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segunda-feira, 20 de junho de 2022

Eh agora Enfermagem, Votação PEC 11, plenária CCJ da Câmara dos Deputados

 


Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania Discussão e Votação de Propostas.

Local: Anexo II, Plenário 01.

Início: 20/06/2022 às 19:52.

PROPOSTAS EM ANÁLISE: PEC 11/2022 - Institui o piso salarial nacional do enfermeiro, do técnico de enfermagem, do auxiliar de enfermagem e da parteira. Autor: do Senado Federal - Eliziane Gama Relator: Bia Kicis (PL-DF) Veja mais:

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domingo, 19 de junho de 2022

Avanços da Enfermagem - PEC 11

 


Aprovada no Senado Federal, a PEC 11, que garante segurança jurídica para a aprovação do piso salarial da enfermagem, está agora na Câmara dos Deputados, onde, a relatora da Constituição e Justiça e de Cidadania – CCJ, Deputada Bia Kicis, agenda discursão e votação na plenária do Congresso as 13hs do Dia 20 de Junho de 2022.


Por isso, é indispensável que a mobilização da enfermagem continue ativa.


Marque os Deputados do Acre para que votem na PEC 11!

quarta-feira, 15 de junho de 2022

OMS orienta sobre o uso da vacinação contra varíola Monkeypox

 


A Organização Mundial da Saúde - OMS publicou nesta semana orientações sobre o uso da vacina contra a varíola causada pelo vírus Monkeypox em casos específicos e desaconselhou a vacinação em massa como forma de controlar o surto fora de países endêmicos e impedir a propagação da doença. De acordo com comunicado da organização, o uso criterioso de vacinas pode apoiar a resposta ao surto. 

O órgão reitera que a vacinação em massa não é necessária nem recomendada para o Monkeypox neste momento e que as orientações são provisórias. Isso porque não há quantidade de imunizantes para uma produção em larga escala e por que o total de casos não está fora de controle. 

“As decisões sobre o uso de vacinas contra Smallpox ou Monkeypox devem ser baseadas em uma avaliação completa dos riscos e benefícios caso a caso”, disse a OMS em comunicado.

De acordo com a organização, os programas de vacinação devem ser apoiados por vigilância e rastreamento de contatos e acompanhados por uma forte campanha de informação e de farmacovigilância, em um contexto de estudos colaborativos de eficácia de vacinas com protocolos padronizados e ferramentas de coleta de dados.

A maioria das recomendações provisórias diz respeito ao uso off-label de vacinas, isto é, cuja indicação é diferente da homologada. Isso porque a vacina mais atual contra o Smallpox, indicada também contra o Monkeypox, é a da farmacêutica dinamarquesa Bavária Northean, a única que produz o imunizante baseado no vírus atenuado, não replicativo. 

Desta forma, a OMS pede que os países que apresentam casos informem sobre seu estoque de vacinas e, em caso excedente, se disponibilizem a oferecer imunizantes para países mais pobres.


Para quem é recomendada a vacina

Quem teve contato com pessoas infectadas nestes casos é recomendada a aplicação de uma vacina de segunda ou terceira geração, de preferência dentro de quatro dias após a primeira exposição para prevenir o início da doença.

Profissionais de saúde

a vacina é recomendada para profissionais de saúde considerados em risco, ou seja, que podem entrar em contato com infectados no ambiente hospitalar, além de trabalhadores de laboratórios que trabalham com ortopoxvírus ou em laboratórios de análises clínicas que realizam testes de diagnóstico para varíola Monkeypox.

Fonte_BUTANTAN

FIOCRUZ é designada referência em monkeypox para o Ministério da Saúde

 


O Laboratório de Enterovírus do Instituto Oswaldo Cruz - IOC/Fiocruz foi nomeado Laboratório de Referência do Ministério da Saúde - MS em monkeypox. Desta forma, a unidade irá analisar amostras suspeitas de infecção pelo vírus monkeypox provenientes do estado do Rio de Janeiro e de toda a região Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe).

Até então, a rede de referência em diagnóstico laboratorial do país contava com três centros: a Fundação Ezequiel Dias, o Instituto Adolfo Lutz e a Universidade Federal do Rio de Janeiro, por meio dos Laboratórios de Biologia Molecular de Vírus e de Virologia Molecular.

