quinta-feira, 4 de julho de 2019

Carga horária mínima para estágio supervisionado é recomendada pelo COFEN

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), por meio do parecer do conselheiro federal Gilvan Brolini, estabeleceu carga horária mínima para estágios supervisionados em cursos técnicos de Enfermagem. A decisão busca formalizar, junto aos Conselhos Regionais e Conselhos Estaduais de Educação, a carga horária de 400 horas para o estágio curricular obrigatório desses cursos em todo País.
O presidente do Cofen, Manoel Neri, afirma que a parceria entre Cofen e os Regionais é essencial para disseminar as novas normas do regulamento. “Essa nova regra tem a intenção de adequar os planos pedagógicos ao que é recomendado pelo Cofen. O objetivo é que não sejam aprovados planos de instituições que apresentem carga horária inferior ao recomendado”, detalhou Neri.
O conselheiro federal Gilvan Brolini ressalta a importância do parecer para o cumprimento do plano de ensino das instituições e afirma que um dos objetivos é sanar problemas existentes. “Essa medida tomada pelo Cofen, de se recomendar uma carga horária mínima para estágios em todo o Brasil, busca sanar uma lacuna que vem gerando problemas nos registros de egressos de cursos técnicos”.
Segundo o parecer, a recomendação se deve à ausência de normativo que estabeleça a carga horária mínima exigida de estágio supervisionado para a formação de técnicos. O curso técnico de Enfermagem possui, atualmente, a carga horária de 1.200 horas de componentes teóricos, sendo que a carga horária de estágio supervisionado obrigatório, deverá ser acrescida a esta.
O Grupo de Trabalho de Ensino Técnico do Cofen já havia se posicionado nesse mesmo sentido, sugerindo a carga horária mínima de 400 horas para a formação técnica em Enfermagem. Outra questão, que se visa resolver, é a definição da carga horária de estágios para os cursos de auxiliar de Enfermagem, ainda existentes, no qual o parecer do conselheiro recomenda o percentual de 30% da carga horária teórica do curso, visto que estes têm cargas horárias inferiores aos cursos técnicos.
O Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNTC) trata-se de uma orientação para que a carga horária destinada à realização de estágio profissional supervisionado seja adicionada à mínima prevista, sendo que as especificações de cargas horárias teóricas e práticas deverão ser definidas pelo Projeto Pedagógico do Curso (PPC), conforme Lei 11.741/2008.

terça-feira, 25 de junho de 2019

COREN/RJ lança aplicativo com o Código de Ética e legislações


Nesta terça-feira (18/06), às 17h, o Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro – Coren-RJ – lançará seu o novo aplicativo (app), que dá acesso ao Código de Ética da Enfermagem (atualizado) e demais legislações pertinentes à categoria. O lançamento encerrará o primeiro dia do 4º Seminário de Comunicação que o Cofen realiza nos dias 18 e 19 de junho, no Cecenf, na Glória. A apresentação do novo app será feita pelo diretor do Coren-RJ, enfermeiro Glauber Amancio, idealizador da iniciativa.
Gratuito e disponível para celulares no sistema Android, o aplicativo visa democratizar o acesso da legislação aos profissionais de enfermagem, possibilitando sua difusão de forma prática e à discussão do exercício profissional, com ênfase nos preceitos éticos. O aplicativo vem consolidar o projeto de valorização e visibilidade da enfermagem, com vistas a garantir a segurança e excelência do cuidado à saúde da população.
Em meio a uma era de inovações tecnológicas, o Coren-RJ se destaca pelo pioneirismo no Sistema Cofen/Corens. Além da praticidade e portabilidade, o app irá gerar significativa redução de gastos com impressões, promovendo a sustentabilidade todos os profissionais da enfermagem.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Atenção Domiciliar e os Pilares Estratégicos para Integração de Ações

