, ajuizada em 2004 pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde - CNTS, que defende a descriminalização do aborto nesses casos.
A entidade defende que existe ofensa à dignidade humana da mãe uma vez que ela é obrigada a carregar no ventre um feto com poucas chances de sobreviver depois do parto.

Conselho Federal de Medicina - CFM, classifica como um natimorto cerebral.

Médico e professor de ginecologia da Faculdade de Medicina de Jundiaí, Thomaz Gollop, a interrupção da gestação de um feto com anencefalia não deveria ser considerada um aborto, já que não há perspectiva de sobrevida do bebê. O termo correto, segundo ele, é antecipação do parto

O presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica, Marcial Francis Galera, Do ponto de vista cerebral, não há funções adequadas

A secretária-geral da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Rute Andrade, lembrou que uma gestação de feto diagnosticado com anencefalia geralmente provoca complicações e consequentes riscos para a mulher.

Palavra de Quem Entende
médica geneticista e mestrado em aconselhamento genético nos casos de anencefalia.
Leia a materia aqui.

sábado, 14 de abril de 2012

Bom Senso? mais, 13 anos!

A deputada Perpétua Almeida (PCdoB) está cobrando o compromisso assumido pela Câmara Federal para votar a redução da jornada de trabalho dos enfermeiros, de 40 para 30 horas. Desde 2009, o projeto está pronto para ser votado pelo Plenário.
A parlamentar acreana se juntou aos 5 mil trabalhadores que, apoiados pelas centrais sindicais e demais profissionais de saúde, ocuparam as dependências do Congresso Nacional esta semana.
“Foi criada uma expectativa muito grande aos trabalhadores para votar o projeto em regime de urgência. Ou cumprimos o combinado, ou poderemos ser responsabilizados pelo pior”, disse a deputada referindo-se à ameaça de greve geral da categoria previsto para o próximo dia 15.”A paralisação pode ser evitada. Basta que haja bom senso”, afirmou.
“Se os líderes não colocarem o projeto na pauta, a enfermagem vai parar”, sustentou a presidente da Federação Nacional de Enfermagem (FNE), Solange Caetano.
A categoria não vê outra saída a não ser cruzar os braços, ainda que o transtorno nos centros, postos, hospitais e demais unidades de saúde seja inominável.
Para Perpétua, uma vez que a Câmara se comprometeu em votar o projeto assim que houver “uma janela”, a melhor estratégia consiste em liberar a pauta, que está trancada por medidas provisórias. A deputada lembra que o PCdoB assinou o documento subscrito por parlamentares de vários partidos, e levado ao presidente da Câmara, como forma de pressionar o colégio de líderes.

Fonte_AC 24hs

sexta-feira, 13 de abril de 2012

30 horas EN Jejum


Um grupo de deputados federais, liderados pela Deputada Camem Zanotto (PPS-SC), se encontrará hoje (12), às 16h, na Capital Federal, com os quatro enfermeiros que estão há mais de 24 horas em greve. Os enfermeiros, três Conselheiros e um Colaborador do Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF), reivindicam a aprovação do Projeto de Lei 2295/00 que regulariza a jornada de 30 horas para profissionais de Enfermagem.
A ideia é que os deputados e os grevistas possam chegar a algum acordo a respeito do andamento do PL 2295/00, que já está pronto para ser votado, aguardando, apenas, ser colocado na Ordem do Dia da pauta de votações.
Saiba Mais:
Após 24 horas, três Conselheiros e um Colaborador do Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal continuam em greve de fome por tempo indeterminado, pela aprovação do Projeto de Lei 2295/00 que regulariza a jornada de 30 horas para profissionais de Enfermagem.



