sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Curiosidade!

Nas festas de fim de ano, o pão doce com frutas, conhecido por “panetone” é uma iguaria apreciada e obrigatória nos festejos natalinos e nos saúdam a chegada do ano novo. Qual a origem desse bolo italiano?

Conta a história que vem o bolo do tempo de Ludovico Sforza, o Mouro, Duque de Milão (1451-1506).
Vivia naquela época um padeiro de nome Toni que tinha uma filha de rara beleza chamada Adalgisa. O filho de um nobre da cidade, o jovem Hugo di Tella, enamorado pela moça, disfarçou-se em aprendiz de padeiro e colocou-se na padaria de Toni. Procurando o improvisado aprendiz fazer alguma coisa que o distinguisse aos olhos da sua eleita, dedicou-se a ler velhos livros de cozinha em busca de alguma receita diferente. Tanto leu que encontrou a de um pão doce, recheado com frutas. Preparou o novo pão pela velha receita e ofereceu-o a sua amada. O bolo fez sucesso. Toni, o padeiro, não tardou em fabricá-lo para oferecê-lo e vendê-lo a determinados clientes. O pão tornou-se popular na cidade passando a ser conhecido como “pan di Toni” donde se vulgarizou na nova palavra “panetone” pelo qual é conhecido hoje em dia. Argentina e Uruguai, entre os países da América do Sul*, fazem do “panetone” um bolo obrigatório nas festas de fim de ano. Bem acondicionado em papel colorido é um presente e uma alegria na noite de Natal. Todos o comem esquecidos, porém, de sua história. Ao partir uma fatia de “panetone”, lembre-se, pois, de Hugo e de Adalgisa. E se os presentes não lhe conhecem a história, conte-lhe a lenda romântica que trouxe até nós os nomes de Hugo di Tella, o descobridor, e o de Toni, o padeiro.
Fonte_Tarauacá Notícias

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