“Com a rápida proliferação do vírus pelo mundo, a expertise centenária da Fiocruz na linha de frente contra patógenos emergentes e reemergentes irá se somar a das demais unidades e contribuir para uma precisa resposta brasileira ao surto”, frisou Edson Elias, chefe do Laboratório de Enterovírus do IOC.

A vice-diretora de Serviços de Referência, Coleções Biológicas e Ambulatórios do IOC, Maria de Lourdes Oliveira, destacou o reconhecimento Brasil a fora das atividades desenvolvidas no Instituto. “Temos 24 Laboratórios de Referência, parte nacional e outra internacional, inclusive alguns centros colaboradores da Organização Mundial da Saúde. Então, via de regra, nós atuamos nas emergências sanitárias. Já tivemos, em 2009, Influenza H1N1. Mais recentemente, tivemos Zika, chikungunya e Covid-19. E, agora, estamos num processo de enfrentamento tanto da monkeypox quanto das hepatites pediátricas de origem desconhecida”, ressaltou.

Atenção especial aos sintomas

De acordo com o Ministério da Saúde, é considerado caso suspeito ou provável o indivíduo de qualquer idade que, a partir de 15 de março de 2022, apresente início súbito de febre, aumento dos gânglios e erupção cutânea. Também é preciso ficar atento à exposição próxima e prolongada sem proteção respiratória, contato físico direto, incluindo contato sexual, ou contato com materiais contaminados, como roupas ou roupas de cama, com algum caso provável ou confirmado de monkeypox, ou histórico de viagem a países endêmicos ou com casos confirmados da doença. Saiba mais sobre a doença.

Até 14 de junho, foram confirmados mais de 1.700 casos, em 36 países, principalmente na Europa, como Reino Unido (470), Espanha (275), Portugal (231) e Alemanha (229). Na região das Américas, foram diagnosticados casos no Canadá (123), Estados Unidos (65), Argentina (3), México (2) e Venezuela (1). No Brasil já são 4 casos positivos.

Laboratório

Há mais de 60 anos, o Laboratório de Enterovírus do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) dedica-se ao estudo da poliomielite e de meningites virais. Desempenhou papel importante no estudo de diversos surtos de poli e no preparo dos primeiros lotes da vacina contra a doença no Brasil. Atua na vigilância virológica das paralisias flácidas agudas, das meningites assépticas e das meningoencefalites. Referência Nacional em Enteroviroses junto ao Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, atua no diagnóstico e participa ativamente na formação de recursos humanos.

Recentemente, promoveu treinamento em diagnóstico laboratorial para detecção do vírus monkeypox para sete países da América Latina, como forma de preparar a região para um possível surto da doença.

Fonte_FIOCRUZ

Aumento do SELIC, oh que?

 


O Comitê de Política Monetária - Copom do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (15), por unanimidade, elevar a taxa Selic de 12,75% ao ano para 13,25% ao ano – um aumento de 0,5 ponto percentual.

Com o décimo primeiro aumento seguido na taxa básica de juros da economia, a Selic chega ao maior patamar desde dezembro de 2016, quando estava em 13,75% ao ano.

No comunicado divulgado nesta quarta, Copom diz antever um novo avanço da Selic na próxima reunião, marcada para o início de agosto. O aumento será "de igual ou menor magnitude", diz o comitê.

Fonte_G1



Por que o Banco Central subiu a Taxa de Juros?

Análise detalhada da SELIC.


Por quê o Banco Central subiu a taxa de juros em um momento de alto desemprego e num quadro recessivo?

Qual o REAL MOTIVO da elevação do juros?

Análise detalhada sobre os reais efeitos de um aumento da taxa SELIC na Economia Brasileira.

Assuntos do Vídeo:

- Inflação

- PIB

- Investimentos

- Emprego

- Consumo

- Crédito

- Economia

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Site: profcapriata.com.br

terça-feira, 14 de junho de 2022

A Revolução Acreana

 


A HISTÓRIA DA LUTA DE UM POVO PARA SER BRASILEIRO


Revolução Acreana

A Revolução Acreana ocorreu entre 06 de agosto de 1902 e 24 de janeiro de 1903, tendo como marca principal a disputa pelo controle dos negócios pela borracha.