Foto: da esquerda para direita:
Dr. Wellington Antônio da Silva ( Presidente)
Sr. Luiz Alberto de Araujo Bezerra ( Colaborador)
Dr. Paulo Roberto Mendes Bezerra ( Tesoureiro)
Sr. Adriano Araujo ( Conselheiro)


A greve de fome do Presidente do Coren-DF, Dr. Wellington, que contou com adesão do Dr. Paulo Roberto, Dr. Adriano e Luiz Alberto, respectivamente Tesoureiro, Conselheiro e Colaborador,  terminou às 18:00, desta quinta-feira (12), completando 30 horas de jejum. Após 26 horas de greve de fome, o Presidente foi atendido pelo SAMU, encaminhado ao Pronto Socorro do Hospital de Base e posteriormente a semi intensiva com quadro de hipoglicemia e hipotensão de difícil controle. O quadro clínico do Dr. Wellington está sendo acompanhado de perto pelo Dr. Gilney Guerra, Conselheiro. Os funcionários, Conselheiros e Colaboradores do Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal torcem pelo pronto reestabelecimento da saúde do nosso Presidente para que ele retorne o mais breve possível ao comando da nossa autarquia.


Fonte_COFEN

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Resumo da Manifestação

O "Fórum Nacional 30 horas Já": Enfermagem Unida por um objetivo’, composto pelas entidades representativas da Enfermagem - COFEN, CNTS, FNE, ABEn Nacional, Executiva Nacional dos Estudantes de Enfermagem, ANATEN e CNTSS - informa que a mobilização realizada no dia 11 de abril, em Brasília- DF, que reuniu cerca de 7 mil profissionais de Enfermagem- Enfermeiros/as, técnicos, auxiliares e estudantes de Enfermagem - obteve os seguintes resultados:
1. Aprovação do piso salarial dos profissionais da Enfermagem, por unanimidade, na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. A vitória do resultado só foi possível graças à mobilização que acontecia no mesmo instante da votação.
2. Propiciou a visibilidade da importância da regulamentação da jornada de trabalho dos profissionais de Enfermagem na sociedade, com a divulgação do tema pelos veículos de comunicação de massa.
3. Entrega de documentos e realização de audiências com o líder do Partido dos Trabalhadores (PT), Jilmar Tatto, o líder do Governo na Câmara, Arlindo Chinaglia, e com o Presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia.
4. Manifestação favorável de todos os deputados presentes em relação à reivindicação da Enfermagem, além do compromisso assumido pelo Presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, em colocar em Paula para votação o PL 2295/00, assim que a mesma seja liberada em virtude do trancamento por 12 Medidas Provisórias.
5. Entrega de um documento com a assinatura de deputados de diversos partidos políticos que participaram da audiência pública solicitando a colocação na Ordem do Dia do PL 2295/00.
Profissionais da enfermagem ameaçam cruzar os braços já próximo dia 15, caso a Câmara não vote o Projeto de Lei 2295/00, que reduz de 40 para 30 horas semanais a jornada de trabalho da categoria. "Se os líderes não colocarem o projeto na pauta, a enfermagem para", sustentou a presidente da Federação Nacional de Enfermagem (FNE), Solange Caetano. Desde 2009, o projeto está pronto para ser votado pelo Plenário.
Segundo Solange, que participou de audiência pública da Comissão de Legislação Participativa nesta quarta-feira (11), 7 mil profissionais participaram, na manhã desta quarta-feira, de manifestação na Esplanada dos Ministérios. À tarde, lotaram o auditório Nereu Ramos para pedir a votação da nova jornada.
