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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Copinha 2026

 

Maior competição de base do futebol brasileiro, a Copinha 2026 acontece entre os dias 2 e 25 de janeiro. Esta é a 56ª edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior, que abre a temporada nacional. Como de costume, a final será no dia 25, aniversário da capital paulista.

Ao todo, 128 times disputam o torneio. As equipes foram divididas em 32 grupos e os dois melhores de cada chave avançam ao mata-mata, que tem seis fases eliminatórias, incluindo a decisão do título. Assim, os finalistas disputarão nove partidas ao todo.

Grupo 2 

2 de janeiro, 15h45: Votuporanguense x Galvez-AC


5 de janeiro, 16h: Galvez-AC x Grêmio

8 de janeiro, 19h15: Falcon-SE x Galvez-AC

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Como se decidiu que o ano começaria em 1º de janeiro

 


passagem de 31 de dezembro para 1º de janeiro é marcada em todo o mundo com fogos de artifício, música, festa, abraços e brindes.

Mas você já se perguntou porque é justamente essa a data de mudança de um ano para outro?

A resposta remonta a festivais pagãos romanos, ao calendário introduzido pelo imperador romano Júlio César há mais de dois mil anos e a um papa chamado Gregório 13º.

DEUSES E MITOS

Para os antigos romanos, janeiro era importante porque era o mês consagrado ao deus Janus (daí vem Ianuarius, que significa "janeiro" em latim).

Na mitologia romana, Janus é o deus de duas faces, dos começos e dos fins, das transições.

"É associado a olhar para frente e para trás", explicou à BBC Diana Spencer, professora da Universidade de Birmingham, na Inglaterra.

"Então, se há um momento no ano em que se deve decidir que 'aqui começamos de novo', é lógico que seja esse."

O período também coincide, na Europa, com a época em que os dias começam a ficar mais longos, após o solstício de inverno no Hemisfério Norte.


"Para Roma, isso tinha uma ressonância poderosa, porque acontece depois daqueles terríveis dias curtos, quando o mundo está escuro, frio e nada cresce", acrescenta a professora.

"É uma espécie de período de pausa e reflexão."

Quando os romanos ganharam mais poder, começaram a espalhar seu calendário por todo o vasto império.

Cristianismo

Depois da queda de Roma, quando a Igreja Católica se estabeleceu como força preponderante na Idade Média, o 1° de janeiro passou a ser considerado uma data demasiadamente pagã em algumas regiões.

Diante disso, muitos dos países onde o cristianismo predominava queriam mudar o Ano Novo para o dia 25 de março, data que marca a aparição do arcanjo Gabriel à Virgem Maria.

"Embora o Natal seja quando Cristo nasceu, a Anunciação é quando se revela a Maria que ela vai dar à luz uma nova encarnação de Deus", disse Spencer à BBC.

"Esse é o momento em que a história de Cristo começa, por isso faria sentido que o novo ano iniciasse aí."

No século 16, contudo, o papa Gregório 13º introduziu o calendário gregoriano e o primeiro de janeiro foi reestabelecido como Ano Novo nos países católicos.


A Inglaterra, no entanto, que havia se rebelado contra a autoridade do papa e professava a religião protestante, continuou a celebrar a passagem do ano no dia 25 de março até 1752.

Naquele ano, porém, um ato do Parlamento alinhou os britânicos com o resto da Europa.

Hoje, a maioria dos países segue o calendário gregoriano — e é por isso que os fogos de artifício tomam o céu no dia 1º de janeiro de cada ano.

Fonte _ Folha

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