Para que ocorra impacto positivo na prevenção, diagnóstico precoce, assistência, cuidados continuados e controle das doenças e condições crônicas no âmbito populacional, os sistemas de saúde público e privado, precisam focar e praticar a integração de ações e serviços.
A oferta e utilização equivocadas e fragmentadas dos serviços de saúde, com excesso de internações hospitalares, em função de descompensações clínicas, geram desconfortos para os pacientes, desperdícios de recursos e altos custos para o sistema de saúde como um todo.
Para melhor organização deste contexto e para que os processos de hospitalização e de desospitalização possam ocorrer de maneira adequada é necessário facilitar acesso à população aos diferentes níveis de cuidado, de maneira integrada e continuada.
A Atenção Domiciliar na da rede de atenção à saúde tem caráter integrador de ações e serviços, com papel importante na transição e continuidade de cuidados, com benefícios na racionalização de recursos, segurança e engajamento do paciente e família, humanização na oferta de ações multiprofissionais e alcance de desfechos importantes em termos de resultados gerenciais, clínicos e de reabilitação.
Segundo Censo do Nead/Fipe 2018, o número de serviços de atenção domiciliar registrados no CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde é de 676 em junho de 2018, cerca de 60% maior do que o divulgado no Censo Nead de 2013, com estimativa de 52.545 colaboradores atuando no setor, número expressivo de desocupação de leitos hospitalares e crescente faturamento anual.
Em função da relevância deste cenário o segmento atrai cada vez mais  investidores, incorporação tecnológica, novos modelos de remuneração, processos de acreditação, busca pela maior qualidade e segurança assistencial, atração e retenção de talentos multiprofissionais e aprimoramento na gestão dos serviços para obtenção de maior eficiência, entre outros resultados de grande impacto para o segmento e sistema de saúde como um todo.
Para avançarmos nestas questões de maneira integrada com diferentes segmentos e players do mercado de saúde público e privado, a edição do Enconsad Rio de Janeiro, traz de maneira inovadora, ampla programação científica, exposição de trabalhos e espaços para interação de serviços e produtos. Aguardamos mais uma vez a participação e parceria expressivas de todos!!
Fonte_COFEN

terça-feira, 11 de junho de 2019

CONATENF em Ação visita escolas no Espirito Santo e Rio Grande do Sul

O “Conatenf em Ação”, projeto da Comissão Nacional de Técnicos de Enfermagem (Conatenf), visitou os estados do Rio Grande do Sul, de 3 a 5 e o Espírito Santo, de 5 a 7 de junho. O projeto realizou encontros em escolas de formação técnica em Enfermagem.


A iniciativa tem o objetivo de aproximar e esclarecer as funções do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem para coordenadores de curso e alunos em formação. O Conatenf em Ação dá a oportunidade para que o futuro profissional conheça o conselho e suas atribuições. Com tempo limitado, o projeto teve início em março e permanece até outubro deste ano.
Em Porto Alegre as visitas foram lideradas por membros da Conatenf, pela técnica de Enfermagem Bianca Carla, pela conselheira  Nilza Lourenço, pela coordenadora do Departamento de Fiscalização (Defisc) do Coren-RS, Cláudia Mastrascusa, e pelo coordenador adjunto do Defisc, Lúcio de Camargo. As escolas de Enfermagem visitadas foram o Senac Saúde, ACM e Factum. Mais de 250 estudantes participaram da ação.
Já no Espírito Santo, os membros do Conatenf Paulo Murilo, Ana Cláudia Santos, Adriano Araújo e Rosângela Fernandes visitaram as escolas Lusidas, Senac e Grau Técnico. Os conselheiros Adelson Ruge da Silva e Rosane Baptista Aleixo, do Coren-ES, também participaram das atividades.
“Os encontros proporcionaram boas discussões acerca da importância do trabalho de auxiliares e técnicos de Enfermagem dentro das instituições de saúde e no cuidado humanizado aos usuários”, afirmou Cláudia.
A Enfermagem representa 60% da força de trabalho entre os profissionais de saúde no Brasil. E, nesse cenário, auxiliares e técnicos de Enfermagem são a maioria.
Sobre a Conatenf – Desde 2015, quando o Cofen aprovou a criação da Comissão Nacional de Técnicos de Enfermagem, o grupo passou a atuar como porta-voz do nível médio na autarquia. Com caráter permanente, a comissão possui função propositiva e consultiva, aprimorando a interlocução com auxiliares e técnicos de Enfermagem.
Fonte_COFEN

“Quando nasce uma heroína” ganha prêmio de melhor experiência em realidade virtual