Ao fim do século XIX, a produção de borracha no Brasil marcava um ciclo de pujança, o que induzia à necessidade da busca de mais seringais para abastecimento dos mercados interno e externo.

A empreitada era assumida por brasileiros que, cada vez mais, subiam ao nordeste da Amazônia - onde está localizada o atual território acreano, que pertencia à Bolívia após assinatura do Tratado de Ayacucho, em 23 de novembro de 1867.

Na busca por mais seringais e fortuna, pelo menos 20 mil brasileiros passaram a compor a força de trabalho nos seringais a partir de 1870.

A corrente migratória, principalmente, era de origem nordestina, uma rota de fuga da seca e terminava sob o controle de empresários amazonenses e paraenses.

Ignorando a quantidade de brasileiros na região, o governo boliviano arrendou a área para a empresa privada Bolivian Syndicate em 17 de dezembro de 1901.

O ato gerou revolta dos barões da borracha de Belém e Manaus que passaram a atuar no processo de autonomia política do Acre.

Os mentores do movimento contavam com o auxílio do revolucionário caudilho gaúcho José Plácido de Castro, que formou um exército formado por seringueiros, muitos convocados de maneira compulsória.

José Plácido de Castro inicia o processo de resistência armada em 6 de agosto de 1902, quando suas tropas tomam Xapuri e destituem o intendente boliviano Dom Juan de Dios Barretos. O fim da revolução ocorre em 24 de agosto de 1903, com a tomada de Puerto Alonso.

 

Tratado de Petrópolis

Em 17 de novembro daquele ano, fora assinado o tratado de Petrópolis, que estabelecia a nova fronteira e a cedência do território acreano para o Brasil.

Pelos termos do tratado, o Brasil incorporou uma área de 181 mil quilômetros quadrados e, em troca, a Bolívia recebeu 723 km sobre a margem direita do Rio Paraguai; 116 km sobre a Lagoa do Cárcere; 20 km sobre a Lagoa Mandiré; 8,2 km sobre a margem meridional da Lagoa Guaíba.

O Brasil ainda comprometeu-se em construir a estrada Mad Maria em território brasileiro para fazer a ligação de Santo Antônio da Madeira a Vila Bela, na confluência dos rios Beni e Mamoré.

O objetivo da estrada era facilitar o escoamento da produção de borracha boliviana. Deveria, ainda, indenizar a Bolívia em 2 bilhões de libras esterlinas.

A Revolução Acreana não foi um movimento de transformação política na base da sociedade. Ao contrário, passou para a história como a revolta dos controladores da borracha pelo monopólio nos seringais e pelos limites territoriais entre Brasil, Peru e Bolívia.

Os seringueiros foram transformados em soldados, embora recebessem muito pouco pela borracha e, ficassem atrelados aos empresários que lhes cobravam preços exorbitantes por mantimentos.

A história da Varíola

 


Antigamente, o mundo sofria muito com diversas doenças e se você tem curiosidades em saber mais sobre a história da vacina, e como a vacina surgiu, então se prepara que o conteúdo deste vídeo foi feito especialmente para você.

Sabendo como surgiu a vacina contra a varíola, você vai conhecer a história de Edward Jenner, o pai da vacina.




A Revolta da Vacina

Histórias do Brasil

Em 31 de outubro de 1904, o Congresso aprova uma lei tornando obrigatória a vacinação contra a varíola.

A população se revolta e sai às ruas, promovendo um quebra-quebra generalizado, e pondo em prova as ideias do mais brilhante sanitarista brasileiro: Oswaldo Cruz.

quinta-feira, 9 de junho de 2022

Exames e vacinas importantes para bebês

 


Quando um bebê nasce, é importante que seja iniciado o acompanhamento de sua saúde logo nos primeiros dias de vida. Isso inclui a realização de exames preventivos e a aplicação de vacinas.