Promessas
Após ouvir do presidente da Câmara que o PL 2295 só poderá ser votado quando a pauta estiver destrancada, o presidente Conselho Federal de Enfermagem (Confen), Manoel Carlos Neri, também não descartou a possibilidade de paralisação. De acordo com Neri, no ano passado, Marco Maia assumiu o mesmo compromisso, mas a proposta nunca entrou na pauta do Plenário.
Redução de jornada melhora atendimento, afirmam deputados
Ainda conforme o presidente do Cofen, em 2010, o então presidente da Câmara, Michel Temer, fez a mesma promessa - votar a medida assim que fosse aprovada nas comissões. "Fizemos mobilização e aprovamos o projeto em todas elas. Em março ele entrou na pauta e ficou o ano inteiro, porque a pauta ficou trancada", relatou.
A deputada Rosane Ferreira (PV-PR), que é enfermeira, disse que já ocorreram quatro ou cinco audiências públicas, além de mobilizações e sessão solene no Plenário. Para ela, é preciso dar um basta. "Não posso pedir para meu povo parar, porque quem vai estar no parto, atrás da seringa da vacina? Mas não estou vendo outra saída", disse.
Divergências
Para o presidente da CLP, deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), "a única maneira de votar a proposta é uma decisão política de um grupo de deputados que apoia esse movimento pelas 30 horas para a Enfermagem para que seja feita uma obstrução da pauta até que esse projeto seja colocado em votação".
Na opinião da deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), no entanto, uma vez que o presidente se comprometeu a votar a medida assim que houver "uma janela", a melhor estratégia consiste exatamente no oposto do que propõe Garotinho, em liberar a pauta. "Obstruir apenas impossibilita que outras questões importantes entrem em votação", afirma.
"Meia verdade"
Segundo Garotinho, a afirmação de Marco Maia de que a matéria somente pode ser votada com a pauta destrancada "é meio verdadeira". Ele sustentou que "projeto de lei não pode ser votado quando há medida provisória trancando a pauta em sessão ordinária, mas pode em sessão extraordinária".
O deputado fluminense disse ainda que, no Congresso, tudo é decidido por acordo. Diante disso, providenciou um documento, que foi assinado por líderes e vice-líderes de vários partidos, e levado ao presidente da Câmara, como forma de pressionar o colégio de líderes.
Janete Pietá também discorda dessa opinião de Garotinho. "Até onde eu entendo de regimento, só podem ser convocadas sessões extraordinárias para votar PECs [propostas de emenda à Constituição] e matérias jurídicas", considerou.
Para resolver definitivamente o problema das obstruções da pauta por medidas provisórias, como ocorre neste momento, em que 12 delas aguardam votação, a deputada acredita que a solução seja uma reforma do regimento. "Temos de mudar o regimento porque não podemos sempre depender de jeitinho, de acordo, para votar as prioridades do povo brasileiro", defende.
Compromisso
Os deputados Artur Bruno (PT-CE) e Rogério Carvalho (PT-SE) garantiram que "a bancada do PT vai levar ao líder do partido, deputado Jilmar Tatto (SP), a reivindicação de colar a proposta em votação". Líder do PSC, o deputado Andre Moura (SE) assegurou que, "a todas as reuniões do Colégio de Líderes com o panfleto da enfermagem para lembrar o compromisso da presidente República com a jornada de 30 horas".

