sexta-feira, 19 de julho de 2013

SUStentando

O Ministério da Saúde ampliou a faixa etária de vacinação contra a hepatite B. A partir de agora, homens e mulheres com até 49 anos poderão receber a vacina gratuitamente em qualquer posto de saúde. A medida beneficia um público-alvo de 150 milhões de pessoas – 75,6% da população total do Brasil. No ano passado, a idade limite para vacinação gratuita era até 29 anos.  A vacina é a medida de prevenção mais segura e eficaz contra a hepatite B e hepatite D.
 
O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, explica que a proteção é garantida quando a pessoa recebe três doses da vacina. A segunda dose deve ser aplicada 30 dias após a primeira e, a terceira, seis meses após a primeira.  “Todas as crianças recém-nascidas são vacinadas, mas estamos expandindo a faixa etária a outros grupos visando à eliminação da doença no futuro. Ela é segura, feita com engenharia genética e não tem contraindicação”, ressaltou o secretário.
A vacina também é oferecida aos grupos mais expostos à doença, independentemente da faixa etária, como gestantes, manicures, pedicures, podólogos, caminhoneiros, bombeiros, policiais civis, militares, rodoviários, doadores de sangue, profissionais do sexo e coletores de lixo domiciliar e hospitalar. Em 2012, mais de 15,7 milhões de pessoas foram protegidas contra a hepatite B.
SOBRE A DOENÇA – As hepatites são doenças que atacam o fígado, um dos órgãos mais importantes do corpo humano. Estimativas apontam que 2,3 milhões de brasileiros são portadores das hepatites, sendo 800 mil do tipo B e 1,5 milhão do tipo C, aproximadamente. Toda a produção da vacina de hepatite B é feita pelo Instituto Butantan. O laboratório público abastece o Programa Nacional de Imunizações - PNI do Ministério da Saúde desde 1996.
A hepatite B é uma doença sexualmente transmissível, mas também pode ser transmitida pelo contato com sangue e por materiais cortantes contaminados, como alicate de unha. Por isso, o Ministério da Saúde alerta que, além do uso da camisinha em todas as relações sexuais, não se deve compartilhar escova de dente, alicates de unha, lâminas de barbear ou depilar. É importante também sempre usar materiais esterilizados ou descartáveis em estúdios de tatuagem e piercing, serviços de saúde, acupuntura, procedimentos médicos, odontológicos e hemodiálise.
SINTOMAS – Nem sempre a hepatite B apresenta sintomas. Quando aparecem, podem provocar cansaço, tontura ou ânsia de vômito. A pessoa pode levar anos para perceber que está doente. O diagnóstico e o tratamento precoce podem evitar a evolução da doença para cirrose ou câncer de fígado, por exemplo. O teste, o tratamento e o acompanhamento das hepatites virais estão disponíveis no Sistema Único de Saúde - SUS. Em 2012, foram distribuídos 759,2 mil testes rápidos para triagem de hepatite B. Outros 5,1 milhões de testes convencionais foram realizados no SUS.
 
Fonte_Blog da Enfermagem

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Tecnologia Natural


Sabonete Repelente

Uma dupla de estudantes africanos criou um sabonete capaz de repelir o mosquito causador da malária. O produto, feito a base de ervas e ingredientes naturais, já rendeu a Moctar Dembele e Gerard Niyondiko um prêmio de U$ 25.000, em abril deste ano, pela "Global Social Venture Competition", uma competição mundial promovida pela Universidade de Berkeley, na Califórnia.

Os dois são alunos do Instituto Internacional de Água e Engenharia Ambiental, em Ouagadougou, capital do Burkina Faso, na África. Como informou Niyondiko ao site da CNN, o sabão, apelidado de “Fasoap”, deixa um perfume na pele que repele os mosquitos.

Outro detalhe importante é que a água residual de quem toma banho com o sabonete contem substâncias que impedem o desenvolvimento das larvas de mosquitos. E esse aspecto pode trazer resultados significativos, já que o problema do saneamento na África é uma das causas da proliferação de vetores de malária.

De acordo com Niyondiko, o objetivo é que o produto possa atender a uma parcela significativa da população da África, que não tem acesso aos produtos convencionais industrializados, como cremes e spray, devido aos custos. "Pensamos em um sabonete repelente e larvicida que estará acessível para a maioria da população, uma vez que o sabão é um produto a base de ingredientes regionais", disse Niyondiko ao site.

Por ora, os estudantes ainda estão trabalhando na otimização do produto. A expectativa é que ele chegue ao mercado em 2015.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

SUStentação


O Conselho Estadual de Saúde do Acre - CES/AC e o Conselho Municipal de Saúde de Rio Branco - CMS/RB, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde - SESACRE, promoverá o II Fórum do Controle Social da Amazônia nos dias 10, 11 e 12 de Julho no auditório da Faculdade da Amazônia Ocidental (Firb/Faao). Durante o fórum serão debatidos os temas: financiamento do Sistema Único de Saúde - SUS, controle social - SUS e o Plano de Saúde da Amazônia Legal - Psal.

A expectativa dos organizadores é a participação de cerca de 450 pessoas, dentre as quais conselheiros de saúde do Acre e de outros estados do Norte e da Amazônia Legal, gestores e trabalhadores de saúde, além dos acadêmicos das áreas afins e a população civil organizada.

“O Acre sediará o II Fórum do Controle Social do SUS da Amazônia para que sejam discutidas entre os membros dos conselhos de cada região, as políticas públicas de saúde, e a troca de experiências de cada um, no intuito de construir e implementar a uma saúde de qualidade e mais resolutiva para a população”, explica a coordenadora do fórum Elisama Lima.

Dentre os assuntos debatidos no evento estão: gestão estratégica e participação no SUS, avanços e desafios dos Conselhos Saúde, financiamento e gestão pública, o papel dos conselhos, privatização e precarização do trabalho na saúde, autonomia financeira dos conselhos de saúde, o papel do controle social na política pública de saúde; responsabilidade e caminhos dos conselhos de saúde junto aos órgãos de controle, parceiro da gestão na construção do SUS.

Fonte_CES/AC




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