A instrutora do curso Técnico em Enfermagem do Senac Goiás, Christina Souto Cavalcante Costa, que é mestre em Ciências Ambientais e Saúde e doutoranda em Ciências da Saúde, elencou os principais testes para a identificação de possíveis doenças em recém-nascidos e as vacinas necessárias para a prevenção de doenças. Confira:

Teste do Pezinho (feito no 3º ao 5º dia de vida do recém-nascido)


O teste do pezinho, que consiste em furar e apertar o pé do bebê para garantir a saída do sangue, é responsável por avaliar 40 doenças. Ele é feito sempre nas laterais do calcanhar porque há uma grande quantidade de vasos sanguíneos no local, e consequentemente, maior circulação de sangue.

Vale destacar que não é um teste dolorido.

Teste do Coraçãozinho (feito entre 24 e 48 horas de vida)


Serve para medir a oxigenação e verificar se existe alguma alteração cardíaca. É colocado um oxímetro de pulso no tornozelo do bebê. Caso não esteja chegando a quantidade ideal de oxigênio nessa parte do corpo, o médico irá pedir exames mais detalhados.

Teste da Orelhinha (realizado até 30 dias após o nascimento)


Se possível é bom quem seja feito ainda na maternidade. É feito pelo pediatra ou fonoaudiólogo. São colocados fones com estímulos sonoros no ouvido do bebê. A cóclea (porção anterior do labirinto, localizada na região do ouvido interno) do bebê será estimulada e o resultado será medido por um aparelho.

Dependendo das alterações, o médico dará um diagnóstico de uma deficiência auditiva ou não. A cada mil recém-nascidos, seis apresentam alterações auditivas. Lembrando que na fase escolar, a deficiência auditiva atrapalha a alfabetização e a socialização, daí a importância de descobrir o problema o quanto antes.

Teste da Linguinha (realizado nas primeiras 72 horas de vida)


Verifica se a língua sai da boca do bebê, observando se o frênulo (parte debaixo da língua) é preso. Sendo preso, o bebê terá dificuldades para pegar o peito e sugar o suficiente, o que pode levar à desnutrição.

Quando o problema é identificado, há a possibilidade de romper o frênulo.

Teste do Olhinho (feito ainda na maternidade)


Com uma lanterna, o pediatra verifica se o globo ocular tem alguma deformidade ou se apresenta algum tipo de lesão que possa levar à cegueira ou à baixa visão.

Vacinas

A instrutora Christina Souto lembra que é preciso iniciar o cartão de vacinação para que a criança tenha uma vida saudável.

“Ao ser amamentado pela mãe, o bebê recebe uma carga de anticorpos, mas, ao longo do primeiro ano de vida, essa carga vai se perdendo, daí a necessidade da vacinação. A vacina é confiável, passa por vários testes que garantem sua segurança e qualidade”, orienta a profissional.

As principais vacinas para os recém-nascidos são:

BCG (aplicada até 30 dias do nascimento): protege contra a tuberculose pulmonar, renal, ganglionar e genital.



Hepatite B (aplicada em 3 doses, primeiro na maternidade e depois de acordo com o Programa Nacional de Imunização): protege a pessoa contra lesões no fígado.


Pentavalente (aplicada aos 2, 4 e 6 meses de vida): protege contra cinco doenças: hepatite B, difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenza.


Rotavírus (aplicada aos 2 e 4 meses de vida): protege de doenças relacionadas a processos virais.


Meningocócica C (aplicada aos 3 e 5 meses de vida): protege contra as meningites.


Meningócica ACWY previne as meningites e as doenças meningocócicas causadas pela bactéria meningococo dos sorogrupos A C, W e Y (aplicada adolescentes)

A meningite meningocócica é uma forma grave de meningite bacteriana, altamente contagiosa, causada pela bactéria Neisseria meningitidis, também conhecida como meningococo.

 

quinta-feira, 2 de junho de 2022

Eh Agora Enfermagem, votação PEC11, plenário do Senado



Senadores analisam Proposta de Emenda à Constituição 11/2022 que estabelece piso salarial nacional de enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. Na pauta, também a PEC 47/2021 que introduz a "inclusão digital" no rol de direitos fundamentais relacionados nos incisos do artigo 5º da Constituição Federal.