Após ouvir mais uma vez do presidente da Câmara que o Projeto de Lei 2295/00 só poderá ser votado quando a pauta estiver destrancada, o presidente do Conselho Federal de Enfermagem, Manoel Carlos Neri, disse que não descarta uma paralisação dos profissionais da enfermagem nos próximos dias. A proposta, que reduz de 40 para 30 horas a jornada de trabalho da categoria, está pronta para ser votada desde 2009.
De acordo com Neri, no ano passado, Marco Maia assumiu o mesmo compromisso.
Antes dele, ainda em 2010, o então presidente da Câmara, Michel Temer, também se comprometeu a votar a medida, assim que fosse aprovada nas comissões. "Fizemos mobilização e aprovamos o projeto em todas elas, em março ele entrou na pauta e ficou o ano inteiro, porque a pauta ficou trancada", relatou.
Os representantes dos profissionais da enfermagem participam de audiência pública da Comissão de Legislação Participativa para discutir a jornada da categoria.
O encontro ocorre no auditório Nereu Ramos.

Depoimento do Enf.Jebson que participou do Ato Publico das 30 horas Já....

QUE DIA LINDO PARA A ENFERMAGEM BRASILEIRA

Chegamos cedo ao evento e tivemos aquele impacto! Quantos profissionais e estudantes de enfermagem reunidos. Aproximadamente 60 onibus chegaram a Brasília. Um número incontável de guerreiros e guerreiras lutando pelos seus direitos e por uma promessa de campanha que insiste em não se cumprir. O grito ecoou em Brasília e o jingle entou o cântico mais o menos assim: "Dilma prometeu...." A carta de promessa feita por Dilma em sua campanha foi relembrada. O povo não esquece Dilma! Melhor aprovar as 30 horas da enfermagem, se naum, ela para a saúde no Brasil!!
O sol forte naum foi capaz de brilhar mais do que a profissão. O Brasil inteiro se fez representar e nós, é claro, do Acre, lá estávamos lutando junto, suando junto e, de forma incansável, gritanto: "30 horas já".
Houve várias falas e logo em seguida comaçamos a caminhar. Não poderia deixar o Acre de fora dessa e mais uma vez....bom, mais uma vez lá estavamos nós, na frente do movimento, percorrendo a Esplanada dos Ministérios e cobrando daqueles que elegemos no Acre, apoio para nossa jornada de trabalho. Meu descontentamento é para aqueles deputados federais do Acre que assistiram o evento lá de seus gabinetes e não tiveram a coragem de participar conosco de nosso movimento. Mas, nenhum deputado veio...com excessão de um. Mas naum foi do Acre. E a caminhada prosseguiu...quanta gente! Que movimento lindo e organizado! Percorremos uma curta distância, porém, naum dava pra ver o final do movimento!! As pessoas passavam de carro e buzinavam. O motoristado ônibus assenou em favor do movimento! Que coisa linda de se ver. E nós, do Acre, estávamos lá, para marcar na história o início de uma época em que a enfermagem deixou de vestir o branco apenas para ir trabalhar. Agora, veste o branco para lutar! Pensa uma profissão que esta apendendo a se organizar. Está aprendendo! Imagina quando concluir este aprendizado. Ninguém segura. Hoje somos poucos nas Assembléias Legislativas e no Congresso. Amanhã seremos vários. Quem poderá resistir a esse movimeto se continuar a crescer.
Ufa, fim da caminhada. Demorou muito para que o final do movimento chegasse. Era muita gente!! A fome, o calor, a sede tomava conta de nosso corpo, mas, éramos guerreiros incansáveis lutando por um sonho a muinto tempo construído. Viva. Notícia Boa. Aprovaram o Piso Salarial em mais uma Comissão. Ainda faltam várias. Mas vencemos mais uma! Mais um passo dado, mais uma vitória da categoria. Tive que sair antes para realizar outras atividades. A tarde o comentário: Se não tivermos uma notícia favorável sobre a aprovação da jornada de trabalho, a enfermagem irá parar. Quando? dia 15 de maio deste ano. Aonde? Em todo o Brasil! Termino este dia com a seguinte frase: "Verás que o filho teu não foge a luta" Parabéns enfermagem acreana, parabéns enfermagem brasileira.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Reunião no auditório Nereu Ramos sobre as 30hs

Paralisação......
 
A deputada Rosane Ferreira (PV-PR), que é enfermeira, defendeu há pouco a possibilidade de se promover uma paralisação da categoria. “Não posso pedir para meu povo parar, porque se isso ocorrer, quem vai estar no parto, atrás da seringa na vacina, na preparação do corpo depois de uma cirurgia, mas confesso que não estou vendo outra saída”, afirmou.

A parlamentar participa de audiência pública realizada pela Comissão de Legislação Participativa para discutir a jornada de trabalho dos profissionais da enfermagem. O PL 2295, que reduz de 40 para 30 horas a jornada semanal desses trabalhadores, está pronto para votação desde 2009.

Rosane Ferreira acrescentou que já ocorreram “quatro ou cinco” audiências públicas, além de mobilizações e sessão solene no Plenário. Diante disso, ela cogita que se chegue “a um basta”, com a paralisação.