A experiência em 360º “Quando Nasce Uma Heroína”, produzida pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), foi premiada como melhor experiência de realidade virtual no festival de curta-metragens “Indie”, do The South African Independent Film, ocorrido no último dia 26 de maio, na África do Sul.
Produzido em setembro de 2018, o primeiro curta de ficção em realidade virtual da América Latina conta a história da enfermeira Anna Nery, que se passa em uma tenda e mostra parte de um atendimento da enfermeira com um assistente, ao tratar de um soldado paraguaio.
A ambientação do vídeo remonta o ano de 1868, durante a Guerra do Paraguai (1864-1870), e todos os instrumentos utilizados pela Enfermagem naquela época. A heroína interage com o espectador que vê a experiência através de óculos em 360º.
Lançado no 21º Congresso Brasileiro dos Conselhos Regionais de Enfermagem (CBCENF), em Campinas/SP, a obra vai agora percorrer todo o Brasil. O chefe da assessoria de comunicação do Cofen, Neyson Freire, agradece a diretoria da autarquia e a toda equipe que ajudou na realização desse grande trabalho. “Essa premiação vem para coroar um trabalho inovador e vanguardista que temos implementado à frente da comunicação do Cofen”, declarou.
O vídeo já ganhou elogios de profissionais do cinema e foi exposto em eventos nacionais sobre soluções inovadoras na área. Participou da mostra Curta Brasília, em novembro de 2018, do Curta 2C, que ocorreu em abril desse ano, no Rio de Janeiro. Agora será apresentado no Festival Internacional de Curta-Metragens Korca, mostra cultural de curta-metragens nacionais e internacionais que ocorre desde 2010, e que este ano será de 2 a 6 de julho, na Albânia. Mais de mil filmes foram inscritos e o único brasileiro selecionado foi o de Realidade Virtual “Quando Nasce uma Heroína”.
O Cofen produziu uma versão itinerante do filme, que foi apresentada pela primeira vez no Paraguai e segue percorrendo diversos estados brasileiros.
Fonte_COFEN

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Obstáculos relacionados ao gênero enfraquecem trabalho de enfermeiras