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quarta-feira, 4 de maio de 2022

Eh Agora, Enfermagem, Votação PL2564, plenário da Câmara



Sessão para a votação de propostas legislativas

Plenário da Câmara dos Deputados
04/05/2022 às 13h55

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar nesta quarta-feira (4) o projeto que estabelece o piso nacional de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras (PL 2564/20). Conforme a proposta, o valor mínimo inicial para os enfermeiros será de R$ 4.750, a ser pago pelos serviços de saúde públicos e privados. Nos demais casos, haverá proporcionalidade: 70% do piso dos enfermeiros para os técnicos de enfermagem; e 50% para os auxiliares de enfermagem e as parteiras. Ontem o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), confirmou a votação do texto e anunciou a deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) como relatora da proposta. Segundo Lira, a proposta vem sendo intensamente debatida para encontrar fontes de custeio para o pagamento do piso salarial e deve ter compromisso com a realidade fiscal do País. O projeto já foi aprovado pelo Senado e, se for alterado pela Câmara, retornará para análise dos senadores. Medidas provisórias Além do piso de enfermeiros, estão na pauta de hoje oito medidas provisórias: - MP 1079/21, prorroga excepcionalmente por um ano o cumprimento das regras de drawback pelas empresas exportadoras, nas modalidades de isenção, redução a zero de alíquotas ou suspensão de tributos. - MP 1080/21, que altera regras de Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal (Funapol) para financiar plano de saúde de policiais federais. - MP 1085/21, que cria o Sistema Eletrônico dos Registros Públicos (Serp). Com a medida, todos os cartórios devem realizar seus atos por meio eletrônico e devem ser conectados entre si. - MP 1090/21, que beneficia os alunos que aderiram ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) até o segundo semestre de 2017. - MP 1093/21, que trata da divulgação do resultado financeiro do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) a ser feita, mensalmente, pelo Ministério do Trabalho e Previdência. - MP 1094/21, que reduz as alíquotas do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) nas operações de arrendamento leasing de aeronaves e motores. De acordo com o governo federal, a medida vai beneficiar as empresas do setor de transporte aéreo regular de passageiros ou de cargas. A redução do imposto valerá até o fim de 2026. - MP 1095/21, que extingue o Regime Especial da Indústria Química (Reiq). O regime, que valeria até 2025, reduzia as alíquotas da contribuição para o PIS/Pasep) e a Cofins sobre matérias-primas químicas e petroquímicas. - MP 1099/22, que institui programa, em parceria com os municípios, para ajudar trabalhadores desempregados a adquirirem experiência profissional, com a ajuda de cursos de qualificação.
A sessão de votações desta quarta está prevista para as 13h55.

quinta-feira, 21 de abril de 2022

Chegou a HORA, Enfermagem Acreana, VOTAÇÃO PL2564

 


Os Deputados Federais do Estado do Acre, a Enfermagem Acreana, vamos cobrar para estarem na mobilização do dia 04 de Maio, na plenária da Câmara dos Deputados votação do Piso salarial da Enfermagem – PL2564.

Deputados do Acreclick aqui.


A deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) afirmou que a votação do piso salarial da enfermagem (PL 2564/20) deverá ser realizada no dia 4 de maio. A definição foi feita, segundo ela, após reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). “No mês de maio nós comemoramos a Semana Brasileira de Enfermagem e no dia 4 de maio estaremos aqui no Plenário da Câmara deliberando o projeto de lei do piso salarial da enfermagem”, disse.

Fonte_Câmara

terça-feira, 12 de abril de 2022

INFLUENZA - FIOCRUZ analisa a qualidade das vacinas

 


O Ministério da Saúde (MS) iniciou a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe no dia 4 de abril. O imunizante, antes de ser distribuído aos postos de vacinação, passa pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) para um rigoroso processo de controle da qualidade, que começou um mês antes, em 4 de março.

No INCQS/Fiocruz, as vacinas passam por análise de protocolo, ensaio de potência e identidade, esterilidade, endotoxina bacteriana, aspecto, determinação de pH, teor de formaldeído e teor de timerosal, conforme explica a coordenadora do Núcleo Técnico de Produtos Biológicos (NT-PB) do Instituto, Maria Aparecida Affonso Boller.