Ela afirmou há pouco que, “se os profissionais de enfermagem forem esperar para ter uma bancada da profissão, terão que esperar cerca de 200 anos, porque hoje são apenas dois parlamentares da área”, disse.

As afirmações foram ditas em resposta a declaração anterior do presidente da Comissão de Legislação Participativa, deputado Anthony Garotinho (PR-RJ). Para ele, a proposta só será posta em votação se houver um grupo de parlamentares realmente interessados na aprovação do projeto.

Acordos.....

O presidente da Comissão de Legislação Participativa, deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), sugeriu há pouco que os profissionais de enfermagem elaborem um documento para ser assinado por todos os líderes e levado ao presidente da Câmara, Marco Maia. Este texto deverá pedir a inclusão do Projeto de Lei 2295/00 na pauta de votações. “No meu primeiro ano nesta Casa, aprendi que nada é aprovado se não for de interesse do colégio de líderes”, explicou.

O PL 2295, que reduz de 40 para 30 horas a jornada de trabalho semanal dos profissionais da enfermagem, está pronto para votação desde 2009. Garotinho acrescentou que, sem uma bancada compromissada com a proposta, o projeto não será votado.

Governo
Para a deputada Carmen Zanotto (PPS-SC), ao contrário do que sustenta Garotinho, a entrada do PL 2295 na pauta não depende apenas do colégio de líderes, mas de um acordo com o governo. “Se o projeto for levado ao plenário, não temos nenhuma dúvida de que será aprovado”, assegurou.

Também presente, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) acrescentou ser necessária também uma reunião com o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). “Acho importante esse encontro, inclusive para mostrar ao líder a carta da presidente da República, Dilma Rousseff, em que assume o compromisso com as 30 horas”, defendeu.
 
Os parlamentares participam de audiência pública realizada pela Comissão de Legislação Participativa para discutir a jornada de trabalho dos profissionais da enfermagem.

Fonte_COFEN

 

A Luta Continua...

Ato Público 30 horas semanais, na esplanadas dos Ministérios pela manhã.

“Nosso grande objetivo de hoje é cobrar do Presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, que o PL 2295/00 seja colocado na Ordem do Dia imediatamente. A Enfermagem Brasileira exige a votação imediata e não aceita mais que o PL seja adiado, o que vem acontecendo há, pelo menos, três anos”. Foram com essas palavras que o Presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Manoel Carlos Neri da Silva, deu início ao Ato Público que reuniu milhares de profissionais de Enfermagem de todo o país.

Em coro de “30 horas Já!”, auxiliares, técnicos de enfermagem e enfermeiros de todo o país exigiram a colocação na Ordem do Dia e a votação imediata do Projeto de Lei 2295/00 que fixa em 30 horas a jornada de trabalho para a Enfermagem brasileira. A manifestação teve início a partir da Catedral e seguiu até o Congresso Nacional. 

Para Neri, “o envolvimento de diversas entidades sindicais fortalece o movimento e mostra que a luta das 30 horas pertence não somente a Enfermagem, mas a todos os trabalhadores do país”. Neri ressalta ainda que a luta das entidades representativas não tem sido em vão. “Diversas cidades brasileiras, inclusive capitais, já aprovaram projetos de lei sobre as 30 horas”, conclui.

O tesoureiro do Cofen, Antônio Marcos Freire Gomes, enfatizou que a Enfermagem irá pressionar para que a Presidente da República cumpra com a promessa feita durante a campanha eleitoral, em que se comprometeu em apoiar a aprovação da jornada de 30 horas para a Enfermagem brasileira.

Deputados estaduais e federais também estiveram presentes no evento e fizeram questão de prestar todo apoio e pressionar para que o PL 2295 seja incluído na Ordem do Dia. A Deputada estadual do Rio de Janeiro, Rejane de Almeida, lembrou que a luta pela regulamentação da jornada de trabalho já passa de 50 anos e que o movimento tem que se manter articulado para mostrar a sua força.