Um relatório divulgado ontem sobre liderança em Enfermagem sugere que a discriminação, o preconceito e os estereótipos inibem as oportunidades para enfermeiras desenvolverem habilidades, perpetuam a disparidade salarial entre homens e mulheres e resultam em tratamento desigual na força de trabalho da saúde entre mulheres e homens em todo o mundo. O relatório é um produto de uma colaboração de pesquisa entre IntraHealth International, Nursing Now e Johnson & Johnson.
De acordo com o relatório Investindo no Poder da Liderança da Enfermeira: O que será necessário? as mulheres representam 70% da força de trabalho total de saúde e assistência social, mas compreendem apenas 25% das funções de liderança do sistema de saúde.
“As vozes das muitas enfermeiras que contribuíram para este relatório devem ser ouvidas pelos governos e líderes de saúde em todo o mundo. Profissionais de Enfermagem podem ser a resposta para muitos dos problemas de saúde do mundo – mas somente se houver esforços sérios e contínuos para remover os obstáculos que são rotineiramente colocados em seu caminho “, diz Annette Kennedy, presidente do Conselho Internacional de Enfermeiros (ICN).” Dê-lhes igualdade de condições, remova o teto de vidro e abandone quaisquer noções de “trabalho de mulheres” e enfermeiras mudarão o mundo.”
“Há um enorme potencial para a saúde e os retornos econômicos quando você investe na força de trabalho da saúde e, particularmente, nas enfermeiras”, diz Barbara Stillwell, diretora executiva da Nursing Now. “Mas as barreiras relacionadas a gênero ainda estão nos impedindo de liberar totalmente esse potencial. Enfermeiras e parteiras são vitais para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em saúde, igualdade de gênero, trabalho decente e alívio da pobreza, mas ouvimos mais e mais das enfermeiras que elas estão sendo retidas como líderes”.
O relatório reflete uma ampla resposta global das vozes das enfermeiras sobre as barreiras de gênero à liderança. As descobertas e recomendações foram tiradas de uma pesquisa com 2.537 enfermeiras e enfermeiras obstétricas de 117 países, bem como uma revisão de literatura e oito entrevistas com informantes-chave. Os autores descobriram que, quando perguntavam aos enfermeiros sobre os fatores que os impediam de buscar cargos de nível superior, as respostas principais eram:
– Ter o equipamento e outros recursos para realizar o trabalho (47% dos entrevistados classificaram isso entre os cinco primeiros fatores)
– Treinamento em liderança (45% dos entrevistados classificaram isso entre os cinco primeiros fatores)
– Salário bom e justo (45% dos entrevistados classificaram isso entre os cinco primeiros fatores)
A Organização Mundial da Saúde (OMS) projeta um déficit de 18 milhões de profissionais de saúde até 2030, principalmente em países de baixa e média renda, e estima que enfermeiras e parteiras representem 50% dessa escassez projetada. Enfrentar os desafios para as mulheres que entram, permanecem e prosperam na enfermagem e obstetrícia é essencial para alcançar a meta de cobertura universal de saúde. Durante a 72ª Assembleia Mundial da Saúde no mês passado, em Genebra, na Suíça, os estados membros da OMS declararam 2020 o Ano da Enfermeira e da Parteira. A OMS também está liderando um novo relatório sobre o estado da enfermagem mundial a ser lançado em 2020.
“É essencial que as perspectivas diretas dos enfermeiros sobre questões de igualdade de gênero e liderança informem a agenda global sobre enfermagem e cobertura universal de saúde”, diz Constance Newman, líder de equipe sênior de igualdade de gênero e saúde da IntraHealth e principal pesquisadora. “É por isso que conduzimos essa pesquisa para entender melhor e agregar a extensão e as maneiras pelas quais os enfermeiros experimentam as barreiras de gênero como obstáculos à liderança, para que possam ser abordados por formuladores de políticas globais, nacionais e institucionais”.
As principais conclusões da pesquisa do relatório incluem:
– A percepção da enfermagem como uma profissão feminina e de amparo e a desvalorização do trabalho associada às mulheres foram citadas como barreiras para o avanço das mulheres na profissão e o status da enfermagem na força de trabalho em saúde.
–  As enfermeiras percebem os efeitos de ambos os tetos de vidro – quando as enfermeiras são impedidas de progredir profissionalmente, muitas vezes devido a responsabilidades domésticas – bem como uma escada rolante de vidro – quando colegas masculinos com menos experiência avançam rapidamente devido a vantagens culturais.
–  Os entrevistados relataram majoritariamente que os desafios que equilibram trabalho não remunerado e remunerado afetam mais as mulheres do que os homens em enfermagem.
– As enfermeiras percebem uma autoridade de tomada de decisão limitada, independentemente do sexo.
– Os entrevistados citaram a falta de autoconfiança como uma barreira para assumirem posições de liderança.
O relatório pede a transformação de ambientes regulatórios e de políticas e sistemas de educação de profissionais de saúde, bem como aumento dos investimentos em educação de enfermeiros e desenvolvimento de liderança. Ele oferece recomendações para formuladores de políticas e implementadores para fortalecer a liderança em enfermagem e a igualdade de gênero na força de trabalho global de enfermagem, incluindo a forma de:
– Mudar a percepção da profissão de enfermagem como uma “ciência leve” e elevar o status e perfil da enfermagem no setor de saúde.
– Abordar os impulsionadores da segregação sexual ocupacional, que contribuem para a percepção da enfermagem como trabalho de mulheres.
– Eliminar a discriminação do empregador com base no gênero, incluindo os papéis reprodutivos da mulher ou o status de “mãe com filho”.
– Construir a autoconfiança e o senso de preparação das enfermeiras para assumir posições de liderança.
– Garantir que os ambientes de trabalho sejam seguros e responsivos ao equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e permitam flexibilidade aos funcionários para o cumprimento do trabalho formal e das responsabilidades de cuidados não remunerados.
– Garantir oportunidades para os enfermeiros terem acesso a financiamento para desenvolvimento de liderança, ensino superior ou outro desenvolvimento profissional.
– Promover maior acesso a redes profissionais e esquemas de orientação para enfermeiros.
“Apesar do incrível impacto que os enfermeiros estão tendo todos os dias, como sociedade, falhamos em reconhecê-los como eles merecem e em dar a eles o poder de liderar”, diz Lauren Moore, vice-presidente de impacto global da comunidade na Johnson & Johnson. “É hora de desenvolvermos sistemas facilitadores e de apoio que permitam que os enfermeiros atinjam seu potencial”.
Nota aos editores – O Conselho Internacional de Enfermagem (ICN) é uma federação de mais de 130 associações nacionais de Enfermagem que representam os milhões de enfermeiros em todo o mundo. Operado por enfermeiros e liderando a enfermagem internacionalmente, o ICN trabalha para garantir um atendimento de qualidade para todos e sólidas políticas de saúde globalmente.
Para mais informações, entre em contato com Gyorgy Madarasz, Assessora de imprensa em madarasz@icn.ch Tel: +41 22 908
Fonte_COFEN