Os testes envolvem os quatro departamentos técnico-científicos: Farmacologia e Toxicologia; Imunologia; Microbiologia; e Química. “Tomar vacina é a melhor forma de proteger de algumas doenças e suas complicações, além de ser uma medida que contribui para fortalecer a resposta imune individual e coletiva, impedindo o surto de doenças”, adverte Maria Aparecida, que já concedeu entrevista explicando o processo de controle da qualidade das vacinas em geral.

De acordo com o site do MS, a campanha de vacinação contra a gripe se iniciou com idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde. Posteriormente serão vacinados todos os grupos.

Fonte_FIOCRUZ

A era das doenças respiratórias: por que continuamos sofrendo com gripe e outros vírus apesar de todos os avanços da medicina?

 


Infecções respiratórias fazem parte de nossas vidas há muito tempo. Só no século 20 e 21, foram ao menos dez epidemias ou pandemias de diferentes doenças. Diferentes subtipos de influenza, os vírus SARS-CoV 1 e 2 e o vírus Zika são exemplos de algumas dessas enfermidades que se espalharam pelos continentes e, às vezes, pelo mundo todo. Entre as últimas pandemias, porém, há um traço em comum: todas elas foram de doenças causadas por patógenos que se transmitem pelo ar e causam doenças respiratórias.

Segundo dados de 2017 da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 650 mil pessoas ao redor do mundo morrem a cada ano por doenças ligadas à gripe sazonal. A epidemia de SARS-CoV que ocorreu em 2003, na China, se disseminou para cerca de 12 países, provocando mais de 800 mortes. O vírus de mesma linhagem, o SARS-CoV-2, que vem causando a pandemia de Covid-19 há mais de dois anos, já causou mais de 5,5 milhões de óbitos ao redor do mundo, podendo ter levado a três vezes mais mortes do que o contabilizado, segundo estudo publicado na revista cientifica The Lancet.

Além de óbitos, essas enfermidades podem deixar sequelas para os infectados. A Covid-19, por exemplo, causa danos que podem, em muitos casos, ser irreversíveis. Entre as possíveis sequelas estão miocardite (inflamação no músculo do coração) e pericardite (inflamação na membrana que reveste o órgão).

Diante desse cenário, é possível dizer que vivemos a “era das doenças respiratórias”? A diretora do Laboratório de Virologia e pesquisadora do Butantan, Viviane Fongaro Botosso, explica que o estudo e descrição dos vírus, como conhecemos hoje, começou nos anos 1920, mas desde a época de Hipócrates há relatos de doenças que causam sintomas semelhantes aos da gripe, causada pelo vírus influenza.



Por que, após séculos de registros de doenças respiratórias e com o avanço das novas tecnologias, ainda enfrentamos surtos e pandemias de vírus transmitidos via oral?

No século 20, tivemos três grandes pandemias; no século 21, já estamos na segunda. Para Viviane Fongaro Botosso, é normal que haja a infecção de certos vírus, pois eles circulam entre nós, mas que é necessário estarmos prontos caso haja outros surtos. “Os órgãos responsáveis estão sempre se preparando para uma possível pandemia”, lembra a pesquisadora.

Doenças como influenza, sarampo, varíola, entre outras, podem ser e foram controladas ou erradicadas por meio da vacinação. Mas quando há uma baixa cobertura vacinal para determinada doença, a volta dela é inevitável. O sarampo, por exemplo, foi controlado em muitos países por meio da vacinação, mas com o relaxamento da imunização em 2017 foram registradas 110 mil mortes no mundo e, em 2019, houve um surto, com mais de 20 mil casos só no Brasil. “Em 2019, a cobertura vacinal não foi o suficiente para barrar a entrada do vírus aqui no Brasil”, relembra Viviane. “Os movimentos antivacina são responsáveis pelo ressurgimento de doenças antes controladas em algumas áreas”, conta.

Além disso, existem doenças para as quais não há vacina. Um exemplo é o vírus sincicial respiratório (VSR ou RSV, na sigla em inglês), patógeno que atinge principalmente a população infantil e causa mais de 200 mil mortes anualmente. “Pela tenra idade das crianças, que não têm um sistema imunológico pronto, ainda não se tem uma vacina que previne o VSR, assim como não há vacina para prevenir uma série de doenças”, conta Viviane. Atualmente, quando é detectada a infecção do vírus em uma criança no hospital, recomenda-se que ela fique em isolamento para evitar que o contágio de outras. “Há uma série de cuidados e tratamentos que podem diminuir a disseminação do vírus e a mortalidade”, completa.