O Ato Público pelas 30 horas foi uma iniciativa do ‘Fórum Nacional 30 horas Já: Enfermagem Unida por um objetivo’, composto por entidades representativas da Enfermagem- Cofen, CNTS, FNE, ABEn Nacional, Executiva Nacional dos Estudantes de Enfermagem, Anaten e CNTSS.

Estiveram também presentes  no evento representantes de diversas entidades da Enfermagem e das centras sindicais- CUT, CTB e Força Sindical, além de parlamentares federais e estaduais. Durante a mobilização, a animação ficou por conta da equipe dos Anjos da Enfermagem.

Ministério da Saúde
Durante a mobilização diversos representantes lembraram das audiências com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e reforçaram o pedido de elaboração de um parecer favorável sobre o Projeto de Lei 2295/00.

Compromisso de Campanha
Os profissionais da Enfermagem também exigiram que o Governo Federal cumpra o compromisso assumido durante a campanha eleitoral em 2010. Na época, a Presidenta Dilma Rousseff e o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assumiram o compromisso de apoiar a aprovação da jornada de 30 horas.

Fonte_COFEN

Juntos Somos Fortes

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 4924/09, do deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que fixa o piso salarial de enfermeiros em R$ 4.650,00.

Por sugestão do relator,  deputado Assis Melo (PCdoB-RS), a comissão também acolheu emenda anteriormente aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família, que fixa o salário dos técnicos de enfermagem em 70% do piso (R$ 3.255), em vez dos 50% previstos no projeto original.

O texto aprovado também aumenta o percentual previsto para auxiliares de enfermagem e parteiras. No projeto original eles receberiam 40% do salário do enfermeiro. O texto aprovado fixa um percentual de 50% do piso (R$ 2.325) para essa categoria.
 
"Sabemos que um piso salarial digno desestimula que os trabalhadores mantenham diversos empregos em detrimento da saúde deles e de seus pacientes. Nossa realidade demonstra que grande parte dos profissionais da saúde se submete a longas jornadas e a múltiplos vínculos contratuais", disse Assis Melo.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Veja aqui a íntegra do PL 4924/2009.

Fonte_Camara dos Deputados

terça-feira, 10 de abril de 2012

Na Luta pelas 30 horas semanais


A Comissão de Legislação Participativa promoverá nesta quarta-feira (11) uma audiência pública sobre a jornada de trabalho dos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. A sugestão do debate foi feita pela Federação Nacional dos Enfermeiros.
O tema está previsto no Projeto de Lei 2295/00, que regulamenta em 30 horas a carga de trabalho semanal da categoria. A proposta, que é defendida pela Frente Parlamentar em Defesa dos Profissionais da Saúde, aguarda inclusão na pauta do Plenário desde 2009.

Foram convidados:
a presidente da Federação Nacional de Enfermagem (FNE), Solange Caetano;
o presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Manoel Neri;
o presidente da Associação Brasileira de Enfermagem (Aben), Ivone Cabral;
o vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), João Rodrigues;
a presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em SeguridadeSocial (CNTSS), Maria Godoi;
o presidente da Associação Nacional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem (Anaten), José Antônio Costa;
representante da Executiva Nacional dos Estudantes de Enfermagem;
representante da CUT;
representante da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

A reunião será realizada às 14 horas, no auditório Nereu Ramos.