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Conheça o time de jurados especiais do Prêmio APS Forte: acesso universal


A Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil (OPAS) no Brasil convidou um time de jurados especiais para escolher as três primeiras colocadas do Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal. Formado por comunicadores, o grupo terá a missão de analisar as experiências finalistas sob a perspectiva do usuário. Claudia Collucci, Mara Régia, Lígia Formenti, Lise Alves, Chico Pinheiro, Drauzio Varella, Luiz Fara Monteiro e Alan Ferreira são os colaboradores que vão participar da iniciativa. (Saiba mais sobre os jurados)
“Nós queremos que a escolha final venha dos jurados comunicadores que terão o desafio de analisar as experiências finalistas pensando no usuário, que ao procurar a Atenção Primária consegue o atendimento adequado às suas necessidades”, explica o coordenador da Unidade Técnica de Sistemas e Serviços de Saúde da OPAS no Brasil, Renato Tasca.
O Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal visa reconhecer, dar visibilidade e premiar experiências exitosas que tenham ampliado o acesso dos usuários aos serviços e às ações desenvolvidas pela Atenção Primária à Saúde (APS), a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).
Avaliação técnica – A análise técnica das experiências inscritas ficará a cargo de um grupo de trabalho composto por gestores, profissionais de saúde, acadêmicos, especialistas nacionais e internacionais, convidados pela OPAS e pelo Ministério da Saúde. Este grupo escolherá as experiências finalistas, que seguirão para a avaliação dos jurados especiais. Os autores (máximo de 3 pessoas) das três melhores experiências, escolhidos pelos jurados especiais, ganharão uma viagem de estudo para conhecer uma prática internacional de organização de rede de atenção à saúde centrada na APS.
Ainda como parte da premiação, todas as experiências bem avaliadas pela comissão técnica terão destaque em uma publicação da OPAS/OMS, sendo que as práticas finalistas estarão sistematizadas no livro no formato de estudos de caso.
As inscrições do Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal vão até o dia 15 de junho e podem participar profissionais de saúde de equipes de Saúde da Família, de coordenações de Atenção Básica regionais ou municipais e de secretarias estaduais e municipais de saúde.
Nesta edição serão reconhecidas experiências organizadas a partir das seguintes linhas temáticas:
Adequação das estruturas e processos dos serviços de saúde para ampliar o acesso, como: ampliação e flexibilização de horários de atendimento, flexibilização de agendas, acesso avançado;
Uso das Tecnologias da Informação e Comunicação, para ampliar o acesso, a exemplo de: formas inovadoras de comunicação entre a equipe e a comunidade, marcação não presencial de consultas, estratégias de telessaúde/telemedicina;
Estratégias inovadoras para ampliação da cobertura da Estratégia de Saúde da Família;
Estratégias inovadoras de acesso que culminaram em aumento da cobertura vacinal;
Novas formas de contratualização público-público ou público-privada da Estratégia de Saúde da Família que aumentaram o acesso da população;
Estratégias de provisão e fixação de profissionais e estruturas em áreas remotas e/ou de vulnerabilidade, com ampliação do acesso;
Iniciativas de ampliação do acesso da população às ações e/ou às atividades de promoção da saúde.
A divulgação do resultado está prevista para o fim de setembro deste ano.
As dúvidas devem ser encaminhadas para o email:premioapsforte@gmail.com
Fonte_COFEN

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