Além da baixa cobertura vacinal, há outros aspectos que contribuem para o surgimento ou ressurgimento de doenças ou variantes de vírus existentes. Entre eles estão o degelo dos polos, provocado pelo aquecimento global, e a destruição de biomas, que coloca o ser humano em contato com o desconhecido. “A mudança em um bioma ou ecossistema favorece o aparecimento de um novo agente infeccioso e, consequentemente, de novas doenças”, conta Viviane. Outro fator é que em algumas culturas, a venda e consumo de animais silvestres é comum. Esse contato direto também propicia o surgimento de novas doenças, mesmo que o animal em questão seja cozido corretamente, eliminando o vírus. “Até chegar nessa etapa, já houve manipulação da carne, do sangue, das vísceras. Nessas partes pode haver a contaminação de vírus diferentes”, diz.



O que fazer para evitar doenças respiratórias

Podemos contribuir para o não surgimento de novas doenças e combater sua proliferação, mantendo o costume de usar máscaras e nos mantendo distante das outras pessoas se estivermos com sintomas de alguma doença respiratória. “São coisas pequenas que não afetam o psicológico das pessoas”, conta Viviane.

Além disso, é essencial manter o cartão de vacinação sempre em dia. Muitos surtos de doenças são causados por variantes de um vírus já conhecido, para o qual se tem vacina – como foi o de gripe que ocorreu no fim de 2021, no Brasil, ocasionado pela variante Darwin do vírus influenza (H3N2). A vacina de gripe, que contém subtipos A H1N1, A H3N2 e B, é atualizada todos os anos com as cepas mais circulantes no hemisfério sul no ano anterior. No entanto, mesmo contendo variante do vírus H3N2 diferente da circulante, o imunizante usado na campanha de 2021 foi capaz de oferecer proteção cruzada contra o vírus

Fonte_BUTANTAN

BUTANTAN lança livro de referência sobre gestão de resíduos sólidos de saúde

 


Já está no ar a versão digital do livro Fundamentos para Gestão de Resíduos de Serviço de Saúde, publicação produzida pela Comissão de Resíduos do Butantan e que aborda a experiência do Instituto no gerenciamento de resíduos. Apoiada em anos de aprendizado e prática, o livro é uma referência para qualquer empresa, especialmente as da área da saúde, pela condição singular dos resíduos gerados no Butantan: uma instituição pública voltada à pesquisa, ensino e produção de imunobiológicos.

Organizado pelas pesquisadoras científicas Mônica Spadafora Ferreira, Rita de Cássia Ruiz e Vânia Gomes de Moura Mattaraia, o livro partiu de uma primeira versão que foi distribuída internamente. O passo seguinte foi ampliá-lo e atualizá-lo, pensando também no público externo. “Pela nossa diversidade de atividades, oferecemos informações que são difíceis de encontrar em um mesmo lugar. É muito vasto: tem resíduo infectante, radioativo, químico e legislação específica. Encontrar tudo isso na mesma instituição é só no Butantan”, explica Vânia, que é presidente da Comissão de Resíduos do Instituto.

O livro aborda aspectos como a legislação do setor, as características dos resíduos dos serviços de saúde, embalagens e recipientes para acondicionamento, plano de gerenciamento de resíduos, abrigos para armazenamento, bem como informações específicas sobre cada tipo de resíduo (infectantes, de animais, químicos, de medicamentos, radioativos, comuns e recicláveis).

“A primeira versão fizemos pensando no Instituto. Mas o manual passou a ser usado por muitas instituições que ficavam nos pedindo, inclusive órgãos regulatórios”, lembra Vânia. Outro aspecto que motivou a produção do livro foram as recentes alterações na legislação da área de resíduos, que tornaram necessário atualizar o guia.

A versão digital do livro, que foi editado em fevereiro de 2022, está pública para qualquer interessado acessar gratuitamente. Dentro do Butantan, cada área e laboratório contará com um exemplar físico.

Fonte_BUTANTAN