Fonte_Por Agência Câmara

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Passageiros à Bordo

O Fórum Catarinense 30 horas Já (Coren/SC, ABEn/SC, SindSaúde/SC, Fetessesc, SindPrevs e diversos sindicatos de todo o Estado) definiu nesta quarta-feira, 4 de abril, em reunião coordenada pela presidente do Coren, Enfª Dra. Felipa Rafaela Amadigi, os últimos detalhes para a participação no grande ato pelas 30 horas que acontece no dia 11, em Brasília.
Quatro ônibus com profissionais e estudantes de Enfermagem sairão do Estado para participar da mobilização, levando a força catarinense pela regulamentação da jornada da Enfermagem. Com camisetas e faixas, os profissionais e estudantes catarinenses representarão os cerca de 45 mil trabalhadores de Enfermagem do Estado.
Ato e audiência pública pelas 30 horas
O dia 11 será de intensa mobilização em Brasília, com atividades coordenadas pelo Fórum Nacional 30 horas Já (Cofen, CNTS, FNE, ABEn Nacional, Executiva Nacional dos Estudantes de Enfermagem, Anaten e CNTSS), que tem a participação da Enfª Dra. Denise Pires, Conselheira do Coren/SC e representante do Cofen no Fórum.
Confira a programação:
09:00 – Concentração – Esplanada dos Ministérios
10:00 – 13:00 – Abertura do Ato: 30h Já para a Enfermagem não parar
Fala dos Representantes das Centrais Sindicais: CUT, CTB E FORÇA SINDICAL
Fala dos Representantes das Entidades Nacionais e Estaduais- Parlamentares- Caminhada ao Anexo II
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL:- Animação: Anjos da Enfermagem- Escola de Samba

Audiência Pública:
No mesmo dia, a partir das 14 horas, uma Audiência Pública na Câmara dos Deputados, no Auditório Nereu Ramos, debaterá a jornada de trabalho de 30 horas. A proposta é mostrar que a Enfermagem está engajada e pressionará para que o PL 2295/00 seja aprovado. Representantes do Fórum propõem, juntamente com os líderes partidários, que o PL seja incluído na ordem do dia do Plenário da Câmara dos Deputados para que seja votado imediatamente.
14:00-15:30h: Mesa de Abertura: Solange Caetano (FNE), Manoel Neri (Cofen), Ivone Cabral (ABEn), João Rodrigues (CNTS), Maria Godoi (CNTSS), José Antônio Costa (Anaten), ENEEnf, Deputada Rosane Ferreira, Deputada Carmem Zanotto, CUT e CTB.
Convidados: Deputada Rejane Almeida (RJ), Deputada Gorete Reis (SE), Deputada Vitor Paulo, Deputada Valéria Macedo (MA), Deputada Ana Paula Lima (SC)
15:30-16:30: Condições de Trabalhado da Enfermagem X Adoecimento – Enfª Drª Vanda Elisa Andres Felli
Debatedora – Deputada Rejane de Almeida. Mediadora Deputada Gorete Reis
16:30-17:30: Quanto vale o voto da Enfermagem – Enfª Solange Caetano
Mediadora Deputada Ana Paula Lima (SC)
17:30h - EncerramentoEntrega de moções e audiência com Presidente da Câmara com pedido de colocar na ordem do dia e votação do PL.
Moções de apoio nas Câmaras de Vereadores
Já foram conquistadas pelas entidades que compõem o Fórum Catarinense 30 horas Já várias moções de apoio à aprovação das 30 horas em diversas Câmaras de Vereadores em todo o Estado, como Itapema, Joinville, Lages e Mafra, além de diversas outras na trajetória de luta pelas 30 horas. As moções e apoios recebidos serão encaminhados a Brasília, junto às manifestações de todo o país.
Fonte_COREN/SC

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Semana Santa

Domingo de Ramos
é uma festa móvel cristã celebrada no domingo antes da Páscoa. A festa comemora a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, um evento da vida de Jesus mencionado nos quatro evangelhos canônicos (Marcos 11:1, Mateus 21:1-11, Lucas 19:28-44 e João 12:12-19).

Segunda-Feira Santa
é o segundo dia da Semana Santa, cujo começo tem lugar no Domingo de Ramos, e durante a qual os cristãos comemoram a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus.
Em alguns lugares é conhecida como segunda - feira de trevas. Nesse dia realiza-se a o ofício de trevas.

Terça-Feira Santa
é o terceiro dia da Semana Santa, a qual comemora a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus.
também onde são celebradas as Sete dores de Nossa Senhora Virgem Maria. E muito comum também por ser o dia de penitência no qual os cristãos cumprem promessas de vários tipos.

Quarta-Feira Santa
em algumas igrejas celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores.
em alguns lugares é conhecida como quarta-feira de trevas. Nesse dia realiza-se a o ofício de trevas, lembrando que o mundo já está em trevas devido à proximidade da Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Quinta-Feira Santa
Quinta-feira de Endoenças ou Quinta-Feira da Ceia é a quinta-feira imediatamente anterior à Sexta-feira da Paixão, da Semana Santa.
catedrais das dioceses, o bispo se reúne com o seu clero para celebrar a Celebração do Crisma, na qual são abençoados os óleos que serão usados na administração dos sacramentos do Batismo, Crisma e Unção dos Enfermos, Este dia marca o fim da Quaresma e o inicio do Tríduo pascal na celebração que relembra a ultima ceia de Jesus Cristo com os doze Apóstolos.
à noite, são relembrados os três gestos de Jesus durante a Última Ceia: a Instituição da Eucaristia, o exemplo do Lava-pés com a instituição do mandamento novo e a instituição do sacerdócio. É neste momento que Judas Iscariotes sai para entregar Jesus por trinta moedas de prata. e é nesta noite em que Jesus é preso, interrogado e, no amanhecer da sexta-feira, açoitado e condenado.
A igreja fica em vigília ao Santíssimo, relembrando os sofrimentos de Jesus, que tiveram início nesta noite. A igreja já se reveste de luto e tristeza, desnudando os altares (quando são retirados todos os enfeites, toalhas, flores e velas), tudo para simbolizar que Jesus já está preso e consciente do que vai acontecer. Também cobrem-se todas as imagens existentes no templo.

Sexta-Feira Santa
ou 'Sexta-Feira da Paixão', é a Sexta-Feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.
Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.

Sábado de Aleluia
 também chamado Sábado Santo, é o dia antes da Páscoa no calendário de feriados religiosos do Cristianismo. Nas Filipinas, nação notoriamente católica, chama-se a este dia Sábado Negro. O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa.
Na tradição católica, é costume os altares serem desnudados, pois, tal como na Sexta-Feira Santa, não se celebra a Eucaristia. As únicas celebrações são as que fazem parte da Liturgia das Horas. Além da Eucaristia, é proibido celebrar qualquer outro sacramento, excepto o da Confissão. São permitidas exéquias, mas sem celebração de missa. A distribuição da comunhão eucarística só é permitida sob a forma de viático, isto é, em caso de morte.
Muitas das igrejas de comunhão anglicana seguem estes mesmos preceitos. Já a Igreja Ortodoxa, bem como os ritos católicos orientais, seguem as suas próprias tradições e possuem terminologia própria para estes dias e respectivas tradições e celebrações. Como é de esperar, apesar de a Páscoa e os dias relacionados serem importantes para todas as tradições cristãs, do Mormonismo ao Catolicismo, as celebrações variam grandemente.
Antes de 1970, os católicos romanos deviam praticar um jejum limitado: por exemplo, abstinência de carne de gado, mas consumo de quantidades limitadas de peixe, etc. Em alguns lugares, a manhã do Sábado de Aleluia é dedicada à "Celebração das Dores de Maria", onde se recorda a "hora da Mãe", sem missa.
É no Sábado de Aleluia que se faz a tradicional Malhação de Judas, representando a morte de Judas Iscariotes.

Domingo de Páscoa
Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pesah, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida).
A Páscoa cristã celebra a Ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais importante da religião cristã. Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.
Jesus vence a morte para mostrar o valor da vida. Esse dia é estendido por mais 50 dias até o Domingo de Pentecostes.

Segunda-Feira de Páscoa
este dia é conhecido como "Segunda-feira do Brilho" ou "Segunda-feira da Renovação"

Campanha

Campanha